História Irony of destiny - Taekook - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Kooktae, Kookv, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 115
Palavras 2.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeeeeee tudo bom???

Capítulo de hoje: Volta a Daegu.

Boa leitura! :))))

Capítulo 26 - Capítulo 26 - Return to Daegu.


Fanfic / Fanfiction Irony of destiny - Taekook - Capítulo 26 - Capítulo 26 - Return to Daegu.

AUTORA POV'S ON

- Como assim? Você tinha um irmão?

Voltou a olhar para o chão a sua frente.

- JiYong tinha um irmão. Um irmão mais velho. Eles se amavam muito, ficavam sempre juntos. Seungri, era o nome dele. Ele tinha muito ciúmes do irmão. - riu. Jungkook lembrou de Jin no mesmo instante, e percebendo isso, Taehyung continuou a história sem ficar muito no amor dos irmãos - Meu pai se separou da mãe deles, e se casou com a minha logo após o divórcio. Eles já se conheciam... faculdade. - encarou o menor que processava tudo aquilo que o loiro lhe falava. - E pouco tempo depois eu nasci.

- Espera... então você é o JiYong são...?

- Irmãos - completou o outro rindo soprado - Meio-irmãos. - corrigiu direcionando o olhar para as mãos que se mexiam inquietante em seu colo - No dia 12 de dezembro, aniversário do Seungri, - fungou na tentativa de conter o choro - meu pai quis levar a gente para comemorar num restaurante, mas JiYong não foi. Ele sempre teve raiva de mim pelo meu pai ter largado a mãe deles pra ficar com a minha. Mas Seungri compreendia bem, ele ama o pai, e a mim também, sabia que a felicidade dele era o que mais importava, diferentemente do outro irmão. Eu lembro até hoje... - não segurou e desabou no choro - da batida alta e violenta do carro do meu pai com um outro que vinha na mesma direção na contra-mão. Eles se foram naquela tarde. - cobriu os olhos com as mãos, tendo o menor puxando-o, fazendo o loiro encostar a cabeça no peito do ruivo, que o consolação com carícias nos cabelos e com seus braços em volta do corpo do mais velho - E Seungri foi com eles. - completou após se recompor - JiYong passou a me odiar mais ainda depois disso, como se eu tivesse culpa do que aconteceu. Ele me culpa por isso. - fez uma pausa e suspirou ainda no peito do mais novo - Ele faz isso com você, com a gente, tipo o SeungHyun, praa mexer comigo, e o pior é que isso te afeta também. Por isso nao gostava de você perto dele. Eu sei do que JiYong é capaz.

Se levantou secando as lágrimas que rolavam pelo seu rosto.

- Desculpa fazer você lembrar de tudo isso... sei que deve ter sido difícil.

- Tá tudo bem agora. - respondeu deslizando a mão pelo rosto do jovem - Eu estou com você, então está tudo bem. - sorriu.

- Que bom... - sorriu de volta.

O silêncio tomou conta da sala, dando a impressão de um lugar fúnebre.

- Tô com fome. - Taehyung quebrou o silêncio se deitando no sofá colocando as mãos sobre a barriga, olhando Jungkook.

- Quer um lanche? - viu o loiro assentir com a cabeça. - Okay. - deixou um beijo na testa do loiro caminhando até a cozinha.

Voltou minutos depois com o lanche de pão com presunto num pratinho de cerâmica. Estendeu para o mais velho que se sentou no sofá, pegando o prato de sua mão.

[...]

JUNGKOOK POV'S ON

- Kook... acorda. A gente vai se atrasar. - ouvi sua voz e abri meus olhos tentado raciocinar.

O vi de pé, em frente ao guarda-roupas, vestindo uma calça cinza. Sentei na cama coçando meus olhos devido ao sono.

- Veste isso. - me estendeu um conjunto - Quer ajuda?

Balancei a cabeça negando e tirei a blusa do pijama que vestia. Me troquei e fui para o banheiro arrumar o cabelo. Depois de comermos, pegamos nossa mochila e saímos. Compramos duas passagens e sentamos num banco esperando o trem, o que não demorou para acontecer. A estação encheu rápido, e o trem ficou lotado, mas consegui achar um lugar para sentar com Taehyung.

- Tae, tem lugar ali... - me virei para trás, mas ele não estava lá - Tae? - comecei a procurá-lo.

- Quem é Tae, fofinho? - senti mãos fortes segurarem a parte de cima do meu braço e olhei para trás, encarando o moreno.

- E quem é você? - perguntei tentando me soltar.

- Hyubi. E Tae? - voltou a perguntar.

- Meu namorado. - respondi.

- Ih, olhem! - chamou os que eu considerei serem seus amigos - Outra bichinha.

Me puxou para mais perto e percebi os outros três atrás dele se aproximarem de mim, me deixando no meio da rodinha feita por eles. Me assustei, mas tentei manter o foco. Taehyung... cadê você?

