História Is It Love? Ryan - Estúpido Desejo - Capítulo 20


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Categorias Is It Love?
Personagens Personagens Originais, Ryan
Tags Comedia, Hot, Is It Love?ryan, Romance
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Palavras 1.362
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo extra...

Obrigada aos novos favoritos:

.MisaStar
.Rebekah-Black
.AnnyJiminel
.SraOrtega

Boa leitura sunshines!

Capítulo 20 - Edmundo me paga. Por: RYAN


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 -Você não vai gostar nem um pouco disso, Carter.


 

Tomo o papel de sua mão e mal posso acreditar.


 

“Carter,


 

Você vai pagar por ter me humilhado. Contarei a Débora sobre sua noiva. Imagina como ela vai se sentir ao descobrir que está sendo traída de novo? E. F.D”                  


 

 

 

RYAN

 

 

-Maldito! -grito. -Chris, ligue para o segurança. Diga a ele para garantir que o imbecil do Edmundo também não possa se aproximar da Débora em hipótese nenhuma. -Chris nem discute. Liga rapidamente e passa as novas ordens.


 

-Você tem uma foto dele?


 

-O quê?


 

-Uma foto, como a que tinha da Vernee, para eu enviar pra ele. Senão ele não vai saber quem é!


 

-Não tenho uma foto desse imbecil. Mas ele é um empresário conhecido, mande que ele procure na internet. -Chris faz uma careta de reprovação, mas repassa novamente as instruções e desliga. Ele estende um copo de Gim pra mim e diz:


 

-Porra, Ryan! Parece que todo mundo resolveu te ameaçar hoje!


 

-Bem vindo a minha vida feliz.


 

-Isso é tudo culpa da Débora. Não que ela seja culpada pelo mau caráter do ex dela e da sua ex, mas se você não estivesse aí, feito um mariquinhas suspirando pelos cantos, poderia seguir o plano com a Vernee sem maiores problemas e não teria o Edmundo Pi/nto Pequeno na sua cola. Eu não quero me apaixonar nunca!


 

Penso por um momento na minha Debie e no meu filho que está para chegar.


 

-Você vai me achar louco se eu te disser que vale a pena?


 

-Vou. Não acredito nisso nem por um momento. Acho que a Debora deve ser espetacular na cama, tem mel na xox/ota, não há outra explicação.


 

-Não fale da xox/ota dela ou vou quebrar seu nariz dessa vez!


 

-Ok, nada sobre a xox/ota mágica da Debora. Não está mais aqui quem falou. -ele se levanta e sai da minha sala.


 

Então tudo desanda. Não consigo me concentrar e Alfonso chega a me dar um safanão para que eu volte a mim em determinado momento. Perto da hora de ir embora, Chris aparece na minha sala com uma pasta e a joga em cima da mesa.


 

-Pronto. Você me deve sua vida, parceiro.


 

-Que merda é essa?


 

-Tudo o que consegui sobre Edmundo Ferraz Diniz.


 

-O que diabos eu vou fazer com isso?


 

-Você? Absolutamente nada. Mas eu? Estou indo agora mesmo procurar esse imbecil. O apartamento dele não é longe da nossa empresa.


 

-E vai fazer o que quando o encontrar?


 

-Deixa comigo meu amigo. Posso te garantir que depois da minha ilustre visita, Edmundo Diniz nunca mais dirá o seu nome ou o da Debora.


 

Fico olhando meu amigo de longa data, imaginando se ele está maluco de vez, ou se tem uma identidade secreta.


 

-Que se dane! Faça o que quiser fazer. Só preciso impedir que a Debora descubra sobre a Vernee. -ele se senta a minha frente com uma expressão séria, atípica dele.


 

-Ryan, eu sou um mer/da no quesito amor, mesmo porque nem sei o que é isso. Mas vou te dar um conselho assim mesmo. Bom, eu vou procurar o Pin/to Pequeno e tentar resolver isso, mas seria bom você contar a verdade para a Debora.


 

Olho para ele tentando entender de onde saiu esse Chris que quase parece um homem adulto.


 

-Você tem razão, vou explicar toda a situação a ela.


 

Ele me olha, eu o olho, e um sorriso nasce em seu rosto. Christian Chaves, o verdadeiro, está de volta.


 

-Isso mesmo. Pare de ter medo da sua mulher, homem. -ele diz debochado.


 

-Não tenho medo. Não é como se ela fosse me matar, nem nada. -digo, mas não tenho certeza disso, ela já tentou me matar uma vez, com o travesseiro, e eu a irritei bem menos na ocasião. -Mesmo porque entre a Vernee e eu não há absolutamente nada!


