História Ironias do Destino - Capítulo 20


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bangtan Boys (BTS), Jin, Julyflz, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Romance, Seokjin, Taehyung, Worldwidehandsome
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Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Hoje teremos um capítulo emocionante (eu, pelo menos, me emocionei escrevendo).
Segurem o coração...
Boa leitura!

Capítulo 20 - O parto


Fanfic / Fanfiction Ironias do Destino - Capítulo 20 - O parto

Depois daquele dia, o tempo começou a se passar cada vez mais rápido, e mais rápido ainda crescia o pequeno Taewoo dentro de mim. Eu já estava com oito meses de gravidez e com isso minha barriga encontrava-se cada vez mais pesada. Eu já começava a sentir algumas contrações com certa frequência e meu pequeno não parava de fazer gracinhas dentro de mim. Era simplesmente emocionante ver aquele serzinho crescendo ali dentro de meu ventre, me dando chutezinhos sempre que eu ou Taehyung falávamos com ele.

As dores nas costas, a dificuldade de dormir e o cansaço se faziam cada vez mais presentes àquela altura. Mas, acima de tudo, o meu peito transbordava felicidade e ansiedade pelo momento que estava a cada dia mais perto de chegar. Estando tão perto da reta final, já com 35 semanas de gestação, a qualquer momento Taewoo poderia querer nascer, o que me deixava cada vez mais ansiosa e transbordando de alegria.

Por estar em uma gravidez de certo risco, eu me afastei do escritório temporariamente. Como eu sou uma das donas e sócia majoritária, eu tinha esse poder. Mas mesmo assim, eu ainda tentava resolver algumas pendências de casa, pois por eu ser extremamente workaholic, eu simplesmente não conseguia ficar o dia inteiro parada. Porém, nas últimas semanas de minha gravidez, eu estava me sentindo mais cansada que o normal e com certa falta de ar. Meus pés, pernas, mãos e braços encontravam-se mais inchados que o de costume. Por ficar preocupada, acabei resolvendo deixar o trabalho um pouco de lado e ficar, de fato, absolutamente em repouso. Até mesmo evitando trabalhar pelo computador, por mais que não fosse tão cansativo assim.

Eu estava sendo uma grávida muito bem paparicada, eu tinha que admitir. Talvez pelo meu histórico de abortos e minha gravidez de risco, todos faziam questão de estar sempre comigo e me deixar o mais relaxada possível, principalmente nessas últimas semanas em que eu estava sentindo coisas que ainda não estava acostumada. Minha mãe, que vinha quase todos os dias passar o dia comigo, me garantia que aquilo era normal no finalzinho da gestação. Mas eu não conseguia ficar tranquila com aquilo e a minha ansiedade se misturava com um pouco de preocupação.

Sim, eu não me separei do Taehyung. Guardei de todos tudo o que se passou entre nós — inclusive, escondi de minha mãe — e continuei no nosso apartamento. Talvez não falar sobre aquilo com ninguém fosse uma forma inconsciente que acabei desenvolvendo de tentar esquecer tudo o que passei — como se não falar sobre fosse de alguma forma apagar aquilo tudo. Mas eu sabia que isso seria impossível. A sombra de Minji — e tudo o que eu presenciei naquele dia na sala de Taehyung — continuaria a me atormentar por muito tempo, eu tinha certeza. Se eu o perdoei depois de tudo? Na verdade, nem eu mesma sabia se algum dia eu conseguiria. Mas uma coisa eu tinha certeza: eu jamais esqueceria tudo o que passei por conta de Taehyung.

Nosso relacionamento tinha melhorado bastante depois de nosso “jogo da verdade”. Não que estivesse como era antes — talvez nunca voltasse a ser — mas pelo menos vivíamos em um clima bem mais ameno. Por também ser seu próprio chefe, Taehyung podia se permitir, quando possível, controlar seu próprio horário, então desde que fiquei de licença de meu trabalho, ele sempre que podia chegava mais cedo para ficar mais tempo comigo. Ele me ajudava em absolutamente tudo e fazia tudo o que estava ao seu alcance para que eu não me cansasse e me sentisse bem. Inclusive, nesses últimos dias, sua preocupação por meu estado de saúde fez com que ele passasse a ir trabalhar somente pela manhã, revezando-se com minha mãe para eu nunca ficar sozinha. Aquilo até podia ser uma prova em tanto de que ele estava arrependido e disposto a realmente recomeçar. Aquilo me fazia bem e me fazia voltar a me sentir querida por ele. Entretanto, por outro lado, também batia uma enorme insegurança em mim: será que ele fazia aquilo tudo mesmo por mim, ou apenas pelo seu filho que eu carregava? Mas, independente do motivo, eu resolvi aproveitar aquele momento e tentar relevar todas as minhas mágoas.

