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História Is It Love? Peter Bartholy. - Capítulo 12


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Notas do Autor


Boa leitura ❤️

Capítulo 12 - Folga.


Fanfic / Fanfiction Is It Love? Peter Bartholy. - Capítulo 12 - Folga.

Sábado.

Hoje estou de folga, ainda não tenho ideia do que vou fazer pra aproveitar meu tempo livre, a cidade é pequena, não tem muito o que fazer, mas mesmo assim, não tenho intenção nenhuma de passar minha folga na mansão.

Procuro pela internet algo interessante pra fazer na cidade, mas as opções são escassas. 

Vejo que tem um cinema na cidade. Talvez eu consiga fazer com que o Peter vá comigo.

Me levanto e sigo até o quarto dele, sei que ele está por causa da melodia que ecoa pelos corredores. 

Dou batidas em sua porta. O piano para de tocar, escuto passos e então a porta se abre. 

Peter - Oi Max.

Maxine - Oi Peter. Sabe, eu estou de folga hoje. Então estava pensando em dar uma volta.......e, bem, eu não conheço a cidade muito bem....... o que você acha de ir no cinema comigo?

Ele me observa um instante, mas parece uma eternidade.

Peter - Você quer que eu vá com você no cinema?

Maxine - Sim.

Ele desvia o olhar, morde os lábios e passa as mãos pelos cabelos.

Peter - Melhor não, Max.

Maxine - Mas por que?

Peter - Eu falei sério quando disse pra gente manter distância um do outro.

Maxine - Mas é só um filme. Vai comigo, por favor.

Digo suplicante.

Peter - Desculpa, Max. Mas eu nem gosto de sair.

Maxine - Eu sei que você não costuma sair muito, mas não custa nada ir comigo. A gente só vai ficar algumas horinhas na rua.

Peter - Não, Max. Não insiste.

Ele fecha a porta antes que eu possa dizer mais alguma coisa. Me deixando ali, chateada com sua recusa.

Volto pro meu quarto sem entender porque ele disse não. Eu sei que ele disse pra gente se afastar, mas não consigo entender o motivo disso. A gente estava se dando tão bem, estávamos nos aproximando e agora ele quer me manter longe. Isso me magoa.

Respiro fundo. Não vou ficar aqui me lamentando. Eu vou sair de qualquer jeito. Decido ligar pro Henry. Não demora muito, ele atende.

Henry - Oi Max.

Maxine - Oi Henry. Você tem planos pra hoje?

Henry - Só a noite. Por que?

Maxine - Hoje é minha folga, queria sair pra algum lugar.

Henry - Tudo bem, a gente pode sair agora de tarde. Almoçar juntos.

Maxine - Ok, perfeito. Você pode me buscar daqui uma hora?

Henry - Sim, claro. Até mais tarde.

Desligo o celular e vou tomar um banho pra começar a me arrumar.

Já pronta, desço pra avisar o Nicolae que irei sair. Não que eu deva satisfação, mas eu moro na casa deles, acho que o mínino é eu avisar.

Eu o encontro sentado na sala de frente a lareira, lendo um livro.

Maxine - Com licença, Nicolae.

Ele tira seus olhos do livro pra me dar atenção.

Nicolae - Sim, algum problema?

Maxine - Não, nenhum. Só vim avisar que vou dar uma saída agora de tarde e vou comer fora.

Ele sorri.

Nicolae - Tudo bem, Max. Aproveite sua folga.

Eu sorrio e aceno com a cabeça.

Maxine - Obrigada, Nicolae. Até mais tarde.

Saio da mansão pra esperar o Henry na porta. Pra evitar que ele toque a campainha. Após alguns minutos, o vejo estacionar, então já vou em sua direção. Entro no carro e o cumprimento com um beijo no rosto.

Maxine - Tudo bem com você, meu querido?

Henry - Sim, tudo ótimo. Como está na faculdade?

Maxine - Tudo tranquilo também.

............

Chegamos no restaurante. Durante a refeição.

Maxine - Então. O que vai fazer hoje a noite?

Ele sorri.

Henry - Tenho um encontro.

Maxine - Uhmmm. Namorada ou primeiro encontro?

Henry - Primeiro encontro. 

Maxine - Ela trabalha com você?

Henry - Não, conheci ela em uma livraria aqui perto. Tava passando por perto, a vi entrar e fui atrás puxar assunto, então acabei pegando o número dela.

Maxine - Que fofos. Depois eu quero saber como foi.

Ele assente com a cabeça, com o rosto corado.

Henry - Ah, antes que eu me esqueça. Tô com uma moto parada lá em casa. Quer ficar com ela? Pra te facilitar quando você quiser andar por aí.

Maxine - Não, que é isso. Não posso ficar com sua moto. 

