História Isolados: três amores - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~Ester_Medrosa

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Comedia, Romance
Visualizações 42
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu, Matheus, Ester, Jade, Luiza, Kaique e João tivemos uma discussão, sobre filho com 18 anos.
Decidimos matar o filho Joter em um acidente de carro, esfaqueado, mais como eu sou do contra, eu não vou matar o baby Joter!!!
VAIII TER FILHO JOTER AGORA SIMMMMMMMMMMMM. Mesmo que a éster me mate amanhã ( se VC não entender oque eu quis dizer, da nada não, eu também não entendi) e eu não vou matar o João nem a Ester...

Capítulo 26 - Você vera


1 mês depois....

{ Jade }

No que ej trabalho? Trabalho com o Jean como atendente de caixa no posto de gasolina. 

Nos últimos dias, Ester tem andando bastante triste, talvez o fato de ser mãe aos 18 anos a apavore um pouco, mais talvez a apavore mais o fato de ter que contar a gravidez pro João, ela tem medo de ser rejeitada, e também tem os pais dela, eles são muito duros com essas coisas, o pai da Ester na verdade nunca foi com a nossa cara, já a mãe dela é mais legal, pelo menos a mãe dela gosta de mim e sempre aprovou a nossa amizade.

Na verdade eu to preocupada, preocupada com a Ester, talvez ela entre em depressão. Porque a coitada anda bem triste. Isso me preocupa, me preocupa porque ela é minha melhor amiga.

Saio dos meus pensamentos, quando Jean toca me ombro me xaqualhando.

- Ei, se continuar viajando no espaço sideral vai ser demitida - Jean diz e da um sorriso pra moça a frente do seu caixa.

- Ciuda da sua vida, Jean. - Digo e pego o trocado no caixa entregando ao homem a minha frente.

- Estava pensando em que? - Jean pergunta olhando o relógio em seu pulso.

- Ester... Você sabe que ela anda meio triste! - Digo olhando pra ele.

- Sim, tenho percebido isso ultimamente. Oque ela tem? - Jean, me olha e ergue uma sombrancelha. 

- Humm, olha só! Horário de almoço - Pego minha bolsa e saio de trás do caixa - Tchau irmãozinho - eceno e saio da loja de conveniências.

Já fora do posto de gasolina, respiro o ar puro e vou até o estacionamento, subo na minha moto e acelero pela avenida. 

Estaciono a Unicórnio (minha moto) na frente de uma doceria. Assim que entro vejo o lugar todo colorido, Doceria Bispo a doceria dos pais da Ester. Assim que entro vejo a menina de olhos castanhos sorrindo para algumas crianças que estavam em frente ao balcão, pagando por alguns pirulitos que acabaram de comprar.

- Ei, ei, são 12:30! Isso é hora de criança esta comendo comida não doce - Digo e paro em frente as 4 crianças, Lúcifer é o mais velho tem 13 anos, Gabriel tem 12, Miguel tem 10 e Rafael ele tem 7 anos. Os 4 são irmãos, eu acho o nome dela um tanto quanto peculiar, mais OK. 

- Oi pra você também, Jade. E já almoçamos OK? - Miguel responde e me mostra a língua.

- Ah, que bom que já almoçaram! Então podem deixar que eu pago. - Digo e coloco 4 reais no caixa, os irmãos sorriem e posso ver o quando são estranhos.

Lúcifer tem os olhos cor de café e os cabelos pretos, Miguel tem os cabelos loiros enrolados e olhos azuis, um verdadeiro anjinho só que não! Gabriel tem os cabelos azuis e os azuis já o Rafael tem os cabelos loiros e os olhos castanhos. Espera. Samana passada Gabriel estava com os cabelos vermelhos.

- Eih Gabriel, seus cabelos não estavam vermelhos? - Pergunto e me encosto no balcão.

- Estavam...mais eu mudei de cor ontem, estava estranho com o vermelho - Ele responde e da um sorriso.

- Foi isso que você falou do amarelo, do laranja, do rosa e do roxo! - Lúcifer se pronúncia e revira os olhos, ainda não entendo quem foram os pais que deram o nome da criança de Lúcifer

- Olha só o capetinha, cala tua boca - Gabriel rebate empurrando o irmão

- Eih, querem parar? Que saco! Vocês dois vivem brigando e nunca pensam em nada, seus cabeças de vento - Miguel entra no meio dos dois.

- Acho melhol ilmos imbola - Rafael diz e da um sorriso tímido, ele tem a lingua presa.

- É, vamos projeto de cebolinha - Lúcifer provoca o irmão e dá um abraço no mesmo.

- Tchau, Jade! - Os quatro dizem juntos saindo da loja de doces.

- Tchau anjinhos... - Digo rindo e eles reviram os olhos.

Já faz dois anos que conheço os quatro.

- Eih, como vai a Teté? - Digo ele sorri.

- Estou bem! - Ela sorri novamente.

- Sinto que alguem decidiu alguma coisa, ta afim de ir almoçar? - Digo ela acenti.

Ester sobe na garupa da moto e vamos pra um restaurante perto da loje de doces dos pais dela.

Assim que entramos no restaurante pedimos um refrigerante e um prato de espaguete com almôndegas. Qual é? Espaguete com almôndegas é uma delícia.

- E ai? Vai contar? - Pergunto ela acenti, ergo a sombrancelha e ela respira fundo.

- Como não vai ter como esconder isso por muito tempo, quero contar pro João hoje e talvez sábado eu conte pra minha mãe e pro meu pai...e pro meu irmão.... - Ela olha pro lado - Droga! Eles vão me matar, mais não nem ai!

- Com o tempo eles ae acostumam, até você vai se acostumar Teté - Ela sorri e eu sorrio pra ela.

O resto do almoço conversamos sobre qualquer merda do dia-a-dia e riamos feito loucas. 

Assim que chego no trabalho, vejo Jean atendendo algumas pessoas.

Vou pro caixa e fico ali, trabalhando. Sério. Trabalhar é uma droga!

As vezes arrisco dizer que gostaria de estar na escola, eu não precisava trabalhar quando estava na escola.

(...)

Abro a porta do apartamento e vejo Ester sentada no sofá, Luiza estava na cozinha, dou "oi" pras duas e vou tomar banho. Assim que saio do banheiro vou pro meu quarto de troco de roupa.

Vou pra cozinha,junto a Luiza. Enquanto Lu faz a janta eu faço uma sobremesa. 

Bolo de chocolate!!!!!!!!

Coloco o bolo pra assar e vou pra sala, me sento ao lado da Ester e ela me olha pensativa.

- Tive uma ideia.... - Ela me olha e sorri 

- Qual ideia? - Pergunto ansiosa pela resposta.

- Bom...eu vou contar pro João, fazendo uma surpresa! - Ela sorri e abra os braços.

- Que tipo de surpresa? - Pergunto a olhando.

- Você verá, Jade. Você verá.... - Ela sorri e eu dou um sorriso falso. Fala sério! Toda vez que ela me diz " você vera" ou "espera pra ver" dá alguma merda. É tipo o bolo que ela fez semana passada, eu perguntei a ela que bolo ela tinha feito e ela disse: " você verá!" segundos depois o bolo queimou, depois ela foi fazer outro e fiz a mesma pergunta a ela, e ela respondeu: " espera pra ver..." o bolo não queimou, mais se despedaçou todo...

Eu só quero ver como essa doida, vai contar pro João que ele vai ser pai...






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