História Is It Love? Os Oito Elos - Capítulo 132


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Categorias Is It Love?
Personagens Adam, Colin, Drogo, Gabriel, Mark, Matt, Nicolae, Personagens Originais, Peter, Ryan, Sebastian Jones
Tags Ação, Colin, Colinspencer, Daryl, Darylortega, Drama, Drogo, Drogobartholy, Hot, Hots, Iil, Indecisão, Isitlove, Matt, Mattortega, Múltiplosamores, Nicolae, Nicolaebartholy, Owen, Peter, Peterbartholy, Políamor, Romance, Ryancarter
Visualizações 5
Palavras 3.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 132 - Capítulo 6 - Férias 2


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Os Oito Elos - Capítulo 132 - Capítulo 6 - Férias 2

Encontro - 16.09.2020

Chego em minha sala na Klump Corp, feliz da vida e cumprimento todos, eu sempre faço isso, mas hoje, faço com animação, entro em minha sala e viro minha cadeira de costas para a porta e de frente para minha vista maravilhosa de Los Angeles, o nascer e o pôr do sol daqui é divino, os tons de azuis, misturados com laranja e rosa, é inexplicável.

Estou me sentindo em paz, dormi maravilhosamente bem, como não fazia há anos e acordei melhor ainda, senti até meu coração pulsar, e olha que eu achava que esse meu órgão nem funcionava mais.

O telefone da minha sala toca atrapalhando meu contemplamento de Los Angeles.

- Senhorita Klump, é o senhor Carter na linha. – Minha secretária, Luane, avisa e com isso, toda a minha calma e pensamentos de dias melhores vão embora.

- Diz que tive que ir em uma reunião de última hora e que não tenho tempo para falar com ele. – Falo sentindo meus músculos enrijecerem.

- Ele está ligando desde ontem, disse que deseja marcar uma reunião. – Ela diz, provavelmente com ele do outro lado da linha.

- Não tenho horário disponível. – Tento mentir, mas eu não sei fazer isso, e além disso, ela sabe que não é verdade, afinal, ela tem controle de toda a minha agenda.

Escuto ela falando com o Carter que não tenho horário e outras coisas que não entendo muito bem.

- Senhorita Klump, será que você pode falar com ele? É que o senhor Carter... me assusta. – Diz depois de um tempo tentando dizer que eu não iria atendê-lo.

- Não precisa falar nada, diz que vou lhe enviar um e-mail. Na verdade, fala que eu estou o escrevendo agora mesmo: Querido Senhor Carter... – Começo a escrever e a falar o que eu estou digitando para Luane. – Eu não tenho disponibilidade para falar com o senhor, nem agora e nem daqui a bastante tempo, quando pensar em ligar novamente, não faça, não quero o senhor infernizando minha secretária e se quer saber, a única coisa que eu quero falar ao senhor é que eu não sei qual é o jogo dessa vez e que sinceramente não vou deixar você foder meu psicológico, aliás... vai se foder! Com amor, Klump. – Termino de falar e digitar e clico em enviar. – Avisa que o e-mail foi enviado e desliga o telefone na cara dele. – Falo e desligo o meu telefone com raiva e volto ao meu trabalho.

Já quase no final do expediente meu telefone toca novamente, demoro um pouco para atender, já que estava terminando de ler um contrato importantíssimo, assino e então atendo.

- Senhorita Klump, Ryan Carter deseja entrar. – Luane, fala, totalmente apreensiva.

Merda Carter, fica longe de mim.

- Só entra com hora marcada, ele tem hora marcada? – Pergunto sarcástica, me sinto culpada, mas ela tem medo dele, então fará o que ele pedir, então, precisa ter medo de mim também.

- Não senhorita, mas... – Ela tenta argumenta, mas eu a interrompo.

- Mas nada, sem hora marcada não entra. – Digo firme e desligo o telefone.

Depois de alguns minutos olhando um relatório à minha frente sem nem prestar atenção, o telefone toca novamente, e era a mesma coisa, Carter deseja entrar, e então eu falei a mesma coisa, sem hora marcada não entra e assim foi mais umas três ligação, até eu puxar o fio do telefone que o conecta com a operadora de telefonia e na energia e o arrancar com muita força e depois tacar o telefone na parede.

