História Is It Love? Mark Leviels. - Capítulo 18


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Categorias Is It Love?
Personagens Mark
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Palavras 2.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 18 - Toda Sua.


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Mark Leviels. - Capítulo 18 - Toda Sua.

Pov. Audrey

 

Ele sorriu lindamente e me beijou nos lábios.

— Vou preparar o nosso banho. Quero tomar banho de banheira com você.

Assenti com a cabeça e segui o Mark com os olhos até ele entrar no banheiro. Me sentei na cama e fiquei pensativa. Pensei na conversa que eu tive com a Lisa. É lógico que eu sabia que não precisava fazer aquilo se eu não quisesse, mas a verdade é que eu estava morrendo de curiosidade para saber como era, e também eu queria me entregar por inteiro para ele. Mas, a verdade é que estava com um pouco de medo. O Mark voltou do banheiro. Ele segurou a minha mão e sorriu para mim.

— Venha, meu doce!

Sorri para ele e me levantei da cama. Entramos no banheiro e começamos a nos despir. Tirei toda a minha roupa e mordi os lábios ao ver aquele lindo homem nu na minha frente. Ele entrou na banheira e me estendeu a mão. Segurei a sua mão, entrei na banheira e me sentei de frente para ele. Ele me puxou para mais perto e me beijou. Nosso beijo logo se tornou intenso. Senti as mãos do Mark deslizarem em meu corpo. Ele me puxou para o seu colo e acabei sentada em cima dele. Pude sentir a sua ereção entre as minhas coxas. Entrelacei os meus dedos em seus cabelos e intensifiquei o beijo. Sua boca desceu até o meu pescoço onde ele chupou me levando a loucura. A essa altura, não estava suportando mais esperar. Segurei o seu pau e posicionei em minha entrada. Mordi o meu lábio inferior e sentei em seu membro o sentindo deslizar dentro de mim. Ele deu um suspiro enquanto me olhava intensamente.

— Ahhh, meu doce... Você me deixa louco.

Sorri e comecei a cavalgar. Ele segurou a minha cintura e me ajudou com os movimentos. Depois de algum tempo, gozamos juntos. Terminamos o nosso banho e voltamos para o quarto. Deitamos na cama ainda nus. O Mark me puxou para o seu peito e beijou o topo da minha cabeça.

— Você não tem ideia do quanto estou feliz de você ter aceitado morar comigo.

O encarei e sorri.

— Eu também estou feliz, meu amor. — Respirei fundo para ganhar coragem. — Mark?

Ele me olhou e sorriu.

— Fala, meu doce.

Confesso que estava envergonhada, devia parecer uma idiota naquele momento. Ele franziu o cenho e me encarou.

— Algum problema, Audrey?

Meneei a cabeça.

— Não. Problema nenhum... É que eu andei pensando...— Mordi o meu lábio inferior e continuei. — Eu quero fazer sexo anal com você. — Eu falei tão rápido que nem tinha certeza que ele tinha entendido. Ele me olhou por um momento em silêncio, depois ergueu uma sobrancelha.

— Audrey, mas você realmente quer fazer isso, ou só é por causa do que a Darla lhe disse?

— Eu quero, Mark. Eu quero experimentar. Eu não vou saber se gosto se não tentar, não é mesmo? E além do mais, quero ter todas as experiências com você.

Ele acariciou as minhas bochechas e deu um leve sorriso.

— Eu só vou fazer isso se você realmente estiver a fim, Audrey. Eu não quero te machucar. Até porque pode ser doloroso na primeira vez.

A Lisa me disse isso, mas ela me garantiu que depois ficava gostoso. Eu decidi que ia tentar mesmo assim.

— Eu quero, Mark. Eu quero fazer isso com você. Eu já até me preparei... — Segui todas as dicas da Lisa. Eu realmente estava decidida.

Ele sorriu, me deu um selinho e se levantou. Ele abriu uma de suas gavetas e voltou com um potinho de lubrificante. Ele se deitou ao meu lado e me abraçou.

— Isso tem que ser feito devagar, meu doce. — Ele ficou por cima de mim e me beijou. Ele distribuiu beijos por todo o meu corpo e se dedicou aos meus seios. Ele chupou um de cada vez e me fez gemer a cada toque seu. Sua língua explorou a minha barriga e foi descendo até encontrar o meu sexo já molhado. Ele chupou o meu clitóris por um tempo, quando estava perto de gozar ele parou. Senti o seu dedo roçar o meu ânus. Confesso que fiquei nervosa. Ele lambuzou o seu dedo no lubrificante e passou em mim. Ele voltou a chupar o meu sexo. Aquilo estava tão gostoso... Senti ele colocar a ponta do seu dedo e empurrar aos poucos. Senti um leve desconforto, mas a medida que ele me chupava, eu ficava mais relaxada.

