História Is It Love? Daryl - Capítulo 33


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Notas do Autor


Boa tarde meu povo lindo! Como estão?

Gente, amanha vou viajar e vou ter apenas uma semana para escrever e eu demoro bastante. Por causa que eu sempre escrevo e apago porque acho péssimo, se eu conseguir amanha adiantarei mais um capitulo. Torção por mim!
Me animei mais e tenho três capítulos prontos sem correção, e bem. Preparem o coração que o final está próximo, não odu um numero certo. Mas talvez 50 capítulos e finalizo, talvez mais ou talvez menos. Apenas fiquem informados.

Não esqueça!
TEREMOS DOIS FINAIS PREVISTOS PARA ESSA FANFIC

Bora ler né!

Desculpe-me por qualquer erro...
Espero que gostem!

Trilha [email protected]: (link nas notas finais)
*colocarei um aviso no capítulo quando for para ouvir a música*

This Is War (Feat. Richard Farrell)

Capítulo 33 - Sinto Sua Falta


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Daryl - Capítulo 33 - Sinto Sua Falta

 

 

Emma Grey
 

 

~Ouçam This Is War (Feat. Richard Farrell)~

 

 

Vê-lo jogado ao fogo me quebrou ainda mais, eu o amo demais. Mesmo que ele tenha dormido com aquela mulher, que por sinal é linda não consigo para de pensar nele. Enquanto a ambulância ia embora rapidamente, eu a olhava com medo de ter que ir a um funeral daqui uns dias. O que mais temo é perder ele, mas preciso pensar também. E hoje, ele estava diferente, mesmo com aquele sorriso de sempre, Daryl parecia tão frio. E bem, eu fiz questão de usar seu vestido. Que agora realçava levemente minha barriga, ela não esta nada grande mas um pouco saltada.

E bem, não está tão frio como antes, mas fiquei abraçada a mim mesma com certos arrepios. Instintivamente colocando a mão na barriga assim que o som e as luzes vermelhas desaparecem em meio ao transito. O lugar estava fechado, bombeiros e policiais rodeavam o local.

Desde aquele dia eu senti algo faltando, era a falta dele. Da presença dele. E dizer que o odeio doeu muito também. Sinto uma mão em meu ombro, e me viro.

- Emma, você não pode ficar aqui, está um pouco frio e não quer pegar uma gripe. – Ryan fala colocando seu braço em volta de meu pescoço. – Eu te levo.

- Ah, não precisa. – Sorriso para ele. – Mas obrigada.

- Não quer companhia?

Balanço a cabeça negativamente e me desprendo dele, indo até o meu carro. Não demora até que chegue em meu apartamento e tire o vestido, que faz o favor de deslizar pelo meu corpo. Logo me jogo em minha cama com um pijama quente.

Daryl Ortega. Como posso viver sem ele? Mesmo que ele tenha feito aquilo, não consigo passar um minuto sem pensar nele. Porra. Nosso amor deveria unir nós. Mas parece que apenas está nos distanciando. Meu celular vibra e olho quem havia me mandando uma mensagem e vejo o nome na tela brilhante: Christian.

E eu pensando que seria outra pessoa, mas era meu irmão. Ele nunca me liga. E desde o Natal que ele apareceu mais vivo do que nunca, eu praticamente levei um choque de realidade quase ligando tudo. Mas Cale e Will estão mortos, e agora? Os problemas já se foram? Porque quem me deixava com certo medo era Cale, e ele está no meio de chamas ou em um saco plástico indo ao necrotério.

“Irmã, está em casa?”

“Sim.”

Aparentemente ele não diz mais nada e largo o celular ao meu lado na cama, bufo sem saber mais o que fazer. Não consigo dormir, estou preocupada demais para isso. Me lembro de sua mensagem, ah vê-lo digitar que sou incrível e que me amava doeu porque eu sei que ainda sim não era ele me dizendo cara a cara. No Natal, mesmo que aconteceu bastante coisa ruim, muita coisa boa também aconteceu. Sinto falta de seu abraço e do anel em meu dedo. Eu fiz questão de joga-lo em seu corpo enquanto ele ia embora.

