História Irony of destiny - Taekook - Capítulo 27


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Kooktae, Kookv, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 137
Palavras 1.926
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeeeeeeeee tudo bom??

Capítulo de hoje: Sequestro.

Boa leitura! :))))

Capítulo 27 - Capítulo 27 - Kidnapping


Fanfic / Fanfiction Irony of destiny - Taekook - Capítulo 27 - Capítulo 27 - Kidnapping

AUTORA POV'S ON

O sol já brilhava forte na manhã seguinte. Taehyung acordou abraçando a almofada que Jungkook usou na noite anterior.

- Bom dia... - entrou na cozinha ainda sonolento se deparando com os pais do mais novo sentados na mesa tomando o café da manhã.

- Bom dia, Taehyung! - a mãe do ruivo se levantou puxando uma cadeira de frente para o casal - Senta aqui.

- Bom dia, loirinho! - o pai.

- E o Jungkook? - perguntou não vendo o menor com eles.

- Ele não te falou nada?

Taehyung balançou a cabeça negando.

- Como assim? - perguntou.

- Ele foi ao cemitério visitar o primo.

Sentou na cadeira, colocando o leite por cima do achocolatado em pó na xícara.

JUNGKOOK POV'S ON

Acordei cedo e deixei Taehyung dormindo. Coloquei minha almofada em volta de seus braços para ele não acordar sem estar abraçando alguma coisa. Sei que ele tem essa mania e dorme melhor com isso. Minha mãe já estava acordada. Tomei o café da manhã e sai. Queria aproveitar que Tae estava dormindo para fazer o que eu queria. Fui ao cemitério entrando pela porta de grades cinzas, andando pela terra e chutando as pedrinhas dela até achar o túmulo de Jin. Encarei seus olhos na foto rodeada por bronze. Seu sorriso... sorri e passei a mão pelos azulejos que o prendiam lá dentro, me agachando.

- Jin... não imagina a falta que me faz. - suspirei - Sei que você está sempre comigo... eu sinto isso. Mesmo não sendo do jeito que eu quero, mas está. Sempre cuidando de mim e me dando amor. Eu te amo tanto... Se eu pudesse voltar atrás - meus olhos se encheram de lágrimas - não teria dito aquelas coisas pra você. Não teria te tratado daquela maneira. Se eu pudesse voltar atrás, não teria sido egoísta e discutido com você por não poder ficar comigo. Se eu pudesse... - já me rendia ao choro de forma desesperada - Se eu pudesse voltar atrás, não teria te deixado sozinho por uma discussão tão besta. Você se foi por causa do meu egoísmo e da minha burrice, e levou junto com você a minha alegria e vontade de viver. Queria estar lá com você. Se você comesse aquela torta, eu também teria comido. E estaria com você agora. Me sinto tão culpado como Namjoon. - coloquei a mão na boca apertando meus olhos, fazendo mais lágrimas caírem deles - Me sinto melhor tendo Jimin, Yoongi, Hobi, Yuu e Taehyung ao meu lado. Eles me trazem alegria, mas estaria muito melhor com você aqui com a gente. Eu só queria saber se você está bem... é só o que eu quero. - abaixei a cabeça -  Eu tô namorando... - ri soprado - Eu sei que você sabe... ele é incrível. Faz eu me sentir mais feliz, mais seguro. É tão carinhoso... Queria que você estivesse aqui para conhecê-lo. - sentei no chão de cabeça baixa.

Senti um tecido quente cobrir minhas costas e me virei para trás, colocando a mão sobre os olhos por causa do sol. Taehyung sentou ao meu lado após colocar meu casaco que tinha levado para a casa da minha mãe por cima de mim. Secou as lágrimas que escorriam pelo meu rosto e fechei os olhos com o ato, deixando mais lágrimas caírem. Passou o braço pelos meus ombros, me puxando para mais perto, me fazendo encostar a cabeça em seu ombro.

[...]

- Como sabia onde eu estava? - perguntei andando pela rua.

- Sua mãe. Me falou onde era.

Aish... Eu gostava do Taehyung perto de mim, mas queria um tempo sozinho. Principalmente quando se tratava de Jin.

