História Issues of the past - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Tags Naruto, Sasusaku, Treinandoopapai
Visualizações 319
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Filha?


Sasuke

 

-ISSSOOOOOO! – todos estavam na sala do meu apartamento, vendo os nossos antigos jogos na televisão.

-Que jogo, cara. Que jogo. – dizia Naruto, com um belo sorriso no rosto. – Aquele loiro gostosão ali, é muito bom. – referiu-se a si mesmo.

-Sonha, Naruto. Sonha. – disse Gaara. – Aquele ruivo ali é bem melhor.

-Saiam dessas otários. O moreno ali é o melhor! Além do mais, ele é o capitão. – entro na brincadeira. – Ah, é mesmo. Sou eu! – Digo com deboche na voz.

-Você não sabe brincar, Sasuke. – Diz Naruto, fazendo caretas.

-Ei! Galera. O Shikamaro dormiu. – diz Suigetsu, com uma cara de sapeca. – Vou pegar canetinhas.

-Eita! Vou pegar o batom. – diz Naruto, e todos nós olhamos para o idiota. – Que foi?

-Como assim batom, Naruto? Resolveu se assumir? – brinco, e todos caem na gargalhada, menos Naruto, que estava com cara de bunda.

-Bem que você queria, né Sasuke? – diz o loiro, pondo as mãos na cintura e fazendo biquinho. – Vem cá, gostosão. Me dá um beijinho. – diz, vindo atrás de mim.

-Sai pra lá, doente. – digo o empurrando para o sofá.

-Ai, seu grosso. – diz, tentando afinar a voz. – Deve ser um cavalo na cama! A-DO-RO. – Enquanto todos rolavam de tanto rir da brincadeira do loiro, eu estava com a típica cara de bunda.

-Seu telefone tá tocando, Sasuke. – Diz Neji, que até então estava calado.

-Alo? – atendo o telefone, sendo observado pelos idiotas no meu tapete.

-Sr. Uchiha? Tem uma mocinha aqui na portaria perguntando pelo senhor. Posso mandar subir?

-É gatinha? – pergunto com um sorriso de canto, e logo os idiotas se olham com cara de tarados.

-Eu diria que sim, senhor. – diz constrangido. – Posso mandar subir?

-Pode sim. – digo e desligo o telefone.

-Quem era? – perguntam maliciosos.

-O porteiro. Tem alguém me procurando ai embaixo. – digo largando o telefone no gancho.

-E deve ser uma garota. – diz Suigetsu.

-Exato. Então tratem de se mandar. – digo abrindo a porta para polos pra fora.

-É assim, então? Vai trocar seus amigos por uma garota? – pergunta o loiro, fazendo drama.

-Exatamente isso. Agora sumam. – digo novamente e logo saem do apartamento.

Desligo a televisão e dou uma geral na sala. Aquilo estava uma zona.

“DINDOM”

Assim que a campainha toca, vou em direção a porta. Mas antes me olho no reflexo no vaso que ficava ao lado da porta.

-Oi – digo com um sorriso de canto me apoiando no batente da porta. Ué. Cadê ela? Olho para os lados não vendo ninguém. –Tchau. – digo revirando os olhos e fechando a porta, mas antes que conseguisse a fechar uma voz fina reclama.

-Ei! Aqui embaixo.

&

 

Sarada

 

Estava com um frio imenso na barriga. Estava mais perto do que nunca do meu pai. Meu pai. Nossa, eu vou conhecer o meu pai. Batia os pés e mordiscava os dedos, tentando conter o nervosismo, enquanto o porteiro simpático conversava com alguém no telefone. Olhava para os lados na tentativa de me distrair com algo, mas não adiantava de nada. Eu estava a ponto de fazer xixi nas calças.

-Mocinha! –Chama o porteiro. – pode subir. É só entrar no elevador e aperto botão com o número 96. – Caraca! Esse prédio tinha 96 andares?

-Obrigada, tio. – digo e vou para o elevador.

-Disponha—diz voltando a fazer seu trabalho.

