História Is It Love, Ryan Carter? - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Capítulo 20


Fanfic / Fanfiction Is It Love, Ryan Carter? - Capítulo 20 - Capítulo 20

Ouvi uma risada alto vindo de trás de mim e me virei encontrando Angela no pé dá escada rindo.

— Então o grande Ryan Carter broxou? — Ela disse ainda dando risada da minha cara. — Não acredito Ry. Eu achava que você fosse melhor.

— O que você faz acordada a essa hora? — Tento mudar o foco da conversa.

— Eu estava assistindo tv, quando eu estava indo para o meu quarto vocês chegaram. — Ela sorriu. — A puta tava gemendo tanto que eu achei que o negócio tava bom lá.

— Dá licença. — Falei puto passando por ela. Subi para meu quarto ouvindo as risadas dela no andar de baixo.

Entrei em baixo dá ducha e deixei que água escorresse pelo meu corpo, levando todo meu estresse do dia, meus pensamentos naquela pestinha e o meu desejo de entrar naquele quarto e fode-la até o dia clarear como fizemos na noite de ontem.

Vesti apenas uma cueca e me joguei na minha cama. Rolei de um lado para o outro até finalmente conseguir pregar os olhos.

Narrado por Angela...

Depois daquele momento cômico que foi ver Ryan broxar, eu fui dormir até mais feliz. Não sei porque, mas só o fato dele não ter passado a noite com aquela puta de terceira classe melhorou até meu humor.

Na manhã seguinte quando desci para tomar café, só encontrei Melanie na cozinha. Perguntei onde estava Jenny, pois o Ryan pela hora devia estar na empresa. Ela disse que Jenny tinha saído cedo, segundo a ruiva teve um problema com um amigo dela e a mesma foi ajudar. Não fiquei preocupada, com certeza ela foi ver o Adam e arrumou essa desculpa. Pelo visto eu iria para minha aula de dança sozinha hoje de novo.

Subir para quarto para me arrumar. Vesti uma calça legging azul escura, top preto e uma blusa branca aberta nas laterais. Amarrei o cabelo em rabo de cavalo alto e passei um pouco de base em algumas manchas que ainda tinha no meu pescoço. Por último passei meu desodorante e calcei meu tênis. Peguei minha bolsa com garrafinha e sair do apartamento.

Fui apé até o estúdio, ficava três quarteirões dali e eu tinha certeza que o segurança me seguia. Sinceramente, não sei o porquê dessa segurança toda. Parece até que a qualquer momento podem me matar ou me sequestrar. O pensamento causa um frio mais minha espinha. Tá repreendido.

No estúdio encontrei Chelsea se aquecendo um pouco, como sempre fazia antes de começar a aula. Conheci Chelsea quando cheguei aqui, assim como eu também era seu primeiro dia no estúdio. Ela diferente de mim, deseja ser uma dançarina profissional, eu, por outro lado faço apenas por diversão, por hobbie.

— Angela! Bom dia! — Chelsea me abraçou com entusiasmo.

— Bom dia loira! Quanta alegria para uma manhã de segunda. — Falo e me afasto dela.

Ela sorri com cara de quem aprontou, e não foi pouco.

— Sair com aquele boy que eu te falei. — Ela disse e eu lembrei que na semana passada ela falou pra mim que tava conhecendo um rapaz e que ia sair com ele nesse final de semana. — O nome dele é Matthew. Ele me chamou para irmos em uma boate ontem e depois para sua casa... — Ela fechou os olhos e se abanou com as mãos, suspirando.

— Pela sua cara foi bom então. — Digo colocando minhas coisas sobre o banco e vou me junto a ela mo aquecimento.

— Ele é um moreno delicioso, coisa de outro mundo, sabe?

— Ah sim! Claro que sei... — Falo pensativa, me recordando do corpo do maldito deus grego que era o Carter. Só de lembrar de todos aqueles músculos sinto meu sexo contrair.

— O cara parece até uma maquina de sexo, não cansa nunca. Fiquei até dolorida.

Nós duas rimos.

— Vou te apresentar o irmão dele. — Ela cochichou quando a professora de dança chegou. — Outro gostoso.

— Já quero. — Pisquei pra ela.

Paramos de conversar, a professora deu início a aula, que foi puxada hoje e tenho certeza que o mau humor da professora influenciou nisso. Quando acabou eu fui tomar um banho e trocar a roupa. Tava passando meu batom, quando o trio das recalcadas apareceu atrás de mim, encarei o reflexo delas, no espelho.

— Posso ajudar? — pergunto educada, apesar de não ir com a cara delas. Chelsea já tinha me contado sobre aquelas três adorarem arrumar uma confusão.

— Ah você pode sim. — A de cabelo loiro cacheado respondeu. — Saindo do nosso banheiro.