Henry - Ela tá parada, eu só tô usando o carro. Acredito que você vai fazer melhor uso do que eu.

Maxine - Tem certeza?

Henry - Sim.

Maxine - Tá bom então. Eu aceito.

Henry - Ok. Vamos passar lá no meu apartamento pra você pegar a moto. Você tá com sua habilitação em dia? Ainda sabe pilotar?

Eu franzo a sobrancelha.

Maxine - Tá de sacanagem. Eu piloto desde antes de você nascer, tá bom meu anjo. 

Ele ri.

Maxine - E sim, minha habilitação está em dia. Sempre deixo todos meus documentos prontos quando me mudo.

Chegamos no seu apartamento, não é grande, ele mora sozinho, é bastante ajeitado, a decoração é simples, mas posso ver o estilo dele em cada peça, ele tem alguns porta retratos com fotos de amigos e algumas com o pai dele. Ele não tem fotos comigo expostas, a gente já tinha conversado sobre isso, não teria como um de nós explicar a passagem de tempo nas fotos, ele envelhecendo e eu do mesmo jeito. Nossa relação só importa a nós mesmo. Eu sei que ele tem fotos minhas guardadas, como eu também tenho fotos dele, e de várias pessoas que são e foram importantes pra mim.

Ficamos mais um tempo juntos conversando. Ele então me leva até a garagem onde está a moto, ele tira o lençol que a cobria pra proteger do pó e então me entrega o capacete.

Maxine - Obrigada, Henry. Vai facilitar mesmo pra mim. 

Ele sorri.

Já é final de tarde quando volto pra mansão.

Antes de entrar, meu celular toca, é a Sarah.

Maxine - Oi Sarah.

Sarah - Oi Max. Você vai fazer alguma coisa mais tarde?

Maxine - Na verdade, não. Por que?

Sarah - Então, eu sei que tá meio em cima da hora. Mas fiquei sabendo que vai ter uma festa hoje, você quer ir comigo?

Maxine - Claro. Quero sim.

Sarah - Tá bom. A festa é às 20h, mas se você já quiser vir aqui em casa, pode vir ou eu posso te pegar às 19h. Ah, a festa vai ser na piscina, então não esquece o biquíni.

Maxine - Ok. Beleza. Eu vou até a sua casa então, vou só trocar de roupa. Até mais tarde.

Entro na mansão. Vejo o Nicolae no pé da escada com a Lorie.

Maxine - Nicolae, eu deixei uma moto estacionada lá na frente, perto do carro de vocês, espero que não tenha problemas.

Nicolae - Problema nenhum. Não sabia que tinha uma moto.

Maxine - Ganhei hoje.

Nicolae - Ganhou uma moto? De quem?

Maxine - Um amigo me deu.

Lorie - Que amigo?

Eu dou risada.

Maxine - Nossa, que interrogatório. Achei que disse não ser problema eu deixar minha moto aqui. Mas tudo bem, eu arrumo um lugar.

Nicolae - Não é isso. Claro que pode deixar a moto aí. Não quis ser invasivo.

Maxine - Ok. Bem, eu vou sair de novo. Vim só trocar de roupa.

Lorie - De novo? Fica aqui com a gente. Na rua só tem gente chata.

Eu e o Nicolae rimos. Coloco a mão na cintura.

Maxine - Ué, não é você que vive dizendo que eu sou chata? Então, estarei em meu habitat natural.

O rostinho dela fica corado.

Lorie - Você devia ficar aqui comigo. É pra isso que você é paga.

Nicolae - Ela está de folga, Lorie. Tem direito de sair.

Maxine - Amanhã a gente brinca, ok?

Ela cruza os braços contrariada e eu subo as escadas, deixando o Nicolae lidar com isso. 

Entro no meu quarto e coloco um biquíni, um shorts e uma blusinha.

Abro a porta pra sair do quarto e no meio do corredor, cruzo com o Peter. Desvio pra poder passar.

Peter - Onde você vai?

Maxine - Vou sair.

Peter - Com quem?

Eu franzo a sobrancelha.

Maxine - Com amigos.

Volto a andar. Ele me segura o braço.

Peter - Que amigos? A Sarah?

Eu puxo meu braço pra me soltar.

Maxine - Eu não tenho que ficar te dando satisfações. Agora me de licença.

Peter - Eu só me preocupo, você não devia ficar saindo assim, é perigoso.

Maxine - Eu sei me cuidar. E se bem me lembro, chamei VOCÊ pra sair, só que me rejeitou. E agora tá aí, me questionando só porque vou sair mesmo assim.

Peter - Não é tão simples assim.

Maxine - É simples sim. Você que quer complicar as coisa. 

Volto a andar, descendo as escadas.

Peter - Você não deve ficar até tarde na rua.

Eu rio de nervoso.