Por conta da gravidez já avançada — bem como por toda a situação na qual nos encontrávamos —, ele nenhuma vez chegou a tentar algum tipo de aproximação mais íntima, muito embora eu me se sentisse extremamente necessitada de sentir o meu marido há muito tempo. Mas me deixava suficientemente feliz sentir a maciez de seus lábios através de seus doces selares em minha boca, ou, melhor ainda, ter suas mãos grandes e quentes acariciando meu ventre antes de dormir, enquanto eu podia admirar o seu sorriso que me cativou à primeira vista. Mas acima de tudo, me alegrava todas as manhãs receber, novamente, o seu “bom dia”, só que agora ainda melhor: “bom dia, meus amores!”, seguido, sempre, de um beijo em minha enorme barriga.

Depois daquela nossa longa conversa, resolvemos aproveitar todos os momentos de nossa gravidez juntos. Porém, mesmo depois de nossa reconciliação, eu poderia dizer que o nosso relacionamento estava mal chegando perto dos 25% do que era antes. Apesar de estarmos relativamente bem, eu ainda não tinha certeza do que nos aguardaria pela frente. Eu tinha a impressão que, para ele, tudo já havia voltado ao normal. Mas para mim, é claro, não estava. Eu nem sabia se algum dia realmente voltaríamos a chegar sequer perto dos 50%. Mesmo que já conversássemos bem e tivéssemos novamente nossos momentos de lazer e descontração juntos, vez ou outra algo que ele falava ou algo que acontecia acabava me fazendo lembrar de sua traição, me fazendo ficar triste novamente. Algumas vezes ele não conseguia chegar tão cedo em casa, ou precisava dar alguma passada rápida na empresa aos sábados. Eu nunca fui ciumenta — mesmo tendo um marido extremamente bonito e galante e que é, sem sombra de dúvidas, muito cobiçado pelas mulheres onde ele passava, tanto por sua beleza quanto por sua simpatia e status — mas cada vez que isso acontecia, meu peito doía em pensar em qual seria o real motivo por trás.

E se ele estivesse me enganando novamente com a Minji ou com qualquer outra mulher? Assombrava-me o tempo inteiro a dúvida de se eu não teria sido burra ao acreditar nele tão facilmente e lhe dar esse voto de confiança. Até quando esses fantasmas iriam me assombrar? Seria eu capaz de conviver com isso para o resto de minha vida? Essas perguntas assolavam minha mente quase que o tempo inteiro. Porém, cada vez que eu acordava de manhã ouvindo o seu doce “bom dia, meus amores!”, eu tentava me convencer de que tinha que ser capaz de esquecer tudo, pois seria ainda mais difícil conviver com a ausência de Taehyung — como vivi durante tantos meses, no início de minha gravidez.

Era uma quinta-feira e, após ser acordada pelo som do “bom dia” de meu marido, me senti um pouco mal. Estava sonolenta, mesmo tendo dormido muito cedo na noite anterior. Sentia meu corpo cansado. Sentia certa dificuldade de respirar. Todos os sintomas que minha mãe dizia serem normais do final da gestação, os quais eu vinha sentindo todos os dias, estavam ainda mais fortes que o normal. Mas como a sensação ruim era suportável, relevei.

Taehyung, quando veio me acordar, já estava arrumado e já havia preparado nosso café da manhã. Eu ainda fiquei deitada por alguns minutos, mesmo acordada, fitando um ponto qualquer do meu quarto, hipnotizada, até que senti a cama afundar ao meu lado, me fazendo despertar de meu transe.

— Está tudo bem, Jiwoo? — Taehyung me fitou preocupado ao me ver tão quieta.

— Estou bem sim — falei aquilo, antes de tudo, para mim mesma.

— Não é o que me parece. — Sentou-se ao meu lado pegando as minhas mãos. — Nossa, Ji, suas mãos estão muito inchadas! — Seu olhar era preocupado e aflito ao me encarar. Eu logo me sentei e percebi que meus braços e minhas pernas também estavam daquela maneira. Mas tentei não me desesperar. — Vamos ao médico? Eu ligo agora para desmarcarem as reuniões de logo mais e eu fico aqui com você e...

— Calma, meu amor... — o interrompi segurando suas mãos. Foi só depois que eu vi um sorriso se formar em seu rosto que eu me dei conta que o chamei de “meu amor”, depois de tanto tempo, por pura força do hábito, pensei. E ao perceber isso acabei sorrindo também. — Fica tranquilo, não deve ser nada, está bem? O médico disse que faz parte eu estar assim um pouco inchada e cansada. Vou descansar e vai passar, okay?

