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História Ironia do Destino - Capítulo 3


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Notas do Autor


Ooooiii amaaadooos e amaaadaaas!!!
Feliz estou ^^
Capítulo 3 de Ironia do Destino #Partiu..♡

Capítulo 3 - Help


Fanfic / Fanfiction Ironia do Destino - Capítulo 3 - Help

~>POV_DIANE 

Sinto algo molhado em meu rosto, ao abrir os olhos vejo um bicho peludo e quase morro de susto, mas depois de assimilar e acordar totalmente vejo que é o Dofy lambendo minha bochecha.

- Bom dia Dofy! - falo limpando o local cheio de baba, após me espreguiçar na cama, levanto e o animalzinho me segue.

Eu tinha que comprar algumas coisas para casa, principalmente alimentos, para mim e para o Dofy, já que não tinha nada de mantimentos aqui. Tomei um banho um tanto quanto apressado, afinal eu estava morrendo de fome. Vesti um vestidinho simples rodado, ele era lilás com pontinhos preto. Por fim, calcei minhas rasteirinhas que para mim combinavam com qualquer tipo de roupa, e sai da residência trancando o pet lá dentro. 

A cidade era enorme, me via perdida nessa imensidão. Não sabia por onde começar, nem por onde seguir caminho até algum supermercado, e não tinha nenhum ali por perto. A única opção que eu tinha era sair por aí perguntando pra todo mundo onde chegar em tal lugar. E foi exatamente isso que fiz, perguntei para a primeira pessoa que apareceu no meu campo de visão. Uma garota de cabelos brancos caminhava em minha direção, pra mim ela parecia saber algumas referências daqui do local, então não perdi tempo, assim que ela chegou perto me atirei em sua frente, o que causara um susto na mesma e ela quase cai de bunda no chão. 

- Com licença - falo no mesmo momento em que a seguro nos braços para ela não cair - desculpa aparecer assim na sua frente feito uma louca, mas será que vc poderia me ajudar ?

- O quê? - pelo visto ela ainda estava se recuperando do susto - Ah c-claro! Em que posso ser útil? - foi bem gentil.

- É que eu sou nova na cidade e não sei onde fica nada aqui, sabe, tipo não conheço nada, literalmente - será que ela entendeu? - Então você poderia me dizer onde fica pelo menos algum supermercado?

- Vc é nova na cidade? - perguntou mais para ela do que pra mim - Que bom! Seja bem vinda! 

- Obrigada! - que sorte, uma moradora da cidade estava do meu lado.

- Tem um supermercado não muito longe daqui, se quiser eu levo você até lá?! 

- Você faria isso, quero dizer, não está ocupada? Não quero ser um incômodo!

- Imagina, seria um prazer ajudar uma visitante! Vamos. - ela esticou o braço direção a uma rua, como se estivesse me dando passagem para seguir. Saímos andando lado a lado, achei a garota muito simpática, e bastante bonita, seus cabelos brancos batiam na cintura e uma franja cobria seu olho direito, confesso que fiquei curiosa com isso. Quem usa uma franja em cima do olho gente ? 

- Ah propósito, me chamo Elizabeth! Qual o seu nome?

- Diane! 

- Muito prazer Diane! - tô amando o jeito dessa garota, sinceramente. 

- Ah, só lembrando, não sou só uma visitante, eu definitivamente estou morando em Liones. É que vou estudar o Ensino Médio! - por um momento vi os olhos azuis dela brilharem. Qual o motivo? Não sei.

- Sério? Eu também vou para o EnsinoMédio, mas diferente de vc eu já moro aqui em Liones, desde pequena.  - A gente conversava como se nos conhecêssemos há muito tempo. Era até engraçado.

- Ah que bom que encontrei você, pelo menos você conhece a cidade, o que me ajudou bastante. Mais ainda acho que estou te atrapalhando, você não estava indo para nenhum lugar?

- Eu estava voltando para casa, é que eu estava na casa da minha irmã... - no momento que ela disse "irmã" foi impossível não lembrar de Matrona. É muita saudade, sei que cheguei faz apenas foi dias, mais não posso evitar de lembrar dela sem sentir saudades. - Diane? Está me ouvindo? - percebo agora que não estava mais prestando atenção em Elizabth, eu estava pensando em Matrona. 

- Ah sim, se é assim então tá bom, não vou mais pensar que estou te atrapalhando. - foi a única coisa que achei melhor falar.

- Você não ouviu o que eu disse né? - dou um sorriso amarelo concordando com a cabeça. - eu percebi vc estava pensando na morte da Bezerra. - Sorri com seu comentário.

- Me desculpe Elizabth, eu só estava pensando na minha irmã. - Minha voz saiu triste, mais tratei de animar o clima. - Ah mais isso não importa agora, sei que ela está bem. Esse supermercado não chega nunca?

- Chegamos! - seu sorriso era de divertimento, eu estava bem na frente de um enorme supermercado e não tinha percebido, ai Diane você  é uma tonta.

