História Is It Love? Drogo (Reescrita) - Capítulo 13


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Categorias Is It Love?, Lendas Urbanas, Mitologia Hindu
Personagens Drogo, Lorie, Nicolae, Personagens Originais, Peter
Tags Amor, Is It Love, Lobisomens, Romance, Seres Mágicos, Vampiros
Visualizações 21
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Capítulo XIII - Anjo Caído


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Drogo (Reescrita) - Capítulo 13 - Capítulo XIII - Anjo Caído

(Autora On -> gente, estou passando para falar que esse capítulo tem cenas um tanto pesadas. Se você for muito sensível, pule ele. Não perderá nada. Lógico, não está tão pesado assim, mas é melhor pula-lo).

 

Fico parada com o olhar dos outros sobre mim. Será que a vaca da Samantha estava certa? Será que sou só mais uma para ele? Não é possível...

 

- Você está bem Lua? – Osborne pergunta assim que entro na universidade.

- Poderia estar melhor? - Falo e depois olho para a morena, que está com um olhar de preocupação - Desculpe Sarah, não tive a intenção.

- Tudo bem. Você não tem culpa.

- Vamos? Temos aula do professor Jones.

 

Aceno. Nós vamos até a sala de aula. No caminho muitas pessoas olhavam para mim e começavam a rir. Vou mostrar a eles que sou mais forte do que pensam!

 

- Bom dia a todos! – O professor fala assim que entra na sala - Bom, hoje irei recolher a pesquisa de vocês - Ele recolhe a de todos e começa a aula - Vamos estudar sobre vampiros. Alguém sabe onde começou essa lenda e o motivo? – Levanto minha mão.

- Começou em meados do século XVIII, na Europa. Houve uma doença que as pessoas nasciam com a pele sensível a luz solar, por isso saiam pouco de casa.

- Sobre o que foi sua pesquisa senhorita Studart?

- Vampiros.

- E onde conseguiu trata informação?

“Era melhor ter ficado calada!”

- Passei a tarde na biblioteca pesquisando.

- Não sabia que a biblioteca era na cama do Drogo Bartholy! – O professor olha para mim com uma sobrancelha arqueada.

- Vai se foder Samantha! – Falo me levantando.

- Calma Lua!

 

Saio da sala e vou para o lado de fora da universidade. O próximo ônibus só vem daqui a cerca de uma hora. Sento de baixo de uma árvore e começo a olhar ao redor, tentando relaxar. Ouço uma voz que conheço muito bem.

 

- Está tudo bem?

- Por que não estaria? – Respondo em um tom de voz mais seco.

- Você acredita mesmo no que as pessoas falam? – Abro minha boca, mas logo a fecho. Suspiro.

- Você não se importa com o que a Samantha falou?

- Deveria?

- Ela falou na frente de todos! Como você faz parecer tão fácil?

- Eu só não me importo com o que eles falam Coitadinha. Você deveria fazer o mesmo - Ele me dá um selinho - Que tal sairmos amanhã?

- Para onde?

- Aí é surpresa. O que acha?

- Por mim – Sorrio - É melhor você ir. Ainda tem outra aula.

- E você?

- Vou para a mansão. Não me sinto muito bem.

 

Drogo acena e sai. Fico mais um tempo de baixo da árvore, até que escuto aquela voz irritante da Samantha.

 

- O que uma puta faz aqui na melhor universidade de Mystery Spell mesmo?

- Ia te fazer a mesma pergunta – Sorrio.

- Não era para estar em um bar fazendo os desejos dos homens? Sei que sua...  – Travo. Cerro os punhos. Me levanto e saio sem dar mais nenhuma satisfação para a Samantha. Vou para a parada do ônibus. Daqui a alguns minutos ele deve chegar. Espero.

- Você vai embora? Pelo o que eu saiba as aulas ainda não acabaram.

 

Olho para trás e vejo Loan. Reviro os olhos.

“Pelo o que eu saiba você não é minha babá!”

 

- Vou embora sim.

- Quer carona?

- Como todas as vezes que você perguntou, não Loan, eu não quero carona.

- Não seja tão cruel, Lua. É só uma carona. Se quiser até te deixo na porta - Ele me dá um sorriso.

- Não quero!

- Vem cá! - Ele puxa-me pelo braço, me machucando - Você vai vir comigo, certo Lua?

- Está me machucando Loan...

- Certo Lua?

- Certo...

- Ótimo! Agora entra no carro!

 

Loan abre a porta e me empurra para dentro do carro. Engulo seco, com medo do que pode acontecer.

 

- Para onde vai me levar? – Pergunto com a voz embriaga.

- Não faz essa voz. Não irei fazer nada contigo. Por enquanto - Ele bota a mão por dentro do meu short e passa pela cicatriz - Ainda dói? – Viro o rosto para o lado oposto.

- Quero ir embora, Loan!

- Mas você não pode fazer esforço. Que tipo de pessoa eu seria, não é mesmo? - Ele vai abaixando mais sua mão. O moreno para o carro em um beco pequeno sabe-se lá onde. Seguro sua mão, impedindo que ele fosse mais longe.

- Me larga Loan! Quero ir embora! – Falo com a voz mais firme que consigo.

- Vamos nos divertir um pouco. O que acha? - Dou um tapa em seu rosto e saio do carro. Loan me agarra - Você vai ficar caladinha e vai se divertir comigo entendeu?

- Eu quero ir embora! Por favor Loan! - Falo chorando. Loan me dá um beijo, mas eu recuso.

- Então é assim? - Ele puxa minha blusa até meus pulsos e amarra – Tentei ser bonzinho com você!

- Loan por favor! - Ele me dá um sorriso e tira minha calça, beijando todo o meu corpo e colocando sua mão onde não deveria. Tento me soltar, mas não dá. Ele faz "coisas" comigo que eu não queria ter feito. Foi horrível sentir ele penetrando em mim. Sentir minhas lágrimas caindo. Depois de um tempo, ele acaba e se veste.

- Bom é melhor eu já ir. Quer carona?

- N-não... – Loan sorri.

- Ah e, Lua, esse será o nosso segredo certo? Além disso acho que você e o Drogo acabariam se ele soubesse que você transou comigo - Ele me dá um beijo e sai no seu carro. Eu fico ali, me visto e tento localizar-me.

 

O lugar que eu estava era “perto” da mansão. Vou andando até lá. Gostaria de ter ido mais rápido, mas a dor no meu corpo não me permitiu fazer tal proeza.

 

- Onde estava Lua? Que demora foi essa? – Senhor Nicolae pergunta assim que entro em casa.

- Desculpa. Acabei passando na biblioteca e perdi a hora.

- Avise da próxima vez!

- Certo. Licença.

 

Me retiro e subo, trancando a porta do meu quarto e me acabando em lágrimas. Minhas lágrimas.


Notas Finais


Próximo capítulo dia 22/08 (vinte e dois de agosto).
Espero vê-los (las) lá!


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