História Ironias do Destino. Ou coincidência? - Capítulo 21


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Categorias Fátima Bernardes, William Bonner
Personagens Fátima Bernardes, William Bonner
Visualizações 260
Palavras 749
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Capitulo 20




-O que aconteceu?

-Vamos conversar – fiquei surpresa ao ver Manu e Maria novamente na porta, mas agora acompanhadas por quem eu juraria ser Alice.

A mulher puxou ele pela mão e foram em direção a escada subindo para o segundo andar sem nem dar atenção para nada.

-O que aconteceu meninas? Perguntei e elas vieram se sentar.

-Não sei. Estávamos saindo na portaria quando demos de cara com a Alice.

-Aconteceu alguma coisa grave. Eu vou ligar para a mamãe – completou Manuella.

Ela ligou e depois de uns segundos alguém atendeu. Mas parecia não ser a Flávia.

-Eu preciso muito falar com ela. Meu pai também tá em cirurgia?

-Pode ser, deixa eu falar com ela.

-Tia, porque a Alice veio pro Brasil atrás do Lucca. O que aconteceu?

Estávamos todos atentos a cada reação da menina. Ela arregalou os olhos e olhou em direção as escadas.

-O que aconteceu Manu? – Laura perguntou assim que ela desligou a chamada.

-O avô do Lucca faleceu.

-O que? Eu vou lá falar com ele – disse Laura se levantando.

-Não Laura. É melhor você não ir lá.

-Ele é meu namorado, ele precisa de mim.

-Eu sei, mas ele não vai querer te ver. Vai por mim eu conheço ele a minha vida inteira.

Minha filha foi se sentar novamente e ganhou um abraço do pai.

Passados poucos segundos ouvimos a voz da Alice chamando por ele e o homem passou feito um furacão pelas escadas e saiu porta a fora.

-Que droga – disse ela batendo a porta já que não conseguiria alcançar ele.

-Alice o que foi que...

-Ele sofreu um infarto. Num segundo estava na reunião do conselho no outro ele não estava mais aqui.

-Onde será que ele foi?

-O George tá lá em baixo. Tomara que consiga parar ele.

-Bom apesar da situação deixa eu apresentar você pra Tia Fátima e o Tio William. E eles são Vinícius, Laura e Beatriz. E aquela é a Thalita, namorada do Vini.

-Nossa... Uaaau. Nossa vocês são mesmo parecidos.

Nos abraçamos e sentamos para conversar brevemente.

Um celular começou a tocar e Manuella percebeu ser o dela.

-É a mamãe.

-Pode atender. Ela acha que vocês vieram comigo.

-Oi Mãe. Tudo bem, e você? Ele reagiu como sempre reage. Saiu correndo. Esperamos que o George tenha conseguido parar ele. Onde? Espera – a menina levantou olhando atrás de um quadro na parede – Achei. Vini tira pra mim. Conheci mãe. Chegamos aqui no apartamento dele e eles estavam aqui – Vini tirou o quadro revelando um cofre moderno com acesso por digital – Mãe só abre com digital. Alice é pra você tentar abrir. É o mesmo sistema lá de casa.

Alice levantou e depois de colocado o dedo no lugar certo o cofre liberou. Elas rapidamente abriram o mesmo.

-O que é pra pegar aqui? – Alice perguntou.

-Mãe o que é pra pegar? O testamento? Isso tá aqui? – a menina ficou surpresa -É um envelope preto, tá lacrado.

Alice mexeu rapidamente e encontrou. O telefone fixo da casa tocou e eu por estar perto achei melhor atender.

-Oi George, é a Fátima.

-Oi, avisa as meninas que já estou indo pro aeroporto com o Lucca. Consegui acalmar ele um pouco.

-Tudo bem. Eu aviso. Que horas é o vôo?

-É um jatinho, o mais rápido que elas saírem daí, melhor.

-Tudo bem.

Naquele momento elas organizaram de forma rápida o que iam precisar e saímos. Decidimos levar elas até o aeroporto.

Chegando lá vimos Lucca e George entrando no jatinho.

-Como será que ele ta? Queria poder ajudar – comentou Laura.

-Vamos com a gente – disse Alice.

-Não sei se é uma boa ideia.

-Vai filha. Ele vai precisar de você.

-Será?

-Vai por mim Lau. Ele vai te querer lá.

Vi minha filha entrar no Jatinho e meu coração apesar de estar na mão, porque sempre sofria quando eles viajavam, estava feliz por ver ela fazendo o que tinha que ser feito.

Vinícius tinha ido com Thalita e a irmã para casa, e eu fui com William.

-Não vai apresentar o jornal hoje? – perguntei quando chegamos novamente no apartamento.

-Já fiquei o dia todo fora. Pra que? Ficar com você vai ser muito melhor que trabalhar.

-Pensei que amava seu trabalho – o provoquei beijando seu pescoço.

-E amo. Mas não fiquei tanto tempo longe do meu trabalho. Tô com muita saudades ainda de você.

E ele me beijou. Me pegou nos braços e mais uma vez aquela cama foi palco para o nosso amor.






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