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História Isso é amor? - Capítulo 41


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Notas do Autor


Olá amores!

Mais um capítulo por aqui.

A história está mais longa do que eu pretendia, peço desculpas queridos, mas a imaginação vai longe hehehe

Espero que gostem! Obrigada a todos!
Boa leitura.

Capítulo 41 - Vingança


Fanfic / Fanfiction Isso é amor? - Capítulo 41 - Vingança

O carro de Hidan conduzido por Sasuke, sobe a rampa do prédio alcançando a rua. No volante, Sasuke tem a mente obcecada por vingança, ele não consegue aguentar a imagem de Sakura com outro homem pairando em sua mente. As coisas não podiam ser tão difíceis assim, ele só precisava entrar no edifício que morava e era para lá que ele rumava.

Parando o carro do outro lado da rua, ele pôde ver que o funcionário da portaria era um bem simpático, que tratava todos os moradores com muita cordialidade. Sasuke decide arriscar e desce do carro, se aproxima da guarita e cumprimenta o homem com um sorriso simpático:

- Oi! Estou sem meu controle da garagem, poderia abrir para mim por favor? - diz apontando para o carro.

- Bom dia senhor Uchiha, claro que abro! 

 

Sasuke não sabe como a polícia procede nesses casos, e se pergunta se teriam ido até o prédio, interrogado funcionários? Ou eles não saberiam de nada? Aparentemente tudo estava normal. Ele entra no carro e ingressa no prédio. Sasuke caminha apressado pela garagem olhando para os lados e chama o elevador. No caminho ele havia passado em uma loja de ferramentas e comprado uma chave micha mestra para abrir fechaduras. De posse de seu equipamento, ele se aproxima de sua porta com cautela, se abaixa e insere o tensor na base do ferrolho girando com delicadeza para os lados tentando descobrir o segredo dos pinos dentro do tambor. Ele repete o procedimento algumas vezes inserindo depois a gazua tentando tatear os pinos. Ao ouvir um barulho, desconfiado se levanta disfarçando em frente à porta, um vizinho saído do elevador caminha pelo corredor e o cumprimenta tímido sem nem o olhar. Depois de ver o homem entrar no apartamento no fim do corredor, Sasuke continua seu trabalho. É preciso calma para não emperrar a fechadura. Finalmente após alguns minutos a porta se abre e Sasuke em um movimento rápido entra no apartamento. Ao fechar a porta ele solta uma baforada aliviado. 

 

Tudo estava do jeito que ele deixou. O homem olha para o ambiente com melancolia, ele gostava dali. Absorto em pensamentos caminha pelo apartamento um pouco escuro por ter as cortinas fechadas, abre a geladeira e agarra uma garrafa de leite tomando grandes goles do líquido gelado no gargalo. Limpa a boca com a mão e pega uma maçã que ele morde com fúria, como se nela descontasse um pouco de sua raiva. Segue depois para o quarto e troca de roupa vestindo algo mais com seu estilo, deixando as roupas de Hidan jogadas no chão. No banheiro ele observa seu rosto machucado e franze a face irritado levando a mão à costela que dói. Apanha um par de comprimidos para a dor e toma, aproveitando para jogar água sobre o rosto e nuca. Sente os olhos arderem e vagamente se observa com as mãos apoiadas na pia. Como se um dilema o perturbasse ele resmunga sozinho, piscando os olhos ardidos. 

 

De volta no quarto, Sasuke abre a parte superior do armário e retira uma caixa pequena e discreta fechada com um pequeno cadeado, com a caixa nas mãos ele anda até o criado mudo, tirando uma pequena chave de uma gaveta. Enfia a chave no cadeado e abrindo a caixa ele observa em silencio o conteúdo: um revolver calibre 38 prateado com o cabo preto. Sasuke fica por um tempo contemplando a arma e um breve sorriso nasce em seus lábios, ele pega o instrumento e analisa calmamente, abre o tambor e pega a munição que estava junto na caixa.

Sasuke sente o sangue pulsar em suas veias e seus olhos que insistem em arder abrem e fecham sem parar, o suor escorre por sua face trazendo uma sensação de euforia. Ele está satisfeito com a certeza de que terá sua revanche, não se importava com o que aconteceria depois, a única coisa que ele sentia era um prazer mórbido de se livrar de quem o causou dor, uma dor que ele se recusava a aceitar, uma dor que ele acreditava que poderia desaparecer se ele continuasse com sua incumbência de dar cabo de pessoas que ele acreditava odiar.

