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História Is It Love? Ryan "Ainda existe amor em nós?" - Capítulo 5


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Capítulo 5 - I hate you Ryan Carter!


Todos olhares se voltaram para mim. Alguns me olham como se eu fosse doida, talvez por eu ter à audácia de vim de branco, outros surpresos e de raiva também. Vejo Jenny me fuzilar com os olhos, assim como a vagabunda. Lisa e Mark me olham sorrindo sem acredita. Por última Ryan Carter, que parece ter petrificado, olho no fundo daqueles olhos e só o que eu posso sentir é raiva e desprezo.

— E por qual motivo seria senhorita?

O juiz pergunta e eu caminho até eles. Paro na frente dos dois e olho para Laura.


— O motivo é que, lugar de assassinos é na cadeia e não aqui fora aproveitando a vida enquanto um inocente paga por seus crimes.

Ela me fuzila com os olhos, pronta pra voar no meu pescoço.

— O que faz aqui sua louca? Deveria estar apodrecendo na cadeia!

Eu dou uma pequena gargalhada e ouço Jenny dizer:

— Você não é bem-vinda aqui sua assassina! Vai embora!

Olho para ela e retruco com sarcasmo.

— Pelo que eu me lembro bem a casa é do Carter e não sua querida, se alguém tem que me mandar embora é ele, e como até agora não o fez, eu fico.

Vejo fúria em seus olhos. Desvio me olhar dela pro Ryan que me analisa, ainda parecendo não acredita.

— O que você está fazendo aqui?

Ele pergunta sério me olhando. Aqueles olhos que parecem mais um oceano, um olhar que permitir me perde tantas vezes. Mas passado é passado. Preciso me concentrar no agora.

— Simples, vim estragar seu lindo casamento e te alerta também!

Explico balançando o dedo indicador no ar.

— Você não tem nada o que fazer aqui vagabunda!

cachorra da Laura grita. Me seguro pra não dar uma surra nela nesse exato momento. Fito sua barriga e questiono:

— Já viu a “barriga” da sua mulher Carter?

Laura me olha espantada e Ryan confuso.

— Isso não lhe diz respeito.

Ele diz seco. Sorrio de lado.

— Sabe Ryan eu te admirava muito sábia?! Mas de uns tempos pra cá você te sido tão burro, que acho que aquele Carter esperto e cauteloso morreu.

— Cala a boca sua idiota!

A vagabunda da Laura falou nervosa. Olho-a com raiva e prossigo…

— Por que não mostra a barriguinha pra todos?

Ela me encara e posso ver raiva e medo ao mesmo tempo, nos seus olhos. Antes que ela possa dizer alguma coisa eu faço o que tenho em mente.

— Eu te ajudo!

Digo rasgando seu vestido na parte da frente, revelando sua falsa barriga sendo segurada por um short. Todos fazem um “O” com a boca e começam a cochichar. Ryan olha perplexo para o que está diante dele. Posso ver as lágrimas de crocodilo nos olhos daquela mentirosa enquanto encarava Ryan com medo.

— Mas… Como?

Ele faz uma pausa e continua:

— Como pode me enganar dessa forma?

Ele esbraveja encima dela que começa a chorar desesperada.

— Ryan eu posso explicar, eu…

Ela corta gritando

— EXPLICAR O QUE?! Que me fez de idiota esse tempo todo, é isso?

Ela me olha sombria e eu sorrio.

— Eu vou te matar!

Ergo minhas sobrancelhas e chego no ponto exato daquela conversa/discussão.

— O que? Vai me matar como fez com seu próprio pai?

Suas esferas esbugalhadas quase saem de órbita. É vadia a casa caiu pra você!

— Como assim?

Ryan indagou franzindo o cenho.

— Você é louca ou o que?

Perguntou tentando soar indiferente a minha acusação, porém seu nervosismo a entregava.

— Não finja mais querida. Você está sendo acusada pelo assassinato do SEU próprio pai.

Dou ênfase e continuo:

— E por falsificação. Não tem como mais fugir. Lembra do homem que você pagou para que desligasse câmeras naquele dia? Então, ele foi encontrado e detido. Confessou o que fez e quem foi a mandante que no caso é você.


— Isso… é verdade Laura?

Vejo Ryan contrair mandíbula de raiva.

— Eu… não sei o que… essa mulher está falando Ry.

Se fez de vítima. Eu já irritado com sua cara de sonsa perdi meu controle.

— Confesse sua filha da puta! Confesse que foi você! Não tem mais saída, as provas já estão com polícia.

Por longos segundos ela me encarou e todos ao redor como se preocupasse uma saída, não achando ela explode debochada, levantando as mãos em rendição.

— SIM! Fui eu, mais eu jamais vou pra cadeia.

Vejo as pessoas colocarem a mão na boca, chocados, assim como Lisa e MarkRyan está sem esboçar nenhuma reação.

— Mas você foi tão ingênua a ponto de colocar a mão no revólver. Confesso que foi de grande ajuda.

Ele diz sorrindo e eu tasco um tapa na sua cara, a filha da mãe começa a rir aumentando ainda mais minha raiva. Eu vou matar essa vagabunda.

— Hahaha… eu nunca que vou pra cadeia querida, pois, é o seu lugar.

Antes de eu acerta-la com outro tapa o senhor Brito intervém.

- Laura Fox, você está presa pelo assassinato de Oliver Fox.

Vejo o sorriso dela se desmanchar. Laura fica desesperada e fala olhando para Rya.

— Ry por favor me ajuda! Não deixe eles me levarem.

Ryan continua sem reação, parado olhando ela.

— RYAN!

Ela grita e ele parece acorda do transe.

— Como pode fazer uma coisa dessas?

Carter questiono-a aparentemente indignado.

— Ele mereceu!