- Emma?! – Ouço a voz de meu irmão e me levanto, antes mesmo de eu poder andar a porta ouço batidas na porta e ele entra sem nem mesmo esperar uma reposta. – Ei! Você está ai.

Ele sorri para mim e se senta na cama ao meu lado.

- Como você entrou? – Pergunto enquanto ajeito meu cabelo.

- A porta estava destrancada. – Suspiro. – E aí? Como se sente?

- Você sabe, mas está uma verdadeira loucura. Desde você até o... Daryl. – Falo e me jogo na cama deitando.

- Estou aqui, não se preocupe comigo. Mas agora, sobre o meu amigo. O que quer fazer? – Ele deita ao meu lado.

- EU não sei. Mas eu amo ele, e não quero perde-lo. Só que tem um porem, alguma coisa em mim me impede de ir lá. – Fico encarando o teto.

- Emma, eu te garanto. Que se você aparecer lá e dizer que o ama ou está disposta a tentar. Ele vai dar o melhor sorriso dele. – Seu olhar se volta contra mim e faço o mesmo olhando-o. – Eu convivi om ele por uns 7 meses, e percebi que ele realmente te ama e... meu deus. Ele só falava de você. E dizia o quanto queria ter um bebe um dia com você. Ele tagarelava pelo almoço todo que se fosse uma garota teria o nome Anne e ensinaria ela a dirigir a Lamborghini dele. Isso ficava insuportável as vezes.

- Sério? – Sorrio imaginando a cena, ele e nossa filha.

- Dá uma chance para ele. Afinal, se quer realmente saber. Eu passei na casa dele no dia do aniversario dele. E eu achei que ele fosse o tipo de cara que não chorava nem mesmo porque perdeu a mulher. Mas ele estava lá, todo triste. – Agora mesmo que meu coração virou um grande farelo. – Não cheguei a entrar, mas ele estava muito bem sozinho naquele sofá branco e com olhos vermelhos.

- Que horas foi isso?

- Ah, eu não me lembro, era bem de noite. Mas ele parecia estar a tarde toda naquele sofá com duas ou três garrafas de álcool e mais outras fechadas ao seu lado.

- Eu queria voltar no tempo, e impedir tudo isso. Agora, era para mim estar abraçada com ele enquanto ele fazia aquelas gracinhas como se o pontinho em mim pudesse ouvir. – Sorrio me lembrando do dia de natal, ele parecia uma criança falando com a minha barriga. E eu só apreciei aquele momento.

Foi assim até seu aniversario e a festa cancelada de casamento de Meredith. E depois tudo começou, Ryan bêbado e Daryl irritado. Não é uma boa combinação tratando-se de dois caras fortes e grandes que tem pavio curto. Mas foi impressionante como ele parecia amar conversar com o pontinho, nem mesmo virou um bebe. Ainda está se formando. E posso imaginar quando minha barriga estiver grande.

- Ana, como ela está?

- Eu continuo apaixonado por ela. Mas ela parecia resistir a mim, e eu tentei leva-la para jantar mas parece que ela se recusa a sair comigo. – Agora quem parecia desapontado era ele. – Irmã, eu sinto que ela não me quer por perto. Talvez por ter se convencido que eu morri. Vai ser difícil reaparecer na empresa. E ainda mais conquistar alguém que sofreu por mais de 4 anos por você.

- Amanha vou apenas em duas reuniões do projeto novo da empresa. Talvez você possa traze-la para almoçar. Ou sairmos.

- Sairmos. Não quero dar trabalho para Abigail.

O olho incrédulo.

- Desde quando virou assim? Contratamos ela para isso.

- Mesmo assim, não me acostumei com o fato de termos um pessoa apenas para tudo isso.