Olho para elas e depois encaro Chelsea do outro lado do cômodo, com cara de preocupada. Sorrio mais irônica possível e me viro pra elas, laçando-lhes um olhar intimidador, mas que não surte muito efeito nas mesmas. Isso só funcionava com o Ryan mesmo.

— Olha aqui meu amor... — Falo calmamente, mas por dentro eu gritava pra arrancar seus apliques fora. — É Carolyn, não é? — Ele assente, me olhando de forma desdenhosa. — Que eu saiba, esse banheiro é do estúdio e por esse motivo, todos podem usá-lo a hora que quiserem. — Elas iam retrucar, mas eu fui mais rápida. — E, eu li escrito na porta "banheiro feminino" e não "banheiro de Carolyn, Ashley e Tiffany. Por tanto, eu vou permanecer aqui e os incomodados que se mudem.

Dou as costas para elas e volto a passar meu batom. A morena dá risada, antes de soltar seu veneno.

— Você se acha né anjo. — Tiffany da ênfase a última palavra. — Só porque é amiga dá Jennyfer Carter, você acha que é alguma coisa, mas não passa de uma passa fome, que vivi na sombra da amiga atrás do dinheiro dela.

Mantenho meu sorriso pleno no meu rosto, ouvindo suas ladainhas. Eu rir antes de falar:

— Se vocês não sabem amores, eu sou Angela Smith. Filha de uns dos maiores empresários do Canadá, mas acho que vocês não conhecem, né? Patricinhas só se ligam mesmo em revistinha de fofoca. — Às três me fitam com fúria.

— Se você e tão rica como fala. Por que vive de favor na casa dos outros então? — É a vez dá Ashley falar. — Ah deixa eu ver... — Ela colocou o dedo indicador no queixo fingindo pensar. — É claro. Ele não quis deixar seu dinheiro sabendo que a puta da filha dele gastaria tudo com macho por aí. Por que é isso que você é. Uma puta que dar pra todos os homens que ver. — Ela altera a voz, trazendo olhares curiosos para nós.

— Olha aqui garotas. — Me virei pronta pra matar. — Vão tomar no olho desse cu arrombado de vocês e me deixem em paz. E que eu saiba, puta e quem simete com outro homem sendo casada, e eu, estou solteira. Entretanto, a buceta é minha e eu dou pra quem eu quiser. — Pego minha bolsa e jogo meu batom dentro. — Vão se fuder às três.

Ando recrebando até a porta, rebolo bastante meu bumbum, causando o máximo de inveja possível com meu corpinho lindo nessas magrelas.

Passei pela porta de saída do estúdio e caminhei pela calçada, vendo poucas pessoas pela rua. Cheguei próximo de um gramado alto, aonde tinha uma caixa de papelão, mas o que me chamou atenção foi o barulho dentro da caixa. Era um latido, seguido de outro e mais outros.

Me aproximei da caixa e abrir, encontrando um par de olhos negros brilhantes, me encarando amedrontado.

— Mas que fofo. — Me agachei e tirei o filhote buldogue do papelão. — Oi. Te abandonaram aqui, foi? — Olhei ao redor não vendo ninguém, provavelmente foi abandonado, o que era muito estranho, porque ela era um cão de raça.

Ergui ele no ar e vi que ele era macho.

— Você vai ser meu. — Me ouvir falta e rir, arrancando latidos altos do cachorrinho. — Tenho que te dar um nome. — Olhei para ele. O mesmo era branco com algumas manchas pretas. — Já sei. Billy. O que você acha amiguinho? — Ele latiu, abanando o rabinho, como se realmente tivesse entendido o que eu falei. — Ok. Vamos para casa Billy.

Carreguei ele no colo mesmo até o apartamento e pedi para que um dos seguranças comprasse tudo que ele precisaria.

— O que é isso? — Mel pergunta vendo eu entrar com o cachorro no colo na sala.

— Conheça o Billy. O novo morador dessa casa. — Falei, e mais uma vez, ele latiu em concordância comigo.

— E onde você achou essa fofura? — Ela acercou-se.

— Na rua. Parece que ele foi abandonado.

— É triste pensar numa pessoa com uma alma tão ruim, ao ponto de abandonar sozinho um bichinho tão pequeno e indefeso. — Melanie comentou.

— Verdade. Eu vou mandar um dos seguranças leva-lo ao veterinário e ver ser tá tudo bem com ele.

— Faz bem.

Depois do almoço Billy foi levado ao médico e estava tudo em ordem com ele. Levei ele para meu quarto, e deitei ele na caminha que foi comprada.


Notas Finais


E ai? O que acharam?

Gostaram do novo integrante da família? Qual será a reação do Carter?


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