História Is It Love? Ryan - Estúpido Desejo - Capítulo 21


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Categorias Is It Love?
Personagens Personagens Originais, Ryan
Tags Comedia, Hot, Is It Love?ryan, Romance
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Palavras 1.300
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Adeus Edmundo Por: CHRISTIAN


CHRISTIAN


 

O edifício é elegante e discreto. O tipo de prédio em que eu moraria. Tenho que admitir que Pi/nto Pequeno tem bom gosto. Não titubeio ao avistar o porteiro, preciso subir ao apartamento de Edmundo sem ser anunciado. Não quero que ele fuja como um rato, o que sei que ele é. Nesses casos, postura é tudo. Estou bem vestido, tenho cara de rico, e um corpo invejável, mas isso não vem ao caso, só estou citando para que você saiba.


 

Enfim, não paro na recepção, ajo como se morasse ali, como se entrasse naquele hall todos os dias. Claro que dá certo, o porteiro me olha mais de uma vez, mas apenas me cumprimenta com um sorriso quando o encaro, e não me impede de entrar. Claro que ele não impediria, sabendo que tenho dinheiro e por causa do meu porte, nem estou falando da minha beleza, e sim dos meus músculos. São enormes, e muitos, e é muito difícil um ser magro e raquítico como aquele porteiro se meter comigo.


 

Quando as portas do elevador estão se fechando, avisto uma mulher correndo e gritando em direção ao elevador. Imediatamente seguro o elevador para ela. Ela entra desajeitada com umas dez sacolas a cobrindo. Eu tiro metade das sacolas de sua mão e a vejo. Ela tem olhos negros, mas grandes. Um óculos elegante os deixa ainda maiores. Seu cabelo negro está preso em um rabo de cavalo muito bem arrumado, e a franja longa cai pelas laterais de seu rosto. Ela é bonita. Agradece sem enrubescer, o que é incomum quando uma mulher olha para mim.


 

O andar do idiota do Edmundo é o décimo, mas a mulher para no oitavo e estende a mão para pegar as sacolas. Como o bom moço que sou, a levo até seu apartamento. Ela parece surpresa pelo meu gesto, mas mais uma vez, não enrubesce. Será que é lésbica? Ou casada? Não, mesmo as casadas enrubescem diante de mim.


 

Ela parece nervosa enquanto abre a porta do apartamento e me pego sorrindo, finalmente alguma reação, mas a vaca entra correndo e bate a porta na minha cara. Fico ali no corredor, sem entender, com cinco sacolas na mão. Meio fora do ar. Quando de repente ela abre a porta e a fecha rapidamente atrás de si. Pega as outras sacolas da minha mão dizendo:


 

-Me perdoe senhor. E muito obrigada pela ajuda.


 

Seguro a última sacola para que ela não a retire da minha mão. O que faz com que ela olhe para cima.


 

-Isso não é jeito de tratar alguém que foi gentil com você.


 

-Eu sei, me desculpe. -ela ainda não está ruborizando.


 

-Não. Só a desculpo se me convidar para beber uma cerveja.


 

Ela pisca os olhos confusa e depois de um bom tempo, sua amabilidade desaparece, ela parece desconcertada, mas ainda assim não enrubesce. Qual o problema dessa mulher? Será que é assim tão fria?


 

-Sinto te desapontar, mas não vai encontrar cerveja na minha casa. -ela diz, mas sem cordialidade na voz.


 

-Um suco, então?


 

-Não tem.


 

-Café? -tento mais uma vez.


 

-Na verdade, você não vai tomar absolutamente nada na minha casa. Pode me dar minha sacola ou terei que acusá-lo de roubo?


 

Uau! A mulher é brava! Isso me faz rir.


 

-Você é lésbica?


 

Ela pisca os olhos vermelha e sei que está se controlando. Mas por fim, responde:


 

-Claro. Pense assim se isso servir para amaciar o seu ego.


 

Ela tenta puxar a sacola da minha mão e eu a afasto.


 

-Como? -pergunto divertido.


 

-Senhor Não Me Interessa Seu Nome, entenda três coisas: Uma, eu não sou lésbica, só não te acho tudo isso. Duas, você não vai, em hipótese alguma entrar em meu apartamento. E três, você definitivamente não faz o meu tipo. Pode me devolver minha sacola agora?


