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História Irresistível - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Irresistível - Capítulo 11 - Capítulo 11

Já tinha passado da hora de fazer aquela ligação, e ela sabia disso. Mas, em algum lugar dentro de seu peito, não queria sujar o nome da família de Gajeel, principalmente por adorar seus pais. Ele não merece os pais que tem. Concluiu a si mesma. O vento estava levemente frio, e o cheiro das flores tomavam todo jardim.


— Posso fazer isso. — Lucy se sentia corajosa, e sábia o motivo.


Natsu


Sabia que era loucura o que sentia por ele, se conheciam há uma semana, mas era o suficiente. Além disso, Natsu já tinha provado que não a faria mal. Sabia que não estava pronta para um relacionamento ainda, da mesma forma que sabia que não era capaz de ignorar o que sentia por ele. Não precisavam oficializar agora, começaria de novo, dando-lhe uma chance. Mas antes, colocaria um ponto final no assunto Gajeel.


— Finalmente te encontrei, meu coelhinho fujão. 


Lucy levou mais tempo do que gostaria para reagir aquela voz. Quando conseguiu sair de seu transe, sentiu algo tampar seu nariz e boca, enquanto seu corpo era puxado para trás, colidindo com o dele.


Como ele me encontrou? 


Precisou de todas as suas forças para não se desesperar, e perder o controle de suas emoções. Saberia que se o fizesse, perderia aquela luta. A luta por seu futuro. 


— Uma semana, precisou de uma semana para se deitar com aquele imbecil? — O ouviu em seu ouvido. — Me abandonou para se tornar uma vadia qualquer. 


Não poderia estar acontecendo. Não agora, justo quando estava pronta para seguir, é quase como se o universo quisesse mostrar que nada é tão fácil assim. 


— Sabe quanto tempo eu perdi para te achar? — Ela o sentiu puxar seu cabelo. — Sem mencionar que precisei contratar alguém para rastrear seu telefone, aí descobri do acidente e quando te encontro. Onde está? Montada naquele desgraçado. 


Gajeel estava mais furioso do que no dia em que fugiu, além de estar cheirando a álcool. 


— Estava feliz brincando de putinha doméstica? 


Como não tinha percebido a verdadeira face dele antes? Como se deixou viver com alguém como ele por tanto tempo. 


E pensar que iríamos nos casar. — Pensou se negando a deixar suas lágrimas caírem. Jamais voltaria a derramar lágrimas por ele, não importa qual fosse o motivo. Ele não merecia.


 Ele não merecia e agora ela sabia disso. Sabia que era forte, que merecia mais, e lutaria por isso.


Aproveitou que Gajeel ainda segurava sua boca e nariz com a mão, e então a mordeu com toda força que tinha, até sentir o gosto de sangue e ouvi-lo gritar. Não esperou para pisar em seu pé e se conseguir se afastar, puxando o ar de volta aos pulmões, finalmente o encarava. 


— Vai voltar para casa, comigo. Errei ao não ensiná-la antes. Mas não cometerei o mesmo erro duas vezes. — Dizia balançando a mão machucada, e logo avançou contra ela novamente, segurando seu braço. 


— Não tenho que voltar a lugar nenhum com você. — Disse tentando se soltar, mas logo sentiu o impacto de sua mão contra seu rosto. O medo queria tomar conta de si, mas não se deixaria vencer. — Isso é tudo? Só sabe bater? Você não passa um imbecil mimado e infeliz. 


— Passou uma semana com esse bacaca, e se tornou uma vagabunda. — Lucy se preparou para o próximo tapa, mas dessa vez, não sentia medo. Aproveitou que estava próxima e o acertou no rosto com o celular, e quanto a soltou, deu uma joelhada certeira entre suas pernas. — VADI-


— Lucy! — A loira buscou o dono daquela voz, e encontrou Natsu atrás de Gajeel. Seus olhos pareciam emanar chamas, e quando percebeu, Natsu já o tinha acertado com um soco certeiro no meio do rosto, e pode ver o sangue escorre dos lábios e do nariz de Gajeel. — Como entrou aqui? 


