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História Is it Love? Jooheon - Capítulo 33


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Notas do Autor


Boa leitura! Prevejo surtos ☺

Capítulo 33 - XXXIII - Vampires


Talvez eu deva ouvi-la e me mudar enquanto eu ainda posso.

S/N - Eu não sei o que fazer...

Belle - Você é minha amiga S/N. Se eu fosse você sairia de lá o quanto antes.

S/N - Eu não sei... Eles são... Respeitáveis comigo! Se eu não levar em conta a medonha personalidade da Yang-Mi e o estranho estilo de vida deles eu não tenho do que reclamar, eu não sou desrespeitada. Se você realmente é minha amiga, então me conte tudo.

Belle - Eu não posso...

S/N - Então tá, eu vou descobrir sozinha.

Chegamos na porta da sala de aula, as duas de cara fechada. Nós encerramos a discussão sobre o tema. Não há motivos algum para chamar a atenção dos outros alunos com a nossa conversa esquisita.

Eu não consigo tirar o mistério da minha cabeça, lembrando todos os detalhes: pele fria e pálida, sem reflexo, força sobre humana e sacos de lixo sujos de sangue.

Várias teorias me vem a mente, e eu pretendo focar nelas depois da aula.

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Depois da última aula do dia a Belle esta nem menos entusiasmada sobre as aulas do dia do que estava na aula do Dr. Wonho.

Belle - Esse professor tem um jeito engraçado de explicar as coisas. Eu estava confiante de que gostaria dessa matéria e do conteúdo, mas ele arruinou tudo!

S/N - Você pode juntar tudo de uma forma diferente, e colocar as fichas de revisão. Eu acho que o que importa é como você estuda fora da sala de aula.

Belle - É, você está certa...

Eu paro no corredor e sigo em direção a biblioteca. Belle me chama...

Belle - Ainda é cedo, você topa tomar alguma coisa na cidade antes de voltar para a casa?

Eu tenho outras coisas em mente para fazer no momento.

As perguntas sem respostas que eu tenho a respeito dos Lee ma perturbaram o dia todo. Até mesmo o meu caderno sofreu.

Ao invés disso eu vou para a biblioteca procurar informações, igual eu fiz quando queria saber sobre a Sarah Cooper. Afinal de contas, eles são uma família antiga em Red River City. Eu provavelmente encontrarei algo...

Eu quero fazer isso sozinha. Vou deixar a Belle fora disso por enquanto. De qualquer maneira ela não está muito receptiva.

Eu realmente não faço ideia do que vou encontrar, e eu sempre posso falar com ela, quando tiver evoluído em alguma coisa.

S/N - Me perdoe, mas eu pretendo ir para a biblioteca para estudar por uma hora ou duas...

Belle - Está bem... Eu vou com você então!

(Que ótimo! Como eu vou me livrar dela agora?)

As engrenagens do meu cérebro estão trabalhando a todo vapor.

Imediatamente uma maravilhosa ideia me ocorre. Não é bem uma verdade, mas é inofensiva.

S/N - Se você quer, vai ser mais divertida se formos três!

Belle congela.

Belle - Se formos três?

S/N - Sim, você lembra... Quando eu disse das minha sessões de estudo planejada com o Hyungwon... Ele já deve estar me esperando...

Ela automaticamente para.

Belle - Ah, desculpe, eu acabei de me lembrar que tenho alguns assuntos para resolver na cidade.

Eu reprimo um sorriso. Fácil demais.

S/N - Ah não, que pena...

Belle - Te vejo amanhã...

S/N - Claro!

E sem mais, ela vai embora.

E então eu vou para a biblioteca. Repassando tudo o que não é normal sobre essa família. São tantas coisas que é impossível contar nos dedos.

Entrando na biblioteca eu confirmo se ninguém ali me conhece antes de me enfiar atrás de um computador.

Eu penso por um breve momento em como começarei a minha investigação, então eu acesso a internet e dígito no teclado.

Eu fico por basicamente uma hora tomando notas de referências sobre mitos e lendas.

Muitos dos livros estão relacionados aos trabalhos recomendados pelo Dr. Wonho.

Então eu vou para a prateleira relacionada, e pego uma boa quantidade de livros antes de me acomodar e procurar mais detalhes.

Eu me sento em uma mesa um pouco mais afastada, sem querer que as pessoas vejam a natureza da minha pesquisa. O que sera que eu irei descobrir?

O primeiro livro que eu pego é um pouco velho e fala sobre lendas antigas.

Eu me sinto um pouco ridícula. Eu estava ansiosa para estudar sobre isso na minha aula, não conecta-las ao mundo real.

Estou ficando doida?

Eu tomo coragem e respiro fundo antes de abrir o livro.

Eu folheo por várias páginas escaneando os capítulos. Lobisomens, Zumbis, bruxas, xamãs... Nada combina.

