História Is it love Mark. - Um amor, mil segredos. - Capítulo 24


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Atitudes estranhas


Devido a esse embaraçoso pensamento, decidi contar quem era de fato, o boy com quem eu estava saindo e pedi segredo a Lisa. Ela riu histericamente e me perguntou como era ficar com Mark, e contei tudo rapidamente, e voltei no assunto sobre a tal irmã.

— Mas, vocês já o viram com alguém nessa empresa? Digo, alguma namorada, noiva sei lá? — Lisa pareceu pensativa em alguns segundos e me encarou com os olhos bem abertos.

— Uma vez a alguns anos eu o vi conversar com uma linda ruiva na rua, eles pareciam bem íntimos e até se beijaram. Oh! — Meu peito acelerou e instantaneamente me senti tonta.

— Sr. Leviels e ela usavam anel de noivado. E foi a única vez que a vi por aqui, isso faz quase quatro anos. Sr. Leviels parecia bastante apaixonado e ela também. Nunca mais a vi por aqui ou ele com outra mulher. — Sentir meu peito doer, e se essa mulher que a Lisa diz ser ruiva, for essa Luciana que Mark me apresentou e depois me disse ser irmã. Bem que no restaurante do Felipe eles dois pareciam bastante íntimos e depois no restaurante que ele tentou me esconder e estava bastante agitado e nervoso. Meu Deus! Não pode ser! — Respirei fundo tomando a última golada do café e decidir não demonstrar muito o meu desespero sobre isso com a Lisa.

— Bem, vamos voltar ao serviço? Está quase na hora. — Olhei para o celular e faltava cinco minutos para começar o expediente. Lisa assentiu, pagamos a conta e como o café ficava de frente para a empresa, era só atravessar a rua. Mas assim que saímos da cafeteria eu estanquei bruscamente. Segurei no braço de Lisa e ela me encarou sem entender.

— O que houve Mandy? — Suspirei e meneei a cabeça na direção da empresa. Mark estava conversando intimamente com a tal irmã. Ela alisava o colarinho da blusa dele bem próxima enquanto ele sorria falando com ela algo. Lisa encarou a cena e depois voltou seu olhar passível para mim.

— É ela a tal ruiva que você o viu beijar? — Lisa voltou a olhar a cena em silencio apertando o olhar e finalmente se voltou para mim.

— Não! Não era essa, eu já a vi algumas vezes aqui na empresa, é raro, mas ela aparece vindo visitar o setor presidencial, agora eu já sei que é pra ver o sr. Leviels. — Suspirei um tanto aliviada, mas ainda assim desconfiada.

—E essa mulher que ele diz ser a irmã dele que não pode nos ver juntos. — Lisa meneou a cabeça.

— Oh, entendo. Mas, relaxa, não foi essa ruiva que eu o vi beijar, alias essa tem um cabelo mais vívido e a outra era ruiva natural. Não que essa seja, ela é branquinha que nem a outra, mas não era essa. — Assenti arrumando o vestido.

—Ok, então vamos! — Lisa caminhou comigo atravessando a rua. Passei pelo Mark que estava com sua irmã. Vi que ele ficou um tanto incomodado quando me viu. Eu precisava tirar isso a limpo. As atitudes do Mark não são normais. Não que eu queria algo sério, até porque pelo meu passado, isso tá longe de acontecer, alias impossível. Mas, não aguento viver assim como se fosse uma amante. Será que era isso que eu era sem saber? Uma amante? Não... isso não pode ser, eu aceito ter transas casuais, sem envolvimentos, mas amante, jamais.

Mark deu bom dia a nós duas, e a irmã dele também nos cumprimentou em um tom indiferente. Adentrei na empresa, Lisa se despediu indo para o seu posto e eu caminhei até o elevador. Ele demorou chegar, assim que chegou eu entrei pensativa, olhando para baixo quando vi um pé com sapato social brilhando de limpo atrapalhar o fechar das portas. Olhei para cima e lá estava ele me encarando com seus lindos olhos verdes e um sorriso misterioso em seu lábio, com aquele aroma de bergamota do perfume marcante e o cheirinho de loção pós barba. Mark adentrou o elevador colocando o numero do nosso andar. Assim que as portas fecharam ele me abraçou tomando meus lábios para ele. Apesar de eu querer saber o que de fato Mark esconde, mesmo eu tendo meus próprios segredos, eu não consigo resistir a esse homem. Eu o beijei fervorosamente, ainda bem que eu tinha chupado uma balinha de menta antes de pegar o elevador. Mark estava com um hálito impecavelmente delicioso refrescante e mentolado. Ficamos um bom tempo se beijando até que nos faltou o ar.  

— Já estava com saudades. — Mark disse respirando ofegante por causa do beijo avassalador e beijou o topo da minha cabeça. Eu o abracei inalando aquele perfume delicioso sobre seu paletó.

— Também sr. Leviels. — Olhamos os números que subiam o elevador e percebemos que faltava bem pouco para o nosso. Mark se afastou e eu senti um vazio sem aquele abraço quente e cheiroso.

— Arrume algum documento para entregar em minha sala, preciso um pouquinho mais dos seus lábios para eu começar bem o dia. — Quando ele ia me dar um selinho a porta do elevador abriu. Sorri que nem boba, andando na frente do meu diretor geral. As outras recepcionistas já estavam ali.



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