Natsu o levou para o chão, o impossibilitando de se levantar. E sem lhe dar o tempo de responder, acertou com diversos socos. 


— Você a fez chorar. — A cada soco, Gajeel parecia perdido, já que não vira o que tinha o atingido. — A machucou e agora, eu machuco você. 


Ela nunca o tinha visto fora de controle.


— Vai se arrepender de ter colocado os olhos nela e ter entrado na minha casa. 


A mesma sirena que muitas vezes soava baixa na cabeça de Lucy, dessa vez estava escandalosamente alta. Era um sinal para parar Natsu, antes que as coisas saíssem do controle. Gajeel parecia um boneco esparrim, e seus olhos pareciam não encontrar um ponto fixo para olhar. 


— Natsu, precisa parar agora. Ele já aprendeu. 


— Não. Isso pouco perto do que você sofreu com esse desgraçado. — Sua voz estava notoriamente grave e raivosa. — Eu disse que você ficaria segura aqui, mas ele a seguiu. Vai pagar por isso. 


Como se fosse um filme, Lucy recordou da noite em que Natsu a encontrou, logo depois se sentou fora do carro para se sentir segura. Seus momentos na casa, sua declaração, suas promessas. Ele sempre esteve a protegendo, e fazia o mesmo agora.


Contudo, precisava para-lo. Gajeel estava começando a desmaiar, quando Natsu o sacudiu. 


— Não ouse — Seu rosto estava tomado pela raiva, surpreendendo Lucy. Sim, ela sabia o quanto era forte, e se acabara de descobrir que, se realmente quisesse, poderia facilmente tê-la atacado. — Peça desculpa a Lucy. 


Suas palavras a fizeram arregalar os olhos em choque. 


— Peça desculpa a ela — Deu mais uma sequência de socos, e Gajeel começou a tossir o sangue que estava em sua boca. — AGORA! 


Ele se levantou e o puxou pelo cabelo, o fazendo se ajoelhar na frente de Lucy. 


— Me- me desculpe. — Ele parecia um boneco pendurado. 


Lucy mal conseguia acreditar no que estava acontecendo. Gajeel estava pedindo desculpas, e mesmo sabendo que não eram verdadeiras, assentiu. Sabia que seu orgulho estava duramente ferido pela humilhação. Nunca tinha percebido o quanto Gajeel era pequeno, quase comparado ao nada, perto de Natsu. 


— Se voltar a se aproximar dela eu acabo com você. — Natsu puxava os cabelos de Gajeel o fazendo ficar de pé e encará-lo. — Se ver na rua, você desviar, se pensar nela, eu acabo acabo com o resta desse seu corpo inútil, desgraçado miserável. Estamos entendidos?


Gajeel murmurou algo difícil de decifrar, então Natsu o acertou no estômago sem pensar duas vezes. 


— Eu perguntei se estamos entendidos. Ou vou precisar acabar com você aqui e agora? 


— Sim. — Parecia buscar forças para falar. 


— Sim, o que? 


— Estamos entendidos a deixarei em paz. — Ele disse de uma só vez, sem pausas. Antes de seus olhos se fecharem e Natsu o empurrar contra o chão, já desmaiado.


— Maldito bastardo. — Sibilou passando por ele, então abraçou Lucy. — Ele machucou você. De novo...me desculpe. 


Lucy se afastou em segundos, o que levou Natsu a olhá-la confuso.


— Você machucou as mãos. Precisamos ir ao hospital. — Disse segurando suas mãos que continham alguns arranhões, sangue. Seus olhos estavam marejados e ele podia ler perfeitamente sua feição, estava mais preocupada com ele, do que com seus próprios machucados. 


Natsu sorriu e a puxou de volta a abraçando. 


— Agora você quer ir ao hospital. — Brincou e acariciou seus cabelos. — Estou bem, ou se esqueceu que não cairei tão fácil assim? 


— Idiota. — Sua voz saiu abafada por apoiar o rosto contra seu peito. Podia sentir seu coração ainda acelerado, e alguns músculos em espasmos, sabia que ele ainda tinha muita adrenalina sobre o corpo, e facilmente poderia fazer um estrago maior em Gajeel. — Obrigada. 