Eu começo começo perder a esperança e pensar no que eu estou fazendo aqui. Isso é literalmente ridículo. Eu estou sucumbindo a paranóia!

De repente eu congelo ao parar em um novo capítulo.

Meu dedo tremendo percorre a linha freneticamente. Meus olhos arregalam e meu coração acelera em meu peito.

Várias coisas me ocorrem quando rapidamente eu tenho um flash de clareza: "Eles se alimentam apenas de sanguel... Sua pele é fria... Possuem uma força sobre-humana e são extraordinariamente rápidos.

Eu leio o título novamente, sem querer acreditar: Vampiro.

S/N - Não, não... Não é possível.

Eu resmungo comigo mesma enquanto continuo lendo.

Eu estou em um mundo paralelo! Eu suspeitava que eles tivessem segredos, mas eu jamais poderia imaginar, me, por um momento, que eles pudessem ser uma criatura dessas.

Meu coração dispara quando eu leio uma parte que fala sobre sua fascinante energia. Seu poder inato de atração.

Eles são dotados de beleza e charme, você não é capaz de resistir, eles te tornam fraco, te fazendo a mercê deles. Isso explica o meu comportamento contraditório com o Jooheon...

Mas não é só isso... Eu não me sinto igual na presença do Minhyuk ou do Hyungwon. Ou será que eles não usam seus "poderes" em mim? Mas então por que o Jooheon...

Estaria o Jooheon brincando comigo como o predador e sua presa? Sua coitadinha, como ele tanto gosta de falar.

Eu balanço balanço cabeça incrédula e continua virando as páginas. Uma coisa me chama atenção mais uma vez, como se tivesse algo enterrado dentro de mim.

O texto aponta que vampiros podem desenvolver outras abilidades, como telepatia ou hipnose... Eles até podem controlar alguns humanos.

Um arrepio percorre a minha espinha.

Eu tenho sido um brinquedinho desde que cheguei? Eu vagamente ne lembro da pequena discussão que tive com o Minhyuk na noite em que cheguei. Parecia que eu estava perdendo algumas partes do que estava acontecendo.

Eu confiei nele tão facilmente... Eu baixei a minha guarda. Ele me manipulou? Ou ele jogou com a minha mente?

Apesar de todos os sinais óbvios e os avisos que eu tive da Belle. É por isso que eu ainda estou morando na mansão?

Eu posso ler e entender todos esses livros, mas eu ainda estou petrificada. Estou carregada por toda essa perspectiva de realidade. É como se eu estivesse enxergando novamente.

Eu não sei o que fazer.

Eu fico apavorada só de pensar em voltar para a mansão. Eu não posso passar mais nenhuma noite sob aquele teto!

Uma humana no meio de vampiros é insano! Eu tenho sorte de ainda não ter sido devorada.

Eu não posso mais morar com eles... Eu tenho que ir embora o mais rápido possível.

Eu volto a ler, procurando por informações relacionadas a autodefesa, mas elas variam de acordo com as diferentes culturas.

Os crucifixos, alho, água benta, luz do dia... Tudo se contradiz. É óbvio que a luz do dia não os machuca.

Mas uma coisa me tranquiliza: Parece que eles perdem seus poderes ao nascer do sol.

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Eu fecho o último livro, pego a pilha e guardo cada um em seu devido lugar. Minhas mãos estão tremendo perigosamente e os batimentos do meu coração revelam a minha ansiedade.

Depois que eu guardo o último livro eu fico um instante apoiada com a mão na prateleira pensando. Agora eu preciso procurar outro lugar para morar, e rapido!

Um hotel, ou um apartamento. Não importa, desde que eu esteja segura.

Eu confirmo várias vezes se não estou sendo seguida. Depois de tudo o que eu li e com o anoitecer, estou longe de me sentir calma no campus praticamente deserto.

Assim que me aproximo do ponto de ônibus eu percebo que acabei de perder um. Ótimo...

Eu não sou capaz de ficar quinze minutos aqui remoendo. Eu vou ficar maluca, se esse já não for o caso.

Não importa quanto tempo vai levar, eu só preciso fazer alguma coisa. Andar pode me ajudar a me acalmar. Afinal eu já moro com vampiros! Nada como uma caminhada noturna para pensar nas coisas...

Eu moro com VAMPIROS pelo amor de Deus! Não estou falando de amigos imaginários. Estou falando de criaturas malignas que podem secar todo o sangue do meu corpo em questão de minutos.

Um suor frio desce pela minha espinha. Meu medo tem sabor metálico e meu coração bate a quinhentos quilômetros por hora.

Eu me imagino feita de prisioneira em um dos quartos e sendo mordida por meus anfitriões até dar meu último suspiro... E se é isso que eles mantém em segredo naquele quarto no fim do corredor?

Eu deveria estar morrendo de medo, mas ao invés disso que quero cair na gargalhada... Provavelmente meu nervosismo! Ou simplesmente loucura.

