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História Irresistível (clexa) - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oiiii, eu sei que estive fora muito tempo, 6 meses neh. Mas aconteceram umas coisas mal eu postei o capítulo 12, e não deu mesmo para continuar. Mas agora eu volteiii.
Espero que gostem!

Capítulo 13 - Capítulo 13


 Clarke pov

Uma semana, passou-se uma semana desde o dia em que a Lexa me tratou como se fossemos tudo uma da outra, aquele dia foi tão confuso. Creio que para ambas, visto que subtilmente, ou não tão subtil assim, nos fomos distanciado.


Ela parecia fugir de mim como o diabo foge da cruz, sempre que eu tentava falar com ela, ela dava alguma desculpa. E com o tempo eu desisti, ainda insisti por 3 dias mas ela não queria mesmo saber. Agora estou sem saber muito bem como estamos, se ainda estamos ficando ou não, nem isso a Lexa se dignou a deixar claro.


Para piorar tudo nós vamos uns dias para um resort para o casamento dos nossos pais, o que significa que vamos passar muito tempo juntas, sem o trabalho para nos atrapalhar, e vamos ter de fingir que está tudo normal. Que nada aconteceu.


A única coisa boa é que a Raven sentiu alguma compaixão pela minha situação toda e decidiu não contar nada a Octavia por enquanto. Porém disse que se a Ô desconfia-se que era eu que andava com a Lexa lhe iria contar. Pelo lado positivo é impossivel ela achar que sou, sempre tivemos cuidado e agora com o casamento não vai fazer diferença pois ela se afastou de mim.


Apesar de tudo a semana não foi de todo má, finalmente a Octavia contou à mãe que estava com a Raven e até que a reação da Indra não foi má. Ela sempre adorou a minha melhor amiga, então aceitou de boa a relação delas. Claro que o facto de a Raven ser uma advogada muito conceituada também ajudou imenso.


Neste momento estou a arrumar a minha mala para podermos ir para o lugar onde será realizado o casamento, iremos de carro e o meu objetivo era me despachar rápido para poder ir com a Ô e a Raven mas como a Lexa teve de resolver uma emergência no hospital a Indra me pediu para esperar por ela para podermos ir juntas. Não queria que a filha fosse sozinha.


Conclusão, eu, a Lexa e uma viagem de 4 horas dentro de um carro. Tendo tudo para correr incrivelmente mal. E como se ainda não fosse suficiente ela ainda estava atrasada, nós iriamos fazer a viagem de modo a chegar lá por volta das 20h para não chegarmos muito de noite, mas se ela não chegasse rápido só iriamos amanhã de manhã, para evitar viajar de noite. O que não seria nada bom, pois isso significava passar uma noite sozinha nesta enorme casa com uma Lexa decidida a me evitar.


Já se passavam mais de duas horas e nada de aquela morena chegar, eu até tentei lhe ligar, mas como ela não atendeu acabei por desistir. A verdade é que agora só iríamos amanhã de manhã de qualquer das maneiras, então não há nada a se fazer.


Decidi subir para o meu quarto, mesmo sem jantar, na verdade também não estava com grande apetite. Optei por tomar um longo banho de banheira, para poder relaxar um bocados. Estes dias em casa foram bons, mas quanto mais próximo chega o dia de voltar ao hospital mais nervosa fico.


A verdade é que ainda estou bem receosa em voltar ao trabalho, não consigo deixar de pensar que eu podia ter feito mais por aquele miúdo. Mesmo quando voltar ao trabalho vou tentar me manter afastada de cirurgias, pelo menos por um tempo.


Fiquei assim algum tempo até que acabei por tirar um cochilo, quando voltei a acordar já estava escuro lá fora. Resolvi que seria hora de ir dormir, amanhã tiraria explicações com a Alexandra sobre o seu atrsado.


Qual não foi a minha surpresa quando saiu nua do banheiro, pronta para dormir e vejo a Alexandra sentada na minha cama. Subiu-me logo a raiva por ter esperado tanto tempo por ela, e ela sem dar qualquer notícia. Algo que não passou despercebido pela morena pois assim que eu ia abrir a boca para a xingar ela me interrompeu, assim que acabou de me olhar de cima a baixo, percebendo que eu estava completamente nua.