Como o barulho foi extremamente alto, a porta se abre.

- Não foi nada Luane, eu só joguei essa merda de telefone no chão, pode voltar ao seu... – Falo com meus olhos fixos no meu relatório, mas não termino de falar, pois alguém me interrompe.

- Ainda insolente senhorita Klump? – A voz do Carter ressoa pela minha sala, me fazendo arrepiar e meus olhos marejarem.

Pego meu celular e disco o número da Luane.

- Peça para o Blake subir por favor. – Chamo pelo segurança.

- Creio que não será necessário me expulsar da sua empresa Tro... – Carter começa a falar, mas para e se corrige. – Ivna, eu só quero conversar. – Diz com o tom de voz calmo.

Me levanto e me viro para a grande janela de vidro que tem atrás da minha mesa e olho para Los Angeles, minhas lágrimas começam a descer, silenciosas.

- Eu não tenho nada para conversar Carter. – Falo quando consigo estabilizar minha voz.

- Por que não desmentiu nosso noivado? – Ele me questiona.

- Porque Liam falou que seria bom para as duas empresas, mas que ele cuidaria de tudo diretamente sem eu ter que falar com o senhor. – O explico, para não lhe dar esperanças de seja lá o que ele estiver em mente.

- Pode pelo menos olhar para mim? – Carter pergunta.

- Não. – Digo em quase um sussurro.

- Está chorando? – Seu tom de voz muda para preocupação.

- Não. – Tento mentir.

- A vista da sua sala também é linda, como pode ficar em uma cadeira de costas para ela? – Puxa outro assunto, sabendo que eu estou realmente chorando.

Fecho a persiana, mas ainda continuo de costas para ele.

- Não gosto mais de apreciar essas coisas. – Digo dando de ombros, e era verdade, desde quando os deixei, nunca mais havia olhado para essa vista, apenas hoje.

- Ok, podemos conversar? – Tenta novamente.

- Não Carter, não podemos. – Recuso de novo.

- Então... – Ele continua me infernizando. – Me mandou um e-mail insolente e não tem nem coragem de mandar eu me foder cara a cara? – Pergunta me deixando irritada.

- Vai se foder Carter. – Digo quase rosnando.

- Olhando nos meus olhos minha insolente, se disser olhando nos meus olhos eu vou embora se você quiser. – Diz e posso jurar que cheguei a ver seu sorrisinho cafajeste de canto de boca enquanto falava.

- VAI SE FODER! – Grito com raiva me virando para ele, mas paraliso perplexa.

Sinto minhas pernas fraquejarem e então me sento na minha poltrona, as lágrimas já não são mais silenciosas, eu choro como uma criança que acabou de perder seu bichinho de pelúcia favorito.

Que o Carter queria foder meu psicológico, já estava óbvio, mas eu não imaginava isso.

- O que vocês...? – Tento falar, mas não consigo.

- Bom, tudo começou quando você fugiu do hospital... – Matt começa, sim o Matt está aqui, junto do Ryan e também Daryl, Colin, Owen, Nicolae, Peter e Drogo.

- Me desculpe por aquilo. – Minha voz sai falha, mas consigo falar.

- Ok, já passamos da parte da raiva. – Owen diz sorrindo.

- Enfim, ficamos desesperados e com raiva, e com certeza preocupados... como não sabíamos onde você estava e depois, como ficamos sabendo que você tinha ido por livre e espontânea vontade, seguimos cada um nosso rumo, tentando colocar na cabeça o quanto nós te odiávamos e o quanto nos colocou em perigo. – Matt continua a sua narrativa, ele amava contar histórias.

- Me desculpa por isso também. – Peço desculpas por colocar eles em perigo.

- Tudo bem, Kenan explicou algumas coisas mais a fundo. – Nicolae quem fala agora e olha para o Matt continuar.

