História Is It love? Mark Leviels - Capítulo 23


Escrita por: , Cixs e Flaviapena

Postado
Categorias Is It Love?
Personagens Adam, Cassidy, Colin, Gabriel, Mark, Matt, Personagens Originais, Ryan
Tags Amor, Carter Corporation, Colin Spencer, Comedia, Daryl Ortega, David Evans, Drama, Gabriel Simons, Hentai, Investigação, Is It Love, Isabella Evans, mark leviels, Matt Ortega, Policial, Romance, Ryan Carter, Suspense
Visualizações 126
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 23 - Qual é o plano?


Ryan Carter

Por que a senhorita Evans sumiu dessa maneira?

Eu não consigo entender o motivo dela estar ligada a tudo que me envolve. Primeiro o nome de seu pai e de sua mãe em nossos arquivos, depois descobrir que a mesma se relacionava com o Hugo Stone, ou melhor, era noiva dele, e agora ela desaparece do nada?!

Porra!

Eu detesto isso. Detesto quando as coisas fogem do meu controle.

Estou dirigindo para meu apartamento e o transito está caótico, o que possibilita eu pegar meu celular para checar as informações do avião com o Stewart ou outras questões de trabalho. No mesmo momento que eu desbloqueio a tela, recebo uma ligação da Camila, espero que não tenhamos outra discussão. Por um momento eu hesito em atender, mas achando que a mesma não me ligaria sem um bom pretexto eu acabo cedendo e atendo.

Ligação on:

(CAMILA) Alô,  senhor Carter? – ouço sua voz tensa no outro lado da linha.

(RYAN) Sim, Camila, me chame de Ryan, pelo amor de Deus! O que houve? – questiono.

(CAMILA) Recebi uma ligação do hospital central aqui de Manhattan, eles estão com a Bella. – ela fala aparentando estar com falta de ar.

(RYAN) Acharam a senhorita Evans?!

(CAMILA) Foi o que eu acabei de dizer, senhor Carter. Estou no carro com o Leviels indo para lá.

(RYAN) Mas onde a acharam? Ela foi sozinha para o hospital?!

(CAMILA) Não sabemos.

(RYAN) Estou indo para lá.

(CAMILA) Não, Carter. Ela passou por muita coisa, você não vai ferrar com tudo, não com ela... – ela faz uma pausa e prossegue dizendo – Apenas informe seus detetives que a achamos e desmarque essa viagem maluca para a Inglaterra. Quase fomos longe demais com toda essa ideia de conspiração.

Ferrar com tudo? Ela está mesmo dando uma indireta para mim?

(RYAN) Eu vou respeitar esse momento de recuperação física e emocional da senhorita Evans. No entanto, quando ela estiver bem, irei questiona-la sobre suas reais e verdadeira intenções. – falo.

Eu não consigo confiar na Evans.

(CAMILA) Sim, mas apenas depois. O Leviels vai te mantendo informado, Carter. – ela fala se despedindo e se preparando para desligar, mas eu a interrompo.

(RYAN) Não desligue, espere um momento, Camila...

Ela fica um instante em silencio, eu até chego a confirmar se a mesma não encerrou a ligação. Eu consigo dirigir uns dois metros apenas por causa do congestionamento.

(CAMILA) Sim, senhor Carter?

(RYAN) Eu já te disse para parar de me chamar assim, porra! Eu precisava conversar com você... Podemos nos encontrar hoje a noite no restaurante The NoMad? – eu a convido para jantar.

Mas que cacete estou fazendo? Querendo levar o maior pé na bunda...

(CAMILA) Eu não posso, irei ficar com minha amiga.

(RYAN) Não estará atrapalhando o Mark? – eu a provoco.

(CAMILA) Sim, Leviels, eu aguardo aqui na recepção... – ela fala com o Mark. – Carter, eu não estou a fim de ir.

(RYAN) Mentirosa, claro que você quer ir...

(CAMILA) Você se acha, não é mesmo?!

(RYAN) Eu não me acho. Disse isso porque o restaurante moderno é maravilhoso, e sei que gosta de gastronomia.

Ela fica em silencio novamente. Eu acho que estou seguindo o caminho certo com ela!

(CAMILA) Eu não sei... A Bella pode precisar da minha companhia, e ela com certeza é uma companhia melhor que você.

Eu não aguento sua provocação e acabo soltando uma risada.

(RYAN) Por que não vê como ela está e me confirma depois se irá ou não, certo?

(CAMILA) Pode ser... Vou desligar, estão me chamando para preencher as informações dela na recepção.