-Ok eu sei que me atrasei um pouco. -cruzei os braços e levantei um sobrancelha. -Ok, me atrasei muito. Mas eu posso explicar, só por favor veste uma roupa primeiro.


-Porquê? Não vais ver nada que já não tenhas visto. -ela assentiu e engoliu a seco quando eu me aproximei para me sentar ao seu lado. -Continuo à espera de uma justificação Alexandra.


-Eu sei que ainda te culpas pela morte daquela criança, Clarke. -senti o meu corpo tencionar na hora e ela percebeu isso.


-Eu realmente não quero falar sobre isso Lexa.


-Eu sei, eu sei mas é realmente importante. Por favor Clarke.


-Ok...


-Pronto, como eu estava a dizer, eu sei que te culpas pelo que aconteceu e acho que tenho forma de tu veres que realmente não havia nada que pudesses ter feito.


-Eu agradeço que tentes ajudar, a sério que sim Lexa mas não há nada que possas fazer agora. -só queria que ela entendesse isto e deixasse o assunto de lado, assim como eu estou a tentar fazer.


-Eu pedi o relatório da cirurgia Clarke.


-O quê? Não acredito que fizeste isto Lexa. -se antes estava angustiada pelo tema da conversa, agora estava irritada por a Lexa achar-me tão incompetente ao ponto de ter pedido um relatório, só para garantir que eu não tinha mesmo feito merda. E que não havia nada a fazer.


-Clarke calma. Eu posso explicar.


-Não quero ouvir nada do que tenhas a dizer. Acho que isto explica o porquê de teres andado a evitar-me. Mas se me achas assim tão incompetente, depede-me e acaba logo com o assunto.


-Clarke estás a exagerar! -boa agora ela parecia irritada, mas que lata.


Levantei-me e abri a porta do meu quarto, olhando para ela com a esperança que ela percebesse que era para sair. Algo que ela obviamente não o fez.


-Acho que não há mais nada a falar Alexandra. Sai.


Ela apenas nega com a cabeça e se levantou para sair, suspirei de alívio por poder finalmente ficar sozinha. Porém o que eu esperava não aconteceu e logo senti a porta ser fechada violentamente, e o meu corpo ser jogado contra a mesma. Eu apenas fechei os olhos com o impacto, sentindo a respiração da Lexa muito próxima à minha.


-Droga! -ouvi-a resmungar baixo, uma fração de segundo antes de sentir os seus lábios nos meus com uma certa força e urgência até.


Respondi com a mesma raiva que ela me passava, o nosso beijo não tinha nada de calmo ou carinhoso, pelo contrário era violento e cheio de pressa. Os nossos lábios se conectavam com violência, e as nossas línguas lutavam por domínio, acabando ela por vencer.


As suas mãos que antes estavam segurando a porta, agora desciam pelo meu corpo parando na minha bunda, onde ela apertava com força. Certamente ficaria marcado, e eu não poderia me importar menos com isso.


Lexa encerrou o beijo, mas não sem antes morder com força o meu lábio inferior, com tanta força que eu fui capaz de sentir o gosto metálico do meu próprio sangue. Ela encostou a sua teste à minha por alguns segundos, sua respiração quente e desconpençada misturando se com a minha.


-Nós deveríamos nos afastar. -o meu coração apertou por ela achar isso. -Mas eu não consigo. Simplesmente não consigo. -ela fechou os olhos por uns momentos e quando voltou a abrir estavam completamente escuros pelo desejo que sentia na hora.


Agarrei a sua nuca e voltei a puxa la para mim, desta vez controlando eu o beijo. As suas mãos que continuavam a apertar a minha bunda, deram um impulso para eu rodear a sua cintura com as minhas pernas. Assim o fiz, ela passou a me segurar apenas com um braço enquanto a outra mão subia pelo meu corpo, até chegar ao meu seio direito que ela imediatamente apertou.


