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História Isulio - Amor de Sangue - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 6


Segundo dia de aula e lá vamos nós! 

- A gente tem mesmo que nos pintar e pedir moedas?
Alan perguntou com um tom desamidado. 

- Sim, nós temos. 
Respondi ele um pouco seco. O lance do coquetel ainda me irritava. 

- Vai ser divertido, vocês vão ver. 

Rhener e o seu entusiasmo... 
- Aí, vai rolar uma manifestação no sábado, vocês querem ir?

- Tô fora!
Alan respondeu sem nem pensar duas vezes.

- Como eu queria poder dizer que iria com você, mas sábado o meu pai tem um coquetel e me obrigou a ir com ele. 

- Boa sorte, guerreiro. 

- Sua irmã vai? 

- Vai sim, Alan. Por quê? 

- Nada, só perguntando atoa. 

 

 

Perto da cantina já estava acontecendo o movimento dos calouros pedirem moedas, vários alunos já estavam se pintando. Rhener e eu já fomos direto na caixa onde estavam os potes de tintas. 
Inciamos uma pequena guerrinha por um dos potes quando ele se abriu e acabei me esbarrando justo nela. Na garota que tínhamos discutido há um dia atrás pela carteira na sala de aula, a marrentinha. 

- Não acredito! 
Ela falou em um tom de alteração. 

- Me desculpa, eu não tinha visto que você... 

- Tinha que ser você!
Ela me interrompeu. 

- É, e tinha também que ser você a passar aqui bem na hora, né? 
Nos encaramos por alguns segundos e Rhener se meteu entre nós dois. 

- Olha, marrenta. Quer dizer... Isabela. É esse o seu nome não é? O meu amigo já se desculpou e foi apenas um acidente, tá beleza?

- Não se preocupa, Rhener. Ela teria que se sujar de qualquer jeito. 

- Julio, não piora. 

- É ela quem está piorando. 

- Você é mesmo um grosso, sem educação. 

- E você marrenta e orgulhosa.

Ela me encarou por mais alguns segundos e saiu com uma cara de poucos amigos. 

- Cara, tem uma nuvem negra rondando sua cabeça. 

- Pra você ver, eu te disse que essa garota é problema pra minha cabeça.

- O problema mais lindo da sua vida. 

Eu ri. 

- O seu azar foi tão grande, que a blusa dela ainda era branca. 
Alan chegou entrando na conversa. 

- Pois é. 
Eu disse lamentando. 
...

Fui ao banheiro tentar amenizar o estrago que aquele garoto tinha me causado e Marina me seguiu. 

- Que raiva desse garoto. Você viu como ele falou comigo?
Quase gritei de tanta irritação. 

- Eu vi, mas amiga ele tentou se desculpar, você que não deixou. 

-  Ah, não! Até você, Marina? Tudo o que eu menos preciso agora é que alguém defenda aquele grosso pra mim. 

- Do jeito que vocês se implicam, isso está me cheirando a casamento. 

- Deus me livre! Eu não suporto ele, para de falar besteira e ajuda a limpar isso aqui. 

- Tá bom. 

Ela disse rindo do meu jeito irritado. 
 



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