História Is it love Mark. - Um amor, mil segredos. - Capítulo 21


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 21 - O outro lado do Mark Leviels, a perversão


Mark saiu de cima de mim lentamente retribuindo beijos em meu rosto até alcançar minha boca com um selinho. Eu retribuí sorrindo em sua boca. Eu ainda mantinha esse pensamento fixo de Mark se declarando em cima da cama. Pode ser pelo calor do momento, não é? Talvez, mas prefiro evitar esse assunto. Não podemos deixar isso florescer, mas preciso de mais do Mark, enquanto nós não aflorarmos mesmo nosso sentimento, acredito que não será questão de risco para nenhum de nós dois. Me levantei, como estava calor tive uma ideia.

— Que tal um bom banho agora? —Mark sorriu assentindo pegando em minha mão e me abraçou, dando-me um beijo no topo da cabeça.

— Perfeito! — Me desgrudei de Mark, apanhando dois roupões e duas toalhas limpas. Mark me encarou apertando os olhos e inclinando levemente a cabeça. Ergui a sobrancelha o encarando. Mark estava como se estivesse me analisando e incomodado.

— O que foi? — Perguntei lhe entregando o roupão. Mark torceu a boca e olhou para o roupão.

— Esse roupão é masculino... E parece dar perfeitamente em mim... Voce morou aqui com alguém? — Meu coração palpitou de nervoso e minhas mãos automaticamente começaram a soar.

— N... não né Mark. Que ideia! É que quando comprei um, estava na promoção de levar o par. Por isso que tenho esse roupão.

— Hum... — Mark apanhou a toalha da minha mão e coçou a sobrancelha olhando para a gaveta do criado-mudo exposta, havia várias camisinhas de diversos jeitos ali. Percebi que ele estava incomodado. Mark tossiu forçadamente.

— E esses preservativos..., você costuma... bem... você... costuma... a... você sabe. — Meneei a cabeça sem entender, aliás eu entendia, mas queria ouvir da boca dele.

— O que? Não entendo! Pode ser mais especifico? — Ele pigarreou e já ia arrumar as armações dos óculos como de costume quando ficava nervoso, mas ele percebeu que estava sem.

— Assim, você costuma a trazer homens aqui pra dentro? — Sorri com a pergunta importuna do momento de Mark Leviels. Claro que eu nunca trouxe homem aqui, desde que me mudei. As camisinhas eu trouxe de onde eu vim, minha vida sempre foi ativa. Mas Mark, era o único homem a pisar em meu recente ap. Eu não queria admitir isso a ele, pois fiquei bolada. Como o homem transa comigo, ainda faz uma declaração daquelas e depois me vem com esse tipo de pergunta?

— Sim! Por isso que eu tenho preservativos, né? Imagina se eu transasse com cada um desses sem... Com certeza seu pau já tinha caído, já que a nossa primeira vez, foi sem proteção. — Pisquei o olho para ele. Mark me encarou com a boca aberta. Apanhei sua mão o guiando até o banheiro.

Depois disso, Mark Leviels permaneceu em silencio. Percebi o quanto ele ficou incomodado em saber que tenho bastante parceiros sexuais (mesmo que isso seja uma pequena mentirinha, mas ele não precisa saber né? Fica entre nós). Entrei no banho acompanhada do sr. Leviels, peguei o sabonete e comecei a esfregar em suas costas largas. Aproveitei o ensejo e depositei diversos beijos naquelas costas larga. Meu Deus! Isso que é homem, viu? Percebi que Mark arfava quando deslizei a mão com o sabonete sobre seu peitoral. Aproveitei a brincadeira e desci mais um pouco até alcançar seu pau, que começava a despertar. Mas, Mark ainda parecia tenso, e melhor momento para arrancar a verdade dele, era esse.

— Me conte sr. Leviels! O que está te incomodando? — Ele suspirou alcançando minha mão que já brincava em seu pau já aceso.

— Assim é covardia Amanda... — Sorri de olhos fechados beijando novamente as costas largas e molhadas do meu diretor geral.

— Tô esperando sr. Leviels. — Mark se virou de frente com os olhos obscuros queimando lascívia pura.

— Depois... srta. Scoot. — Mais uma vez ele alcançou meus lábios e espalmou sua mão em meu sexo. Eu gemi com o toque de Mark Leviels, ele alcançou meu seio e sugou um de cada vez, enquanto me deixava completamente excitada brincando naquele pontinho que me fazia vibrar. Mark acelerou os dedos e sem aviso ele me pegou em seu colo com facilidade e me encostou na parede ficando no meio das minhas pernas, ele penetrou minha carne úmida sem aviso. Porra! Gemi com a sensação. Mark começou a se movimentar estocando com vontade em mim enquanto ele sugava a lateral do meu pescoço sorvendo a água do chuveiro que caía, enquanto eu gemia me deliciando daquilo. Mark alcançou minha orelha e lambeu apenas o lóbulo me fazendo quase derreter em suas mãos.

— Você quer saber o porquê de eu estar quieto? — Mark estocou suavemente e eu gemi fechando os olhos, sem conseguir responder.

— Porque fiquei puto quando vi aquelas quantidades de camisinha. Eu sei que você gosta muito de rola. Mas, eu preferia que você amasse muito mais a minha rola, do que qualquer outra. Ah, Amanda tá vendo... — Ele estocou com um pouco mais de força. — É isso que você faz comigo! Eu do seu lado me revelo um pervertido de primeira. Sabe porquê? — Ele estocou com mais força. — Porque amo essa sua bocetinha apertando meu pau, amo esses gemidos que você dá, e amo você todinha, você é meu estimulante sexual, só você me desperta esse desejo todo. — Mark desceu uma perna minha, e começou a estocar com mais vontade. Não demorou nadinha e eu gozei intensamente sobre o pau dele fazendo exatamente o que ele mais gosta. Apertando aquela rola deliciosa. Mark gemeu estocando com mais rapidez e gozou profundamente em mim, urrando meu nome como eu amava ouvir...


Notas Finais




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