- Posso chamar outra pessoa para isso, além de que agora você está aqui. E tem muita coisa para te mostrar. São tantas lembranças.

Sorrio lembrando da nossa casa, poderíamos ir lá. É um bom lugar.

 

 

Dia seguinte

 

 

- Christian, onde está Ana? – Pergunto assim que ponho o paletó do terninho. Estávamos a frente da minha empresa. E meu irmão tinha um boné, só para não chamar muita atenção.

- No carro. – Vejo o Audi R8 parado atrás de minha Ferrari.

- Vou conectar chamada e podemos conversar melhor. – Vou até meu carro e entro nele, logo ligando para meu irmão na mesma hora. – Consegue me ouvir?

- Sim, e então. Vamos onde?

- Me segue, vamos comer massa hoje. – Aproveito que o sinal está fechado e saímos ficando na faixa a esquerda, para virar.

- Posso estar gravida, mas vou acelerar e não tente me impedir. Consegue me acompanhar irmãozinho? – Sorrio de lado olhando no retrovisor.

- E porque não. – Rio com o nariz e quando o sinal abre, consigo sair em uma velocidade acima de 100km que se tornaram logo 40 km para parar em outro maldito sinal.

Assim que disputamos uma arrancada até o próximo sinal, ele para ao meu lado e abre seu vidro. Faço o mesmo e olho para ele.

- Continuo sendo melhor que você. – Ele revira os olhos. – AH. Não revire os olhos para mim. Sabe que posso te deixar no chinelo acelerando!

- Só porque estou no Sport.

- Então coloca logo no modo Corsa! – Grito para ele que ri.

- Estou acompanhado, não tô muito afim de matar a pessoa ao meu lado. – Bufo.

- Perdedor. – Falo em um tom engraçado.

- Você é louca.

Sorrio e quando abre novamente acelero, e mais à frente um restaurante aparece em meio a outras lojas.

- Com todo prazer, sou mesma.

...

Nos sentamos e logo pedimos, Anastasia estava muito diferente. Tinha uma franja maior e cabelos curtos. E parecia mais séria do que antes. Tento ser amigável considerando que meu irmão estava nervoso, coisa que ele nunca ficava antes.

- E então, Ana. Virou chefe da editora aqui. Achei que continuaria a morar em Seattle. – Ela me olha, mostrando grandes olhos azuis.

- Decidi vir para cá, estava lucrando mais pela quantidade de escritores novos. – Ela sorri sem mostrar os dentes. – E como vai a vida de gravida?

- Complicada, meus pés começaram a ficar mais inchados e eles doem quando uso muito salto. – O garçom aparece com um suco para mim e vinho para eles. – Mas tirando isso está bem sim.

- Fiquei sabendo do Daryl. Como ele está? E como você está? – Ela sempre era gentil comigo.

- Ainda dói mas ele pertence a mim, entende? É como se fosse um pedaço de mim. E eu amo tanto mas não sei se consigo ir ao hospital e vê-lo novamente sofrendo.

Ela toma um gole da bebida e abre a boca, falando palavras tão bem selecionadas que até a confundiria com uma pessoa importante de um empresa.

- Pode dar um chance a ele. Por que não vai hoje? Posso te acompanhar, a editora só vai abrir daqui uns dias mesmo. – Dou um pequeno sorriso.

- Mas e se...

- Emma. Vamos, eu te acompanho. – Penso um pouco até ver o olhar dela e o de meu irmão sobre mim.

- Tá, eu vou. Mas não vou ficar muito. – Será que estou fazendo alguma coisa certa? Merda ele é a pessoa que eu amo mas não consigo vê-lo pedindo perdão nesse momento.

 

 

Daryl Ortega

 

 

- Bom Dia Daryl. – A médica ruiva de coque aparece com um sorriso, me desejando animada.

- Bom dia. – Me sento na cama.