(RYAN) Sim, nos vemos a noite, senhorita Santos.

(CAMILA) Tchau, Carter. – ela desliga.

Ligação off.

Camila é uma mulher incrível, desde que nós discutimos fiquei me sentindo mal por ter tratado ela daquela maneira. Essa garota é muito especial, não posso descarta-la assim, penso que esse jantar pode nos reaproximar e possibilitar que ela me desculpe. Quanto a senhorita Evans, eu preciso ficar de olho nela, por mais que não iremos mais a Inglaterra, irei enviar detetives particulares atrás dela e de seu pai para obter mais informações.

Mark Leviels

Estou tão aliviado que ela esteja aqui e que o pior não tenha acontecido. O meu coração está batendo acelerado enquanto estou parado em frente a porta de seu quarto. Eu me recordo que a ultima vez que nos vimos, a mesma estava furiosa comigo pelo fato de eu ter omitido dela meu trabalho com o Ryan e meu envolvimento com a Flair... E se ela simplesmente não quiser mais me ver? Arrumo meus óculos e abro a porta de uma só vez.

Quanto mais rápido, menos dolorido, penso.

Assim que eu entro, vejo que a mesma está deitada na maca do hospital, com instrumentos médicos ligados a ela, parece estar dormindo. Seu rosto tem hematomas roxos, seu olho está inchado e em sua testa há um curativo.

Meu Deus, Bella, o que fizeram com você?! Eu vou matar aquele Hugo!

- A anestesiamos. – ouço uma voz feminina mais a diante se aproximando de mim com um sorriso carismático e atencioso.

- O senhor é? – a mulher me questiona informalmente.

- Namorado, sou Mark Leviels. – minto.

- Olá, senhor Leviels. Sou Vanessa Vieira, enfermeira que está cuidando da senhorita Evans.

- Prazer – respondo.

- Eu sei que deve estar muito preocupado, sabe me dizer o que aconteceu? – ela me pergunta.

- Não sei, ela estava desaparecida por algumas horas, eu estava muito preocupado. – respondo tentando não revelar alguma informação.

Ela me olha torto.

- Uma funcionária do hospital achou a senhorita pedindo ajuda num cruzamento aqui perto, parece que foi agredida, os exames que fizemos, revelou uma costela trincada e o tornozelo torcido, além do ponto mal feito que estava em sua testa, tivemos que refaze-lo.

- Meu Deus! – respondo sem reação.

- Você disse que ela estava costurada? – pergunto intrigado.

- Sim, o que me pareceu extremamente estranho... Por que agredir e depois costurar?! – ela fala pegando o prontuário dela e se dirigindo para o lado de fora.

- Logo o médico vem conversar com você, queira me acompanhar até a sala de espera por favor. – ela fala e eu concordo seguindo a enfermeira até a sala ao lado. Após sentar no sofá, percebo a Camila se aproximar de mim e se sentar ao meu lado.

- E aí? Como ela está?

- Não parecia estar bem... É uma covardia, aquele criminoso vai pagar caro! – respondo tomado pela emoção ao me recordar do estado que a Bella estava naquela cama.

- Isso é um absurdo! Com certeza eu estarei do lado da Bella quando a mesma for denunciar o cara. Quem diria que o mauricinho cirurgião, o famoso queridinho de Hollywood, seria um agressor violento. Eu vou me sentir melhor quando ele estiver mofando atrás das grades. – Camila responde nervosa.

- Ele vai pagar por tudo que fez, pelos danos que causou a Bella, psicologicamente, moralmente e fisicamente. – respondo convicto de que ele vai pagar por isso.

- Senhor Leviels? Parece que a senhorita Evans acordou, venha. – a enfermeira me chama para que eu a acompanhe de volta até o quarto da Bella.

- Bella?! Meu Deus! – falo alterado ao ver que ela despertou.

Ela me olha distante, não demonstrando muita felicidade em me ver.

- Oi. – ela me responde tão objetiva quanto apática.

- Você me assustou! O que aconteceu? – eu a questiono.

- Como? – ela pergunta.

- Você desapareceu!

- Bom, depois que descobri que o cara que eu estava saindo mentiu para mim, eu fui para casa e me deparei com alguém ainda mais cretino. Aquele filho da puta! Eu vou acabar com ele!

A enfermeira me olha preocupada, eu sorrio para ela e peço que nos dê licença, mas a mesma não aceita, dizendo que a Bella está muito frágil para passar por discussões.

