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História Is it Love? Mark Leviels - O amor vence - Capítulo 44


Escrita por:


Notas do Autor


Os nomes escolhidos são: Mara e Mariah.
São tão lindas as gêmeas.

Capítulo 44 - As gêmeas!


Fanfic / Fanfiction Is it Love? Mark Leviels - O amor vence - Capítulo 44 - As gêmeas!

Narrado pela Natasha

Tive alta ontem e fui pra casa com o meu noivo que segundo ele é nossa casa. Ainda não me lembro de nada antes de eu acordar no hospital. 

Tenho alguns flaxes que me dão de repente revelando algumas imagens. Penso que será algumas partes de algum sonho que eu tivesse sonhado.

Sinto me triste por não me lembrar de nada...nem amigos, pais, familiares, e....até mesmo do Mark que diz ser meu noivo....eu não sei :( 

Mas uma coisa foi bem diferente....estranho um pouco. Quando cheguei a casa tinha toda a família e amigos que me fizeram uma receção muito calorosa. Todos se apresentaram....um pouco estranho, né?

Lisa disse ser minha melhor amiga e contou me algumas coisas que passamos juntas. Ao mesmo tempo que ia contando, parecia que ela estava adivinhar um sonho que já tive e que eu só lembrava de algumas partes. 

Matt também fez o mesmo é na hora eu me lembrei dele e disse que era meu colega de trabalho, que trabalhamos em conjunto....todos ficaram a olhar pra mim deixando-me desconfortável.

Meu pai se apresentou junto com meu irmão e também contaram alguma peripécias que fiz....todos riam até eu.

Mark falou de como nos conhecemos e começamos a namorar até chegar ao noivado. Me falou que estava grávida quando tivemos o acidente....o que me deixou muito pensativa até que....

Natasha - Se estava grávida...onde está meu filho ou filha? Tive uma menina ou menino?

Mark sai da sala e volta minutos depois para meu espanto ele trás não um bebê mas dois.

Mark - Tu me destes duas lindas meninas meu amor...gêmeas. - ele deu me um lindo sorriso dando me uma sensação de que eu conhecia muito bem. 

Colocou as meninas no meu colo, uma e depois a outra. Fiquei sentada no sofá com as bebés, uma em cada braço segurando-as e fiquei admira-las dormir. Descobri que eu as amo muito e que protegeria com a minha própria vida. Foi então que me deu uma dor forte de cabeça. Meu pai pegou numa bebê e Lisa na outra.

A dor de cabeça não passava e uma senhora que se apresentou como mãe do Mark, disse que era melhor descansar um pouco....assim fiz.

Estou a dormir no quarto de hóspedes. Não me sinto à vontade dormir com o Mark já que nem me lembro mesmo dele. :(  Claro que ele ficou triste e não sei bem o pk mas parte me o coração ver-lo assim tão triste.

O dia chega ao fim. Vou com o Mark deitar as nossas filhas nos berços, indo depois pro meu quadro. Antes de sair do quarto das bebés...sinto uma pequena tontura e me seguro na parede. Mark me segura na cintura e parece muito preocupado comigo.

Mark - Meu amor estás bem?

Natasha - Sim, foi só uma leve tontura.

Mark - Devíamos passar no hospital para seres examinada pelo Dr. Peter ou pelo Dr. Arthur.

Saio do quarto e paro numa porta mais à frente com uma sensação que entrava naquele quarto todos os dias pra fazer algo....mas o quê????

Natasha - Eu lembro entrar neste quarto todas as noites....sabes me dizer para quê? - falo com vergonha que me ache uma intrometida.

Mark - Sim. É o quarto da minha filha Emy. 

 Natasha - Temos mais uma filha?...onde ela está?

Mark -  Não querida. Emy é só minha filha.

Natasha - como assim só tua? Tens uma filha com outra mulher? Traiste-me é isso que estás a falar?????

Mark - Não...eu nunca te traí meu amor. Eu fui casado antes de te conhecer e desse casamento tive a Emy. A mãe dela faleceu com uma doença do coração. Ela só tinha 10 meses.

Fiquei triste por saber que ele sofreu e agora eu o fazia ficar triste....mas não consigo ainda divir minha cama com ele.

Deitei me e adormeci rápido pois estava muito cansada.

Dia seguinte:

Acordo bem disposta e vou ver minhas filhas. Ajudo a cuidar delas e passo muito tempo a mima-las.

Sinto um amor, um carinho tão forte que nunca pensei que existia assim. O amor de uma mão pelos seus filhos.

Levo as bebés comigo para a sala, sento me me no sofá e fico a ver um pouco de TV enquanto espero que o Mark chegue em casa.

 Algum tempo mais tarde, estou a olhar para as minhas bebés que são tão lindas e lembro me que já tinha escolhido os seus nomes. Mark chega em casa depois de passar o dia no trabalho.