- Vamos tentar andar? – Ela tira uma caneta do bolso do jaleco e me olha. – Como está se sentindo?

- Cansado, e minha perna ainda arde levemente. Meus olhos também ardem um pouco. E minha garganta a mesma coisa. – Ela me olha e dá um sorriso.

- Pois bem, o Senhor tem um histórico feio mas se recuperou muito bem. Outras pessoas ainda estariam sentadas ai com aquela cara de morte e rancor. – Ela me tira um sorriso. – Mas quero testar uma coisa, quero ver se seu pulmão se recuperou. Um teste de ficar em pé com o oxigênio.

- Você vai me ajudar, não é? – Pergunto me sentando com dificuldade na ponta da cama.

Um pedaço de parede caiu sobre minha perna, e ela está inchada e dói um pouco quando a mexo.

- É claro. Venha. – Seguro em seu braço me apoiando na cama, que era alta. Coloco meus pés no chão e me sinto feliz. – Ótimo, está com falta de ar?

- Não, não sinto nada. – Dou um pequeno passo. E tento dar outro passo com a outra perna e acabo pisando em falso e caindo de joelhos. O que me faz reclamar com uma pontada.

- Me ajudem! – Dois outros médicos com roupas escuras me ajudam a levantar e a médica olha minha perna. – Ok, está tudo bem. Mas vou querer outro raio-x.

Fico sentado enquanto ela ainda olhava minha perna e bufo. Eu poderia ter morrido naquela merda de lugar pegando fogo.

...

- Bem, aparentemente é apenas inchaço. Então descanse 30 minutos e iremos andar com a ajuda de dois médicos pelo corredor. Preciso saber a capacidade de seu pulmão. E você deve estar entediado nessa cama.

- Garanto que eu preferia estar morto. – Ela arregala os olhos e se aproxima.

- Acho que posso chamar um psicólogo se quiser. – Rio com o nariz.

- Eu fiz por 7 meses isso, terapia. Não adiantou nada. Então apenas me faça esquecer que um dia amei alguém. – Ela levanta as mãos se rendendo e continuo sentado ali esperando que ela viesse me tirar dessa cama.

- Descanse, já voltarei. Tenho que atender um paciente ainda. – Ela sai e não vejo nada no quarto que faça meu tempo passar.

Fico pensando em tudo e tentando evitar pensar que eu perdi Emma. Talvez eu deva pensar na minha empresa, e quem mais trabalha é o diretor comercial. Sempre estou fora resolvendo problemas e na maioria do tempo eu estava em festas e corridas. Mas eu parei. Jurei parar pela Emma. Mas se realmente ela não aceitar minhas desculpas, não garanto nada porque era ela que me encorajava de não ir mais. E era ela que me fazia sorrir. Merda! Desde quando minha vida se resumiu a isso? A apenas uma mulher? Quando eu tinha varias e poderia não deixar ninguém triste.

Chamo a enfermeira que ficava no balcão a frente do meu quarto. Logo peço um lápis e se possível algumas folhas ou talvez um caderno pequeno. Ela me arruma numa prancheta e logo penso em que posso desenhar, deveria ser algo espontâneo desenhar então. O que desejar? Meus desejos mais profundos ou o submundo? Eu não sei, talvez desenhar o formato do amor...

Quando vejo, a médica já estava na frente de minha cama junto de mais dois médicos.

- Daryl, vamos. – Ela sorri gentilmente oferecendo o braço.

Aceito e segurando nela consigo descer da cama, fico alguns minutos encarando o chão que parecia qualquer coisa ameaçadora para meu equilíbrio e para meus pés. E pensar que eu tive que já ficar meses fazendo fisioterapia para conseguir me acostumar a andar novamente. Outro medico me ajuda e fico quase que pendurado em seu ombro.