Se possivel Lexa nos aproximou ainda mais me fazendo sentir a sua ereção. Gemi com o contacto. Deviei os meus lábios da sua boca para passar a dar atenção ao seu pescoço, até chegar ao lóbulo da sua orelha, onde deixei uma pequena mordida.


Desci do seu colo e finalmente comecei a retirar a sua roupa, sempre olhando em seus olhos. Começando pela sua camisa, e abrindo o primeiro botão, Alexandra fechou os olhos numa clara tentativa de se controlar e manter-se calma.


Continuei tirando a sua camisa, mas agora ia passando a minha língua por cada centímetro de pele dela que era revelado. Finalizando, atirei a peça para longe, livrando-me logo em seguida do seu sutiã.


Agarrei ambos os seus seios com as minhas mãos, e apertei, ouvindo-a soltando um leve gemido. Levei a minha boca para o seu seio direto e dei uma leve mordida no seu bico já duro, antes de o abocanhar completamente. Rodeei o seu mamilo com a minha língua antes de o voltar a chupar, e de seguida passei a dar a mesma atenção ao seu outro seio.


Desviei o meu olhar para ela que mantinha-se de olhos fechados com força e os seus punhos agora estavam cerrados. Tomei isso como um incentivo e fui descendo a minha boca pela sua barriga, lambendo e distribuindo mordidas pelo caminho. Tudo feito com uma lentidão extrema, queria provoca-la o máximo possível.


Dei uma mordida mais forte por baixo do seu umbigo ao mesmo tempo que a minha mão apertava o seu membro, já duro, por cima da calça. Nossa como ela já estava dura, de certo já estava a doer de tanto aperto.


Abri o botão das calças e ajudei a morena a retira-las, facilitando o facto de ela já estar descalça. O seu membro estava completamente demarcado pela sua cueca boxer branca. Céus, como eu amo quando ela usa branco. Passei a minha língua desde as suas bolas até à cabeça do seu pau, ainda por cima do boxer, ouvindo de imediato outro pequeno gemido.


-Sempre tão dura para mim Lexa. -ouvi a sua respiração a ficar descompensada, e dei um pequeno sorriso antes de brincar um pouco com a minha língua pela forma do seu pau.


-Clarke... -ouvir Lexa gemer só fez com que a minha excitação aumentasse ainda mais.


-Sim..? -murmurei enquanto começava a descer o seu boxer com a boca, passando bem perto do seu membro mas sem nunca lhe tocar diretamente.


-Chupa! Agora! -ela praticamente rosnou enquanto puxava o meu cabelo com uma certa força, fazendo-me olhar para ela de novo. E olhar para aqueles olhos completamente escuros pelo desejo que sentia, encara-la daquela forma só fez com que a minha excitação já presente escorre-se pelas minhas pernas.


Assim que baixei o seu boxer completamente, o seu membro extremamente duro saltou quase batendo na minha cara. Passo a minha língua pela sua cabeça vermelha, sem tirar os meus olhos dos dela, vendo ela morder o lábio inferior.


Segurei o seu membro pela base com uma mão, e passei a chupar a sua cabeça com um pouco de força. Comecei a meter cada vez mais o seu membro na minha boca, até que ouvi um gemido arrastado da Lexa, quando finalmente o consegui meter todo.


Controlando a minha respiração para relaxar os músculos da garganta, consegui aguentar assim um pouco. Até sentir as mãos da Lexa que antes estavam cerradas em punhos, ao lado do seu corpo, passaram agora a segurar o meu cabelo com força, fazendo me gemer, ainda com o seu pau todo metido pela minha boca.


Subo o meu olhar para o seu e a vejo com os olhos completamente escurecidos pelo desejo, seus dentes mordendo o seu lábio inferior, tudo no seu rosto mostrava o prazer que estava sentido. E isso fez o meu ego inflamar.


Senti a morena a começar a fazer leves movimentos com o seu quadril.


-Eu vou fuder a tua boca Clarke... e tu vais engolir toda a minha porra.