- Ah, então é esse? - ela concorda com a cabeça - ele é enorme!

- É o maior da cidade, e o melhor também! O que está esperando, pode entrar. 

- Obrigada Elizabeth. Você foi de grande ajuda. - Dei um abraço na albina que retribui o gesto. - Espero que eu não esqueça o caminho de volta pra casa - falo assim que nos afastamos.

- De nada Diane, foi um prazer. Preste atenção na hora que estiver voltando. Por favor não vá se perder - falou em um tom brincalhão, ela realmente era uma ótima pessoa. Nos despedimos e depois segui para dentro do enorme supermercado.

          . . .

Depois das compras, eu caminhava prestando atenção nas ruas e me perguntando mentalmente se era por aquele caminho mesmo que eu havia passado mais cedo com Elizabeth. Com o pouco de noção que eu tinha, eu consegui acertar e chegar em casa. Nem abro a porta direito e o cachorrinho gordo começa a latir e me agradar pulando em minhas pernas, entro e me deparo com uma casa toda bagunçada, tenho que lembrar de prender Dofy antes de sair pra algum lugar. 

~>POV_ELIZABETH 

Saí da casa de Margareth bem cedo, na noite anterior não pude ir para casa por conta da chuva. Enquanto eu andava rumo à minha moradia, passando pela praça distraidamente, um ser entra na minha vista rapidamente, nem tive tempo de processar nada, tudo havia paralisado, tamanho o susto que tive, tanto que por um momento achei que eu iria cair no chão. O que não aconteceu, pois meus braços foram segurados por mãos finas a tempo. Olhei para o ser humano a minha frente, era uma garota, usava Maria Chiquinhas, achei fofo até. Ela estava me pedindo ajuda para chegar em um supermercado, pois era nova na cidade e não conhecia os lugares daqui. Fiquei feliz, sempre gostei de ajudar as pessoas, e ela era uma caloura ainda. Não sei porque, mais com ela eu consegui conversar sem estar nervosa ou tímida, como ocorre na maioria das vezes. Senti que ela era uma pessoa do bem.

A levei até o supermercado mais famoso da cidade, durante o percurso descobri que seu nome era Diane, ela havia se mudado para cá para estudar o Ensino Médio. Qual Não foi a minha alegria ao saber disso?! Eu tbm não sei, afinal ela era uma desconhecida. Apenas fiquei feliz, assim como ela eu também irei a para o Ensino Superior.

Depois de deixar Diane no local que ela queria, segui para minha casa, o que não era longe dali. Andei por algumas ruas, sempre apreciando as belezas do lugar por onde eu passava, assim, cheguei em casa. Papai naquele horário estava em seu trabalho e Verônica não sei, as vezes está em casa, outras vezes está com seu namorado Griamor, bem difícil de entendê-la. Tinha apenas um ser que eu sabia estar sempre em casa.

- Hawk? Chegueei. - assim que abro a porta de meu quarto vejo minha bolinha de pelos dormindo em minha cama. Eu sabia que ele estaria ali. Me aproximo dele e o pego no colo, mais isso não o faz acordar, nem é surpresa, afinal ele era um gato bem dorminhoco. - Sabe o que eu fiz hoje? - pergunto mesmo sabendo que ele não irá me responder - ajudei uma garota nova na cidade a encontrar um lugar! - faço carinho no bichano que ronrona. Nunca me canso de admirar seus lindos pelos róseos, isso é uma coisa realmente muiito rara, nem sei se existe, mais o Hawk existe.

Largo o pequeno animal, ops, de pequeno não tem nada, ele é gordo e por incrível que pareça, grande, na cama e vou na minha estante de livros. Gosto de ler nas horas vagas, principalmente os que são de gênero romântico. Pego o que está marcado no meio por um marcador, indicando que fora lá que eu parei da última vez e, assim continuo.

. . .

O som de alguém batendo na porta faz eu me assustar. Que hora foi que eu dormir? Eu havia dormindo sem perceber. Levanto da cama ainda sonolenta vendo que o livro estava ao meu lado e Hawk ainda dormia. Ando até a porta, abro e vejo que é meu pai.

- Oh, estava dormindo querida? - papai pergunta, acho que pela minha cara de sono ele deduziu.

- Só um cochilo - bocejo - entre! - dei espaço para ele entrar.

- Só vim ver minha menina, já que não a vejo desde ontem! - abre os braços e eu me atiro neles, como se fizesse anos que não nos víamos - como foi na casa da sua irmã?

- Foi bom, Gilthunder é um ótimo cunhado, sabia que ele também gosta de gatos? 

- Eu não sabia - ouço o sorriso de meu pai - venha, vamos descer para o almoço!

Almoço? Meu Deus eu dormir por quanto tempo? Aí Elizabeth sua leza, sabe que o pai chega no horário de almoço e fica igual uma sonsa.