Maxine - Você só pode estar de brincadeira.

Nicolae - O que está acontecendo aqui?

Peter - Você sabia que ela vai sair? 

Nicolae - Sim, ela está de folga.

Peter - Você não devia deixar ela sair, já está anoitecendo. 

Nicolae - Eu não posso impedir ela de sair, a Max não é nossa prisioneira.

Maxine - Agora chega. Escuta aqui Peter. Da minha vida cuido EU. Ninguém vai ficar me dizendo o que eu posso ou não fazer. Hoje é minha folga e eu vou sair, você gostando ou não. E eu vou voltar a hora que eu decidir. 

Digo irritada, o que os deixa surpresos.

Vou andando apressada em direção a porta. Pego minha moto e vou pra casa da Sarah.

Toco a campainha e logo em seguida a porta se abre. A Sarah aparece diante de mim.

Sarah - Oi Max. Animada com a festa?

Eu sorrio.

Maxine - Sim. Onde que vai ser?

Sarah - Então......vai ser na universidade. Mas tipo, é uma festa secreta.

Eu franzo a sobrancelha.

Maxine - Como assim?

Sarah - Bem, o reitor não sabe dessa festa. Então nem os seguranças podem ver a gente lá.

Eu arregalo os olhos.

Maxine - Mas isso não vai dar problemas pra gente?

Ela ri.

Sarah - Só se a gente for pega. Mas isso não vai acontecer.

Maxine - É..... não tô me sentindo muito confiante a respeito disso.

Ela coloca a mão no meu ombro.

Sarah - Relaxa, Max. Não é a primeira vez que tem desse tipo de festa. Sempre deu tudo certo.

Eu reviro os olhos e suspiro.

Maxine - Tá bom. Espero que esteja certa.

..............

Fomos pra universidade no carro dela. Estacionamos um pouco distante, pra não chamar atenção. Andamos até a parte de trás do prédio, em uma parte mais escondida, conforme vamos nos aproximando, vejo outros jovens chegando.

Quando entramos no prédio, começo a escutar barulho de música, de risadas, de gente pulando na piscina. 

Entramos no ginásio e está cheio de gente. A Sarah me pega pela mão.

Sarah - Vamos. 

Ela me puxa, pra acompanhá-la. Tiramos nossa roupa e deixamos em um cantinho, então entramos na piscina.

Maxine - Não tô acreditando que a gente tá fazendo isso.

Digo rindo.

Sarah - Sabia que iria gostar.

Maxine - Não foi o que eu disse.

Ela ri.

Sarah - Nem precisa. Você está rindo. 

Nossa alegria dura pouco quando vejo uma vadia loira vindo em nossa direção com seu namorado imbecil.

Samantha - Não sabia que estavam deixando galinhas entrarem na festa.

Ela diz com um sorriso cínico.

Maxine - Como não sabia? Você entrou.

O Loan e a Sarah riem, o que a deixa irritada.

Samantha - Você não devia mexer comigo, você vai acabar se ferrando.

Maxine - Nossa, tô cheia de medo da burguesinha. 

Digo com sarcasmo.

Maxine - Por que não procura alguém que esteja interessada em ouvir suas merdas?

Samantha - Você é muito folgada. Se eu fosse você, iria embora logo de uma vez. Eu já fiz várias saírem dessa cidade antes. Não pense que não vou conseguir te tirar daqui com a mesma facilidade.

Sarah - Cala a boca Samantha. Ninguém tá se importando com você.

Eu mexo nos meus cabelos, jogando água no rosto de Samantha, borrando sua maquiagem.

Samantha - Sua vadia. Olha o que fez?

Maxine - E a culpa é minha que você passa reboco na cara pra vir na piscina?

Loan - Vamos Samantha, chega disso.

Ela fica ainda mais irritada. Ela se vira bufando.

O Loan me olha com malícia, o que me deixa enojada.

Loan - Tá gostosa, Max.

Sarah - Vai pro inferno, Loan.

Samantha - LOAN?!

Ele se vira e acompanha como um cachorrinho de madame.

Maxine - Eu não consigo entender qual é a droga do problema da Samantha.

Sarah - É inveja, é ciúmes. Porque ela sabe que você é linda, chama atenção dos caras, e principalmente do Loan. Isso deixa ela mordida. Ela te ofende porque ela não é capaz de admitir que você é incrível e sexy.

O quê?! O rosto da Sarah está corado. 

Maxine - Ahn......Você está exagerando. Mas obrigada pelos elogios.

Digo um pouco sem graça.

Sarah - Olha, lá na frente tem uma mesa com salgadinhos. Vamos comer?

Ela muda de assunto e eu agradeço internamente.

Maxine - Só se for agora.

Saímos da piscina, nos vestimos e fomos direto pra mesa de salgadinhos e bebidas.

