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História Isekai em Konoha - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Entrego para vocês o capítulo que me pediram, espero que gostem/gozem!

Capítulo 17 - Se dois é bom, três é ótimo!


Acordo com a agradável sensação de dedos brincando com meu cabelo. Abri os olhos lentamente, incomodada pela luz que entrava pela janela. Quando meus olhos se acostumaram à luminosidade, meu olhar focou no rosto de Shikamaru, que me observava. 

— Bom dia. — ele disse, abrindo um sorriso envergonhado e largando a mecha de meu cabelo que estava em seus dedos.

— Bom dia! — respondo, sentando-me na cama. — Que horas são?

— Já é um pouco tarde, eu preciso ir para casa, mas não quis sair enquanto você dormia de novo. — ele disse, fazendo menção à primeira vez que dormiu aqui e deixou um recadinho ao sair. Lembrando do seu recado, pergunto:

— Eu falei dormindo?

Shikamaru riu e levantou-se da cama.

— Você falou o nome de uma jounin da Areia, não sabia que a conhecia. — tenho certeza que ele se referia à Temari.

— O que eu falei sobre ela?  — perguntei, com medo de ter revelado que ela é sua futura esposa e mãe do seu futuro filho.

— Não deu para entender bem suas palavras, mas você parecia estar com medo dela. — ele coçou o queixo. — Às vezes, ela pode ser bem assustadora mesmo.

— O que você come no café da manhã? — perguntei, me levantando também.

— Desculpe, Say. — ele pareceu ficar chateado. — Vou ter que deixar para a próxima, pois não quero abusar da sorte com meu pai. Podemos precisar desse favor mais vezes.

— Espero precisar mesmo. — dei uma piscada. 

Shikamaru deu um passo em minha direção e me puxou para si pela cintura. Seu rosto a centímetros do meu.

— Que saco, eu queria te recompensar agora pela minha “preguiça” de ontem.

— Achei que já havia me recompensado. — lembrei dos orgasmos múltiplos que ele me causou na noite anterior.

— Tem muito mais de onde veio aquilo. — ele apertou mais seu abraço em minha cintura antes de me beijar. Sua língua pediu passagem em minha boca e, logo, nossas línguas passaram a se entrelaçar lentamente. — Mas agora eu preciso mesmo ir, que saco.

— Agradeça ao seu pai por mim. — me despedi dele.

 

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Após almoçar sozinha no Ichiraku, avisto de longe Sai em nosso campo de treinamento habitual. Puxo da cintura meu pergaminho e um pincel e desenho o mais parecido possível com um pássaro que consigo e vou voando até onde ele está.

— Muito bem! — ele elogia meu jutsu, quando me aproximo.

— Obrigada. — cruzo as pernas, sentando mais confortável no pássaro, meus olhos ficando na altura dos seus. — O que vai fazer hoje?

— Eu só preciso comprar mais tinta, mas não tenho nenhuma missão. Naruto saiu da Vila para treinar com Jiraiya, não devemos ter missões nos próximos dias.

— Quer aprender mais uma coisinha hoje? — pergunto animada, lembrando de ideia que Sakura me deu sem querer, aquele dia que sugeriu que Ino, Sai e eu dormíssemos no mesmo quarto.

Sai sorri ao perceber minhas intenções.

— Aqui? — ele pergunta, olhando para os lados.

— Não, bobo. — reviro os olhos. — Na sua casa, mais tarde.

— Me dê mais uns minutos, preciso arrumar a casa. — ele pediu.

— Te dou uma hora. — respondo. — Se importa se eu levar uma amiga?

Sai fica visivelmente confuso.

— Você não disse que deveríamos estar sozinhos?

— É uma coisinha nova que quero te ensinar. — explico casualmente. — O que acharia de incluirmos a Ino?

— Eu fico animado com a ideia, mas admito não saber como isso vai funcionar. — ele coça a cabeça. — Afinal, eu só tenho um… — ele aponta para a sua região pélvica, onde vejo que ele já está animado mesmo. Sua ereção marcada no tecido da suua calça.

