História Is It Love? Os Oito Elos - Capítulo 133


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Categorias Is It Love?
Personagens Adam, Colin, Drogo, Gabriel, Mark, Matt, Nicolae, Personagens Originais, Peter, Ryan, Sebastian Jones
Tags Ação, Colin, Colinspencer, Daryl, Darylortega, Drama, Drogo, Drogobartholy, Hot, Hots, Iil, Indecisão, Isitlove, Matt, Mattortega, Múltiplosamores, Nicolae, Nicolaebartholy, Owen, Peter, Peterbartholy, Políamor, Romance, Ryancarter
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Palavras 3.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 133 - Capítulo 6 - Férias 3


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Os Oito Elos - Capítulo 133 - Capítulo 6 - Férias 3

Família – 17.09.2020

- Acho que meu nariz vai sangrar até eu morrer. – Owen fala enquanto eu seguro um saco de ervilha em seu nariz.

- Não seja dramático irritante, logo vai parar. – Falo rindo de sua cara emburrada.

Começamos nossos treinos, eu pensei em começar pela luta, já que não precisaríamos sair de casa, então enquanto lutávamos eu dei um pequeno golpe no Owen, que agora está sangrando.

- VOCÊ PRECISA BATER TAMBÉM PETER, NÃO É SÓ PROTEGER. – Grito assim que vejo o quanto Drogo está batendo e Peter apenas se protegendo.

Ele começa a dar alguns golpes e acerta um no abdômen do meu insuportável, me fazendo comemorar por ele ter conseguido bater.

Sorrimos um para o outro e volto a olhar o Owen, que parou de sangrar.

- Prontinho meu irritante, você já está pronto para outra. – Falo e ele revira os olhos. – Ainda temos dez minutos de treino, então, pode ficar com o saco de boxe, eu vou treinar com Matt. – Digo e ele vai para o saco, o socando com raiva, me fazendo sorrir. – Ei Matt. – O chamo e ele larga o braço do Daryl. – Eu e você. – Digo e ele se levanta feliz da vida.

Começamos a lutar, socos, chutes e golpes, vejo de relance os meninos parando seus treinamentos e observando nós dois.

- Ainda continua boa princesa. – Matt fala assim que lhe dou um soco no queixo.

- E você ainda não dá tudo de si nas lutas comigo. – Reclamo dando um soco baixo, mas ele defende.

- Eu não consigo. – Revela o que eu sempre soube.

- Só faz quando está com raiva, preciso te deixar com raiva? – Pergunto sorrindo.

- Não, eu vou dar tudo de mim. – Promete, mas sei que ele está mentindo.

Continuamos nossa luta e Matt já me derrubou uma três vezes e mesmo eu deixando, demorando mais tempo para me levantar, ou me esquivar dele, ele não finalizou nenhuma vez.

Me levanto novamente do chão, agora determinada a deixá-lo com raiva.

- Você falou com a Lisa? – Pergunto lhe dando um gancho de esquerda, que pega errado.

- Sim, ela disse que está chateada, mas que quer te ver apesar de tudo, então deve vir para cá provavelmente sábado, diz que não sabe se vai ficar aqui, ela tem vontade, mas ainda não deu certeza. – Sorrio por ela pelo menos pensar em ficar aqui e com certeza por ela querer me ver, já que sumi e nem dei notícias.

- E o Thomas? – Pergunto com ar inocente e sinto um soco forte na lateral da minha barriga. Fico alguns segundos sem ar e Matt me olha preocupado, então sorrio. – Ele vem para cá nas férias, vai ficar aqui em casa. – Anuncio e já estou no chão com Matt segurando meu braço. – Chave de braço, gostei... viu só como você funciona na base da raiva? – Pergunto dando três batidinhas nele, que me solta.

- Eu não gosto de usar muita força em você princesa, tenho medo de te machucar. – Diz e estende sua mão me ajudando a levantar.

- Eu sei Matt, mas pensa só, meus inimigos, não terão pena de mim e nem de vocês, então amanhã vamos cancelar a aula de tiro e fazer aula de luta de novo. – Anuncio e todos reclamam, já que a maioria nunca havia nem sequer pegado em uma arma e estavam todos empolgados. - Ok, amanhã aula de tiro, mas só vai quem conseguir me finalizar. – Falo e os ouço bufar.