Chegamos em casa e minha mãe nos recebeu na porta. Entrei primeiro me jogando no sofá. Taehyung sentou do meu lado e passou a mão pelos meus fios ruivos.

- Tá tudo bem? - perguntou e apenas assenti com a cabeça.

Ficamos ali na sala assistindo um filme durante a tarde. Os créditos começaram a correr para cima da tela indicando o fim do vídeo, e levei minha tigela onde tinha a pipoca feita pela minha mãe, que passou a ter apenas o pozinho branco do sal, para a cozinha. Taehyung foi junto, e na volta para a sala, voltou a me perguntar.

- Tá tudo bem mesmo? Você tá esquisito desde que voltou do cemitério.

- Sabe qual o seu problema, Taehyung? Você se preocupa demais. Você é muito... - suspirei sentando novamente no sofá passando a mão na testa.

Percebi ao minha mãe levantar caminhando para a cozinha. Meu pai estava dormindo no quarto.

- Como assim? - me olhou confuso - Não tô te entendendo, Jungkook.

- Eu fui no cemitério enquanto você ainda estava dormindo porque eu precisava de um tempo sozinho.

- Está dizendo que não me queria lá com você?

- Taehyung, eu tava conversando com ele, tá. Eu precisava ficar sozinho pra fazer isso.

- Conversar com ele, Jungkook? Ah, para vai. Ele tá morto, não tem como você conversar com ele.

- Você não entende, não é? Não adianta falar com você.

- O que eu não entendo é essa sua obsessão pelo seu primo. E você - apontou pra mim - não consegue entender que ele morreu.

- Mas eu acredito que ele está aqui. Eu acredito que ele pode me ouvir.

- Não seja imbecil, Jungkook! Ele está morto, não vai estar aqui.

- Não seja imbecil você! - levantei so sofá - Até parece que não sabe o que significa pra mim.

- Deixa ele em paz! Com certeza ele estaria melhor sem seus surtos.

- Quem tá surtando aqui é você.

- Eu? - apontou para seu peito com um riso irônico - Não... louco tá você, e tá levando todo mundo para o mesmo caminho. Mas eu não vou junto! Não sei como o Jimin te aguentou logo após a morte dele. - pegou seu casaco no sofá - Coelhinho... - riu debochado - Que apelido mais idiota. Assim como o dono dele. - caminhou até a porta e saiu por ela, me deixando ali.

Aish! Uma discussão besta... como pode se agravar desse jeito em minutos?

Deitei no sofá onde tinha sentado, olhando para o teto, procurando alguma resposta, alguma solução para aquilo. Brigar com Taehyung era uma das piores coisas pra mim.

- Jungkook... - minha mãe apareceu na porta da cozinha, vindo na minha direção em seguida - Filho, você... - olhou para o chão pensando no que falaria - tem que entender que o Jin não tá mais aqui. Você não pode tratá-lo como se ele estivesse do seu lado agora.

- Mas ele está! - levantei do sofá bruscamemte me sentando no mesmo - Eu sei que está. Ele disse que nunca me abandonaria, nem se fosse do outro lado.

- Eu te entendo, mas nem sempre as pessoas podem cumprir promessas em vida, quem dirá na morte? - senti um nó em minha garganta - Eu sei como dói, mas você tem que se recuperar disso. Já passou muito tempo.

- Vai ficar do lado dele agora? - a encarei.

- Não estou do lado de ninguém.

- Mas o Taehyung não podia me deixar só? - a cortei - Pelo menos por um tempo?

- A culpa foi minha. Eu disse a ele onde era. E ele se preocupa com você, não trate o garoto assim. Ele te ama demais pra isso. É injusto...

Suspirei voltando a me deitar no sofá.

Taehyung... por onde anda agora?

[...]

AUTORA POV'S ON

- Taehyung! Por onde andou? - a mulher apareceu desesperada na porta de entrada por onde entrou o loiro.

- Só fui dar uma volta. - olhou de relance para Jungkook que mantinha os olhos no celular. Voltou a olhar para a mais velha lhe dando um sorriso - Eu vou indo.