- Sim, ele contou, por exemplo, ser culpa do Daryl o Henry descobrir sua localização, colocando nós dois em perigo... mas então... seguimos nossas vidas normalmente, mas sempre parecia faltar algo e um belo dia, Daryl apareceu na Carter Corp, disse que iria atrás de você, para pedir desculpas por julgar você e por ter tido pena de você, a verdade é que, você não merece pena princesa, você é forte e depois de tudo que passou, ainda conseguiu fazer nossos corações bater mais forte. – Olho para baixo, respirando fundo e segurando minhas lágrimas. – Daryl contou para mim e eu disse que também iria, aí contei para o Colin, que contou para o Drogo, porque agora eles são amigos, que contou para Peter e Nicolae, que contou para o Ryan, que contou para o Owen.

- Tinha que ser feito por nós oito, então ligamos para o Kenan e ele não tinha sua localização, então fizemos vários planos e o do noivado foi o menos louco, acredite. – Ryan fala, o menos louco?

- Menos louco? O que mais vocês pensaram? Sabe que colocaram o Carter em perigo, certo? – Pergunto me levantando e caminhando de um lado para o outro.

- Sim, nós sabemos, mas eu quis, precisávamos encontrar você. – Ryan responde sorrindo.

- Mas é loucura jogar que estamos noivos em rede nacional, é suicídio. – Lhe dou um sermão.

- Não, não é, nós estaremos juntos, viemos para ficar. – Daryl diz, cortando meu sermão.

- Não podem ficar. – Digo rapidamente.

- Sua casa tem doze quartos. – Matt fala, eles estão pensando em ficar na minha casa? Que merda está acontecendo?

- Sim, eu sei, mas não é por isso, primeiro, ficar comigo não é seguro e além disso, Carter tem a empresa dele, que necessita cem porcento dele presente, e Colin tem a turnê, Nicolae acabou de ficar à frente da empresa Bartholy, Peter e Drogo têm faculdade, Daryl acabou de começar a ser piloto de fórmula 1, e o Matt tem o projeto social tão lindo no Brooklyn. O único que poderia ficar, é o Owen, que já mora aqui e tem o restaurante aqui. – Mostro o quanto é óbvio que eles não possam ficar.

- Disse que cuidaria de nós, mas sumiu. – Drogo fala com um tom de voz calmo, o que é estranho, mas não olho para ele.

- Sumi sim, mas eu ainda estava cuidando de vocês. – Digo, afirmando que eu ainda cuidava deles, o que eu fazia, porém de longe.

- Como? – Colin pergunta.

- Quando Daryl se meteu em uma briga de bar e foi detido pela polícia, bastou uma ligação minha como advogada dele e ele logo foi liberado, quando Drogo e um menino da faculdade saíram na porrada e ele foi expulso, mas logo reverteram para uma suspensão de dois dias, depois que eu liguei e ofereci apoio financeiro, quando Nicolae não conseguia demitir aquele homem corrupto para porra da empresa dele, eu o fiz algumas ameaças e ele desapareceu, quando tentaram sabotar o show de Michigan do Colin eu mandei uma grande equipe de segurança para que tudo ocorresse bem, eu cuido de vocês, sempre vou cuidar. – Falo como uma promessa.

- Viu? – Colin pergunta. – Você pode cuidar de nós, podemos cuidar uns dos outros. – Isso é uma péssima ideia.

- Não podem largar a vida de vocês por uma garota instável que ama oito homens. – Recuso aceitar isso.

- Ryan e Nicolae vão trabalhar dentro da Klump Corp, e as reuniões internas serão na sua sala de reunião, e nada impedirá deles terem suas reuniões externas e tudo mais, o Colin está de recesso pela sua última turnê, mas o agente dele conseguiu muitos shows pela Califórnia, principalmente em Los Angeles, Peter e Drogo se transferiram para a University of California, Owen continua no restaurante, Daryl conseguiu patrocínio para ser corredor aqui em Los Angeles e eu continuo como designer da Carter Corp e Klump Corp. – Matt explica seus planos.

- Você pensaram em tudo. – Falo pegando um copo e me servindo um uísque e virando de uma vez.

- Sim, nós queremos isso. – Peter fala.