- Assim não vale gatinha, você consegue lutar com nós todos e ainda vencer. – Colin fala e eu rio.

- É... eu sei que sim, então, só precisam me derrubar, sem finalizar. – Falo e finalizo nosso primeiro treino.

- Ok né. – Eles reclamam, mas aceitam.

- Agora todo mundo para o banho, precisamos trabalhar e estudar. – Sim, estamos acordando cinco horas da manhã e eu devo dizer que eu nunca fiquei tão feliz em acordar tão cedo.

Tomo meu banho gelado, me arrumo e vejo Rosa já terminando de arrumar a mesa.

Eu readmiti todos os meus funcionários, e Rosa nunca esteve tão feliz, ela ama casa cheia e eu ainda contratei o filho dela na Klump Corp, ele fica aqui na casa com ela.

- Odeio ter que pegar táxi. – Daryl é o primeiro a descer e eu rio de sua infelicidade.

- Ué, nós temos um monte de carro na garagem, qual você quer? – Pergunto o encarando.

- Fala sério Troy, aqueles carros são da coleção do seu avô e do seu pai. – Fala como se fosse loucura eu usar aqueles carros que só ficam parados na garagem juntando poeira.

- Bem, eles não vão mais usar. – Dou de ombros e sorrio triste. – Qual você quer? – Pergunto novamente.

- Seu eu pudesse ter qualquer daqueles carros, com certeza eu teria um Bugatti. – Diz com seus lindos olhos de chama cor de mel brilhando.

Me levanto e abro a gaveta de chaves da coleção e jogo para ele.

- É seu. – Digo e ele olha para a chave como se fosse seu bem mais precioso. – Só toma cuidado. – Falo, porque eu sei o quanto Daryl ama adrenalina e esse carro chega até 500 quilômetros por hora.

- Eu também quero um carro. – Drogo aparece na sala de jantar me fazendo rir.

- Drogo. – Nicolae chama sua atenção.

- Eu não sei se Drogo tem maturidade para ter um carro esporte, o que acha Nic? – Pergunto olhando seus olhos azuis cristalinos.

- Não mesmo. – Nicolae responde e nós rimos.

- Ah qual é Nicolae. – Drogo reclama.

- Vai lá na garagem e escolhe um. – Digo tomando meu chá de limão.

- Jura? – Drogo pergunta animadamente.

- Sim, menos o Bugatti, ele já é do Daryl e nem a minha Ferrari, eu tenho apego sentimental. – O respondo e ele corre para a garagem me fazendo rir.

- Aliás, você também deveria pegar um dos carros Nic, e você também Ryan. – Falo com ele que acaba de entrar no cômodo. - O Aston Martin ia combinar muito com você, ele é cinza igual seus olhos. – Digo já decidida que aquele carro será o dele. – Aliás, vou deixar um com cada, e a moto com Matt. – Anuncio.

Espero todos aparecerem e os mando irem para a garagem e cada um escolhe seu modelo favorito e então lhes entrego as chaves e depois vamos para a mesa de jantar, tomar café, praticamente correndo.

Entro no meu carro, depois de me despedir dos oito e dirijo loucamente até o LA Klump, eu tenho uma sessão com a Doutora Sullivan antes de começar a trabalhar toda quinta-feira.

- Nossa. – Ela fala assim que eu entro em sua sala e eu a olho confusa.

- O que foi? – Pergunto e ela sorri.

- Você nunca esteve tão radiante Ivna, o que aconteceu? – Me questiona e eu sorrio amplamente.

- Eu provavelmente morri e fui para o céu doutora Sullivan. – Digo e chego até suspirar de amores. – Eles estão aqui. – Falo me deitando no divã.

- Ok, isso deveria ser bom? – Pergunta, agora, confusa.

- Na verdade, não, porque eu estava presa em uma ideia de que eles me odiavam eternamente. – Revelo meus pensamentos antes de conversar com eles. – Eu estava enganada, muito enganada, Carter fez aquilo do noivado para achar onde eu estava e todos eles vieram atrás de mim, falaram que querem ficar, na verdade, estão na minha casa desde ontem, parece que estou em um sonho perfeito. – Explico para ela toda a minha felicidade.