— Você tem duas mãos e uma língua. E, se você só conseguir se ocupar com uma de nós, a outra não vai ter problemas em interagir com a mesma que você está interagindo.

As sobrancelhas de Sai se erguem ao entender o que estou explicando e o sorriso começa a se formar em seu rosto.

— Então você duas…?

— Sim. — respondo.

— Vou agora mesmo arrumar a casa. Compro a tinta amanhã. — ele informa e desenha em poucas pinceladas um pássaro, saindo voando do campo de treinamento.

Agora só preciso convencer a Ino. Desfaço meu jutsu e o pássaro de tinta se desfaz abaixo de mim, meus pés pousam no chão facilmente.

 

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— Olá, senhora Yamanaka! — me aproximo do balcão da floricultura.

— Sayuri, que agradável surpresa! — ela sorri calorosamente ao me ver. — Ino está lá em cima, suba! — ela abre a porta que dá para a casa deles. — Vai querer que eu leve biscoitos para vocês?

— Muito obrigada, senhora Yamanaka. — agradeço. — Mas vou convidar Ino para sair. Coisas de garota, você entende, né?

A senhora Yamanaka libera um sorriso de orelha à orelha.

— Divirtam-se!

Subo as escadas até o quarto de Ino, a porta está fechada. Bato duas vezes na porta.

— Espera, mãe! — Ino grita do outro lado da porta. — Estou me vestindo!

Abro a porta mesmo assim, Ino se vira assustada em direção à porta.

— Exatamente como eu queria te ver. — eu digo sorrindo maliciosamente. Ino estava apenas de calcinha roxa, seu busto avantajado à mostra e seu cabelo envolto em uma toalha, havia recém saído do banho. Passo a língua pelo lábio inferior, me deliciando com a visão. Ino sorri e vem até mim, me abraçando.

— Sayuriiiiii! — ela pressiona seus peitos volumosos sobre os meus, bem menos dotados que os dela, até que liberou o abraço, mas agora me segurava pelos ombros.  — Você não me visitou mais pela janela. — ela fez um biquinho.

— Acho que nem preciso, tenho a impressão que sua mãe ficaria feliz até mesmo se eu tocasse a campainha de madrugada. — rio, levando uma mão à sua cintura.

— Mas daí ela estaria acordada enquanto você fica aqui. E isso não seria bom… — ela morde o lábio inferior e me olha sob seus longos cílios.

— Estamos arriscando muito aqui com a porta aberta.— eu digo e começo a brincar com o elástico de sua calcinha.

— Então por que não fecha e a gente se diverte um pouquinho? — ela pergunta sussurando em meu ouvido e empinando a bunda, buscando mais contato com minha mão que puxa seu elástico.

— Eu tenho outra ideia de diversão para hoje. — respondo, soltando o elástico que faz um barulho estalado em sua pele. Ino sorri safada à dor momentânea.

— Me conte. — ela se afasta de mim.

— Termine de se vestir. — sugiro ao fechar a porta e me sentar em sua cama.

Ino coloca um sutiã rendado do mesmo tom que sua calcinha e veste sua blusa antes de pegar sua saia na gaveta, me dando uma boa visão de sua bunda naquela calcinha fio dental.

— Que tipo de diversão? — ela vira o rosto para mim, tornando aquela posição ainda mais provocante.

— Eu sei que você fica com o Sai. — digo, esperando para ver sua reação. Ino fica em pé e se vira para mim rapidamente, seu rosto fica sério em poucos segundos.

— Nós nunca combinamos que não poderíamos ficar com outras pessoas. — ela disse se defendendo. Ela achou que eu viria até aqui acusá-la?

— Calma, Ino! — me levantei e voltei a abraçá-la pela cintura. Ino estava rígida, na defensiva. — Acontece que eu também fico com ele… — passei minha mão em suas costas, tocando sua pele. — E acho que nós poderíamos fazer algo juntos hoje… — o sorriso em seu rosto foi se acendendo conforme ela entendia ao que eu me referia. — Sabe, aquele dia, na missão, a Sakura sugeriu que ele dormisse em nosso quarto e eu não consegui tirar essa ideia da minha cabeça… — desci minhas mãos para seus glúteos, os apertando, Ino empinou a bunda em aprovação.

