História Is It Love? - In Her Darkness - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Let The Games Begin


Fanfic / Fanfiction Is It Love? - In Her Darkness - Capítulo 3 - Let The Games Begin

Hank chegou em casa e Mike foi embora.

–Consegui o emprego. – Digo para meu pai.

– Meus parabéns. – Disse meu pai me abraçando.

– Só que tem um problema. – Digo sorrindo. – Eu tenho que ir para lá hoje, para me adaptar.

– Eu levo você. – Disse meu pai olhando para baixo.

– Nossa palavra secreta para quando há algo de errado é "ICE", na discagem rápida seu número é o zero porque fica perto do botão de discagem. – Digo olhando para o apartamento. – E quando algo te preocupa você finge... Finge muito mal.

Ele ri e comenta.

– Te ensinei bem... Mas vamos comprar algumas coisas toalhas, shampoo, condicionador, sabonete e mala para você colocar suas coisas... – Após dizer isso ele tira do bolso um vidrinho com um líquido roxo. – Sua tia quer que você beba isso.

– Isso é vinho?

– Não... Sua tia fez esse líquido para você não ficar estressada... Beba.

Eu peguei o frasco oval, removi a rolha e bebo o líquido hesitando.

– Tem gosto de chá estragado. – Digo devolvendo o frasco com uma cara feia.

– Ela já fez coisa pior. – Falou Hank. – Vamos temos coisas a fazer.

Saímos e fomos para o shopping e na farmácia compramos o que queríamos, voltamos, pego minhas coisas que havia alojado no quarto, pego minha mochila e arrumos minhas coisas juntamente com mala de viagem.

Fomos até o carro coloquei as minhas coisas coloquei no porta malas, nós estávamos na estrada ouvindo Bohemian Rhapsody do Queen, Nirvana, ABBA, Every Breath You Take do The Police e Bon Jovi.

– Ótima playlist. – Digo olhando para os muros da mansão e o portão antigo. – Essa é a única casa na rua?

Eu olho em volta e era só uma estrada que literalmente dava para uma pequena floresta.

– Pelo jeito sim. – Disse Hank. – Lugarzinho esquisito... Eleonor quais são as partes sensíveis?

– Olhos, nariz, boca, joelhos e virilha. – Respondo. – Sem pés sem equilíbrio... Acertar o pé também é uma opção.

Hank bate palmas antes de eu sair no carro. Pego minha mochila e a mala de viagem no porta malas. Estava começando a esfriar muito, meu pai abaixa o vidro do carro.

– Qualquer coisa eu venho aqui voando. – Disse ele.

– Eu sei. – Digo acenando dizendo tchau.

Passo pelo portão que está aberto, arrasto a minha mala e antes de bater na porta alguém abre, e era Drogo, o flashback da loja me fazem me lembrar dele.

Eu não tinha visto os seus olhos, eram ambar.

Nós ficamos em silêncio por alguns segundos, e eu acho que ele pode ser surto ou sei lá... Apesar que ele estava rindo hoje a tarde na rua.

Lembro das aulas de libras que tinhamos no colégio católico na Inglaterra para americanos, se eu não escolhesse essa aula eu teria que fazer alguma aula religiosa.

Começo a conversar com em em libras e ele me olha com espanto.

– É muda? – Ele perguntou surpreso.

– Não! – Respondo franzindo minha testa. – Eu pensei você era.

Ele olha para trás e diz gritando.

– Nicolae a Coitadinha chegou. – Após isso ele entra e some.

O cretino me chamou de que?

Entro e vejo a casa o qual grande ela é, escadaria e várias entradas para os lugares como cozinha ou sala.

– Olá você deve ser a Eleonor Collins. – Disse o homem com um sorriso no rosto.

– É só Ellie... Você não é o Viktor... Quero dizer o Sr. Bartholy.

O homem tinha longos cabelos castanhos, olhos castanhos, alto, colar de cruz e vários anéis em seus dedos.