Caminhou até o meio dos sofás pegando seu celular na mesinha de centro. Jungkook levantou pegando a mochila no canto de onde estava sentado, indo até a porta onde o táxi chamado pelo mais novo um tempo atrás apareceu. 

- Tchau, garotos. - deixou um beijo na bochecha do loiro que a abraçou em seguida.

- Foi ótimo ter vocês aqui. - se levantou o pai indo até a porta.

A tristeza nos olhos deles eram a mesma nos dos jovens.

- Se acerta com ele, Jungkook. - cochichou ao beijar a bochecha do filho antes de saírem.

Entraram no carro parado em frente à porta citando o endereço da rodoviária. Já era de noite, não haviam trens funcionando, então comprariam passagens de ônibus. Cada um em uma ponta do carro, olhando na janela tentando conter o choro. A vontade de se abraçarem era grande, mas não fariam isso. As palavras um do outro feriram os corações entristecidos dos dois.

Logo chegaram á rodoviária e cada um comprou a sua passagem. Entraram no ônibus por portas diferentes, mas cruzaram um com o outro ali dentro. Jungkook sentou no primeiro banco, e logo um cara de jaqueta azul e capuz se sentou ao seu lado. Não viu onde Taehyung sentou, e não se importava também. Ou, pelo menos, não queria.

[...]

O ônibus estacionou na vaga indicada ao chegar em Seul. Jungkook pegou a mochila ao seu lado para sair do veículo e levantou num súbito, porém, foi puxado de volta pelo pulso pelo cara setando ao seu lado. Sentiu um objeto pontuado apontado para seu abdômen e olhou para o desconhecido, que lhe ameaçava com uma faca.

- Vamos deixar todo mundo sair. - a voz conhecida por Jungkook ecoou por seus ouvidos - E depois você vem comigo.

Levantou o capuz de sua jaqueta, revelando sua identidade. O ruivo engoliu a seco.

- JiYong? - o olhou surpreso.

O mais velho levou o indicador aos lábios, fazendo sinal para que o menor se calasse.

- Venha. - guardou o objeto e puxou Jungkook pelo braço, percebendo que o ônibus se esvaziou.

- Onde vamos? - perguntou ainda sendo puxado.

O alaranjado apenas ignorou o mais novo, o levando para a saída da rodoviária. Caminhou pela rua escura e vazia, forçando Jungkook a entrar em um carro.

- Toma isso. - estendeu um comprimido e uma garrafa de água que pegou de dentro da mochila que carregava.

- O que é isso? - perguntou assustado.

- Só toma!

- Você vai me matar, não vai? - as lágrimas já tomavam seu rosto como um escorregador, lembrando de Taehyung.

Se não tivessem brigado, estaria com ele agora e nada disso teria acontecido.

- Não agora. Porém, se você não tomar essa merda logo... - tirou um revólver da mochila.

Jungkook o encarou assustado, fitando o objeto em sua mão. Já não enxergava direito devido suas lágrimas presas que tentava conter. Abriu a boca, colocando a pequena cápsula acima da língua, abrindo a garrafa de água, a colocando entre seus lábios e despejando o líquido em sua boca, empurrando a cápsula para trás, que desceu por sua garganta. Em poucos minutos já dormia tranquilamente no banco do passageiro. JiYong parou o carro, descendo e levando Jungkook para dentro de um beco escuro. Havia apenas uma cadeira velha e uma lâmpada branca pendurada no teto, que iluminava o local.

JUNGKOOK POV'S ON

Acordei sem saber onde estava. Não consegui reconhecer o local, além de estar tonto, talvez causado pelo comprimido que tomei. Senti um aperto em meus pulsos e meus tornozelos. Mesmo estando com a vista embaçada percebi que estava amarrado numa cadeira. Joguei a cabeça para trás devido à tontura.

- Taehyung... 


Notas Finais


2! Gente, eu não sei o que tá acontecendo com o meu aplicativo. Ele tá maluco, não é possível. Em um capítulo está tudo meio separado. Em outro, tá junto demais. Não sei o que tá acontecendo...

Bijitos nas minhas Taekookas e até o próximo cap 🐰❤🦁


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