História Is it wrong to love you? - Capítulo 1


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Categorias Pretty Little Liars, Riverdale
Tags Jellybean, Pretty Little Liars, Riverdale, Romance, Sweet Pea
Visualizações 33
Palavras 1.576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooi, pessoal. Boa noite. Essa é a minha segunda história sobre Riverdale e a primeira sobre PLL. Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 1 - Mechas rosas


Fanfic / Fanfiction Is it wrong to love you? - Capítulo 1 - Mechas rosas

 Jellybean estava farta de sua vida em Rosewood, ela sempre adorou a beleza e tranquilidade da pequena cidade, mas ultimamente encontrava-se de saco cheio. Seu segundo ano no High School começaria em poucas semanas, mas ela não sentia a melhor vontade de ir para a escola. Depois do ocorrido no último verão, Jellybean preferia manter distância de tudo e de todos daquela cidade.
As pessoas que ela considerava amigas, a abandonaram assim que o escândalo vazou para a cidade, Jellybean se tornou alvo de críticas e piadas de mal gosto; esse é o problema em morar em cidade pequena, todo mundo uma hora ou outra acaba sabendo e no caso da Jones, não demorou muito pra notícia se espalhar.
Ela não se arrependia de ter feito o que fez, porém acabou recendo um preço alto demais para pagar. Foi por pouco que Ella não expulsou a filha de casa, envergonhada com a atitude da mesma. A própria Jellybean sentiu vergonha de olhar nos olhos da mãe. Mas depois de um tempo, Ella se tornou a única pessoa dando apoio para Jellybean, o que foi um tremendo alívio para a jovem.
Jellybean encontrava-se em seu quarto, olhando a chuva cair pela janela. Fazia uma semana que ela não colocava os pés para fora de casa e se dependesse dela, continuaria assim. Mas infelizmente as coisas não eram assim. As férias de verão estavam próximas de acabar e a garota teria que voltar para a escola, contra sua vontade.
–O que você acha da gente pedir uma pizza pra janta? – Ella apareceu na porta do quarto. Portas trancadas se tornaram proibidas na casa. A mãe da garota tinha medo de que Jellybean pudesse fazer algo irreversível, então tentava sempre animar a filha.
–Pode ser – Ela manteve sua atenção na chuva.
–Vou pedir com bastante queijo, como você gosta.
–Obrigada, mãe.
Ella suspirou e deixou a filha sozinha.
Depois que a chuva cessou, Jellybean se levantou para esticar as pernas. Estava no meio do quarto quando reparou seu reflexo no espelho no canto da parede. Ela olhou intrigada e se aproximou para ver melhor. Jellybean não conseguia mais reconhecer o próprio reflexo, ela segurou uma mecha de cabelo nos dedos e se sentiu ridícula e infantil com aquela cor rosa.
Jellybean percebeu que precisaria mudar para não continuar se afundando em sua própria desgraça. Ela prometeu a si mesma que daria a volta por cima e não se abalaria mais por quem não merecesse. Ela ia mudar e seria pra melhor.
Assim que Ella chegou do supermercado, acabou levando um susto com a nova aparência da filha e deixou cair a sacola com as compras.
Jellybean se levantou do sofá.
–Eu estou tão feia assim? – Brincou.
–Não é isso – Ella se abaixou para pegar as coisas e a filha ajudou – É só que eu estou surpresa. Você sempre teve vontade de pintar o cabelo de rosa, desde pequena e quando eu finalmente deixei, você resolve pintar de castanho. Me acostumei com a Jellybean gótica – Sorriu.
–Fiquei com essas mechas por quatro anos. Estava mais que na hora de mudar. Achei que castanho combinou mais comigo do que preto – Passou as mãos pelo cabelo.
–É, também achei – Tocou no rosto da filha – O que acha de lasanha pro jantar?
–Eu acho ótimo. Estou faminta – Ela se levantou animada, o que chamou a atenção de Ella e a deixou feliz.
–Somos duas – Elas seguiram para a cozinha e começaram a arrumar as compras.
–Eu preciso conversar com a senhora – Jellybean comentou.
Ella parou o que estava fazendo para encarar a filha.
–Pode falar, estou te ouvindo.
Jellybean respirou fundo, ensaiando em sua mente mais de 1000 meses a forma como iria falar. Porém sua voz acabou saindo esganiçada e Ella pediu para ela repetir.
–Eu disse que quero morar com o Jughead – Exclamou.
Ella abriu a boca, mas não falou nada, depois piscou algumas vezes.
–Morar com o Jughead – Ela repetiu.
–Sim. Isso mesmo que a senhora ouviu.
A mais velha se sentou no banco, ainda impactada com o desejo da filha.
–Mas por quê? Você não gosta de morar comigo?
Jellybean se aproximou da mãe e envolveu em uma abraço.
–Não é nada disso, dona Ella. Eu adoro morar com a senhora, é a melhor mãe e companhia que alguém poderia ter. Acontece que eu não consigo mais morar em Rosewood – Confessou – Todos me odeiam e me olham torto. Não vou aguentar isso.
Ella assentiu, entendendo o lado da filha.
–Tudo bem. Você tá certa em querer ir embora daqui, ainda acho que foi corajosa de aturar por tanto tempo. Ligarei para Jughead.