Aperto o botão com o número 96, e uma musiquinha chata começa a tocar. Ninguém merece ter que subir 96 andares ouvindo isso. Alguns instantes depois o elevador toca um “Plim”, avisando que chegou ao seu destino. Olho para os lados e vejo que há apenas uma porta no vasto corredor. Ele mora na cobertura, que chique.

Era agora. Chegou a hora. Fico nas pontas dos pés e aperto a campainha. Me segurava ao máximo para não fazer xixi nas calças. Um cara alto, muito alto, abre a porta e olha confuso para os lados.

-Tchau. – diz começando a fechar a porta. Acho que ele não me viu.

-Ei! Aqui embaixo. – digo e ele abre a porta novamente, dessa vez olhando diretamente para mim.

-Oi? – pergunta com a testa franzida. – Quem é você, baixinha? – pergunta se encostando no batente da porta.

-Sarada. E você é Sasuke Uchiha, né? – pergunto empolgada.

-Sou sim. Ah, já entendi. – diz, e um sorriso se abre em meu rosto. Ele sabe quem eu sou! Ai meus deus, o xixi tá vindo! – Quer um autografo, né Baixinha? Vou pegar uma caneta, só um minuto. – O QUE? Como assim autografo?

-O que? – pergunto confusa. – Eu não quero autografo. – digo assim que ele aparece na porta novamente.

-Não? Então o que você quer? – estava claramente confuso. – Cadê sua mãe? Ela deve estar te procurando.

-Ela não tá me procurando. Ela tá em uma base militar dos Estados Unidos. Ela é uma Cirurgiã de coração. – digo e ele apenas dá de ombros.

-E quem está aqui com você?

-Meu pai. – digo.

-Então é melhor você ir. Ele deve estar preocupado.

-Ele não está preocupado.

-Por que não? 

-Por que meu pai é você – digo e ele arregala os olhos espantado.

-O que?

&

Sasuke

 

-Por que meu pai é você? – Diz a pequena morena em minha frente.

-O que? – pergunto espantado. Será possível que...NÃO! Não era possível. Mas...e se fosse? – Como assim eu sou seu pai? – pergunto com a voz tremula.

-Prazer! Meu nome é Sarada Haruno. – Haruno? Ai meus deus.

-Haruno? Sua mãe é a Sakura? – pergunto com as mãos tremendo, estava com medo da resposta.

-Sim. – diz olhando por debaixo das minhas pernas, provavelmente tentando ver o que tinha dentro do apartamento. Abro passagem ainda olhando fixamente para o lugar em que ela estava antes de entrar no apartamento. – Nossa, que lugar gigante. – ouso sua voz e saiu do transe.

-Sua mãe é mesmo a Sakura? Sakura Haruno? Cabelos cor de cosa, olhos verdes, sorriso perfeito? – bombardeio a pequena com pergunta enquanto ela admirava a sala.

-Sim. Minha mamãe é Sakura Haruno. –Diz olhando diretamente nos meus olhos.

-Quantos anos você tem? – Isso. Se ela tivesse 6 anos.... por deus, seria a minha filha.

-Seis. – diz dando de ombros.

Era ela, minha filha. Depois de tanto tempo sem nem sequer saber o sexo do meu filho, ela estava ali, parada no meio da sala, olhando os trofeus nas paredes. Ela era muito parecida consigo, mas também era evidente os traços de Sakura em seu rosto. Os cabelos e olhos escuros com certeza eram dele. O nariz arrebitado, os lábios e o formato do rosto eram da rosada. Uma mistura perfeita dos dois, bem ali, na sua frente. A ficha ainda não havia caído, mas quando caiu, foi uma avalanche de sentimentos fortes demais.

-Pequena? – a chamo pondo as mãos na cabeça. – Me faz um favor?

-O que? – pergunta e só então me olha. – Você está bem? Tá branquinho, branquinho.

-Chama ajuda. – foi a última coisa que consegui falar antes de cair duro no chão.

 

  

 

 

 

 

 



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