Sem desviar o meu olhar do seu, assinto, e a morena começa a estocar com força o seu pau na minha boca. Sinto a sua glande bater na minha garganta, e a minha saluva escorrer pelos cantos da minha boca. O olhar da Lexa não desviava nem por um momento do meu, me deixando cada vez mais excitada. Tanto que era possível ver a minha excitação descer pelas minhas pernas.


Os gemidos da morena se intensificam, assim como a força que ela faz para agarrar os meus cabelos. Ela está perto de gozar, muito perto. O vai e vem continua forte até que sinto toda a sua porra na minha boca.


Engolo tudo devagar, sem nunca deviar os meus olhos da morena que me olha com um grin no olhar. Lexa colocou a sua mão no meu pescoço, e com um pouco de força me ergueu do chão, atacando os meus lábios logo em seguida.


As mãos da morena passam a descer pelo meu corpo até chegar na minha bunda, onde ela aperta no momento imediatamente antes de me dar um tapa forte na nádega direita. Um gemido de dor e prazer tenta escapar pelos menos lábios, porém é contido pela boca da Lexa que continua colada à minha, enquanto a sua língua percorre possessivamente o interior da minha boca.


De novo um apertão na minha bunda, mas desta vez dando um impulso para que eu salte para o seu colo. O que imediatamente faço, e rodeio a sua cintura com as minhas pernas. O contacto dos nossos sexos faz-nos gemer instantaneamente.


A morena leva-nos em direção para a minha cama e senta-se no meio da mesma, comigo ainda em cima de si. Os beijos da Lexa passam agora pelo meu queixo, passando pela mandíbula e indo para o meu pescoço.


Aproveitei para começar a dar leves reboladas no seu membro já duro em baixo de mim. Enquanto as mãos dela passaram a apertar os meus seios. Eu já estava louca de tesão, e só queria te-la dentro de mim. Levei a minha mão até ao seu membro e comecei a masturba-la de leve, antes de me levantar um pouco e leva-lo até à minha entrada. Passei a sentar me devagar, sentindo o seu pau me alargando aos poucos.


-Porra.. -gemi ao me sentir preenchida com ela dentro de mim. senti um aperto na minha bunda e novo um tapa forte. Voltei a gemer.


-E amo a tua bunda. -olhei para a morena que tinha um sorriso sacana no rosto e sorri também.


Empurrei-a pelos ombros até ela estar completamente deitada e passei a quicar no seu pau com força.


-Isso Clarke, quica no meu pau, assim gostosa.


A morena leva as mãos para a minha sintura e me ajuda com os meus movimentos. Baixo o meu corpo para lhe dar em selinho. No quarto apenas se ouve os meus gemidos, junto com o som dos nossos corpos batendo um no outro.


-Fica de quatro para mim vadia, vai!


Sorrio safada para a morena em baixo de mim e logo me coloco na posição que ela mandou, bem no meio da cama, esperando que a Lexa me foda gostoso.


Rapidamente a Lexa mete-se de joelhos atrás de mim, no mesmo momento sinto um tapa forte, um de cada lado da minha bunda, me fazendo soltar um gemido de surpresa, e de dor. As mãos dela não me soltaram, até pelo contrário, ela aprtou a minha bunda com força, abrindo-a até que o meu cuzinho estivesse todo esposto para ela.


Senti ela baixar-se atrás de mim, e logo depois uma longa lambida, desde o meu clitóris, até à minha entrada apertadinha. Fazendo-me gemer novamente.


-Lexa...


Ela nada disse, apenas intensificou o aperto na minha bunda, e a sua língua agora rodeava o meu buraco. Logo a seguir ela adentrou com a mesma ali, começando a fuder me com a língua.


A minha excitação era tanta que eu comecei a forçar a minha bunda mais contra a sua boca. Os meus gemidos aumentam, e eu sinto que estou perto de gozar, mas para a minha frustação a morena logo para com o que está a fazer.


Lexa começa uma trilha de beijos desde a minha bunda, e sobe pela minha coluna, eu sinto o seu membro roçando no meu clitóris. Rapidamente me jogo contra ela, tentando conseguir algum alívio.