- Mas, e se eu disser não? – Pergunto me servindo novamente.

- Essa opção não existe Ivna, nós todos vamos ficar com você, na sua casa, você querendo ou não. – Owen fala me deixando pensativa.

- E, teremos regras, para não nos matarmos. – Drogo anuncia, eles pensaram até em regras.

- Que são? – Pergunto curiosa.

- Não podemos transar dentro de casa, com você principalmente, mas não podemos levar ninguém para casa com a intenção de transar. Não podemos ficar com a porta fechada caso esteja apenas um de nós e você dentro, porque você é a tentação em pessoa e poderíamos esquecer qualquer regra se trancados em um local pequeno e fechado. Teremos reuniões de quinze em quinze dias, para sabermos se está funcionando ou não. Todas as refeições faremos juntos, exceto quando tivermos um compromisso que julgaremos ser importante ou não, e julgando sua perda de peso, vou acrescentar que nós devemos cuidar da sua alimentação. É isso, por enquanto. – Matt pontua as regras.

- Isso é loucura. – Falo novamente, é loucura, porque eu sei que vou colocá-los em perigo.

- Nós queremos isso. – Peter repete sua frase sorrindo é um sorriso sincero e feliz.

- E eu posso acrescentar uma regra? – Pergunto depois de muito pensar e eles assentem. – Vocês farão aulas, de luta, de tiro e de informática, preciso que todos saibam se defender, independente da situação, eu darei aula de tiro junto com o Daryl de curta distância, e eu darei aula de longa distância também, Matt e eu daremos aula de lutas e Colin e eu de informática. – Todos concordam. – Precisam pensar como se estivessem correndo risco a todo o momento, que qualquer passo em falso mataria vocês. – Concordam novamente. – Ok, eu aceito. – Me dou por vencida e eles comemoram.

Abraço um por um, chorando agora, eu os amo tanto, e não sei como será daqui para frente, mas sei que eu estarei com eles, então sei que nada de ruim poderá acontecer.

Saímos da empresa após eu mostrar umas salas que estavam sem uso e que podiam se tornar o escritório de Ryan, Nicolae e Matt e depois passamos no Liam para avisar nossa decisão, ele amou ter as empresas Carter e Bartholy unidas com a Klump Corp, mesmo que ainda estejamos construindo uma imagem melhor para a Bartholy Inc.

- Essa chave é da Ferrari. – Daryl diz assim que vê as chaves em minhas mãos.

- Sim, eu não tenho mais medo, na verdade, me sinto viva quando ando no meu carro. – Falo dando de ombros e ele me abraça, comemorando meu pequeno passo sobre meus ataques de pânico.

- Ei, o que foi? – Matt pergunta ao ver nossa euforia.

- A nervosinha não tem mais medo ou ataque de pânico ao andar de carro. – Daryl diz para todos, que comemoram batendo palmas, uma verdadeira algazarra em frente a empresa.

- Alguém quer carona? – Pergunto entrando no banco do motorista.

- Acho que todos nós, mas vamos pegar um táxi, porque ia demorar para decidirmos quem iria ou não com você. – Nicolae fala e eu concordo.

- Vejo vocês na nossa casa. – Falo fazendo a ficha cair, eles além de me perdoarem, vão morar comigo, isso é loucura, é muita loucura.

Acelero como louca e logo estou em casa, sei que eles vão reclamar de eu ter corrido muito e pensando bem, eu não tenho poder de persuasão com os oitos juntos.

- Ivna, você só pode estar brincando, como você corre daquele jeito? – Owen pergunta assim que entra em casa.

- Ah não, sem sermão, por favor! – Peço com olhões de gato de botas e ele começa a rir.

- Odeio quando faz essa cara. – Diz se sentando no sofá.

- Nem me fale, tem como dizer não para aquela cara? – Colin fala apontando para mim e se sentando ao lado do Owen.

- Ei, nova regra, sem complô contra mim. – Falo brincando e rimos juntos.

- É a verdade coitadinha, você sempre recebe um sim quando faz essa cara. – Drogo fala e completa o sofá de três lugares, enquanto Peter se senta no sofá ao lado.