— Você é mais safada que eu imaginava! — ela responde sorrindo. — Eu fiquei tão preocupada aquele dia, achando que estaria em uma situação complicada com vocês dois! Se eu soubesse desses planos, teria insistido para ele trocar com ela! — não sei se Chouji desistiria tão fácil assim de Sai naquela noite, mas isso não é algo que eu possa contar para Ino, é um segredo de Sai.

Ino leva suas mãos à minha nuca e me puxa para um beijo, peço passagem com a língua que ela cede sem hesitar. Aperto sua bunda novamente, a puxando para mais perto de mim, ela arfa em resposta, afastando o beijo.

— Termine de se vestir. — digo, dando um tapinha em sua nádega.

— Você adora mandar em mim, né? — ela pisca antes de se afastar.

Ino termina de se vestir e leva seu tempo secando seu longo cabelo loiro, antes de prendê-lo em seu habitual rapo de cavalo com franja.

Eu havia me deitado em sua cama para esperá-la, pois estava levando um tempo. O que não era um problema, pois eu havia prometido no mínimo uma hora para Sai. Ao terminar, Ino sobe em cima de mim, colocando um joelho de cada lado do meu quadril, se sentando em meu colo.

— Estou pronta. — ela sorri.

 

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Batemos na porta do apartamento de Sai. Ino me olha ansiosa ao escutarmos seus passos se aproximarem para abrir. Sai abre a porta despreocupado, sem camisa, apenas com sua tradicional calça preta. Sem bandana, sua franja cai sobre o rosto.

— Oi! — Ino e eu dizemos juntas e passamos por ele, deixando nossos calçados na entrada e rumando em direção ao seu sofá.

— O-oi. — Sai responde fechando a porta. 

Ino e eu nos sentamos no sofá de Sai. Ele se senta em uma poltrona próximo a nós. Observo que ele limpou bem a casa, seus desenhos todos empilhados em um canto, uma pintura da vista da janela em um cavalete, ao lado da mesma.

Noto Ino observar com desejo o corpo de Sai.

— Então, qual de vocês dois foi o primeiro a contar? — ela pergunta para nós dois.

— Não foi necessário. — respondo. — Um dia Sai apareceu no treinamento com chupões bastante familiares. 

— Eu gosto de marcar. — Ino riu baixinho de seu comentário.

— Nós tivemos que pedir para a Sakura remover as marcas. — Sai contou.

— Então a testuda sabe que eu peguei vocês dois? — Ino parecia animada com o pensamento. 

— Nada de marcas desta vez, Ino. — alertei. — A Sakura fica de mau humor quando pedimos para ela resolver isso.

— Boba. — ela responde me dando um tapinha na coxa. — Eu também sou uma ninja médica. Eu posso tirar.

— Não seria mais fácil não deixar marca? — Sai questiona.

— E onde estaria a graça? — Ino pergunta. Noto que ela ainda não tirou a mão de minha coxa, desde que me deu o tapinha. Sai percebe também, e Ino encontra seu olhar. — Por que já está com tão pouca roupa?

— Vocês que estão com roupa demais. — ele responde no mesmo tom.

— Eu resolvo isso. — abro a blusa de Ino, revelando seus belos e avantajados seios apertados em seu sutiã roxo. Inicialmente ela cora. Mas retribui o gesto, tirando minha blusa, expondo meus seios nus, pois vim sem sutiã. — Deixe algo para o Sai tirar. — dou a deixa para que ele se junte a nós. Sai entende rápido e vem até nós, me levanto e encaixo meus lábios nos seus, Sai insere sua língua em minha boca e nossas línguas se movimentam juntas. Passo minha mão por seu abdômen, descendo até tocar em seu membro rígido, aperto ele e Sai afasta o beijo, soltando um gemido. — Por que não tira o sutiã de Ino?