— Por você querida, sou capaz de qualquer coisa. — Ela sentiu-o beijar o topo de sua cabeça. 


Lucy levantou o rosto, e levou as mãos a cada lado de sua face, e por alguns segundos, percebeu seus olhos ainda irritados.


— Qualquer coisa? — Repetiu. 


— Se for necessário ter alguns pontos na mão, por socar um idiota que a fez sofrer, farei isso com todo prazer. 


Ela o acariciou no rosto, antes de sorrir.


— Prometa que acabou. Que não vai machucá-lo. Que não machucará suas mãos com ele, não vale a pena. — Lucy o ouviu murmurar palavras contraditórias. — Você me salvou Natsu. Mais uma vez. Por favor, chega. Pode fazer isso por mim? 


Os olhos de Lucy brilhavam enquanto tentava segurar as lágrimas. 


Natsu revirou os olhos e suspirou. 


— Ele é um cretino — Claramente ele não queria prometer aquilo. Natsu era tão transparente quanto uma peneira contra o sol, e Lucy se divertiu ao ver sua indecisão — Vou deixá-lo. Seu machucado dói? 


Ela balançando a cabeça negando. 


— Estou bem. 


Sentiu as lágrimas caírem, mas não estava triste. Pelo contrário, estava tão feliz que não saberia explicar com palavras.


— Não chore, ele não merece suas lágrimas. Estou aqui com você, jamais deixarei alguém te machucar. É uma promessa. 


Ela sabia que ele falava a verdade, como tinha feito todos esses dias. 


— Não estou chorando por ele. — Deixou que ele limpasse suas lágrimas e então sorriu. — Estou chorando por você. 


— Por mim? O que aconteceu? Te apertei demais? — A frustração em seus olhos desapareceu, dando lugar ao medo e preocupação. Saberia que Natsu faria de tudo por ela. 


E ela por ele. 


— Obrigada por me fazer entrar naquele carro. 


Lucy viu seus olhos voltarem a expressão que aprendeu a amar, o mesmos olhos que a olhavam de cima abaixo e demonstravam acima de qualquer coisa o respeito e admiração que tinha por ela, demonstrava o amor que sentia por ela. 


— Já disse. Se não entrasse, a jogaria no porta-malas. — Riu aproximando seus lábios do dela.


— Bobo. — Riu e então alcançou seus lábios, em um beijo gentil e delicado, porém cheio de desejo, e felicidade que sentia. 


 Os gemidos de dor de Gajeel os fizeram se afastar, e Lucy segurou na mão de Natsu, que havia ameaçado ir contra ele de novo. 


— Natsu..


— Desculpe. — Parecia tentar colocar a cabeça no lugar. — Me enlouquece saber que o que fiz a ele, não é nem um terço do que sofreu. 


— Eu não tenho medo e além disso, ele não pode me machucar. 


— Se ele tentar e-


— Creio que ele gosta de ter todos os dentes na boca. — Disse em um tom divertido. — Vamos deixar com a polícia agora, okay? Pode fazer isso por mim? 


— Qualquer coisa. — Ele confirmou novamente. 


Gajeel ainda estava zonzo, quando se deparou com Natsu o amarrando com uma corda. 


— O que pens — Sentiu Natsu lhe dar um soco no queixo e desmaiou de novo. 


— Ele acordou? — Percebe que Lucy tinha desligado o telefone e voltava para perto dele. O ruivo havia lhe dado as informações para ligar para polícia. 


— Não. Ainda está apagado. — Disse fazendo sua melhor cara de paisagem. 


— Certo. A polícia já vai chegar é melhor buscar meus documentos, creio que devo ir junto. 


— Vou com você. 


— Voc- 


— Sem discussões. Eu vou ao ponto. Só de saber que ele estará perto de você por mais algum tempo, me deixa animado para quebrar cada parte do corpo dele.


— Eu ia dizer que você precisa lavar as mãos antes. — Riu ao ver seu nervosismo. — Não vou a lugar nenhum sem você. 


Ele desviou o olhar se sentindo bobo. Mas seu lado protetor gritava em sua mente, não a deixaria sozinha de novo. 