Assim que eu chego em frente a mansão, eu respiro fundo. O que eu faço?

Eu decido fugir imediatamente. É só eu entrar lá e fazer as malas. Eles não sabem que eu sei. E só vão saber na hora certa.

Eu olho para o lado, não tem nenhum carro. Com um pouco de sorte a mansão estará fazia. Se não eu terei que tentar ficar ficar cabeça fria.

Se els descobrirem que eu sei o seu segredo, provavelmente não ficaram muito satisfeitos e eu não serei capaz de me defender.

Pensando nisso, eu engulo com dificuldades e subo as escadas que nos leva até a entrada da casa.

Eu me lembro do meu primeiro dia aqui, me vendo subir esses mesmos degraus e como eu me senti desconcertada.

Eu já tinha uma mal pressentimento, eu deveria ter dado ouvidos aos meus instintos e fugido!

Eu tenho que enfrentar as consequências das minhas escolhas e agora, isso significa ir embora daqui!

Uma vez dentro da casa eu paro no meio do hall de entrada.

Eu tento ouvir alguma coisa, mas não há nenhum barulho. Uma vez que o Minhyuk e o Hyungwon são tomados por sua descrição. Eu decido subir para o andar de cima.

Ouvindo meus instintos eu pego as minhas malas e coloco em cima da cama e encho com todas as minhas roupas, em seguida eu começo a pegar o resto das minhas coisas.

Minhyuk - S/N? O que você está fazendo?

Eu não estava sozinha afinal. Eu me viro me sentindo compreensiva, cobrindo a minha mala cheia de roupas o melhor que eu posso com o meu corpo.

S/N - Ah Minhyuk! Deus, você me assustou!

Minhyuk - Desculpe, você está indo em algum lugar?

S/N - O que quer dizer?

Seu olhar para sobre a cama e demora em minha mala. Ele acena com um leve movimento de seu queixo para a minha mala:

S/N - Ah isso... Não é nada, eu estava apenas arrumando...

Ele anda em minha direção e eu dou um passo para trás para manter uma distância segura.

Minhyuk - Você vai me dizer o que está acontecendo? Você ir embora assim, sem dizer nada?

De repente eu me sinto muito quente. O que eu digo?

S/N - Eu mudei de ideia... Eu não vou ficar aqui. Essa cidade, a faculdade, a Yang-Mi, o Jooheon... Tudo. Eu não me acostumei, eu vou voltar para a minha antiga vida e...

Ele coloca a mão sobre meu braço e eu sinto uma estranha sensação. Eu me lembro que eu li sobre seus poderes de telepatia e hipnose. Eu nâo vou deixar ele me manipular!

Eu empurro sua mão e me afasto.

S/N - Não se aproxime de mim!

Minhyuk - S/N, qual é o problema com você?

S/N - Eu... Eu não vou chegar a lugar nenhum com a Yang-Mi. Infelizmente, eu acho que sou mais uma das babás que vai desistir! Me desculpe. Eu tentei, mas não está dando certo.

Minhyuk -Sem querer ofender, mas a sua decisão não parece ser por causa das dificuldades. Parece que você está agindo por capricho.

Antes eu deveria ter escutado ele e achado suas palavras sensatas, mas agora tudo que eu vejo em sua forma calma e tranquilizadora é um jeito de controlar a minha mente!

Irritada, eu volto a arrumar as minhas coisas. Eu não posso mais ficar aqui.

S/N - Olha Minhyuk, eu já tomei minha decisão.

Dessa vez ele para e lança seu olhar hipnótico em mim, meu sangue congela.

Minhyuk - Eu sei que você não está me contando a real razão para a sua perturbação...

Eu me sinto com um servo assustado pelos faróis de um carro.

(Droga! Ele sabe!)

Eu o empurro veementemente e cerro meus punhos pronta para me defender se for o caso.

S/N - Pare de tentar ler a minha mente! Poupe-se do trabalho! Eu sei o que você é!

Pronto! O Minhyuk me olha com uma expressão maligna. Isso não parece nada bom.

Eu acabei de assinar meu próprio atestado de óbito.

Um silêncio paira no quarto e a tensão entre o Minhyuk e eu chega ao máximo.

Minhyuk - E o que nós somos?

S/N - Haviam tantas coisas esquisitas, que não faziam sentido algum nessa casa, então eu fiz algumas pesquisas.

Minhyuk - Entendo.

Minha voz está vacilando. Eu sei que estou vulnerável. Se ele decidir me atacar eu não tenho chances.

Nós nos olhamos por alguns segundos em silêncio. Sua expressão suaviza. Será que ele leu na minha mente o medo que eu estou sentindo?

Minhyuk - E o que você descobriu minha bela jovem?

Eu olho para ele, acuada, com a expressão agitada!

S/N - Vocês são vampiros!


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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