-Quieta Clarke! -a morena praticamente rosna, enquanto puxa os meus cabelos com uma mão, a sua boca agora dando pequenas mordidas na minha nuca. No entanto ela própria começou a fazer leves movimentos de vai e vem, me fazendo gemer ao sentir a massagem que o seu membro fazia no meu clitóris.


-Eu preciso gozar Lexa... por favor... -implorei mesmo, queria acabar com esta tortura, eu precisava que ela me fizesse gozar.


-Eu vou te fazer gozar, mas só quando eu quiser! -eu gemi em frustação, Lexa estava a adorar este joguinho dela. Ela levou os seus dedos até à minha boca. -Chupa. -assim eu fiz, passei a chupar os seus dedos com vontade, da mesma forma que chupei o seu pau mais cedo. Pondo-os todos na boca e passando a língua entre eles.


A morena levou os seus dedos para o meu cuzinho e me penetrou, dois deles de uma só vez. De imediato, e no mesmo muito em que soltei um gemido alto de dor e prazer, senti o meu corpo a se impulsionar para a frente. Porém fui travada pela Lexa que ainda me segurava com força nos cabelos.


Os seus dedos dedos começaram a se movimentar dentro de mim, eu estava desesperada para gozar mas os movimentos da morena era lentos e torturosos. Assim como o movimento do seu pau no meu clitóris. Isto estava a levar-me à loucura, eu já não aguentava mais.


-Lexa... Por favor...



-Calma Clarke. Queres gozar? -ela perguntou-me ao mesmo tempo em que aumentou a velocidade dos seus dedos. Eu apenas assenti, não me sentindo capaz de falar. -Responde-me Clarke. -ela rosnou no meu ouvido, puxando ainda mais os meus cabelos.


-Ahh... sim Lexa... por favor.


-Eu vou meter o meu pau nessa tua boceta gulosa, e aí tu podes gozar, sim? -ela nem esperou a minha resposta e foi logo penetrando o seu membro todo de uma vez, seus dedos ainda bombeando sem parar.


-PORRA!! -eu gemi alto, e logo atingi o meu ápice me desfazendo sob o seu membro.


Lexa ficou ali, com o seu membro dentro de mim, parado. Ao contrário dos seus dedos que continuavam a me penetrar, desta vez bem lentamente, como se a morena estivesse só a admirar o seu trabalho.


-O teu cuzinho continua tão apertado... Quantas vezes o terei de fuder para o deixar bem arrombado?


-Porque é que não tentas descobrir? -pergunto-lhe enquanto olho para trás, dando um sorrisinho sacana e vendo no seu rosto um olhar debochado. Ao mesmo tempo começo a rebolar contra os seus dedos na tentativa que ela aumente os movimentos. Porém, e para meu desespero, ela retira os seus dedos de dentro de mim, me fazendo soltar um suspiro em frustação.


-Tu adoras que eu coma o teu cu, não é? Como a boa vadia que és. -ela fala enquanto alisa a minha bunda.


-Tu falas muito, mas ainda não vi na... AHHHH PUTA QUE PARIU ALEXANDRA. -eu grito quando sinto outro tapa estalado na minha bunda. Tão forte que eu tenho a certeza que se eu já não estava marcada, agora fiquei.


-Ahhh eu adoro quando xingas. Mas agora eu só quero te ouvir gemer como uma puta. A minha puta!


Eu iria retrocar mas não tive tempo, logo senti o seu membro entrar com toda a força no meu cu. E desta vez ela não me segurou fazendo o meu corpo se impulsionar para a frente, e um grito ficar preso na minha garganta.


-Firme Clarke! -ela fala enquanto passa a segurar a minha cintura.


Sinto o seu pau todo dentro de mim, e gemo manhosa quando ela começa um vai e vem lento. Ela era tão grande que praticamente me estava rasgando, mas o prazer de ter a Lexa ali, me fodendo, superava qualquer dor que eu sentisse.


-Porra Clarke, tu és tão apertada. -ouço-a rosnar baixinho, enquanto a sinto retirar o seu pau, deixando só a cabeça dentro, mas logo volta a pôr tudo de uma vez.