– Não, eu sou Nicolae... – Disse ele sorrindo com um ar simpático. – Venha, vamos a cozinha o contrato está lá.

A cozinha era enorme, várias prateleiras, vários gaveteiros, fogão e gelada bem modernos, microondas e lava pratos

Ele olha minha carteira de motocicleta, eu tirei quando estava em São Francisco, quando James e Bruce me abrigaram em sua casa antes deles se mudarem definitivamente para Mystery Spell. Quando David morreu e minha mãe entrou em surto e meu pai me tirou por 6 meses da Inglaterra, porém ele me mandou de volta.

Assino os papéis do contrato de trabalho.

– Tem certeza que não quer passar os fins de semana aqui? – Falou Nicolae. – Pagamos mais.

– Meu pai é policial mega protetor... Minha irmã e meus tios, eles iriam surtar se eu não passar o fim de semana com eles. – Respondi dando a cópia para ele e pegando a minha.

Nicolae me olha assustado, como se tivesse visto um fantasma.

– Realmente... Passar um tempo com a família... É bom... É bom sim. – Dizia ele nervoso.

– Você tá bem?

– Claro... Vamos conhecer seu quarto.

Ele pega minhas coisas sem eu pedir e subimos as escadas, meu alojamento era melhor do que eu imaginava, uma cama de casal, janela com vista incrível para a floresta, uma cômoda de madeira e uma porta era o banheiro, que tinha até banheira.

– Vou te deixar a vontade. – Disse Nicolae. – Amanhã você vai conhecer a Lorie... Ela já está dormindo.

Ele fechou a porta, porém não havia chave o que era estranho, pelo menos o banheiro tinha a chave.

Pego minha roupa um pijama com a blusa de mangas cumpridas seda calças de seda tudo na cor preta, era um conjunto que eu ganhei de minha avó quando eu morava na Inglaterra e a toalha que havia comprado e vou tomar banho.

Quando termino olho meu celular e vejo que havia uma ligação perdida da Inglaterra... Era meus avós eu retorno a ligação de costas para a porta.

– Alô?

– Oi vó é a Eleonor.

Minha avó odiava quando me chamavam de Ellie.

– Oi meu Amor... Como você está? Fiquei preocupada, como foi o enterro?

Ao tocar no assunto eu congelei e engoli a seco.

– Eu tô bem. – Digo mentindo. – Eu consegui um emprego... O enterro foi horrível... Pior sensação que já tive.

– Eu imagino minha filha... Seu pai me falou que você decidiu ficar em Mystery Spell...

– Sobre isso, tem como mandar o resto das minhas coisas? Para falar a verdade Ingrid quer que eu fique e faz tempo que eu não a vejo... – Disse me sentindo culpada.

– Claro Eleonor, Eu realmente fico feliz que você esteja aí... Logo eu e seu avô estaremos aí... Talvez em fevereiro ou começo de março.

O quê? Meus avós na Geórgia? Isso tá estranho.

– Sério? Por que?

– Porque estamos velhos e queremos nossas netas e meu filho ao nosso lado... E eu sinto falta da louca da Helen... – Após ela falar isso um silêncio perturbador se estendeu na linha. – Eu sei que está sendo difícil para você nesse momento... Mas você é forte... E estou feliz por você ter conseguido o emprego... Eu queria conversar mais... tenho que desligar... Até logo minha querida.

– Obrigada vó, Te amo.

– Também te amo, meu Amor.

Nós desligamos o telefone.

– Seja forte Ellie... Seja forte. – Sussurrava para mim mesma.

Ao me virar eu o vi, Drogo parado em minha porta, isso me assustou e eu tive meu sexto sentido dizia para fugir dele. Mas por onde? A porta está bloqueada por ele e se eu pular pela janela não terei a mesma sorte do que da última vez.

– Se perdeu na própria casa? – Pergunto ironicamente.