— Okay, mas, qualquer coisa, promete que vai me ligar... Meu amor? — Seu rosto mostrava uma expressão maravilhada ao me chamar de “meu amor” depois de tanto tempo e um sorriso meigo ao acariciar meu rosto e arrumar meu cabelo atrás da orelha.

— Prometo, Tae!

E ele então me beijou — algo que ele não fazia com frequência, possivelmente por temer uma reação hostil minha. E aquele beijo foi diferente de todos os que já tínhamos trocado desde que fizemos as pazes. Era um beijo com muita ternura e muito sentimento. Eu podia sentir o seu sorriso enquanto me beijava e depois de tanto tempo sem, pude sentir sua língua ousando um pouco mais a massagear sutilmente a minha. Depois de tudo, finalmente consegui chamá-lo de “meu amor” e de Tae... E perceber aquilo me deixou pensativa por um bom tempo.

Após alguns poucos minutos aproveitando aquele beijo bom, o qual desejei tanto nos últimos meses, ele acabou tendo que separar nossos lábios. Mas antes de se afastar totalmente, colou nossas testas e eu pude sentir sua respiração quente me envolver. Ainda com gestos de carinhos em minha face, falou mais uma vez:

— Eu te amo, Ji. — Sorri instantaneamente e pude reparar que ele também sorria, enquanto encostou nossos narizes num carinho gostoso. — Amo muito você e o Taewoo!

 

Quando você diz que me ama

Parece que estou caminhando pelo céu

Diga que é para sempre apenas mais uma vez

 

Quando você diz que me ama

Eu só preciso dessas palavras

Que nada vai mudar apenas mais uma vez

 

Você é o mundo inteiro para mim

Me abrace mais forte, até doer

 

Nós compartilhamos algo

E você não pode fazer nada

Diga que não vai esquecer

Você e eu

 

Dia após dia

Verão, inverno

Mesmo que você não saiba

 

Você tem o melhor de mim

Então, por favor, não me deixe

Você tem o melhor de mim

 

(Best of Me – BTS)

 

Com muita dificuldade para nos separarmos de nosso intenso abraço, acabamos saindo do quarto em direção à cozinha para tomar café, de mãos dadas. Após comermos, Tae foi para o seu trabalho e eu fiquei esperando minha mãe chegar a qualquer momento para me fazer companhia.

A manhã foi passando e fui sempre observando que meus membros se inchavam mais e mais. Minha mãe também me disse que era normal, mas eu estava começando a ficar preocupada. Quando Tae chegou no meio da tarde, fomos para o quarto assistir um pouco de TV deitados na nossa cama, e algo que Tae reparou me chamou atenção:

— Ji, o Taewoo parece estar mais quietinho hoje, não acha?

— Como assim? — perguntei me virando levemente em sua direção.

— Não sei... Por essa hora quando a gente fica assim deitado, eu sempre reparo sua barriga se mexendo bastante, com ele lhe dando muitos chutezinhos... Mas agora ele tá meio paradinho... Sei lá... — Sua expressão não era preocupada, mas era confusa.

— Talvez seja porque eu estou inchada e cansada. Talvez tenha algo a ver. — Pensei ser esse o motivo. — Mas não se preocupa, amanhã temos ultrassonografia e falamos isso para o médico.

— Tudo bem.

Claro que qualquer coisa relacionada à minha gravidez me deixava preocupada, pois eu tinha muitos traumas. Apesar de ter ficado um pouco abalada com essa pouca movimentação do Taewoo, acabei relaxando ao lembrar que poucos dias antes eu tinha ido ao médico e ele me falou que estava tudo perfeitamente normal com meu bebê e que no dia seguinte eu iria novamente fazer uma ultrassonografia de rotina, então tudo iria ficar bem.

Chegou a sexta-feira de manhã e acordamos bem cedo, pois o exame seria de manhã. Tae não iria trabalhar pela manhã para poder me acompanhar, o que era algo que ele sempre fazia questão de fazer. Era só uma ultrassonografia de rotina, mas eu sentia meu coração apertado, aflito. Mesmo o cativante “bom dia, meus amores” de Tae não foi capaz de me animar.

No carro, fui o caminho inteiro em silêncio. Tae me olhava preocupado de vez em quando enquanto dirigia, mas pareceu ter resolvido me deixar a sós com meus pensamentos. Eu olhava para meus membros cada vez mais inchados e um pressentimento ruim surgia cada vez mais forte em meu peito. O caminho até a clínica era curto, mas foi suficiente para me deixar com dor de cabeça e certa náusea.

Parando o carro no estacionamento, Tae não aguentou o silêncio:

— Jiwoo, está tudo bem? Eu fiz algo? Está chateada com alguma coisa? — Seu olhar sobre mim era preocupado e aflito. — Se eu tiver feito ou falado algo que não gostou, eu sinto muito, eu realmente não...