-Puta merda Alexandra. -ela continua num vai e vem, agora mais rápido, e instintivamente passo a rebolar no seu pau. -Mais rápido Lexa... por favor. -pedi, e no mesmo momento a morena acelerou os movimentos, enquanto a sua mão voltava a segurar os meus cabelos, fazendo com que eu arqueasse o corpo na sua direção.


Eu gemia como uma autêntica puta, no quarto só se ouvia os meus gemidos e o som dos nossos corpos batendo um no outro. Numa atmosfera altamente erótica.


-Goza para mim Clarke! -a morena mandou, enquanto levava a sua mão para o meu clitóris, passando a esfrega-lo com movimentos rápidos. A velocidade do seu quadril também aumentou, indo cada vez mais forte e fundo. Não demorou muito e eu cheguei ao meu segundo orgasmo da noite. Sendo logo seguida por Lexa que rosnou, quando soltou toda a sua porra dentro de mim.


A morena caiu em cima de mim, nossos corpos suados completamente juntos, seu pau ainda dentro de mim. Ficamos assim por uns minutos, tentando controlar as nossas respirações ofegantes. Senti uns beijos no meu pescoço e ombros, e logo Lexa se levantou em direção ao banheiro.


Fiquei assim, deitada, de olhos fechados a tentar não ceder ao cansaço e adormecer. Queria esperar que ela se viesse deitar comigo.


Ouvi a porta do banheiro se abrir, e logo um pano húmido passava pelas minhas pernas e bunda. Sorri com o ato, podíamos transar da forma mais selvagem possível que ainda assim ela iria cuidar de mim depois.


Logo, senti a cama ao meu lado se afundar e me virei de costas para a morena. Ela deitou-se atrás de mim, fazendo conchinha, o seu pau bem na minha bunda. Ela puxou a coberta para nos cobrir e colocou uma mão no meu peito. Não dissemos nada, mais uma vez, não era preciso. A sua respiração suave no meu pescoço foi a última coisa que senti antes de adormecer.


[...]


Acordei com a luz do sol a entrar pelo meu quarto e com a cama vazia ao meu lado. Merda. De certeza que se arrependeu e voltou a me ignorar.


Fiquei uns minutos deitada, mas quando o meu despertador tocou, eu levantei me para ir me arranjar. Fiz a minha higiene matinal e tomei um duche rápido, não podia me atrasar, ou iria levar com uma Alexandra extremamente irritada.

Vesti um vestidinho solto vermelho, e calcei um sapato de salto alto preto, terminei com uma maquiagem leve e os meus cabelos deixei soltos. Iria pegar na minha mala para levar para baixo, mas já não estava no quarto, talvez a Lexa a tivesse levado.


Fui em direção à cozinha afim de comer alguma coisa antes de chamar a morena para irmos. Mas assim que cheguei tive a melhor visão de sempre. A Lexa estava de jeans e t-shirt, eu nunca a vi com outra coisa sem ser o seu terninho. Ela estava no fogão a fazer panquecas. Eu nada disse, apenas fiquei ali a sorrir, até que ela se virou.


-Que susto Clarke. -sorri ainda mais com o salto que ela deu. -Quase me matavas do coração. -revirei os olhos com o seu drama. -Eu fiz o nosso café da manhã, panquecas. Espero que gostes. -ela deu um sorriso meigo e eu assenti.


-Obrigada! -agradeci já me sentando na mesa da cozinha.


Após ela nos servir sentamo-nos e começamos a comer, em silêncio e um pouco rápido pois se demorassemos muito tempo iriamos nos atrasar. Eu não sabia exatamente como estavamos mas também não queria perguntar, esperaria que ela me dissesse.


Assim que acabamos de comer, comecei a arrumar a cozinha, até que senti o seu corpo atrás do meu, seus braços ao redor da minha cintura e um beijo no meu ombro.


-Como é que estamos Clarke? -essa era a minha maior pergunta, e eu não sabia a resposta.