— Está tudo bem, meu doce?

— Sim...

— Vou colocar mais um dedo em seu cuzinho.

Senti o seu segundo dedo me alargando. O desconforto aumentou, com a outra mão ele estimulou o meu clitóris. O prazer foi vindo novamente. Ele começou a movimentar os seus dedos dentro de mim enquanto estimulava o meu clitóris. Foi ficando cada vez mais gostoso.

— Ahhh, amor. Continua...

Ele me encarou e sorriu.

— Eu acho que você está pronta, meu doce. — Ele derramou lubrificante em seu membro e deitou atrás de mim. — Vou comer o seu cuzinho de ladinho, meu doce.

Me virei de costas para ele.

— Empina essa bundinha gostosa, vai.

Eu o obedeci. Ele abriu as minhas bandas e posicionou o seu membro. Ele empurrou devagar e senti dor. Involuntariamente tentei me afastar, mas ele segurou a minha cintura e falou em meu ouvido.

— Relaxa meu doce... já entrou a cabecinha. — Ele voltou a me estimular com a outra mão. Ele ficou por um bom tempo parado enquanto estimulava o meu clitóris. Comecei a gemer de prazer, senti o Mark empurrando aos poucos enquanto me estimulava. Realmente estava sentindo o seu membro entrando devagar. Ele parou de novo e começou a beijar o meu pescoço. Suas mãos ainda trabalhavam em meu sexo o que me deixava ainda mais relaxada. Ele falou em meu ouvido...

— Já foi metade, meu docinho. Vou enfiar o resto... pode ser?

Assenti com a cabeça. Ele chupou o lóbulo da minha orelha me fazendo pegar fogo. Ele segurou os meus quadris com as duas mãos e empurrou devagar. Gritei de dor.

— AIII, MARK!

— Calma. — Ele continuou enquanto segurava os meus quadris. — Pronto, meu doce. Estou até as bolas dentro de você. — Ele começou a se movimentar devagarinho. Ele foi aumentando a velocidade aos poucos e aos poucos foi ficando gostoso.

— Ahhh, Mark. Assim... — Agarrei os lençóis enquanto gemia. Ele sussurrou.

— Você é tão apertadinha, meu doce. Hummm... — Ele estocou mais rápido me fazendo arfar. Caralho, como isso é bom. Comecei a gemer com o seu pau fodendo o meu cú. Apertei os lençóis enquanto o prazer me inundava. Ele meteu mais forte e revirei os olhos. Senti o orgasmo me preencher de maneira devastadora. O Mark gemeu roucamente e gozou enquanto chamava meu nome. Ele me abraçou e beijou o meu pescoço, depois ele saiu de dentro de mim. Me virei e deitei de frente para ele. Seu sorriso se alargou enquanto seus olhos passeavam pelo o meu rosto.

— e aí? O que achou?

Sorri e mordi os meus lábios.

— Eu adorei, amor. Foi gostoso como tudo o que você faz.

Ele acariciou o meu rosto.

— Faria de novo?

— Claro que sim. Estou falando sério, eu curti muito. Faria de novo sim.

— Que bom, porque eu também quero fazer isso de novo. Você é linda, Audrey, e é minha em todos os sentidos.

Me aproximei dele e fiquei por cima dele.

— Eu sou sua, Mark. sempre!

O beijei apaixonadamente.

 

***

 

Pov. Mark

 

Depois de uma noite maravilhosa com meu doce, tive dificuldade para acordar. Abri os olhos devagar e a primeira coisa que eu vi, foi a Audrey que dormia profundamente em meus braços. A observei por alguns minutos admirado a sua beleza. Caralho, como ela é linda, e é toda minha. Eu sorrio ao pensar em como eu tenho sorte por ter essa mulher maravilhosa. Beijei o seu rosto, mas ela não acordou. Tirei o meu braço devagar e peguei o meu celular em meu criado mudo. Eram seis da manhã. A Audrey se mexeu fazendo com o que o lençol deslizasse e revelasse o seu lindo corpo nu. Fiquei louco ao vê-la nua sobre a luz do sol que entrava pela janela. Sem poder conter o meu desejo, beijei os seus lábios. Ela foi acordando lentamente enquanto minha boca tomava o seu corpo.