Em minha cabeça os métodos de defesa que aprendi lutando boxe, muay thai, judô e lembro sempre o que meu pai falava pontos fracos: olhos, nariz, boca, joelho e virilha... Os pés dão equilíbrio.

Ele se aproximava lentamente com um sorriso atroz no rosto, lembrava um boneco assassino, Drogo se aproximando de mim e ele segurava meus braços com pouca força. 

Ótimo meios de defesa estão escassos, de repente, minha cabeça começa a dor ao ponto de parecer que havia ondas de rádio em minha cabeça, um barulho agudo parecia que minha cabeça ia explodir.

– Vai pro inferno... Seu doente. – Digo dando uma joelhada em seu joelho.

Ele me solta e corro até a porta mas sinto as mãos dele pegar meu braço e sem eu perceber eu e ele estamos na minha cama ele em cima de mim.

– O que vai fazer... Coitadinha? – Ele sussurrou em ouvido.

Eu olhava diretamente em seus olhos, e a cor âmbar havia sumido, a iris estava vermelho sangue, a parte branca de seu olho ficou preta, o semblante do seu rosto era como se ele fossse um demônio. 

Eu via uns 3 Drogos, meus tímpanos pareciam que estouraram, parecia que eu estava escutando uma frequência hertz (Hz) no último volume.

O quarto começou a tremer, como um terremoto, Drogo estava no chão eu estava na cama, a dor começou a diminuir.

– O que tá acontecendo aqui? – Era Nicolae e o vi quando tentei levantar. – O que você fez com ela?

– Nada... O terremoto... – Dizia Drogo meio confuso.

– Que terremoto? – Perguntou Nicolae. – Quer saber, saia daqui.

Vejo Drogo me olhando enquanto  ele saí do quarto, Nicolae me pega pela minha cintura e diz.

– Olha para mim. – Ordenou enquanto ele me segurava pela cintura com um braço. – Você vai esquecer isso... Drogo e eu nunca estivemos em seu quarto... Tudo foi um sonho...

Minhas memórias sumiram e eu estava na cama coberta e dormindo.

No meu sonho eu ouvia uma voz e era a minha voz: "Não acredite nele.."

(...)

Ingrid's Version:

"Raramente a verdade é pura, e nunca é simples.

– Oscar Wilde"

Eu, meu pai, meus tios e James estamos na sala. Tia Helen pegou as cartas do tarot, mas eram diferentes, era um baralho cigano e começou a ler.

– A carta As Estrelas. – Disse Helen. – Ellie descobriu seus poderes... Mas saiu Os chicotes... Alguém perturbou seu psicológico... E foi alguém que tenta sempre equilibrar o ambiente.

A carta do Tarot foi a carta do Mensageiro.

– Ele ou ela não a machucou... Segundo a carta do Trevo... Humm droga Ellie. – Dizia Helen. – Saiu o Coração... Ela sentirá sentimentos por alguém.

Helen misturou as cartas novamente e começou a ler as cartas.

– Saiu O Cigano ou se preferirem O Homem... Saiu também o Coração novamente... Os dois vão ter sentimentos um pelo o outro... Ou droga homem do futuro... Ele vai machucar ela.

Ela mostra a carta A Serpente.

– Mas a Ellie também irá fazer o mesmo olhem a carta... Os Ratos. – Disse Helen. – Se o relacionamento der certo... Eles passaram grandes desafios... Não será fácil...

– O tal homem vai machucar Ellie como? – Perguntou Hank com raiva.

– Por sentimentos. – Respondeu Ellie como um suspiro.

– Eu vou ver como ela está amanhã. – Afirmou Hank.

– Não pai... Eu vou... Manter as aparências... Foco pai... – Digo o repreendendo.

– E bom caso algo incomum acontecer levem ela na loja daí eu vejo se a poção de aceleração deu certo. – Pediu Helen.

Todos nós ficamos na sala, estávamos com medo da reação da Ellie quando ela descobrir a verdade.






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