Sai prontamente se posiciona em frente à Ino, ela passa a lhe beijar enquanto ele leva suas mãos às costas dela e abre o sutiã dela sem demora, me deixando orgulhosa de tê-lo ensinado a abrir um sutiã. Ino se livra da peça rendada sem parar de beijar Sai. Ela me puxa pelo elástico do short para perto dos dois, sem nem lançar um olhar em minha direção. Entro no beijo, nossas línguas se encontrando no meio. Eu conseguia diferenciá-las apenas por causa da textura da língua de Sai. Levo minha mão à sua bunda, enchendo-a com sua carne em um apertão forte. 

— Por que não vamos para o seu quarto? — Ino sugere a Sai. Sai nos guia até seu quarto.

Ino se joga na cama de Sai e me posiciono ao seu lado, passando a língua por seu mamilo até deixá-lo enrijecido. 

— Tem outro para você, Sai. — o chamo. Sai se posiciona ao outro lado de Ino e dá atenção ao seu outro seio.

Passo a succionar o peito de Ino, aplicando pressão. Se ela vai me deixar marcada, ela não vai sair sem marcas. As mãos de Ino puxam a mim e Sai para mais perto de si, buscando maior contato de seus peitos com nossas bocas. E então, ela empurra nossas cabeças uma para a outra, fazendo com que nos beijássemos.

Ino aperta seus próprios seios os estimulando. Sai desce sua boca em meu pescoço e os lábios de Ino vêm ocupar minha boca. Ino belisca meu seio durante o beijo e passa a descer, imitando os movimentos de Sai do outro lado de meu pescoço, sua mão ainda em meu peito. 

Levo minha mão ao membro de Sai, que já se encontra incrivelmente duro. Baixo sua calça e passo a masturbá-lo lentamente, me demorando nos movimentos de subida e descida ao longo de seu extenso membro.

Ino desce sua boca ao meu seio, mordendo-o e devolvendo o chupão que eu lhe deixei. A pressão de seus lábios me causava tamanho frenesi, que minha mão acelerou os movimentos no membro de Sai, que agora soltava um gemido grave.

Ino se afastou de meu seio, fazendo Sai se sentar na cama, suas costas encostadas na cabeceira. Ela se livrou da calça dele e eu desci sua saia por suas pernas, me demorando ao tocá-las. Então tirei sua calcinha, na mesma velocidade, Ino mordia o lábio inferior.

Ino se posicionou de joelhos, de frente para Sai e colocou seu membro em sua boca. Ela empinava bastante seu quadril e me posicionei atrás dela, passando a língua por sua intimidade. Ino separou bem suas pernas em um convite.

A intimidade de Ino estava altamente molhada e me deliciei ao passar minha língua nela, saboreando o gosto de sua excitação. Chupei os menores lábios, e Ino rebolou em meu rosto, espalhando sua lubrificação por minha face. 

Passei minha língua avidamente por seu clitóris, alternando movimentos e ocasionalmente chupando-o para mim, sabia que esse era o ponto sensível de Ino, pois quando eu fazia isso, ela trazia seu quadril para mais perto de mim, querendo ampliar este contato.

Ino passou a gemer, seu gemido saía abafado pelo membro de Sai, e continuei a fazer os movimentos que fazia, mas com mais velocidade. Ino remexia seu quadril, buscando mais contato e dobrando a velocidade até gemer alto e agudamente de prazer. 

Ela se virou para me beijar, agora com sua mão no membro de Sai. Sua língua era inquieta e o seu beijo quente, seus lábios mais macios devido ao oral que ela havia feito em Sai.

— Agora você deita aqui. — ela instruiu Sai, que se deitou como ela ordenou. Ino tirou meu short e minha calcinha, passando seu dedo em minha intimidade para comprovar que eu havia me excitado tanto quanto ela, em lhe dar prazer.

Ino sentou-se por cima de Sai, encaixando seu membro nela lentamente. Ela não precisou se acostumar muito, pois eu havia deixado sua intimidade com uma ânsia que precisava ser saciada.