A Samantha não conseguiu estragar nossa noite. Continuamos conversando e bebendo até que alguém entra gritando.

??? - CORRE.....OS SEGURANÇAS TÃO AQUI.

Maxine - Como é?

A Sarah me pega pelo braço e começamos a correr.

Sarah - Puta merda. Minha vó vai me matar.

Maxine - Ela vai ter que entrar na fila. Porque eu vou te matar primeiro.

Corremos, nos esquivando e se escondendo dos seguranças. Nossa "vantagem" é que tem muita gente aqui, então eles não vão conseguir pegar todos. 

Saímos do prédio e corremos até o carro dela.

Maxine - VAI....VAI.... VAI....LIGA ESSA PORRA.

Sarah - Calma...... isso.

Ela diz assim que liga o carro. Ela sai cantando pneu.

Ela começa a rir como louca.

Sarah - CARALHOOOO.....essa foi por pouco.

Maxine - Você é louca. Olha a confusão onde você meteu a gente.

Sarah - Relaxa Max. A gente já saiu. Admite que você curtiu.

Eu rio.

Maxine - Tá bom. Eu admito. Me diverti.

Chegamos no apartamento da Sarah. Pego minha moto e me despeço.

Chego na mansão em poucos minutos. Já está tarde. Abro a porta com cuidado pra evitar fazer barulho. Estou toda molhada, com a roupa colada no corpo. Vou em direção a escada, mas antes de colocar o pé no primeiro degrau.

Peter - Onde você estava? Está toda molhada.

Me viro no susto e vejo o Peter com um olhar irritado.

Maxine - Fui em uma festa.

Peter - Você viu que horas são? Você fica achando que é implicância minha, mais é perigoso lá fora ao anoitecer.

Maxine - Que tipo de perigo? Assalto?

Ele respira fundo.

Peter - Tem coisas piores que um assaltante lá fora.

Maxine - Tipo o que? Alguma criatura?

Peter - Nem todos os perigos são sobrenaturais. Humanos podem ser bem perversos. Não foi você mesmo que disse?

Maxine - Sim, eu disse. Mas não posso viver com medo. Não vou deixar de viver minha vida, por causa de uma possibilidade. Mas você tá preocupado com o que? Que eu morra? Se for o caso é só seu pai ou o Nicolae contratar outra babá pra Lorie. Simples.

Em seu rosto, vejo indignação.

Peter - Como você pode falar desse jeito, como se a morte fosse algo banal?

Eu me aproximo.

Maxine - Quantos anos você tem? Quando você virou vampiro?

Ele continua indignado.

Peter - O que isso tem a ver?

Maxine - Tem a ver que eu imaginei que a morte já fosse uma coisa natural pra você, tendo em vista que convive com ela todos os dias.

Peter - Eu não me alimento de pessoas.

Ele diz ofendido.

Maxine - Não foi isso que eu quis dizer. O que eu quero dizer, é que dependendo de quanto tempo você é vampiro, você já deve ter visto várias pessoas morrendo, envelhecendo, adoecendo. Sem poder fazer nada. Porque a morte é algo inevitável. Por isso imaginei que seria algo natural pra você. Não entendo seu choque em me ouvir dizer que se eu morresse, era só vocês contratarem outra babá. Eu não sou nada pra vocês, não sou ninguém importante, sou uma funcionária qualquer. Não faria falta alguma, principalmente pra você, que já pediu pra que eu fique longe.

Ele parece chateado.

Peter - É isso que pensa? Que eu não me importo com você?

Eu dou de ombros.

Peter - É exatamente por me importar com você que eu me afastei. Porque eu não tenho nada de bom pra oferecer pra você. 

Maxine - Não é como eu vejo. Eu já disse que eu gosto de você, eu quero fazer parte da sua vida. Que droga, por que você não entende?

Ele balança a cabeça.

Peter - Tira isso da sua cabeça. 

Ele desvia o olhar e sem dizer mais nenhuma palavra, ele sobe a escada e desaparece no meio da mansão escura.

Maxine - Como ele é teimoso.

Subo as escadas, preciso tirar essa roupa molhada antes que eu pegue uma gripe.

No corredor, perto do meu quarto, vejo o Drogo. Era só o que me faltava.

Drogo - Olha só a Coitadinha. Toda molhada com a roupa coladinha. Quer uma ajudinha? Posso te secar. Te ajudar a se esquentar.

Maxine - Nem que a minha vida dependesse disso.

Entro no meu quarto e fecho a porta.

Eu não consigo entender o Peter. Quer que eu me afaste, mas ele mesmo não se mantém distante. Eu só quero que ele me deixe entrar na vida dele. Que ele pare com essa bobagem de distância. Eu não vou desistir assim tão fácil.



 





Notas Finais


Até mais ❤️


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