História Irresistível - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O)
Tags Baekhyun, Baeksoo, Exo, Flop, Kyungsoo
Visualizações 43
Palavras 1.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


e ai!!

essa fanfic bem ralézinha eh dedicada p @Dienx eu te amo gay


well, relevem os erros e boa leitura irra

Capítulo 1 - Único


E pela terceira vez naquela semana, Kyungsoo adentrava no apartamento fumacento. 

Porra, não tinha um minuto de paz na rua em que sua rinite insistia em atacar com a fumaça do escapamento dos carros e o clima relativamente ressecado, agora sequer na sua própria casa teria? O sangue subia só pela imagem do causador daquilo se projetar em sua mente.

— Byun Baekhyun! 

Só não bateu a porta pois estava sem grana para pagar um conserto. Fechou, no entanto, com uma força controlada. Em passos rápidos e pesados, foi tirando o sapato no meio do caminho, jogando a mochila e sacolas em qualquer canto e abanando a mão na frente do rosto, enquanto tossia e já sentia o nariz arder pelo primeiro de vários espirros que estava por vir.

Além de tudo, tinha aquele cheiro terrível. 

É sério, dessa vez sim ia esguelar Baekhyun.

— Seu filho da puta! Quantas vezes vou ter que falar, hein? Baekhyun! — Falava alto pelo apartamento. Quando alcançou a sala, avistou a imagem que teria suspirado fundo para controlar a raiva só de ver, se não fosse pelo fato de que iria inalar mais fumaça e iria se foder ainda mais.

Caralho, nem isso.

Baekhyun estava largado no sofá, com um beck pendendo entre os dedos e o semblante mole, certamente chapado. Os olhos avermelhados caíram sobre a figura irritadiça do colega de apartamento, soltou um riso baixo achando graça da cena.

— Qual é — Disse com a voz arrastada.

— "Qual é". Apaga essa merda, seu desgraçado. Quantas vezes eu vou ter que repetir? 

— Sei lá.

— Eu já falei mil vezes, Baekhyun, mil vezes: não é para fumar dentro de casa. Eu estou pouco me fodendo para o que você decide da sua vida, desde que isso não me incomode também. E olha só, está incomodando. — Soltou um espirro, dois, três. O nariz já coçava. Baekhyun soltou outro risinho.

— Tá rindo do que, inferno? — Espirrou novamente.

— Nada, bem... — Estreitou os olhos pelo apelido soando arrastado e manso dos lábios ressecados.

Tudo bem, no fundo, mas beem lá no fundo, sentia uma certa preocupação. O cara parecia uma chaleira, saindo fumaça de todos os buracos possíveis do seu corpo e enfiando os papéis enrolados com a erva em todos que conseguia — uma vez presenciou a cena de Byun com um baseado enfiado no nariz, não soube nem esboçar uma reação perante à cena estupidamente cômica. Se aquilo não estivesse prejudicando sua saúde, não teria certeza de mais nada. 

Apesar que nunca viu o Byun fumar cigarro, que era bem mais prejudicial. Sempre dizia não fazer muito o seu tipo, por mais que tenha experimentado algumas vezes. Sempre rejeitou. Sentia um alívio que se recusaria até a morte de confessar ao saber que pelo menos de nicotina o colega não iria a óbito.

— Mas nem tem tanta fumaça, a janela tá aberta.. você está exagerando — deu uma pausa, encarando Kyungsoo. — de novo.

— Não é você que tem rinite, seu desgraçado.

— Não me xinga.

— Xingo sim, xingo mil vezes se eu quiser. Você merece ser xingado. — Ficou em silêncio, para a graça divina dos tímpanos alheios. Cruzou os braços, erguendo as sobrancelhas. — Anda, Baekhyun, apaga logo.

— Meu nome dança tão bem nos seus lábios, na sua voz... — ameaçou dar um trago, mas as narinas infladas de raiva do Do o impediram de continuar. Evitaria pelo menos apanhar, porque tinha total noção que doía. Ah, se doía. — mas eu fico tãão triste de ouvi-lo nesse tom bravo. Você não gosta de mim, Soo?

Crispou os lábios e fechou os olhos com o apelido. Certo, se controle.

— Não. Eu não gosto de você. Gostaria caso você me ouvisse, coisa que não acontece, então não vejo motivos para gostar.