 

"Chega o momento de mudar a minha história" - dizia ele em voz alta. 

 

Sasuke coloca a arma carregada na cintura e veste um sobretudo comprido por cima de sua roupa. Ele acha melhor sair logo do apartamento para evitar qualquer risco de ser descoberto. Parte corredor a fora batendo a porta atrás de si.

Já no carro, ele sabe que precisaria de uma isca para conseguir se aproximar de Sakura, ainda mais agora, depois de tudo o que aconteceu, seria ainda mais difícil ter acesso a ela.

Sasuke vai até o prédio de Shikamaru, ele teria que ficar a espreita até que Temari, que era seu alvo, aparecesse. Precisaria de muita astúcia e rapidez para intercepta-la assim que a visse.

 

(...)

 

Sakura estava deitada com a cabeça no colo de Kakashi, que acariciava seus cabelos enquanto assistiam televisão. Tinham tomado café e descansavam um pouco antes de irem até o hospital novamente para saber os resultados dos exames feitos. 

- Sakura, depois que tivermos certeza que está tudo bem, podemos ajeitar nossas coisas para voltar pra casa. Espero poder comprar ainda hoje as passagens - diz se abaixando meigo para beijar os lábios da mulher.

- Sim paixão, não vejo a hora, estou morrendo de saudade do museu. - Sorri com os olhos saudosos.

Ela se levanta e decide que já poderiam ir. Para que esperar? o quanto antes resolvessem isso, melhor. Ela coloca um vestido florido que tinha comprado no Brasil no dia que chegou, se olhou no espelho e perguntou:

- Como ficou?

Kakashi olha para a amada sorrindo: - Está linda! - Se levanta e vai até ela, que está de frente para o espelho, por detrás dela, junta seus cabelos em um rabo de cavalo e apoia o queixo no ombro da mulher. - Você é a mulher mais linda do mundo. - Os dois se olham através do espelho e Sakura se sente feliz.

 

(...)

 

Temari àquela hora, ainda não tinha saído de casa, ela estava trabalhando no computador terminando uma matéria que escrevia para o site da empresa que trabalhava, ela era responsável pelas matérias do site além de seu trabalho normal. Era um extra que o chefe a pediu para fazer, pois ela escrevia muito bem, sempre teve esse dom desde a época da escola. Shikamaru já tinha saído e deixou uma lista de coisas para ela fazer antes de ir para a empresa. Ela tinha que correr, pois o chefe a aguardava para uma reunião às 13 horas.

 

Apressada, ela termina a matéria e vai ao banheiro para um banho, com a cabeça em mil pensamentos, seca os cabelos, passa maquiagem e veste uma roupa adequada para a reunião de executivos. Pega sua pasta e verifica se todos os documentos estão em ordem, ela não poderia esquecer nada, pois o chefe contava com sua persuasão na hora de tomar as decisões frente aos acionistas. Ainda calçando os sapatos ela pega o elevador até o subsolo, entra em seu carro, dá uma última olhada no rosto pelo retrovisor e dá a partida. Estava calor e ela deixa os vidros do carro abertos, o que ela não imaginava que seria um problema. Ao apontar na saída do prédio, Sasuke a reconhece e liga rapidamente o automóvel iniciando uma perseguição, que ela não percebe, ao invés disso, liga o rádio e tenta relaxar até chegar na empresa, onde sabe que a reunião seria tensa. Ela dirige devagar, o que facilita a aproximação de Sasuke que se adianta e, antes da mulher pegar ruas mais movimentadas a ultrapassa e fecha o carro da mesma em uma  emboscada. Temari freia assustada e a primeira coisa que vem em sua cabeça é que seria assaltada, mas incrédula e aturdida, vê Sasuke sair do carro e caminhar em sua direção. Na janela do carro de Temari ele brada:

- Desce e entra no meu carro. - Ela tenta argumentar e ele abre o casaco mostrando o cabo do revolver.

 

Temari obedece incerta. Os dois entram no carro e Sasuke acelera:

- Você vai me ajudar, Temari. Você vai me levar até a Sakura.



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