- Isso é ótimo, mas... – Ela fala "mas", me deixando preocupada, então me levanto e fito seus olhos castanhos. – Você acha que morar com os oito é uma boa ideia? – Pergunta.

- Sim é uma boa ideia, eles estarão comigo e eu posso cuidar e proteger eles. E eu não penso em me trancar em um quarto com nenhum deles e transar, aliás, nós temos regras, e de quinze em quinze dias teremos reuniões para saber se está funcionando. – A esclareço.

- Espero que funcione, é bom ver você assim, tão alegre, nunca tinha visto seus olhos brilharem tanto. – Diz sorrindo sincera.

- Eu também espero, porque isso é bem melhor do que tudo que eu imaginava. – Falo suspirando de felicidade. – Eles estão comigo, estão como amigos, como pilares. – Penso alto, porque nem eu mesma estou acreditando nisso.

- Você vai decidir entre eles? Tipo, com qual quer ficar, porque não poderá ficar com os oito. – Sullivan me pergunta.

- Mas eu quero os oito. – Digo como uma criança birrenta.

- Eles vão aceitar isso? – Questiona.

- Não, mas não estou pensando em relacionamento amoroso, só quero ter eles comigo, e aliás, não sei se estou preparada para voltar a ter relação sexual, porque, ainda não superei... bem, você sabe... perder meu filho, eu nem consigo olhar para o pai. – Falo olhando para o chão.

- Não contou ainda? – Pergunta como se brigasse comigo.

- Não quero contar é doloroso. – Eu sinto essa dor todos os dias, não é nada bom. E falar com o pai só irá passar essa dor para ele e eu não quero isso.

- Mas você precisa contar, ele merece saber. – Diz o que eu sei que é o correto.

- Eu vou contar, estou tomando coragem. – Falo, assumindo minha fraqueza.

- Ok, mas é para contar mesmo. – Eu tenho certeza que ela vai cobrar isso.

- Eu vou, mas agora preciso ir trabalhar. – Digo me levantando.

- Tudo bem. Foi uma ótima sessão. – Ela fala sorrindo e anotando algo em seu caderninho.

- Foi sim, obrigada, por todas as palavras, nos vemos semana que vem. – Nos despedimos e fui para a sala do Andrew.

- Senhorita, como está hoje? – Ele me pergunta assim que me vê.

- Nas nuvens. – Respondo e sorrimos um para o outro.

- É tão bom ouvir isso de você. – Andrew diz e nos abraçamos.

- A Alba, mãe da linda Victoria já começou? – Pergunto depois de um tempo abraçados.

- Ontem mesmo, está tudo em ordem. – Fala e eu sorrio para ele.

- Ótimo. – Digo e me sento, começando a ler meus documentos.

- Estou com um problema com o paciente do quarto 5, pode me ajudar? – Pergunta e nós fomos lá, trabalhar.

Saio do hospital e vou para casa, o dia hoje foi bem corrido, mas eu gosto dessa correria.

Entro no carro e vou correndo para casa, preciso de um banho quente e dormir.

- Onde estava coitadinha? Está atrasada. – Drogo aparece assim que eu abro a porta e eu levo um susto.

- Que susto Drogo. – Reclamo o escutando rir. – Eu estava trabalhando, preciso de um banho. – Falo e subo as escadas entrando em meu quarto.

Encho a banheira e fico relaxando na água quente com hidromassagem, a espuma esconde meu corpo, então decidi deixar a porta aberta, caso eu durma, então não preocuparei os meninos quando eles vierem me chamar para jantar.

- Ei minha presa. – Escuto a voz do Daryl, então abro meus olhos, eu nunca vou cansar de olhá-lo.

- Oi cafajeste! – Digo baixinho e sorrindo para ele.

- Podemos conversar? – Ele pergunta e eu assinto. – É só, que tenho saudade de jogar conversa fora com você. – Assume e se senta na escada da banheira.

- Eu também tenho saudade. – Digo e sorrimos um para o outro, as chamas cor de mel do meu cafajeste são tão lindas. – Me diga, como é ser piloto de fórmula 1? – Pergunto e um enorme sorriso aparece em seu rosto.

- Eu nunca pensei que seria tão bom, eu posso correr e fazer minhas manobras e nunca vão me prender por isso, o único problema são as regras, mas eu estou seguindo todas. – Ele fala e sei o quanto está satisfeito com a nova vida.