Era uma mania engatar a primeira e soltar a voz quando estava irritado. Falava que nem uma matraca, Baekhyun sempre notava isso e fazia questão de pontuar, o que motivava ainda mais o Do a falar e reclamar eternamente. 

Naquele momento, decidiu ignorar. Fechou os olhos, a voz tilintando nas ideias, mesmo que fosse tão melodiosa e gostasse de ouvir — sempre deixou claro, mas Kyungsoo não dava a mínima. Baekhyun notava as pontas das orelhas avermelhadas a cada elogio e uma sensação de vitória corria dentro de si, mas não estavam competindo nada. Só era satisfatório vê-lo corar sobre seus elogios. 

Esticou um bico, com uma careta falsamente tristonha.

— Puxa vida, Soo... eu gosto tanto de você.

— É uma pena. Se ao menos colaborasse, teria meu afeto. Mas não, você não colabora.

Baekhyun levantou, queimando o beck na capa grossa do livro que usava para tal, coisa que doía no coraçãozinho de leitor de Kyungsoo, e com certeza ele também reclamava disso. Olhou bem para o cara a sua frente, de feição nada amigável.

Deu um sorrisinho sacana. Ah não.

Se aproximou, tendo que andar só um pouquinho pela mínima distância. Ok, aquilo estava perigoso. Kyungsoo, orgulhoso que só, não se mexeu do lugar, quando poderia dar um passo para trás e mantê-lo numa distância segura. Porém, continuou ali, numa falsa imponência, quando estava prester a colapsar internamente.

Vejamos, Kyungsoo não era idiota e notava o quão bonito Baekhyun era. Era realmente um cara elegante, com todo aquele ar de não me importo nem um pouco, os cabelos loiros constantemente numa maçaroca incrivelmente estilosa e algo que complicava sua vida ainda mais; a necessidade infernal que sentia em mostrar seu torso por aí, andando sem camisa pelo apartamento.

Como estava naquele momento. Só uma calça moletom — ainda por cima larga, mostrando o cós vermelho da boxer que usava —, com as mãos enfiadas nos bolsos.

Baekhyun era um tremendo de um gostoso. Fato que já havia aceitado mas que recusaria a confessar até o inferno.

Seu coração acelerou quando o Byun aproximou, lentamente, o rosto do seu, a erva provavelmente retardando seus movimentos, tornando tudo mais lento e maçante. Estavam tão próximos que Kyungsoo sentia o gélido da ponta de seu nariz. 

O que fez a seguir o deixou sem reação.

Igualmente lento — não saberia dizer se era por estar chapado ou propositalmente, mas preferia acreditar na primeira hipótese para o bem da sua sanidade — depositou um selar que durou mais tempo do que gostaria. Seus olhos estavam fechados com força, e estava tão perplexo que não conseguiu fazer um movimento sequer para se afastar ou afastá-lo.

Baekhyun se afastou, mantendo os rostos próximos.

— Ainda não gosta de mim? — Insolente.

— Não. — Mentiroso.

Ouviu a risada do Byun e bateu em seu ombro pelo hálito de maconha ter ido todo na sua cara.

— Que nojo!

— Você me ama, baby. Não se preocupe. — Começou a caminhar para o banheiro, adentrando ainda mais o apartamento.

— Me preocupar? Eu? — Respondeu alto pois agora sim estavam distantes. Se irritou quando viu, do corredor, Baekhyun dar de ombros, sumindo lá para dentro.

Certo. O cheiro ainda estava ruim, mas a fumaça havia se dissipado. Soltou outro espirro e coçou o nariz, quando seus sentidos se recobraram assim que os lábios formigaram, lembrando da sensação dos semelhantes de Baekhyun sobre os seus, tempo o suficiente para parecerem ali ainda, reais.

O Byun tinha essa mania de tentar o distrair, dando selinhos e coisas do tipo, pois parecia saber do efeito que aquelas pequenas atitutes causavam nele.

E o Do não sabia se amaldiçoava todas as gerações da família de Baekhyun, por fazer isso, ou da própria, por cair tão bem naquela ladainha furreca. Porque sim, de fato, aquela era uma estratégia que funcionava.

Kyungsoo ainda estava puto. 


Notas Finais


faz muito tempo q eu nao escrevo com exo e eu tinha esquecido o quão bom é

ate a próxima !!


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