 

Chris levanta as mãos em sinal de paz e diz:


 

-Eu sei disso. Você sabe disso. Mas tenta convencer a Vernee disso.


 

Ele está certo. Isso não pode dar certo. Não há uma maneira segura de contar isso para a Debora.


 

-Ela não vai gostar nada. -sussurro.


 

-Ou talvez ela coloque a megera no seu devido lugar. -agora ele está sorrindo, mas fala com convicção.


 

-Acho que não. Ela não é ciumenta. -ele faz uma careta e levanta a mão.


 

-Vamos apostar?


 

-O que? -pergunto. -ele pensa e vou logo avisando. -Se você disser qualquer coisa relacionada a xox/ota da Débora não sobreviverá para vencer aposta nenhuma. -ele sorri.


 

-Não se preocupe, quero distância da xox/ota dela. E nem é por você, na verdade. Mas não quero ser pego no mesmo feitiço que te transformou num gay.


 

-Sabe Chris, eu ainda vou rir muito quando vir você com a mesma cara que estou fazendo nas últimas semanas. -ele imediatamente bate na madeira.


 

-Nem brinca com isso, homem! Pare de me rogar pragas! Christian Gostoso Chavez e paixão são palavras que não combinam na mesma frase.


 

-Você acabou de combinar.


 

-Foi explicativo, não conta. E vamos mudar de assunto que isso já está enchendo. Vai pra casa homem, vou lá dar um jeito no ex da sua verdadeira noiva!


 

Claro que não vou para minha casa, e mais uma vez, o fato de a Debora não estar morando comigo me irrita. Ela está grávida, sei que me ama, e é tão corajosa normalmente, mas por que tanto medo de tentar? Tudo bem, ainda vou convencê-la. Eu não queria me apaixonar assim, mas já que a megera provocou isso, vai ter que aguentar as consequências! Não vou sossegar enquanto não a tiver debaixo do mesmo teto que eu, na minha cama, nos meus braços, durante todas as noites.


 

Debora está ao telefone quando chego, mas desliga assim que me vê. Espero que pule em cima de mim, como tem feito nos últimos dias. Essa coisa de gravidez a está deixando mais emotiva. Mas ela caminha a passos largos e aponta um dedo para o meu peito. Estou encrencado.


 

-Ryan Carter! Pode me dizer por que tem uma porra de segurança me seguindo?


 

-Como você descobriu?


 

-Você não pode achar que sou tão burra assim! Acha mesmo que eu não perceberia um homem de três metros de altura me seguindo para todos os lados? Achei que era um maníaco, que queria me sequestrar por causa do seu dinheiro! Você tem ideia do trabalho que me deu para acertar as bolas dele quando ele se aproximou de mim?


 

-Você o quê?


 

Sei que é errado, e ela está muito nervosa, mas tenho uma crise de riso. O segurança que Chris contratou é conhecido por Montanha, pela altura e porte. E não consigo imaginar a Debora, essa mulher aparentemente delicada, acertando as bolas dele. Pobre homem.


 

-Isso não tem graça! Eu não quero um guarda roupa me seguindo!


 

-Amor, é para sua proteção.


 

-Ninguém está me ameaçando!


 

-Pode ser que ameace. -levanto o envelope que trago na mão e a curiosidade a acalma um pouco.


 

-O que é isso?


 

-Números. Isso, minha querida Darci, é nada mais nada menos, que a falência de Luciano Cartariam.


 

Ela fica em choque. Abre a boca e arregala os olhos. Tomas os papéis da minha mão e analisa.


 

-Ele não está pobre, infelizmente. Mas conseguimos fazer com que 80% dos investidores dele retirem seu dinheiro. Isso é o suficiente para ele ter que fechar as portas. Podemos dizer que ele está bem menos rico agora.


 

-Ryan, isso foi vingativo demais. Você não pode ser assim tão frio. -ela me olha totalmente incrédula e estou prestes a me explicar quando ela sorri. -Eu adorei! Queria só ver a cara daquele safado quando descobrir isso. -eu a puxo e a beijo. Deus, eu amo essa mulher!


 

-Entende por que precisa de segurança?


 

-Sim, mas você terá que contratar outro, não acho que o grandalhão vá querer se aproximar de mim depois de hoje.


 

-Ah, Debora! O que eu faço com você?


 

-Você sabe muito bem o que tem que fazer.


 

Ela me beija e puxa meu cabelo e eu esqueço das ameaças, de Pint/o Pequeno, de Vernee e do resto do mundo nos braços dela.

 

CONTINUA...

 



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