Todos começam a murmurar e a algema, arrastando ela pra longe que se debate igual uma louca.

— VOCÊ ME PAGA!

Ela grita olhando pra mim. Sorrio vitoriosa, enfim meu nome foi limpo. Suspirei sentido meus olhos marrjarem. Agora sou livre. Agradeço a Deus mentalmente.

As pessoas começam a sair e os burburinhos se tornavam mais alto. Lisa e Mark se aproximam sorrindo, Lisa me abraça chorando. Me permito chorar junto dela, choro numa explosão de sentimentos, saudade e felicidade.


— Luiza

Ouço a voz do Ryan me chamar…

Me desfiz do abraço da minha amiga e limpei meu rosto, antes de me virarencaro Lisa que me dá aquele olhar de que, 'Você tem que falar com ele!' Suspiro e me viro para encara-lo. Seu olhar permanecia indecifrável.

— O que você quer?

Falo num tom seco. Ele suspira e passa a mão nos cabelos evidentemente, nervoso.

— Podemos conversa?

Antes que eu possa responder a voz irritante dá Jenny me interrompe.

— Mas Ry

Ela ia falar mais o Carter esbraveja a cortando.

— Mas nada Jennifer!

A chamou pelo nome completo. Jenni fuxilou-me com is olhos.

— Vamos? 

Sedo ao seu pedido e sigo com ele para dentro da casa. Olho rapidamente ao redor a decoração estava diferente, mas moderna, no entanto continuava a cara do Ryan sem muitas cores. 

Chegando em seu escritório, entramos e eu o encarei séria.


— Então, o que você quer?

Ele suspira mais uma vez e se senta em sua cadeira aconchegante de couro.

— Eu quero que você me explique o que aconteceu!

Sorrio contudente.

— Aconteceu exatamente o que você viu! Ou é cego e surdo agora?

Acompanho seus movimentos impacientes e seu rosto demonstra impaciência. 

— Será que dar pra você deixar seu sarcasmo de lado e conversamos como dois adultos?

Pergunta fitando-me seriamente. Solto um breve risada irônica.

— Agora você quer conversar, depois de cinco anos?

Giro meu corpo ficando de costas para ele, encarando um quadro qualquer na parede.

— Eu juro que tentei ir mais…

Interrompo suas desculpas insignificantes.

— Você não foi porque é fraco.

Ryan se levanta e me encara irritado por ter ferido seu ego inflado.

- Não foi fraqueza! Só não conseguia ter coragem de te encarar depois daquilo. Você acha que foi fácil para mim te perde assim, de uma hora pra outra ter que te esquecer?Eu tinha planos pra gente.

Paro sem acreditar no que acabo de ouvir. Ele tem alguma noção do inferno que eu passei naquele buraco?

— E foi fácil pra mim por acaso?

Ele ia dizer algo, mas o cortei.

— Não espera! Pra você foi fácil sim! Assim que fui levada presa você foi logo cair nos braços daquela vagabunda!

Esbravejo sentido a raiva me consumir. Ryan me encara tentando manter o controle da situação.

— Ela precisava de alguém naquele momento.

Meus olhos se encheram de lágrimas. Respirei fundo.

- E eu não precisei né? Sabe qual foi seu maior erro Carter?

Faço uma pausa e antes de acrescentar.

— Você preferiu confiar nos outros e não em mim.

Uma lágrima cai e ele permanece com sua postura gélida.

— Os fatos te acusavam. Como você acha que eu podia acreditar se te vir com a mão no revólver?

Eu balanço a cabeça e digo alterada.

— Eu fui acusada porque ninguém nunca investigou os fatos. Nem mesmo você que dizia me amar.

Trago o ar para dentro de mim e continuo:

— Muita das vezes me perguntei se verdadeiramente vocês não tiveram nada junto.

Dessa vez ele me encara com seriedade e confiança. 

— Posso ter cometido muitos erros, mas nunca te trair com a Laura e nem com outra mulher. Eu sempre amei você.

Dou risada.

— Amou? E onde estava esse amor quando eu mais precisei?! Onde estava a porra do homem que dizia tanto me amar?!

Grito sentindo minha garganta arde e minhas mãos pousam com força contra a madeira a mesa. Carter não disse nada e desviou o olhar.

— Eu aceitei que todos tivessem me dado as costas menos você. Eu te esperei dias, semanas, meses…

Sinto as lágrimas grossas rolarem pelas minhas bochechas e pingar na madeira marrom. 

— Me iludir achando que você fosse aparecer e me pedi perdão por ter me deixado no início, mas não aconteceu. VOCÊ NÃO FOI! VOCÊ ME DEIXOU SOZINHA! 

Um segundo grito cortou minha garganta. Fitei o homem na minha frente com toda mágoa que eu tinha acumulada por ele.


— Luiza… eu…

Ele se perde nas palavras.

— Preferiu confiar nos outros do que em mim. Você nunca procurou investigar nada, deixou as coisas como tavam. Nunca nem quis me ouvir, escutar o que tinha a dizer em minha defesa.

Eu fico de costas para ele e choro. Nunca senti tanta dor como agora. Tentei de toda forma apaga essa dor, mas parece impossível.

— Eu não sei o que dizer… Só que você talvez possa me perdoa algum dia.

Ele diz e eu me viro. Vejo que ele segura algumas lágrimas.

— Eu nunca vou te perdoa Carter. Assim como te amei um dia, hoje eu te odeio na mesma intensidade.

Pego minha bolsa e quando vou sair ele me alcança, me abraçando por trás fazendo eu parar. Eu choro mais ainda e ouço ele também chorar me apertando em seus braços.

— Me… pe.. perdoa

Ele pede e eu só consigo sentir amargura.

— Eu te odeio Ryan Carter!



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