— Eu deveria ter chegado antes. Me desculpe. — Disse baixo.


— Não se desculpe. Pensei em você durante tudo que acontecia, e isso me deu forças para enfrentá-lo. 


Lucy percebeu os olhos de Natsu brilharem de alegria. 


— Você me fez perceber muito sobre mim mesma, coisas que eu pensava ter perdido aqui — Ela segurou sua mão e trouxe até o peito. — Não tive medo, porque sabia que estava comigo. 


— Estarei para sempre. 


Sempre. — Repetiu em sua mente. 


O sorriso de Natsu parecia iluminar todo ambiente, tão alegre quanto o calor do sol. Se perguntou se tinha visto tão feliz antes.


— Eu te amo senhorita Heartfilia. — Disse em seguida, a pegando de surpresa. 


— Eu..


— Sei que ainda não está pronta querida, não precisa se forçar eu só queria que-


Lucy ficou na ponta dos pés e selou seus lábios, o calando. 


— Precisa parar de me interromper. — Brincou. 


A gargalhada feliz de Natsu a fez esquecer a dor que sentia no rosto. Sentiu seus braços entrelaçar sua cintura, e então não era mais capaz de tocar o chão. 


O som das sirenes se aproximando os fizeram despertar, porém Lucy sabia que não era um sonho. 


Alguns minutos depois já tinha conversado com alguns policiais, e Gajeel já estava dentro da viatura a caminho da delegacia. 


Lucy e Natsu seguiram em seu carro, e após dar queixa contra seu ex-namorado, Lucy podia sentir os ombros leves, até mesmo o ar parecia melhor. Não se pode deixar de notar a postura de Natsu durante todo o interrogatório de Gajeel. Ouviu mencionar algo como: Nem que eu precise ir até o promotor, esse cara não vai se livrar tão fácil. O viu fazer diversas ligações durante todo o tempo em que falava com os policiais, e em algumas horas, o que ela considerava um exército de advogados estava ao seu lado. 


Não se contentando apenas com isso, ao ouvir o policial perguntar se gostaria de dar queixa por invasão de privacidade. Natsu buscou por todas as acusações possíveis, junto a todas as probabilidades que poderiam acontecer, e o denunciou por tudo que poderia. No final, a denúncia de Natsu era maior que a dela, mas ela o culpava, era o jeito dele de se vingar de Gajeel e protegê-la. 


Duas horas depois, saíram da delegacia junto aos advogados e Natsu agradeceu a cada por terem largado o que estavam fazendo para irem até ali. 


— Nos vemos na audição, Dragneel. — O homem de cabelos azuis se despediu de Lucy e caminhou em direção ao carro no estacionamento. 


— Até logo, Fernandes. — Natsu acenou com a cabeça.


— Quem era? 


— Hm? Aquele é Jellal Fernandes. Marido de Erza. — Disse colocando os braços ao redor de seus ombros. — Já te falei dela.


— Sua ex-namorada. Você a perdeu para ele? 


— Disse que não vamos falar sobre isso. — Natsu percebeu o céu cinzento, enquanto caminhava com Lucy em direção ao carro. — Por que as mulheres tem essa mania de querer saber sobre a ex? 


— Você conheceu o meu. 


— Não. Eu dei uma surra no seu. 


— É. Uma boa surra. — Brincou rindo assim que ele abriu a porta, entrou e colocou o sinto. 


Ela o observou entrar no carro, e em alguns minutos, estavam a caminho de casa.


— Me diga uma coisa — Ela se virou para ele no banco, que apenas fez menção para continuar. — Não sente nada quando vê ela com ele? Digo, ela deixou você para ficar com ele.


— Ainda com isso? — A chuva estava fraca caindo sobre o parabrisas. — Por que não esquece isso? 


— Não posso. Meu lado romancista é curioso demais para deixar passar. — Disse em um sorriso.


— O que eu ganho se contar? 


— Precisamos mesmo disso? 


— Claro. — Afirmou entrando na rua que daria acesso à casa. — Meu lado empresário está louco para ouvir sua proposta. 


— Idiota. 