- Fico feliz meu cafajeste. – Digo sincera e sorrimos um para o outro.

- E você, como está? – Me pergunta, mas antes mesmo de eu falar ele me interrompe. – De verdade. – Acrescenta a sua pergunta.

- Sinto que estou inteira novamente, ter vocês aqui... parece um sonho, fico pensando que se eu dormir e acordar e for só um sonho, não sei nem o que fazer. – Admito como me sinto.

- Somos reais Ivna. – Ele segura minha mão e gosto de senti-lo, dá mais sentido a realidade.

- Penso que não mereço vocês e sinto um vazio pelo meu filho... – Continuo contando como estou. – Eu fiquei muito mal, para você ter noção eu dormi no cemitério durante um chuva torrencial e por pouco não morri, eu estava muito fraca, talvez eu ter feito tal ato, era porque eu não queria sobreviver, mas eu consegui forças para continuar e agora eu tenho vocês, todos vocês e pelo que eu entendi, é graças a você, que decidiu me procurar. – Falo já chorando e o puxo para um abraço.

- Eu sabia que você não ia conseguir viver sem o amor da sua vida, e muito menos eu. – Ele fala me fazendo rir e chorar ao mesmo tempo.

- Ei, o que estão fazendo? – Matt entra no banheiro e me separo do Daryl.

- Ah, me desculpa, eu fiquei tão emotiva que nem lembrei que eu estava pelada quando abracei o Daryl. – Peço desculpas, aos dois e volto a ficar sob a espuma.

- Estava chorando? – Meu moreno pergunta preocupado.

- Sim, mas não se preocupe, eu ando chorando por tudo agora. – Falo rindo.

- Não gosto de te ver chorando princesa. – Ele fala e beija minha testa. – Vim para chamar vocês para jantarmos. – Anuncia assim que vê que eu estava bem.

- Ok, só vou me trocar e vou descer. – Aviso e eles saem do banheiro.

Visto uma roupa qualquer depois de finalizar meu banho e desço, encontrando os oito na sala de jantar conversando.

Paro no batente da porta e os analiso, um por um, cada um com suas características que os fazem únicos, os meus oito amores.

- Ei Ivna, estamos esperando você, pare de babar por nós e vem logo. – Owen implica comigo e eu faço língua para ele, me sentando à mesa.

- Como foi o dia de vocês? – Pergunto assim que coloco meu prato.

- Eu cheguei a 250 quilômetros por hora na minha Lamborghini. – Drogo se gaba.

- Eu vou confiscar seu carro por essa sua irresponsabilidade. – Nicolae fala e nós todos da mesa começamos a rir.

- Ah Nicolae, foi só para testar o carro, eu prometo não correr mais assim. – Implora para não receber o castigo do irmão mais velho.

- Vou te dar só mais uma chance. – Nic responde. – Aliás, só vou te dar essa chance porque estou exausto para te dar um sermão... digamos que melhorar a imagem da Bartholy Inc parece impossível. – Conta como foi o seu dia.

- Vai dar certo Nic, você tem os dois melhores CEO do mundo ao seu lado e tem a mim também, caso precise de algo, eu fico na Klump Corp, segunda e quarta. – Pisco para ele que sorri agradecido. – Aliás, eu poderia ser a garota propaganda da Bartholy Inc. – Digo rindo.

- Seria ótimo, mas você não sai em fotos e nem vídeos para os comerciais. – Nicolae fala e eu o olho pensativa.

- Estava pensando... como os repórteres me acharam, já que eu não apareço na mídia desde meus dez anos de idade. – Penso alto.

- O quadro que você deixou no Daryl, nós fizemos um teste antes e depois divulgamos para a imprensa. – Matt revela.

- Hum... inteligente, porém, perigoso. – Os elogio ao meio sermão. – Então, continuem contando como foi o dia de vocês. – Peço, eu amo ouvi-los.

- A faculdade é tranquila, pelo menos não conheço ninguém, então não preciso falar com ninguém. – Peter fala me fazendo rir.

- Ah, o David também se transferiu para a University of California, ele está em estágio na Law Offices para ser efetivado quando formar no final do ano letivo. – Digo feliz pelo David, mas todos os oito fazem uma careta, então fico quieta.