- Ah, vou tomar um banho primeiro, o encontro lá embaixo ! - deposito um beijo em sua bochecha partindo pro banheiro, só ouço a porta do meu quarto fechando.

Tomo um banho rápido, porque meu estômago clamava por comida. Depois de vestida, desço e vou diretamente à mesa de jantar, encontrando meu pai  e minha irmã Verônica.

- Bom dia Ellie! - Verônica como sempre irônica - ou devo dizer Boa tarde?! - não disse?

- Oi Verônica - me junto a eles. Me sirvo e começo a comer. Papai começa a conversar com nós duas mais meu pensamento vai na garota de hoje mais cedo, Diane. Involuntariamente meus lábios formam um sorriso, ela com certeza seria uma ótima amiga.

- Não é mesmo Ellie? - ouço a voz de minha irmã e olho para ela - Do que está rindo?

- Hum? Não é nada, Você dizia? 

- Que já está na hora de vc arranjar um namorado. - com esta frase pronunciada por ela, me engasgo com a salada.

- o q..ue? - ainda com dificuldade a repreendo - Verônica, não diga essas coisas! Papai! - apelo para  o Senhor Bartra que só observava a cena.

- Verônica deixa sua irmã decidir isso no tempo dela. 

- Então tá, só não vai morrer solteira mana.
Verônica as vezes não sabe o que diz. 

Depois do almoço decidi sair um pouco, quem sabe eu não veria Diane novamente, quem sabe até nos tornamos amigas? Seria ótimo.

Botei comida no potinho de Hawk e depois saí  de casa, avisei para papai que eu ia passear, o que não era mentira.

Resolvi passar por onde a morena e eu nos encontramos hoje de manhã, andei até lá mais nenhum sinal das Maria Chiquinhas. Decidi seguir por onde a levei até supermercado, não custaria nada. Mais também não estava lá. Ai Elizabeth aonde você tá com a cabeça? Vc conheceu a garota hoje de manhã, só passou algumas horas, lógico que ela estaria na casa dela. Desanimada resolvi voltar, quem sabe talvez outro dia né?

Com a cabeça cheia de pensamentos, fui atravessar a rua sem nem prestar atenção, só ouvi a buzina de um carro, naquele momento vi minha vida passando diante dos meus olhos. Eu já estava esperando a morte chegar pra me levar junto com ela seja lá pra onde é que ela leva pessoas mortas, mas uma pessoa chegou primeiro, me empurrando para longe a tempo, resmumguei de dor com o impacto que meu corpo teve com o chão. 

- Vc está bem moça? - meus olhos ainda estavam fechados devido ao medo e a dor, mas no momento em que eu ouvi aquela voz os abri rapidamente. A pessoa que havia me salvado, que estava em cima de mim, era um garoto. Fiquei sem responder, as íris de cor esverdeada me encantavam. - Moça? 

- a-ah s-sim. Obrigada! - foi só o que eu consegui falar, ainda por cima gaguejando.

- Que bom, tome mais cuidado da próxima vez! - me lançou um sorriso, e meu Deus que sorriso. - Vc estava distraída.

Falando isso ele se levantou, me estendeu a mão para me ajudar a levantar também. A segurei, com um pouco de vergonha, mais segurei. Ele puxou levemente e logo eu estava de pé e.... Meu Deus! Me surpreendi com o seu tamanho. Ele era um jovem ou uma criança ? Não que eu seja tão alta, ele batia na altura dos meus ombros. 

- Obrigada eh...

- Meliodas!

- Obrigada Meliodas, por me salvar.

- De nada! - ele ia dizer mais alguma coisa só que no momento um carro para atrás de nós e ele olha para o mesmo - Estou indo, tome cuidado. -  Então ele seguiu na direção do carro e entrou. 

Fiquei observando ele se distânciar, já desistindo de tentar encontrar Diane, volto para casa, dessa vez prestando atenção nas ruas, mesmo assim, aqueles olhos verdes estavam na minha mente, mais não foi só isso, seus cabelos loiros bagunçados também me chamaram a atenção, não posso negar que Meliodas é um rapaz bonito.

Enfim cheguei em casa, graças a Deus não aconteceu nenhuma tragédia. Entro e vou direto para meu quarto, tinha que tomar um banho para retirar o resto de terra e limpar os ferimentos, que não foram graves, só ralados mesmo, principalmente meus braços. Assim que entro na banheira, uma cara de dor aparece em minha face, isso me faz lembrar de como os consegui e sem querer Meliodas entra em meu pensamento também, lembrei da nossa pequena conversa e... bati em minha testa, ele saiu tão apressado que nem tive tempo de falar o meu nome. Droga! Ah se o destino deixasse um dia nós dois nos encontrar novamente.




Notas Finais


Espero muiitoo que tenham gostado, tentei fazer um cap maior e saiu isso ksks
Se saiu ruim me perdoem : (
Até a próxima.. Bjs!!♡


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