— Calma, Tae — o interrompi calmamente, posicionando minha mão em seu rosto. — Você não fez nada — falei enquanto acariciava o seu rosto. No mesmo momento, um pequeno sorriso começou a nascer no canto de seus lábios. Talvez ele estivesse achando que eu estava chateada com ele, então minhas palavras pareceram ter lhe aliviado desses pensamentos. — Eu só não estou me sentindo muito bem — falei.

— É sobre o inchaço?

— Talvez. — Respirei fundo e com certa dificuldade. — Mas eu sinto que não é só isso. Estou com uma agonia bem aqui. — E direcionei minhas mãos ao lado esquerdo do meu peito.

— Então vamos logo!

Ele primeiro buscou uma cadeira de rodas e me carregou até dentro da clínica. Chegando à minha vez de ser atendida, expliquei ao médico o que eu senti no dia anterior e ele me acalmou, dizendo que aquilo era normal de acontecer nas últimas semanas de qualquer gestação. Mas mesmo com as palavras do médico, o sentimento ruim em meu coração ainda persistia e acredito que era nítida a minha cara de desespero, mesmo após o médico me garantir que ficaria tudo bem.

Após todos os preparativos, o médico começou a analisar-me. Um silêncio diferente tomou conta do lugar. Após alguns minutos, a feição do médico mudou completamente. Ele olhava para mim, para meu ventre, para a tela, mexia pra lá e pra cá nos aparelhos, mas só o que fazia era permanecer calado, me deixando totalmente aflita.

— Doutor, está tudo bem? Por que não conseguimos escutar o coraçãozinho de nosso bebê? — Agradeci mentalmente por Tae ter tomado a iniciativa de perguntar. Eu estava tão aflita que eu senti como se os músculos de minha face estivessem paralisados, me impedindo de falar qualquer coisa.

— Sra. Kim... — A voz do médico saiu receosa. — A senhora falou que ontem notou seu bebê mais... Quietinho?

— Sim, doutor — Tae respondeu por mim, o que eu agradeci mentalmente novamente, pois naquele instante meu coração já se encontrava saltando pela boca e eu certamente não conseguiria responder. — Ele sempre chuta bastante quando nos deitamos no início da noite, mas ontem percebi que ele estava mais quieto.

— Bom... — Deu uma breve pausa enquanto tirava o aparelho de minha barriga e guardava no seu lugar. — Vamos ter que adiantar o parto para hoje. — Sua entonação fria me preocupou.

— O quê? Meu filho vai nascer hoje?! Ji, você ouviu? Nosso Taewoo já vai nascer, meu amor!!!

Apesar da imensa alegria e euforia de Tae, que quase caiu da cadeira quando o médico nos deu a notícia, eu não consegui esboçar nenhuma reação. Fiquei séria, estática, principalmente quando percebi o jeito em que o médico hesitava em tentar falar algo. Foi nesse momento que finalmente entendi tudo. Foi nesse momento que todo o motivo de meu pressentimento me ficou claro.

— Senhores... — O médico tentou começar a falar, mas Tae estava tão emocionado, cobrindo o rosto com as mãos escondendo suas lágrimas de alegria, que demorou a dar atenção para o médico. — Vamos ter que induzir seu parto, pois... — Uma grande interrogação, finalmente, se formou no rosto de Tae, ao observar a expressão relutante do médico. — Não há mais batimentos cardíacos em seu bebê... — Só depois disso que pareceu que a ficha de Tae havia finalmente caído, enquanto eu perdia os últimos fios de esperança de que meu pressentimento estivesse errado. — Sinto muito em ter que dizer isso a vocês, mas... O bebê de vocês não sobreviveu.


Notas Finais


Ain gente...
É nessa hora que todo mundo odeia a autora kkkkkkkkk (rindo para não chorar mais ainda!)
MAS NÃO DESISTAM DA FANFIC, POR FAVOR! kkkkkkkkkkk (rindo de nervoso)
Vocês não tem noção do quanto eu mesma chorei escrevendo esse capítulo!
Mais essa na vida da Jiwoo, hein...
Mas verão que isso vai ser importante para causar uma reviravolta na vida de nossos personagens.
E agora? Como eles vão lidar com mais essa?

Para compensar esse capítulo triste, uma sugestão de uma leitura muito feliz!
Para quem não conhece, a sugestão de hoje é a fanfic WHATCHA WEARIN'?, uma collab minha com a querida @CorujaEbby:
link: https://www.spiritfanfiction.com/historia/whatcha-wearin-14691909
A fic já foi finalizada há um tempinho, mas ontem trouxemos um bônus especial. Vale conferir!

E é isso.

Se vocês aguentarem, posso até trazer um capítulo novo de Ironias do Destino amanhã.

Até! ❤️


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