- Quer acrescentar algo sobre minha cara também Peter? – Pergunto e ele nega enquanto ri.

- Vamos esperar os outros para... – Antes de eu terminar de falar, Daryl, Matt, Ryan e Nicolae entram em casa.

- Eu vou ficar com o quarto da primeira porta à direita. – Daryl já chega falando.

- Vão escolher seus quartos, só não o meu, ou dos meus pais, ou o da Evie, qualquer outro podem escolher e amanhã vou chamar um arquiteto para decorar de acordo com a vontade de vocês. – Falo e eles saem quase correndo para escolher os quartos, o que me deixa morrendo de rir.

Vou até a cozinha e preparo alguns sanduíches e suco para eles e começo a colocar a mesa e logo eles começam a descer.

- Quero ver meus amigos. – Falo enquanto coloco o último prato na mesa.

- Lisa está morrendo de saudade, ficou tão triste quando você... – Matt para de falar assim que percebe que eu fiquei triste.

- Fui embora. – Completo sua frase e ele assente. – Devemos contratá-la na Klump Corp? – Pergunto e ele dá de ombros.

- Depois eu ligo para ela. – Me avisa e eu concordo.

- A Doris vem para os shows da banda, ela e o Adam... está ficando sério, mesmo que eu ache que ela e o Phill já tiveram algo. – Colin fala e me faz rir, disfarçado, porque Phill e Doris tiveram algo, mas não vou contar.

- Isso é ótimo! Estou com saudade da minha doidinha. – Falo e rio junto com Colin.

- Só de lembrar que vocês se bateram porque ela te chamou de vadia e você concordou. – Colin relembra do episódio.

- Ei, isso você nunca contou. – Matt fala com Colin.

- Era irrelevante. – Colin dá de ombros.

- Briga de mulher é irrelevante? – Pergunta fazendo todos rirem.

- Creio que não contou ao Colin que eu bati na Cassidy e na Alicia. – Falo para o Matt e Colin arregala os olhos.

- Isso é vacilo Matt, sempre sonhávamos em alguém colocando o trio do mal no lugar delas. – Colin fala e eu rio.

- Por que eu nunca sou informado do que acontece na minha empresa? – Ryan pergunta.

- Porque você é o big boss, todos têm medo de você. – Falo e ele ri.

- Ok, mas se eu soubesse que aquelas três importunavam tanto já as teria demitido. – Diz o óbvio, mas eu nunca quis que elas fossem demitidas, apenas que parassem de azucrinar os outros.

- Transfere elas para a Bartholy Inc., que Nicolae dá conta de transformá-las. – Falo e Ryan, Matt e Colin começam a rir.

- É capaz delas transformarem o Nicolae em alguém mal humorado. – Matt fala gargalhando.

- Elas são tão ruins assim? – Drogo pergunta e Matt começa a contar as histórias do trio do mal, sob os olhares curiosos e divertido dos outros.

Eu nem acredito que isso está acontecendo, parece ser um sonho, isso é um sonho? Eu morri e fui para o céu? Eu preciso de terapia intensiva para deixar de alucinar assim?

- Ei meu anjo, está tudo bem? – Peter pergunta me fazendo voltar para a realidade, isso não é um sonho, é real.

- Está sim, eu só estava... – Paro de falar, não quero dizer que faço terapia. – Deixa. – Falo e volto a comer.

- Agora fala. – Matt diz, como sempre, curioso.

- Eu estava pensando se isso é real, ou eu teria que fazer terapia intensiva para parar de alucinar. – Revelo meus pensamentos. – A doutora Sullivan segurou as pontas a cada vez que eu tinha um colapso, quando via algo que lembrava cada um de vocês. – Falo sem olhar para nenhum deles.

- Nós ficamos felizes. – Ryan diz depois de um silêncio se instalar na sala de jantar. – Não pelos colapsos... mas por estar fazendo terapia, dá para perceber que está te fazendo bem. – Levanto meus olhos em sua direção e sorrio.

É verdade que a terapia está me fazendo super bem, mas o que me faz realmente bem é estar com eles.

[...]

 



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