–Por favor, não conta pra ele sobre...
–Não se preocupe, não vou contar – Garantiu.
Jughead adorou a ideia de ter a irmãzinha por perto, fazia um ano que eles não se viam. Eles começaram por mais um hora no telefone quando ela deu a notícia. Jellybean moraria com ele e com a esposa dele, Betty. Ela gostou da ideia de morar com o casal, achava eles o par perfeito, só faltavam lhe dar um sobrinho.
Não demorou muito para ela se mudar, Ella agilizou a documentação necessária para Jellybean poder trocar de escola e então elas foram para Riverdale. Jellybean fez questão apenas de levar as roupas e sapatos, deixando seu quarto praticamente intacto.
Quando chegaram a cidade, Jellybean não viu tanta diferença com Rosewood, ambas eram cidades pequenas e com casas estilo vitorianas. Tinha até uma floresta, assim como sua antiga morada. Ela só desejou que as pessoas dali fossem diferentes.
–Que saudades da minha garotinha – Jughead tirou Jellybean do chão, a girando.
–Por Deus, Jug. Você está me sufocando – A voz saiu abafada pelo corpo do irmão.
–Deixa a sua irmã, Jughead – Ella mandou.
Ele soltou a garota.
–Estava apenas matando a saudade – Explicou, beijando a bochecha da mãe – Está linda, senhorita Ella.
–E não, é? – Jellybean concordou – Já disse pra mamãe que ela é gata, mas ela não acredita em mim.
–Vocês dois, parem de graça – Ela deu um tapa fraco em cada um.
–Que bom que vocês chegaram antes do jantar.
–Por que? Alguma ocasião especial? – Ella quis saber.
–Claro. Minha chegada – Jellybean sorriu.
–Tá passando vergonha – Ele avisou e ela mostrou a língua pra ele.
–Cresçam vocês dois – Ella ralhou.
–Na verdade é que um amigo meu vem jantar aqui, achei que vocês só vinham amanhã de manhã. Mas estou feliz que chegaram antes.
–Só espero que tenha bastante comida – Jellybean resmungou.
–JB.
–Desculpa, mãe.
–Vai ter comida pra todo mundo, sua morta de fome – Jughead respondeu.
–Eu sou mesmo – Deu de ombros – Onde é o banheiro? Preciso tomar um banho.
Betty desceu as escadas e sorriu, simpática.
–Oi, Ella. Oi JB. Desculpa não ter vindo receber vocês logo, estava tomando banho.
–Sem problemas, querida – Ella cumprimentou Betty com um abraço – Está linda, a propósito.
–Eu digo o mesmo pra você.
–Oi, cunhada – Jellybean balançou a mão na direção de Betty.
–Oi, cunhada – Ela sorriu e foi abraçar a mais nova – Estava com saudades de você.
–Eu causo esse efeito nas pessoas – Se gabou – Também senti saudades.
–Agora nós vamos enjoar da cara dela – Jughead afirmou.
–Para de implicar com a sua irmã, que coisa – Ella pediu.
–Pode me mostrar o banheiro? – Jellybean pediu para Betty.
–Ah, claro – A loira sorriu – Vem comigo.
Jellybean pegou apenas uma das cinco malas e subiu atrás de Betty. Ela acabou passando mais tempo do que o normal, se distraindo com seus pensamentos. Assim que ela saiu do banheiro, percebeu que iria se atrasar para o jantar, mas não dava a mínima para isso. Ela se arrumou com calma, escolhendo uma roupa bem confortável para usar, apenas um vestido de flanela vermelho e sapatilhas pretas, o cabelo ficou solto mesmo.
A medida em que ia se aproximando da escada, ela pôde escutar vozes e uma chamou a sua atenção, era grave e um pouco rouca, o que fez seus pelos do corpo se arrepiarem. Aquilo realmente assustou ela.
Jellybean chegou no topo da escada e viu a figura masculina de costas. De repente ela ficou nervosa e nem entendeu o motivo. Ela desceu as escadas com um pouco de velocidade e acabou tropeçando no último degrau, caindo perto da roda de conversa. Todos pararam o que estavam fazendo para olhar a garota.
Por estar mais próximo da escada, o homem de identidade ainda não identificada, ajudou Jellybean, a levantando com facilidade.
–Ei, tá tudo bem? – Ele perguntou, olhando nos olhos dela e por alguns segundos seus olhares falharam. Jellybean só conseguiu balançar a cabeça.
–Minha filha, como você é desastrada – Ella se aproximou, guiando Jellybean até o sofá – Precisa tomar mais cuidado. O que aconteceu pra você cair?
–Bom, eu acho que tropecei – Respondeu um pouco grossa – Minha sapatilha estava saindo, foi isso.
Ella assentiu.
–Sweet Pea essa é a minha irmã desastrada, Jellybean – Jughead apresentou.
–Apenas JB – Ela avisou, enquanto ele se aproximava para tocar na mão dela.
–Tá legal, apenas JB – Ele sorriu – É um prazer conhecer você.
–Não posso dizer o mesmo, piadista – Ela respondeu, conseguindo uma gargalhada dele.
–JB. Tenha modos – Ella avisou.
–Não tem problema, Ella – Sweet Pea comentou – As crianças tem um temperamento forte mesmo.
Jellybean abriu a boca, sentindo vontade de xingar ele de nomes nem existentes, mas mexeu a cabeça, tentando espantar os xingamentos.
–Ora me respeita – Ela resmungou.
Ele sorriu mais ainda, conseguindo irritar ela ainda mais.
–O jantar está pronto – Betty apareceu na sala – Vamos comer.


Notas Finais


Até a próxima. Beijinhos.


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