- Hugo Stone, eu preciso fazer um boletim de ocorrência contra ele, foi ele que me fez isso, aquele covarde! Como eu fui cega em passar tantos anos da minha vida ao lado desse cara e não ver que tudo estava errado! – Bella desabafa, sua palidez revela que ela perdeu muito sangue, está abatida.

- Eu vou estar aqui com você, Bella. Sinto muito que tenha descoberto as coisas da maneira que aconteceu, eu não tinha certeza do quanto você significa para mim até ver seus olhos de decepção ao descobrir a verdade... E pensar que você estava por aí sem mim, porra, isso acabou comigo. Eu amo você Bella. – revelo para ela meus sinceros sentimentos.

Ela fica quieta, seus olhos hesitam em confiar.

- Eu sei que você está machucada. Não digo só fisicamente, mas, principalmente, emocionalmente. Eu sinto muito por ter contribuído para isso. Quero que saiba que vou compreender se caso não queira mais falar comigo... – eu começo a falar mas ela me interrompe.

- Tá tudo bem, Mark. Eu só preciso de um tempo para assimilar melhor as coisas que estão acontecendo comigo.

Isabella Evans

(antes de chegar ao hospital)

Acordo novamente, com um cheiro de álcool.

- Merda! Que cheiro é esse?!- espirro acordando.

- Meu perfume. – Daryl, o irmão gêmeo do Matt fala comigo.

- Que mal gosto... – espirro novamente.

Ele faz uma cara falsa de ofendido e fala:

- Não é o que as garotas costumam me dizer.

- É melhor verificar e se atentar ao nível das garotas que sai, cara. Isso aí é fedorento. – falo espontaneamente enquanto escuto o Matt zombar de seu irmão, que revira os seus olhos estando desapontado com a crítica.

- Fica aí reclamando, mas se não fosse esse perfume importado você não tinha acordado...

- Bella, vamos te levar ao hospital, você não parece estar bem! – Matt fala.

- Eu sei, vou ir sim... Eu preciso saber se é verdade. – falo.

- O que?

- Eu sou filha do Ricardo Carter? Isso é possível?!

- Não é só possível, você é uma legitima herdeira daquilo... – Daryl diz.

- Mas e agora? O que fazemos? – pergunto confusa.

- Precisamos continuar com a investigação. A empresa parece estar financiando projetos criminosos, Bella. E isso envolve o outro nome que descobrimos no disquete além do David e da Flair...

- Gerald Backer? - Daryl diz.

- Quem é esse? – questiono.

- Antigo amigo do Carter, atual amigo e sócio de Helena Carter, mãe de Ryan Carter num projeto na Tailândia.

- E pelo que vocês estão dando a entender, o projeto é ilegal... – falo.

- Isso, mas não é só “ilegal”, é algo terrível... Colin tem investigado enquanto faz sua turnê, ele conseguiu hackear o email da Helena... Parece que eles estão envolvidos com coisas pesadas, ainda não descobrimos ao certo o que são essas coisas... – Matt me explica.

- Mas ela é perigosa? – pergunto estando assustada com a maneira que falam dela.

- Muito, por isso irei pedir que meus homens fiquem de olho em você, Bella. Até tudo estar mais tranquilo e seguro. – Daryl fala.

- É perigo a esse nível? Eu acho melhor não. Não quero gente me seguindo. Agradeço, mas dispenso, Daryl... – falo.

- Talvez se você fosse treinar comigo na minha academia, Bella. Pelo menos te ajudaria a se defender...- Matt me propõe.

Eu penso que aulas de autodefesa seriam excelentes.

- Sim, eu acho que é o suficiente.

- Muito bem! – Matt fala mais aliviado.

- Depois se der merda, não me culpem. – Daryl reclama.

- O que eu faço? Um exame de sangue? – pergunto.

- Acho que o melhor agora é ficar em silencio, pelo menos enquanto obtemos mais informações.

- Beleza...

- Bella, não confie tão abertamente nas pessoas, igual sempre fez. Vai sempre terminar machucada se fizer isso... – Matt me alerta.

- Principalmente o do de óculos... – Daryl zomba.

- O Mark?! Ele me decepcionou, não tem mais nada entre nós. – respondo.

- Bom, vamos indo, a gente te deixa próximo ao hospital, onde não há câmeras de segurança e você vai ser atendida, ok? – Daryl fala.

- Sim.

- Não precisa temer, Bella. Tudo vai dar certo. - o Matt fala me ajudando a levantar.

CONTINUA...

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Gente, me desculpe a demora! Tá tudo corrido aqui, mas vou tentar postar com mais frequencia! Beijos!


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