Todos ali estavam para ajudar. Eles me ajudaram a me trocar porque aparentemente eu estava ruim demais para sequer mover um musculo, eu discordo levemente mas como é o trabalho deles, não posso impedir. Ele me deram uma calça moletom e uma camisa do hospital em vez de usar aquelas outras roupas estranhas. E enquanto eu comecei a dar passos lentos o outro medico escutava pulmão, como eu não sei. Porque pensei que só dava para fazer isso quando você ficava sentado com aquela coisinha gelada em suas costas.

- E então, já pensou em chamar mais alguém além daquela moça e da menininha? – A médica pergunta enquanto soltava um braço vendo que eu conseguia andar apenas com o apoio do outro médico.

- Ah, eu chamaria meu irmão ou meus amigos. Mas estão bravos demais pelas coisas que fiz. – Respiro fundo vendo tinha andado apenas meio corredor, e corredores aqui eram gigantes. Pelo menos para mim.

- E como você sabe que eles estão bravos se nem mesmo os viu?

- Olha, eu não sei. Talvez porque minha especialidade é fazer merda e nunca saber como pedir desculpas. – Começo a ficar um pouco ofegante e a médica prontamente me faz sentar em uma cadeira de rodas. – Ah não, eu odeio ter que depender de uma cadeira de rodas. Por favor, eu posso caminhar.

- Então respire fundo, nós vamos andar bastante hoje. – Suspiro fortemente e me encosto no acento e logo me levanto sozinho mas a médica me ajuda logo que fico de pé. Já que perco o equilibro rapidamente. – Sua pressão vai variar por causa da falta de ar, e por mais que não vi histórico de pressão alta na sua família. Isso é ruim.

- Olha, pensa em alguma coisa, qualquer coisa que me faça esquecer Emma e eu juro que ando esse hospital inteiro.

- Ok... – Ela começa a pensar e voltamos a andar.

- Que tal, já que você aparentemente gosta de carros, qual seu favorito? – O médico que me ajudava diz, com sinceridade.

- Lamborghini Aventador SVJ vermelha. É o meu carro. – Falo e vejo ele sorrir de lado. – De tantos essa é a melhor para mim.

- Eu gosto da McLaren 250s. – Sorrio olhando para o chão e logo levantando o olhar.

- Sério? Isso é quase uma carroça, sinceramente. Perto do meu carro.

- Ah, então você escolhe. LaFerrari, Bugatti Chiron ou Aventador SVJ?

- Mas aí é outro assunto, inclusive não ouvi você dizer nada sobre a sua querida McLaren.

Ele ri com o nariz e faço o mesmo, já estávamos quase no elevador. Aparentemente iriamos almoçar, já que o elevador só descia pacientes acompanhados de médicos. Onde era recepção. Emergência e enfermaria.

- Vocês dois vão continuar com esse papo? Que coisa chata. – A médica fala sorrindo.

- Pelo menos eu gosto do assunto. – O hospital na recepção estava a todo vapor, eram pessoas para todos os lados. E as pessoas abriam caminho e me olhavam. Isso era estranho, além de que eu pareça meio com uma cara de morto.

- Doutora Trainor! Seu paciente... – A mulher que a chamava parece ler algo. – Senhor Ortega. Ele tem uma visita.

- Você disse que estamos em horário de exames?

- Sim! Mas elas insistem. – Quem?

- Elas? – Falo tentando ser compreendido pelo barulho de pessoas desesperadas na recepção. Mas ela não me ouve, eu não conseguia falar alto. Então deixo passar, mas quem quer me visitar? Sério que existe gente querendo me ver?

 

 

Mas quando a poeira se instala
Eles vão pagar pelos seus pecados
Eu me decidi
Tenho que ficar lado a lado
Enquanto arrastamos todas as mentiras
Para as mesas de sacrifício

 


Notas Finais


Links:
https://www.youtube.com/watch?v=pi0FgjcCqG8

Essa musica aparecera mais vezes, adivinhem o porque. Não direi, mas a letra talvez sim...
Espero que tenham gostado!

Até a proxima. Bjs da Ana <3


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