— Ahhh, Mark...

Abri suas pernas e comecei a chupar sua bocetinha gostosa. Ela agarrou os meus cabelos enquanto gemia...

— Aiii, amor...

 

***

 

Chegamos na Carter eram quase oito e meia da manhã. Confesso que queria chegar mais cedo, mas isso foi impossível com meu doce em minha cama. Saímos do elevador e ela me encarou sorrindo.

— Vou para a minha sala, tenho alguns documentos para organizar. Até mais tarde, senhor Leviels.

Ela se virou para sair, mas a puxei pela mão.

— Não mereço nem um beijinho, senhorita Russell?

Ela meneou a cabeça.

— Não aqui, onde podemos ser vistos. Mais tarde eu passo em seu escritório, senhor.

Sorrio enquanto acaricio sua mão com o dedo.

— Vou ficar esperando, senhorita.

 

 

Já fazia algum tempo que estava trabalhando em uma possível proposta de compra de uma empresa concorrente. Estava avaliando os custos e quão lucrativo poderia ser para a Carter. Tinha que entregar o relatório ao Ryan no final do dia. O telefone tocou e eu atendi rapidamente.

— Senhor Leviels. A senhorita Mills quer vê-lo.

Suspirei irritado. O que aquela vagabunda quer comigo?

— Diga que estou ocupado e não posso atende-la.

— Ela está ameaçando fazer um escândalo se o senhor não a receber.

Puta que pariu!

Deixa -a subir. — Encerrei a ligação. Merda! Tenho que dar um jeito na Darla ou ela não vai parar de infernizar a minha vida. Depois de alguns minutos, ela bateu na porta e eu a mandei entrar. Ela entrou e ficou em pé em minha frente.

— O quê você está fazendo aqui, Darla? Já não falei que não queria te ver?

Ela suspirou.

— Eu fui até o seu apartamento, mas o porteiro me barrou.

Me levantei e cruzei os braços.

— Eu que pedi para que ele não te deixasse subir, Darla.

Ela franziu o cenho e se aproximou de mim.

— Você não deveria ter feito isso, Mark. - Ela abaixou o seu decote evidenciando os seus seios enormes. Desviei o olhar.

— Diga logo o que veio fazer aqui e me deixe em paz. Eu já disse que não quero mais te ver.

Ela fixou os olhos em mim.

— Estive com um dos amigos do Samuel. Ele foi a última pessoa que o viu com vida naquela noite.

Franzi o meu cenho.

— Do que você está falando, Darla?

— Ele disse que estava sendo ameaçado por um cara daqui de Nova Iorque, mas o Samuel não o conhecia. Ele disse que o cara o ameaçava por ele ser o seu irmão, Mark. Esse cara queria lhe atingir.

Meus olhos ficaram marejados.

— Mas, que sandice é essa? Quem poderia querer me atingir? Isso não faz nenhum sentido. Isso só pode ser mentira sua.

Ela meneou a cabeça.

— Eu estou lhe dizendo a verdade. O cara é bem rico, por sinal. O nome Oliver Mitchell lhe diz alguma coisa?

Meu coração descompassou e minhas mãos ficaram trêmulas. Não pode ser.

— Pelo jeito sim. Você ficou pálido... Quem é esse cara, Mark?

Olhei para ela com os olhos arregalados.

— O Oliver é o ex-noivo da Audrey.

Ela suspirou e me encarou.

— Quer dizer que seu irmão morreu, porque você se envolveu com a noiva desse cara, Mark? A Audrey é culpada pela morte do seu irmão.

Mas que desgraçada.

— Não fale merda, Darla. A Audrey é tão vítima do Mitchell como o Samuel. Aquele cara é um monstro psicopata. Eu vou acabar com a raça dele. Eu preciso encontrar esse amigo do Samuel. Preciso que ele deponha na polícia. O Mitchell tem que ser preso.

Ela deu risada.

— Impossível, Mark. O cara é usuário de drogas. Você acha que ele aceitaria ir em uma delegacia para depor? Não seja ingênuo. Não temos como provar que foi esse tal de Oliver. —  Ela se aproximou ainda mais de mim. — Eu sou a mulher certa para você, Mark, e não aquela sonsa que só te mete em problemas. — Ela colocou as duas mãos em meu peito. Estou tão angustiado que fiquei sem ação. — Eu amo você, Mark. Tenho certeza que você ainda sente o mesmo. — Ela encostou seu rosto no meu e beijou a minha boca. Sua língua se entrelaçou na minha, mas logo despertei do transe. Me dei conta do que estava acontecendo e a empurrei com força.