- Estamos precisando contratar mais pessoas para o restaurante, estávamos pensando em colocar uma área de bar, com barista e tudo mais. – Owen fala de sua expansão.

- Eu acho ótimo! – Me mostro muito mais que empolgada.

- Deveríamos colocar uma foto da Ivna escrito que ela está banida da área do bar permanentemente? – Ele me zoa e todos concordam rindo.

- Não dará certo seu plano irritante, os barmans me amam, pode perguntar para qualquer um. – Digo vitoriosa.

- É verdade, uma vez eu ameacei despedir o barman que deixasse a Ivna beber e ela conseguiu bebida mesmo assim. – Ryan fala da festa vitoriana, que o barman me serviu mesmo depois que eu me identifiquei como Blackburn.

- Sim, teve um show que ela estava proibida de beber e ficou mais bêbada que dia normal. – Colin também relembra um episódio nosso.

- Ravi me deu garrafinhas de água com vodca dentro. – Revelo para Colin.

- Ele é uma má influência para você, além de te dar ritalina ainda te deu bebida quando estava proibida. – Meu rabugento fala pensativo.

- Ritalina? – A maioria pergunta, obviamente os únicos que sabiam eram Colin e Daryl.

- Sim, um dia eu tomei e dancei sensualmente para o Ryan e virei seu uísque e logo depois do show desmaiei como o efeito da minha mistura. – Revelo rindo. – Aliás Ryan, quando nos conhecemos eu quase morri quando te reconheci e também, as vezes que eu ficava rindo era porque eu lembrava de que eu tinha dançado para você e você nem fazia ideia. – Falo e vejo todos perplexos.

- Como não a reconheceu? – Matt pergunta.

- A primeira vez que eu vi a Natasha, ela estava no hotel em que eu estava hospedado, mas não me olhou frente a frente e a segunda vez que eu vi ela, estava escuro e a maquiagem que ela usava era muito, muito pesada. – Ryan explica.

- É difícil me reconhecer quando eu não quero e vocês também não iriam pensar que era eu, como da vez que Colin me viu na rua com uma peruca preta e chegou em casa falando que tinha visto minha irmã gêmea. – Revelo e ele me olha surpreso.

- Era você. – Diz ligando os pontos e pisco para ele.

- No fundo você sabia que era eu. – Falo e ele sorri.

- Você é doida garota. – Fala rindo. – Eu tive uma ideia. – Ele diz depois de rir. – Eu estava ensaiando com Adam, Doris e Phill hoje e eu disse que qualquer dia você iria lá no ensaio, que tal... um show com a aparição da Natasha? – Pergunta empolgado e eu concordo, por que não?

- É tudo que eu mais queria ver. – Drogo fala animado.

- Mas só vou cantar se todos forem. – Faço chantagem e Nicolae, Peter e Ryan reclamam, mas depois aceitam.

- Que dia vai ser, porque eu vou desmarcar as reuniões do dia porque é muito cansativo, hoje eu tive seis vídeos conferências e são tantos e-mails que eu queria excluir minha conta no gmail. – Ryan fala e todos o olham boquiabertos, eu os entendo, ver o grande impotente Ryan Todo Poderoso Carter vulnerável pela primeira vez é estranho, mas eles irão se acostumar.

- Sexta ou sábado, Ivna quem escolhe. – Colin diz depois de se recompor.

- Acho que sábado é melhor, já que os únicos que trabalham são o Ryan que trabalha todos os dias do ano e o Daryl, estou certa cafajeste? – O questiono.

- Sim, meus treinos e corridas importantes são aos sábados, mas são pela manhã, dará tempo para descansar e curtir o show. – Daryl responde. – Aliás, eu vou ter uma corrida esse sábado, estão todos convidados, eu assinei o contrato hoje. – Anuncia e nós o parabenizamos.

- Eu fiz sua arte hoje Daryl, para o carro. – Matt fala e olha para o Ryan. – Claro que fiz depois que finalizei os trabalhos da Carter Corp. – Acrescenta nos fazendo rir.

- Valeu maninho. – Daryl agradece e continuamos a conversar sobre tudo e nada.

Nós parecemos uma família, uma grande família estranha e maluca, mas é a minha família, e eu amo cada um dos integrantes dela.

[...]

 



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