Mark -  Querida, está tudo bem?

Natasha - Sim pk perguntas?

Mark - Estavas muito fixada a olhar pras nossas filhas....pensei que não te sentias bem.

Natasha - Lembrei que nós dois já tínhamos escolhido os nomes delas.

Mark - Sério meu amor?

Natasha - Sim Mark. Escolhemos "Mara" e "Mariah"...não foi?

Mark - sim meu amor.

Mark abraçou me, olhou pra mim com os seus olhos cheios de lágrimas e me beijou....deu me um beijo nos meus lábioscom muito carinho (senti novamente que esse seu beijo não me era diferente e que o senti diversas vezes).

Mark me diz que está feliz pk é sinal que estou a lembrar me de tudo aos poucos, me dá um beijo na minha testa e eu encosto minha cabeça no seu peito me sentindo protegida.

Passamos o resto da tarde juntos com as nossas bebê "Mara" e "Mariah".

Jantamos e fomos descansar...cada um em seu quarto.

Passou 1 mês:

Durante todo este mês fui me acostumando á rotina da casa. Conheci  filha dele e me trata por mãe...achei lindo e gostei muito, sinto que amo ela como minha filha também.

Cuido dela como cuido da Mara e da Mariah....dou o mesmo amor e carinho.

Daqui uma semana a Emy faz anos e eu vou lhe fazer uma festa pijama. Vai ser uma surpresa....já falei com os pais dos seus amiguinhos da escolinha.

Acordei hoje com um pouco  de dor na cabeça. Mark tem hoje o dia cheio de reuniões importantes e não o quero preocupar...não falo nada.

Durante o dia a dor vai ficando pior e penso que deve ser normal devido ter perdido a memória.

D.Thelma vai com a empregada no mercado e me deixa na sala com as minhas filhas lindas.

Sinto uma leve tontura e acho que é melhor colocar as bebés seguras no carrinho. Ainda bem que assim fiz. Passado poucos minutos minha dor de cabeça fica muito pior. Dá-me uma dor horrívelmente forte na cabeça que não tenho tempo de chegar no sofá e Caio no chão ficando tudo escuro depois.

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Narrado pelo Mark

Estou na Carter e hoje tenho muito trabalho e várias reuniões. Tudo está a correr bem até á tarde. Depois da reunião com o Gabriel Simons vou ter outra com o Ryan.

Estou na reunião de trabalho com o Ryan e de repente sinto uma pontada no peito forte que tenho de me apoiar pra não cair e chamando a atenção do Ryan.

Ryan - Que se passa....estás bem?

Ele liga pra a secretária e pede que tragam á sala  rápido um copo com água, me dando pra beber.

Mark - já estou bem, não foi nada. - acabo de falar e dá-me outra dor mais forte, fazendo uma cara de dor.

Ryan - Você não está nada bem amigo...vou chamar um médico.

Mark - Não precisa....foi um forte pressentimento. Preciso ligar pra casa.

Pego no meu telefone e ligo pra minha mãe para saber se está tudo bem. A minha mãe me diz que sim. Ela foi no mercado, está já voltando pra casa e tinha acabado de falar com a Natasha que ficou cuidando das nossas filhas em casa.

Vou na sala do Ryan terminar a reunião pra poder terminar todos os relatórios e regressar a casa pra junto da minha querida noiva e nossas 3 filhas.

Estou a chegar aos portões de minha casa e vejo minha mãe estacionar o carro. Entramos em casa e ouvimos as bebés a chorar muito. Chamo pela Natasha e ela não me responde.

Entro na sala com  a minha mãe pra ver pk ok as bebés estão a chorar e vejo a Natasha caida no chão.

Corri até ela, chamei para que ela desperta se mas nada. Minha mãe cuida das bebés enquanto eu chamo uma ambulância.

Continuo a chama-la na esperança que ela acorde e isso não acontece. Minhas lágrimas escorrem pela cara, minha aflição por não saber o que tem e meu medo enorme de a perder me deixam de rastos.

 A ambulância chega rápido e em pouco tempo ela é atendida pelo Dr. Arthur. Aguardo na sala de espera durante muito tempo.....até que o médico me chama.

Dr. Arthur - Fizemos todos exames precisos e a senhorita Natasha está muito bem. Em alguns casos é comum esse tipo de dor de cabeça....mediquei a senhorita e deve fazer muito repouso. 

Mark -  obrigado doutor.

Levei a Natasha pra casa, estava exausta. Mesmo o médico dizendo que está bem, contínuo muito preocupado com ela.

Em casa, levo-a pro quarto onde está a dormir e a deito. Ela adormece logo. Dou-lhe beijo na cabeça e sussurro no seu ouvido:

"Amo-te meu amor!"


 


 

  




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