— Vamos ver quantas vezes vai gemer o nome do idota quando chegarmos em casa. 


O viu sorrir de maneira maliciosa.


— Pervertido. 


— Sei no que pensou é tão perveetida quanto eu, pequena. 

 

— Ponto pra você. — Ergue as mãos em rendição. 


Ambos riram. Aquele estava se tornando seu som favorito no mundo. Ouvir Natsu rir a fazia entender o motivo de ter se apaixonado por ele. 


— Natsu, pare o carro. — Ele a encarou. — Não faça essa cara, apenas pare. Rápido. 


Ele não entendeu, mas deu seta e parou no acostamento. Estava pronto para perguntar motivo, quando a viu abrir a porta e saltar para fora tão rápido que não foi capaz de acompanhar. 


— O que raios ela.. — Disse desligando o carro, ao mesmo tempo que puxava o freio de mão e se colocava para fora. — Lucy?


— Natsu — Ela acenou alguns passos longe dele. 


— O que está fazendo? Vai ficar gripada. Entre no carro. 


— Não. Estou bem. 


— Lucy isso não é um parque de diversões, entre logo. 


— Não quero. — Sorriu abrindo os braços, enquanto a água caia por seu corpo, a encharcando. 


Natsu revirou os olhos, e finalmente percebeu que já tinham estado ali antes. O lugar onde a conheci há uma semana atrás. 


— Não. Não. — Disse se aproximando. — Sem chances de eu me trancar para fora dessa vez. Você vai no porta-las. 


— Tente.


Sorriu e a pegou pelas pernas a colocando sobre os ombros. 


— Com prazer. — Sentiu alguns socos nas costas e começou a rir. 


— Me coloca no chão. — Ela mesma estava rindo enquanto era carregada.


— Se a senhorita aceitar minha ajuda, posso deixá-la ir no banco da frente. — Brincou trazendo para seu peito, ainda a suspendendo do chão, lhe dando um selinho. 


Ela riu entrelaçando os braços em seu pescoço. 


— Eu ainda preciso te dizer uma coisa. — alto devido a chuva que ficava mais forte.


— O que?


— Na cozinha, eu disse que te diria uma coisa depois de fazer a ligação. — Recordou. 


— Precisa ser agora? — Disse se referindo a chuva que piorava.


— Durante essa semana — O Ignorou, e entrelaçou as pernas em seu quadril. —Descobri que mesmo você sendo um idiota, eu gosto de estar com você, de tê-lo ao meu lado, de fazermos um time.


Os olhos de Natsu piscavam constantemente devido a surpresa e as gotas que caiam seu rosto.


— Gosto de como me faz rir, que me ensina a ser forte, e me protege. Por isso, quero dizer: Obrigada. — Roubou-lhe um selinho. — E isso, é para saber que eu quero ficar com você.


Lucy podia sentir a felicidade emanando dele era contagiante, mas ela estava tão feliz quanto ele. Porque de todo o tempo que buscar a felicidade, jamais pensaria que seria com alguém tão incrível quanto ele. Que mesmo implantando barreiras, ele as ultrapassa com seu jeito bobo a cada vez que dizia gostar dela e mesmo quando fazia promessas silenciosas, não desistia. 


— Já disse isso, mas não irei me cansar jamais de dizer que eu te amo

 — Seu sorriso ia de canto a canto em seu rosto. — Quer se casar comigo? 


Lucy ficou feliz por Natsu a estar segurando, pois sentia que não seria capaz de manter as forças nas pernas. Estava feliz por saber que ele a amava, e já não tinha dúvidas do quanto o amava também. 


Ela assentiu concordando. 


— Sim.


Sentiu Natsu toma-la em mais uma de seus beijos apaixonados, que diziam mais do que milhares de palavras, era a expressão de tudo que sentia. 


— Eu te amo. — Murmurou entre o beijo. 


— Eu também te amo. 


Lucy tinha certeza que ali, nos braços de Natsu, era o seu verdadeiro lugar, seu abrigo. E prometeu em silêncio, que jamais deixaria alguém tentar interferir em sua história de amor, pois ela ainda estava apenas começando. 




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