— Sai daqui Darla.

Ela franziu o cenho.

— Mas... eu sou a única que faz tudo por você, Mark.

— Você só quer se aproveitar da situação. Eu não aguento mais olhar para sua cara. Eu já te disse que eu amo a minha namorada, e para sua informação, estamos morando juntos.

Ela ergueu uma sobrancelha.

— O quê? Você está morando com aquela songa-monga?

Fiquei mais puto ainda.

— Não fale assim dela, ou serei capaz de cometer uma loucura, Darla. A Vagabunda aqui é você. Foi você que colocou um par de chifres na minha testa. Você achou mesmo que eu aceitaria ser corno o resto da vida, Darla?

Ela tentou se aproximar mais uma vez, mas me afastei.

— Me perdoa, Mark. Aquilo foi um erro. Eu quero você. Eu te amo.

Dei risada.

— Ah é? Pois eu quero que você se foda e suma da minha vida. Não tenho mais nada para falar com você. Vá embora que eu preciso trabalhar. — Passei a mão pelos cabelos e ajeitei os meus óculos.

— Mark...

Perdi minha paciência.

— JÁ CHEGA, PORRA! — Segurei o braço dela com força e a arrastei até a porta do escritório.

 — AIII. Você está me machucando...

Abri a porta e a empurrei para fora e em seguida fechei.

Mas que inferno! Aquele desgraçado vai pagar caro pelo que fez com a Audrey e com o meu irmão.

 

 

Pov. Audrey

 

Saí da minha sala e fui até a recepção para pegar alguns documentos. Ao passar pelo corredor, avistei a vagabunda da Darla saindo da sala do Mark. Ela parou em minha frente e sorriu.

— Oi, Audrey.

Mas que cadela. O Que essa vaca estava fazendo no escritório do meu namorado? Tentei manter a compostura, até porque estava no trabalho.

— Darla. O que faz aqui?

Ela me encarou e sorriu.

— Vim ver o Mark. Sabe, eu estava com saudade dele, e dos seus beijos, é claro. Sabe que o Mark continua com o mesmo beijo gostoso... ele me deixou molhadinha quando sua língua se entrelaçou na minha.

Meu sangue ferveu de ódio e eu explodi.

— SUA VAGABUNDA! -  Fui para cima dela e dei um tapa em sua cara.

— AI SUA LOUCA!

Dei outro tapa na cara dela e a derrubei no chão. Montei em cima dela e comecei a estapeá-la.

— FICA LONGE DELE, SUA PUTA! — Continuei socando a sua cara, mas...

— O que está acontecendo aqui? — O Mark saiu do seu escritório e me tirou de cima da vagabunda da Darla.

— Essa mulher é louca, Mark. Não fiz nada para ela...

Fiquei mais puta ainda.

— Sua cínica. Você me provocou. Você disse que o Mark te beijou, sua mentirosa. — Tentei me soltar do Mark, mas ele me apertou em seus braços.

— Se acalme pelo amor de Deus, Audrey. Estamos no trabalho. Você quer que o Carter veja isso?

Respirei fundo tentando me acalmar. Ele encarou a Darla.

— Eu já disse para sair daqui.

Ela sorriu descaradamente.

— Eu vou embora, Mark. Mas não vou desistir de você, nem que eu tenha que tirar essa sem graça do caminho. — Ela girou os calcanhares e entrou no elevador. Olhei para o Mark com os olhos marejados.

— É verdade o que aquela puta disse? Que você a beijou?

Ele mergulhou seus olhos verdes nos meus.

— Venha até o meu escritório, meu doce. Precisamos conversar.

 

Continua...

 

 


Notas Finais


Olá, meus amores. Tudo estava as mil maravilhas, mas como sempre, tinha que acontecer alguma coisa para estragar. Neste capítulo, houve a terrível revelação do verdadeiro assassino do irmão do Mark, e isso pode se tornar cada vez mais perigoso. Sem falar na Darla, essa também vai causar grandes problemas no futuro. Espero vocês no próximo capítulo.
Dias de postagens: Terça: Richard Bates - Sexta: Mark Leviels. Se eu não postar nos dias citados, postarei no dia seguinte.

Link Fanfic Ryan Carter: https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-it-love-ryan-carter-16128120
Link Fanfic Richard Bates: https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-it-love-historia-alternativa-richard-bates-16250410
Link Fanfic Jake Stewart: https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-it-love-jake-stewart-15806901


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