- Agora você vai ver o que é ser homem de verdade. - com um gesto brusco me jogou no chão e pude ver o rosto dos 4 ali. Deixei a mochila  em minhas costas cair ao meu lado. Apenas vi meu celular deslizar por entre as pernas das pessoas de pé.

Logo lembrei de quando Taehyung apanhou, e como ele devia estar em desespero naquela hora. Comecei a chorar em pensar o que ele passou naquela tarde. Fechei os olhos para não ver o que fariam comigo ali. Agora eu entendi o motivo dele não querer abrir os olhos. Ouvi um barulho, como se algo caísse no chão, mas permaneci com os olhos fechados.

- Tira as mãos dele! - ouvi uma voz suave dirigida a Hyubi. Tae. - Nem ouse tocar nele. Você fez isso comigo, - percebi o choro em seu tom de voz - mas não vai fazer com ele.

Percebi passos rápidos vindos na minha direção ao sentir o chão tremer.

- O que está acontecendo aqui? - outro homem.

- Jungkook... - se agachou me segurando em seus braços - Levanta, amor.

Abri os olhos ainda no chão e várias pessoas olhavam para mim. Vi os caras que me espancariam sendo algemados pelo guarda que os prendeu em um dos pegadores de ferro.

- Isso é seu? - me virei para uma garota de cabelos castanhos que me estendeu o meu celular.

- É, sim. - Taehyung pegou o aparelho da mão dela e o guardou no bolso da calça - Obrigado.

Ela sorriu por último antes de se sentar em seu lugar novamente. Tae me ajudou a levantar e caminhamos para longe deles. Avistamos dois bancos vazios e sentei ao lado direito. Encostou na janela e me prendeu em seus braços.

- Onde estava? - perguntei.

- Um cara me parou para falar de um abaixo-assinado contra a poluição ambiental - revirou os olhos - Desculpa...

- Quer dizer que foram eles que fizeram aquilo com você? - olhei para ele, que ao receber meu olhar, secou as lágrimas presentes em seu rosto.

Assentiu com a cabeça por fim.

- Eu tomei um grande susto quando vi eles com você.

Me virei deitando em seu peito e pude sentir seu coração ainda acelerado. Suspirou passando a mão direita pela minha nuca, encostando a bochecha na minha cabeça.

Os 40 minutos se passaram e logo chegamos na estação de Daegu. Pegamos um táxi na porta e citei o endereço da casa dos meus pais, o que levou uns 10 minutos para chegar. Desci do carro e caminhei acompanhado de Taehyung até a porta de entrada. Ainda era tudo igual. Olhei para o loiro, apertando o botão da campainha em seguida.

- Oi, meu amor! - minha mãe apareceu já de braços abertos para me receber, enquanto meu pai cumprimentava Taehyung com um aperto de mão.

Abracei meu pai quando minha mãe me soltou.

- E aí, garotão? - rimos.

- Prazer, sou Taehyung. - colocou as mais no bolso envergonhado.

Suas bochechas rosaram e eu ri com a cena.

- Tão formal... - respondi irônico entrando em casa.

Senti seu olhar cair em mim.

- Não me provoque, Jungguk... - olhei para trás recebendo seu olhar semicerrado.

- O prazer é nosso! - respondeu meu pai após rir com nosso comportamento - Fique à vontade.

- Com licença... - entrou ainda envergonhado parando ao meu lado no meio da sala.

- Fiz aquelas pizzas que o Jungkook tanto ama. Espero que goste, Taehyung! - sorriu para ele.

Ele sorriu de volta e fomos para a cozinha almoçar. Minha mãe tirou a bandeja do forno e a colocou em cima do fogão. Cada um pegou uma pizza e sentamos para comer.

- Então, quer dizer - minha mãe começou - que vocês moram juntos?

- É. - respondi - No apartamento dele.

- E assim... é... vocês já...?

Corei com sua pergunta. Taehyung riu assentindo e corei ainda mais.

- Ah! Então o meu neném não é mais virgem?

- Mãe! - já estava quase morrendo com sua atitude.

Terminamos de comer e meus pais ficaram na sala assistindo televisão enquanto eu e Taehyung fomos dar uma volta pela cidade.

- Tae...

- Hm...? - fizemos contato visual, mas logo encarei o chão novamente - Só... não conta nada para os meus pais sobre o que aconteceu hoje no trem, tá.

Assentiu.

- Se você não quiser... okay.

Chegamos na praça que ficava na esquina de casa. Aquela praça... onde se deu início o meu desespero ao receber aquele telefonema da minha mãe. Encarei o banco onde eu estava sentado naquela tarde e momentos vieram à minha cabeça.

Sentei num balanço ali, me segurando na corrente de ferro que o segurava, e Taehyung ficou atrás de mim, me empurrando devagar.

- Eu gostei dos seus pais. Eles são legais.