 

Sim, ela foi incrível e eu fui nocauteado, olho sério para ela e digo:


 

-O que você esconde nesse seu apartamento?


 

Touché. Ela pisca os olhos assustada e percebo como ficou tensa. Esconde alguma coisa. Por isso não vai me deixar entrar em seu apartamento, não tem nada a ver com não me desejar. Ela parece irritada, pois tenta puxar a sacola da minha mão, quando não consegue, respira fundo, dá de ombros e diz:


 

-Tudo bem, se faz tanta questão de ficar com a sacola, pode pegar para você. Faça bom proveito do que está dentro dela.


 

Assim ela bate de novo a porta na minha cara e desaparece para dentro. Imediatamente abro a tal sacola e quase tenho um infarto quando vejo o que tem dentro. Uma calcinha vibratória. Nem acredito. A mulher é aparentemente culta, se veste elegantemente coberta e usa uma coisa dessas! Em vez de abrir a porta para um homem como eu, que daria a ela muito mais prazer do que essa minúscula calcinha. Que imagino que nem caiba em toda aquela bu/nda. Posso imaginar o que esconde no apartamento dela.


 

Com um sorriso no rosto, penduro a calcinha no trinco da porta. Vamos deixar que a safada escondida dentro dela seja descoberta pelos vizinhos.


 

Volto para o elevador e subo para o andar de Pin/to Pequeno. Toco a campainha e fico longe do olho mágico, a porta se abre apenas um pouco, mas a empurro e entro. Uma mulher assustada dá um grito e trato de tranquilizá-la.


 

-Olá, não se assuste. Só preciso falar com o Edmundo.


 

Ela se prepara para gritar de novo, mas sou mais rápido. Coloco uma mecha do cabelo dela atrás de sua orelha e digo com a voz arrastada.


 

-Como se chama?


 

Funciona. O medo desparece e ela dá um risinho antes de responder.


 

-Eliete.


 

-Seu patrão está, Eliete? -continuo acariciando seu cabelo.


 

Ela concorda com um sorrisinho e então vai me conduzindo até o P/into Pequeno. Ele está sentado em uma poltrona lendo um jornal, eu já chego pegando-o pelo colarinho.


 

-Olá Pin/to Pequeno.


 

Ele se assusta e tenta se afastar. Depois de ele murmurar que posso levar o que eu quiser e de eu perceber que está quase mijando nas calças, eu o solto.


 

-Não sou um assaltante, para o seu azar. Só vim te dar um aviso Aproxime-se de Débora Savin novamente e será um homem morto. Eu fui claro? Um telefonema, uma palavra, um olhar sequer na direção dela e eu venho atrás de você, e salvarei as mulheres que você come de ter que aguentar seu minúsculo p/au.


 

Vejo o vermelho tomar seu rosto e ele murmura:


 

-Então o Carter está mandando o cão de guarda?


 

-Ah sim, com certeza. E o cão aqui é bem bravo. Estou falando sério, Edmundo, se eu pegar você sequer falando o nome dela outra vez, você não será homem para mulher nenhuma nunca mais. Entendido? -ele assente com uma careta.


 

-Eu entendi. Não vou procurar a Débora.


 

-Você disse o nome dela? -digo dando um passo em sua direção, e ele se afasta amedrontado.


 

-Não, não conheço nenhum Carter e ninguém ligado a ele.


 

-Melhor assim. -digo e antes de sair dou uns tapas em seu rosto, o alertando da minha força.


 

Saio feliz e com a sensação de dever cumprido. O imbecil do Ryan me deve mais essa.


 

Quando o elevador para no oitavo andar, penso em descer, mas, é só mais uma mulher entre muitas, nem vale o esforço. Porém, quando estou saindo do prédio, vejo o quadro de correio, finjo atender o celular e olho o que há na caixinha do apartamento 802. Há um envelope. Eu o pego despistadamente e vejo o nome da safada embutida. Kelly. Um belo nome, para uma bela mulher. Devolvo o envelope e saio do prédio pensando em outras coisas. Mas, durante todo o dia, o nome dela fica aparecendo na minha cabeça. Kelly, lindo nome. Linda mulher.

 

CONTINUA...


Notas Finais


O que acharam da narração do Christian? E a Kelly?

Bjs e até o próximo!


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