História IsraHell - (Countryhumans) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Countryhumans
Visualizações 33
Palavras 551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Poesias, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não se preocupem já já posto as fanfics que pediram, isso aqui tá mais pra um desabafo... Mesmo que sejam poucos os que me lêem, ainda sim sou muito grato por essa galerinha 😔✊💞💕💓

Capítulo 1 - I see YOU.


Fanfic / Fanfiction IsraHell - (Countryhumans) - Capítulo 1 - I see YOU.











Sua face era neutra, seus olhos semifechados,  o tempo era frio, mas mal conseguia movimentar o rosto de tão seco que ele se encontrava, por causa das lágrimas grudadas que haviam acabado de secar.

Seus cabelos negros, passavam por centímetros do ombro. Longo para alguém do mesmo gênero, mas depois de tantos fios que ele perdeu durante esses meses, seja pela sua depressão ou pelos puxões que ali recebia todos os dias, ele já prefere se referir a cabelo curto.

Ele estava em um completo desespero interno... Seus batimentos, mesmo acelerados, estavam fracos... Ouviu os passos e já queria chorar de novo...

Ele vai me matar...” - veio-lhe um pensamento pessimista... Mas não impossível.

Seu corpo, doía, suas pernas, mancavam, olhos, latejavam. Lágrimas, desciam, suor, escorria, e o tanto de sangue que nele estava já era visível em qualquer ângulo que a ele se olhava.

Já estava cansado, sabia que seu esforço era em vão, e em meio de tanta confusão, a única coisa que sentia... Era ARREPENDIMENTO, a dor física já era tanta, que não sabia mais se se importava com ela, aquele sentimento já era mais amargo em seu peito, que era capaz de o fazer esquecer que qualquer lembrança, dor ou necessidade.

Suas vestimentas estavam rasgadas, seus cortes eram profundos, as marcas vermelhas e roxas pelo seu corpo e rosto o lembravam de quem estava com ele.

Quem diria, ele se iludiu bem mais que as porras das personagens das novelas e filmes de romance dramático.

Os passos eram cada vez mais altos, ele corria com imensa dificuldade pelo quarto em busca de um esconderijo.

E então escolheu atrás da cama, entre a cabeceira da cama e a janela trancada.

Logo o som da porta batendo contra a parede ecoou pelo quarto espaçoso, e ele já sabia quem tinha entrado.

— CADÊ VOCÊ BABACA?! - aquela voz mesmo em um tom agudo, e longe de seus ouvidos, o causava arrepios, mas não os mesmos de antes, sente saudades destes.

De quando os xingamentos eram apelidos carinhosos. De quando os socos eram abraços e caríssias. De quando as suas marcas roxas e vermelhas eram de atos sexuais e não atos de agressão.

Involuntariamente mais lágrimas passaram a escorrem pelas bochechas, que antes secas, agora estavam úmidas. O choro não era tão baixo, mas se tornou impossível de ouvi-lo por conta do estrondo dos móveis sendo revirados, ele está procurando, ele está zangado, mas seu saco de pancadas já não aguenta se quer mais um toque.

Sua respiração parou e seu corpo por inteiro paralisou, quando ele ergueu a cama para ver se o antigo amante não estaria abaixo dela, mas como não o encontrou, saiu para procurar em outro cômodo.

Mal sabia ele que acabará de abandonar sua presa em um estado de choque.

Era uma chance de escapar, mas como poderia ter certeza que desta vez daria certo? E não seria um fracassasso como as outras?

Não tinha jeito.

Ele voltou a chorar em desespero, já não ligava se seu antigo parceiro o ouviria, mesmo seu choro sendo naturalmente baixo.

“O choro, a dor, o desespero, o amor, as lembranças do caloroso passado, a luta, a esperança, o arrependimento... São inúteis”

Nada vai mudar.

























Mas, sabe...





















A única coisa...




















Que judeus e muçulmanos...





















Tem em comum...

























Sempre foi Jerusalém.


Notas Finais


ME HELPA


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