-Eu não sei Alexandra, diz-me tu. -respondi-lhe enquanto me virava de frente para ela. Minha boca perigosamente próxima da sua.


-Desculpa por estes dias, eu só estava confusa, eu acho, e cheia de problemas no hospital. Tu sabes que eu acho isto entre nós muito errado, mas eu não quero me afastar. Tu fazes me bem. -ela corou na hora e foi impossivel não sorrir com a sua afirmação, Lexa ficava muito fofa assim.


-Não precisamos de nos afastar Lexa, pelo menos não agora. Não estamos fazendo nada de mal, nem temos algo sério. É só deixar levar, e quando chegar a altura e uma de nós não suportar mais, aí sim acabamos.


Ela apenas assente e me puxa para um beijo, e o que seria apenas um selinho demorado, passa a um beijo mais ousado quando eu peço passagem com a minha língua na sua boca. As mãos da morena que antes estavam na minha nuca, foram em direção à minha bunda onde ela apertou, me fazendo soltar um gemido de dor.


-Desculpa, magoei te? -ela perguntou me com uma cara de falsa inocência. Idiota.


-Sabes é que alguém me deixou com a bunda a arder ontem. Ainda tenho marcas.


-Ai sim? Deve ser alguém muito bom então, para te deixar assim. -ela deu um risinho torto, cheia de si mesma. Revirei logo os olhos.


-Hmmm... tem dias sabes, tem dias. -disse antes de lhe dar um selinho e ir em direção à garagem. Estava quase a chegar ao carro quando senti um tapa forte na minha bunda, tapa esse que me fez gritar. Vagabunda. -CARALHO ALEXANDRA.


-É para aprenderes. -ela disse antes de me dar um selinho abrir a porta do carro. -Entra, as malas já estão no porta malas.


Assim que ambas estavamos no carro, Lexa deu partida em direção ao local do casamento. Eu aproveitei para ligar o rádio, começando a tocar uma música dos Queen, o que aparentemente a morena gostava, já que começou a cantar baixinho.


Eu estava vidrada a vê-la cantar, ela tinha uma voz incrível. Assim que ela percebeu que eu a observava, deu um sorrisinho envergonhado e parou. Ela levou a sua mão à minha perna, onde apertou um pouco e deixou se ficar assim. Eu nada disse, nem sequer me mexi, com medo que perdesse esse contacto.


-Ei eu acho que não te contei. -ela começou fazendo me prestar atenção nela. A expressão dela estava séria, fazendo com que eu me procupasse instantaneamente. -Mas eu vou sair lá de casa, já ando à procura e espero que quando os nossos pais voltarem de lua de mel, eu possa me mudar.


Como assim ela iria mudar de casa? Quer dizer que eu já não a podia ver todos os dias? Quer dizer, nós trabalhamos no mesmo lugar, mas também não será por muito tempo. Assim que ela resolver os problemas que o hospital tem tido, outra pessoa irá ocupar o seu lugar na presidência. 



Como é que ficaremos aí? É certo que isto não pode durar para sempre, mas acabar já? Também podemos continuar, mas ela vai trabalhar e morar longe de mim, ela vai acabar por conhecer alguém por quem se vai apaixonar e aí sim isto irá acabar. Eu não sei se estou pronta para que isso aconteça.


-Clarke? CLARKE? -saiu dos meus pensamentos quando a ouço chamar me, e um forte aperto da minha perna.


-Hmm sim... ahh.. porque é que te vais mudar? -pergunto tentando demonstrar alguma casualidade, não quero que eu se aperceba que fiquei incomodada.


-Eu já não tenho idade para viver com a minha mãe Clarke. -engulo a seco e me remexo um pouco retirando a sua mão da minha perna. Afinal eu tenho praticamente a mesma idade e vivo com o meu pai. É certo que tenho os meus motivos, e que ela não sabe mas mesmo assim não gostei do tom com que ela falou. Foi quase como um deboche.


-Eu vivo com o meu pai Alexandra!