Coloco meus joelhos de cada lado da cabeça de Sai, me posicionando em cima de si, suas mãos vêm às minhas coxas, me puxando para si até sua língua atingir minha intimidade. 

Passou a língua por toda área, espalhando a lubrificação junto de sua saliva. Sentir o selo de sua língua me excitava ainda mais. Após passar a língua por toda vulva, Sai passou a alternar entre succionar meu clitóris e passar a língua em movimentos circulares.

Suas mãos me puxavam para seu rosto e eu, de costas para Ino, ouvia o choque de sua pele contra a de Sai enquanto ela cavalgava sobre ele. Não pude me concentrar no barulho, pois a língua de Sai invadiu minha entrada e apenas consegui me deleitar com a situação. 

Sai mexia sua língua dentro de mim e eu rebolava para aumentar o atrito entre nós, tornando a situação ainda mais prazerosa. Quando Sai aumentou a velocidade, pude sentir o orgasmo vindo, Sai notou também, pois suas mãos me seguraram ainda mais forte contra si, enquanto sua língua fazia ágeis movimentos em mim. 

— Ahhhhn. — escapou de meus lábios.— Mais ráp— não consegui terminar de falar. — AHHHHN. — as ondas de choque de prazer irradiavam da minha entrada para meu corpo e meus músculos se contraíam freneticamente.

Ino e eu nos levantamos de Sai, nós três estávamos ofegantes. Ino beija Sai antes de vir ao meu lado.

— Agora você deita. — instruo a ela, que prontamente se deita. — E você, — me viro para Sai. — troque o preservativo.

Enquanto Sai abria o pacotinho e me obedecia, me ajoelhei de frente para a entrada de Ino, separando minhas pernas. Sai se posicionou atrás de mim e passou sua glande por toda minha área, me fazendo sentir minha intimidade vibrar, ainda sensível do orgasmo. Ele então encaixou seu membro dentro de mim lentamente e começou movimentos graduais.

Brinquei com a língua pela entrada de Ino, a fazendo soltar um baixo gemido. Então, levei com a língua sua lubrificação até seu clitóris, passando a língua sem pressa em repetitivos movimentos.

Sai passou a aumentar a frequência de seus movimentos, conforme eu empinava meu quadril, lhe comunicando que estava me acostumando a todo seu tamanho dentro de mim. Sai levou uma mão à minha bunda e a apertou enquanto aumentava o ritmo de suas estocadas.

— Assim… — gemia Ino.

Inseri dois dedos em sua entrada e a estoquei no mesmo ritmo que Sai entrava e saía de dentro de mim.

— Ahhhhhn — ela gemia alto.

Sai afastou minhas nádegas para ter uma melhor visão enquanto me penetrava rapidamente. Eu sentia seu membro tocar meu ponto mais sensível e o atrito era estonteante. Eu rebolava buscando amplificar esse atrito e a sensação arrebatadora veio ao mesmo tempo para mim e para Ino.

— AAAAHHH. — ela gritava em êxtase. Ino era bastante barulhenta e agradeci mentalmente por não estarmos na sua casa, onde seus pais certamente a ouviriam.

Me afastei de Sai e me sentei em sua cama, ele já removia o preservativo, para finalizar do seu modo favorito.

Levo o membro de Sai à minha boca e o chupo vigorosamente, não o colocando todo em minha boca porque simplesmente não cabe. Antes que eu tivesse a oportunidade de colocá-lo em minha garganta, seu jorro quente me preenche e ele solta um grunhido alto.

Sem engolir, olho sugestivamente para Ino, que aceita meu convite e vem me beijar, provando também o gosto de Sai. A viscosidade do sêmen entre nossas línguas tornava o beijo ainda mais excitante. Ino se afasta e engole, faço o mesmo. Sai nos olha fascinado e Ino o puxa para mais um beijo.

— Quem vai ser o primeiro a experimentar meu ninjutsu médico? — pergunta Ino, não esquecendo que prometeu remover os chupões que deixasse em nós.


Notas Finais


Tá tudo muito tranquilo, né? Não tá na hora de alguma coisa dar errado?


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