- Eu sei. - sorri e virei meu rosto para encontrar seus olhos.

Deu a volta no balanço, sentando em uma das minhas pernas. Passou o braço por trás do meu pescoço colocando a outra mão entre as pernas acima da minha esquerda. Virou o rosto pra mim olhando em meus olhos.

- O que foi? - perguntei.

- Nada. - respondeu - Só... - deu um pequeno suspiro - vontade de te beijar.

Sorri com sua resposta e passei minhas mãos nas laterais de seu rosto, parando atrás de sua orelha, com apenas o polegar na frente dela, entrelaçando nossos lábios num gesto carinhoso.

- Adoro quando fica no comando. - disse após o beijo e sorri em seus lábios que também formaram um longo sorriso.

Passei o braço por sua cintura e ficamos ali apreciando o céu colorido causado pelo pôr do sol.

[...]

- Onde vocês vão dormir?

- A gente se vira aqui na sala, mãe.

- Tem certeza? - perguntou e eu assenti - Vou buscar os cobertores então.

- Bom... você dorme no sofá grande e eu fico nesse. - me joguei no sofá pequeno, passando os braços por cima das almofadas.

Olhei para ele que responderia alguma coisa se não fosse minha mãe descendo com os cobertores que chamou minha atenção e olhei para a mesma. Os pousou no sofá ao meu lado e voltou a nos olhar.

- Só não sujem o meu sofá com porra, por favor.

- Mãe! - olhei para ela que ria divertida.

Deixou um beijo no topo da minha cabeça e cochichou no ouvido:

- Não pense que eu não vi essa marca no seu pescoço. - riu e eu arregalei meus olhos, colocando a mão ali, tentando disfarçar - Não adianta esconder. - riu mais alto.

- Manhê!

- Boa noite, meninos. - bagunçou os cabelos de Taehyung ainda rindo da minha desgraça.

Encarei Taehyung antes de pegar um dos cobertores dobrados ao meu lado estendendo para o loiro.

- Boa noite, amor. - segurei seu rosto deixando um beijo em seus lábios.

-  Boa noite. - segurou minha cintura retribuindo o beijo.

Soltei seus lábios e seu rosto caminhando até a parede da sala onde apaguei a luz, deitando no sofá e desdobrando o cobertor azul que minha mãe tinha levado, o colocando sobre meu corpo. Era a primeira vez em tanto tempo que eu dormiria longe de Taehyung. Parecia um vazio sem ele perto de mim me abraçando. Olhei para o mais velho que já dormia tranquilamente com as mãos juntas abaixo do rosto, como um anjo, abraçado a uma almofada. Me virei para o lado encarando o encosto do sofá. Passei meu dedo por entre a fofura marrom clara na tentativa de dormir para não deitar no outro sofá, mas foi impossível. Fechei os olhos procurando pelo meu sono que vagava por aí. Senti um tecido quente ser colocado por cima de mim.

- Mãe, eu tô bem. - virei para ela.

- Não consigo dormir longe de você. - deitou ao meu lado abaixo das cobertas, se encaixando ao meu corpo, abraçando minha cintura, aproximando seu rosto do meu pescoço. - A almofada não é a mesma coisa que você.

- Você não tava dormindo? - perguntei.

- Não. - respondeu - Estava tentando só.

- Taehyung... volta para o sofá. Não cabem os dois aqui.

- Já coube. - teimou.

- Você vai cair durante a noite. - insisti.

Ouvi passos na escada e fiquei sem jeito ao meus pais verem eu dormindo com ele assim.

- Taehyung! - gritei baixo - Sai!

Dei um leve empurrão em seu peito fazendo ele desequilibrar e abrir os olhos assustado ao cair do sofá, me levando junto, numa posição extremamente obscena.

- Desculpa... - disse meu pai sem graça - Eu ainda não me acostumei com o meu garoto namorando já.

- A gente não tava fazendo nada demais. - levantei rapidamente - Só caímos do sofá. - semicerrei os olhos na direção do loiro.

- Tudo bem, filho. Boa noite! - entrou na cozinha e ouvi pegar água.

Taehyung, ainda sentado no chão, olhou pra mim tentando segurar a risada. Percebi a luz da cozinha ser apagada e meu pai subindo de volta para o quarto. Empurrei a mesinha de centro um pouco para o lado.

- Deita aí. - mandei ajeitando as cobertas no chão.

Peguei duas almofadas no sofá e estendi uma para ele, que a colocou no chão abaixo de sua cabeça e coloquei a minha ao lado, deitando debaixo das cobertas. Me virei para ele entrelaçando nossas pernas e segurando sua mão entre nosso contato visual. Fechei os olhos por fim.

- Eu também não consigo dormir longe de você. - respondi me entregando ao sono finalmente. 


Notas Finais


Olá, meus bebês... 3!

Até o próximo cap 🐰❤🦁


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