-Sim, mas tu sempre viveste com ele Clarke e além disso tu tens o teu próprio apartamento, o que me faz lembrar. Se compraste um apartamento porque é que vives com os nossos pais? -ótimo, a pergunta que eu menos queria responder. Este definitivamente é um assunto ao qual eu ainda não estou preparada para falar com a Lexa, é muito delicado. Eu fiquei ali, parada, a olhar para a janela, eu realmente não sabia como lhe responder. -Ei! -voltei o olhar para ela. -Não precisas de responder se não quiseres, não há problema nenhum, mas tu sabes que eu estou aqui se precisares. -ela olhou rapidamente para mim e deu um sorriso meigo.


-Está tudo bem Lexa, mas eu realmente não quero falar disso. Mas só para que saibas eu não comprei o apartamento, era da minha mãe. -ela sorriu e deu me um rápido beijo na testa, voltando a seguir o caminho para a estrada.


Ficamos em silêncio, eu estava perdida em pensamentos, pensando na minha mãe e o facto de não ter lembranças nenhumas dela. Ela morreu quando eu nasci, então sempre fui eu e o meu pai, e ele sempre foi demasiado protetor, por isso que quando atingi a maioridade fui viver sozinha no apartamento que era da minha mãe. Até ter voltado a viver com ele 4 anos depois.


Fizemos apenas uma paragem, para ir ao banheiro e comer alguma coisa, depois disso o resto da viagem foi mais e conversamos bastante sobre como era as nossas vidas em adolescente. Até que finalmente, e após 4 horas de viagens chegamos ao local do casamento. A morena estacionou o carro e virou-se para mim.


-Vai ser difícil estarmos juntas hoje e amanhã, é demasiado arriscado, alguém poderia nos ver. -suspiro com a sua constatação, afinal era verdade. -Mas se der logo à noite passo pelo teu quarto. -ela sorri no final e me puxa para um beijo, um dos poucos que iremos dar nestes dias.


O beijo estava a tomar proporções maiores e eu rodeei o seu pescoço com os meus braços, enquanto as suas mãos desciam para a minha cintura. Dei espaço para que a sua língua entrasse na minha boca, e ela assim o fez percorrendo todos os cantos já conhecidos. Do nada batidas no vidro do carro, fizeram nos recuperar a consciência, e nos assustaram com medo de termos sido apanhadas.


Olhei para o lado e suspirei de alívio ao ver que era apenas a Raven. Idiota. Eu e a morena saimos do carro e fomos comprimenta la.


-Sério Woods, já não bastava teres fudido a Clarke a noite toda que já o ías fazer outra vez no carro? -ela pergunta enquanto arqueia uma sobrancelha, fazendo me revirar os olhos.


A Lexa não gostou nada do que a Raven disse e iria partir para lhe responder, mas eu fui mais rápida e falei por cima. Eu sei que ela não gosta muito da minha amiga, mas elas teem de se entender, afinal, a Raven namora com a Octavia.


-Não foi nada disso que aconteceu Raven, nada aconteceu entre mim e a Lexa ontem. -menti assim mesmo na cara dura, o medo que ela contasse à Ô e que criasse problemas entre ela e irmã era muito maiores.


-Sério? Então porque é que tens um chupão do tamanho da Europa no teu pescoço. -eu arregalei os olhos em desespero e rapidamente levei a mão ao meu pescoço como se pudesse tapar a marca. Olhei para a Lexa com acusação, ela sabe que não poderia me ter marcado tão perto do casamento, mas tudo o que vi foi um revirar de olhos.


-Ela estava jogando verde Clarke. -Lexa diz firme, e com a cara trancada. Enquanto a minha melhor amiga começa a rir, idiota.


-Havias de ter visto a tua cara Griffin, não te preocupes eu não vou contar nada à Octavia, pelo menos não antes do casamento. Agora vamos, o salão está cheio de gente desconhecida, preciso de ti Clarkie.


Apenas ri com a idiotice da minha amiga e começamos a segui-la, Lexa não disse mais nada mas estava claramente tensa. Assim que entramos no salão a minha morena parou, e disse algo que eu não esperava de todo ouvir.


-Costia!?





















Notas Finais


:)


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