História It can only be a dream ( Imagine Taichi - Blanc7 -) - Capítulo 11


Escrita por: e Nanyninha

Postado
Categorias BLANC7
Personagens D.L, Jean Paul, K-Kid, Personagens Originais, Shinwoo, Spax, Taichi, Teno
Tags Blanc7, Comedia, Drama, Imagine, K-idol, Kpop, Shoujo
Visualizações 141
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii ^-^) voltei hehe com mais um capítulo. Vou tentar manter esse tamanho para todos os outros próximos capítulos. Espero que gostem dele. Estou testando minhas habilidades no romance ◑ω◐) não sou muito boa ainda, mas estou tentando ksks. Boa leitura. ❤️

Capítulo 11 - Um sentimento vale mais que mil palavras


Fanfic / Fanfiction It can only be a dream ( Imagine Taichi - Blanc7 -) - Capítulo 11 - Um sentimento vale mais que mil palavras

Meu rosto automaticamente corou ao sentir a respiração do Taichi tão próxima à minha. meu coração começou a dar fortes e esparsas batidas que latejavam em meu peito, ecoando por todo meu corpo. A respiração estava falhando o que fazia eu ficar ainda mais vermelha. E mesmo ocorrendo todo esse evento, meus olhos continuavam fixados nos dele, que ao perceber o embaraço da situação também ficou com suas bochechas vermelhinhas. Será que o que eu sentia por ele era correspondido?

Nossos olhares se desencontraram quando percebemos que a Mary olhava fixamente para o outro lado da rua onde nós estávamos. É sorte que ainda tínhamos algo que nos protegia, mas era apenas alguns arbustos ralos de poucas folhas miúdas. Embora o máximo que ela pudesse ver seria uma sombra, pelo menos era o que eu pensava. Até que Inesperadamente o Taichi puxou meu corpo para ele para que não desse para a Mary ver minhas costas ou até mesmo o topo de minha cabeça. Meu rosto ficou ao lado do dele, não consegui disfarçar o sorriso que dei, por mais embaraçosa que fosse a situação, eu estava gostando daquilo.

– T-Taichi...– Sussurrei em seu ouvido com uma certa dificuldade, pois estava muito nervosa.

Como nossos corpos estavam colados um ao outro pude perceber quando seus pulmões se encheram de ar e pararam por um momento. Teria ele ficado nervoso? Achei fofo sua reação mesmo sem dizer uma palavra.

– E-eu te amo. – Pude sentir meu rosto queimando de tanta vergonha e inconscientemente escondi meu rosto em seu pescoço.

Senti uma de suas mãos em minha cabeça, ele acariciou gentilmente meus cabelos e virando seu rosto próximo ao meu ouvido. – Eu também te amo. – Ele sussurrou.

Fiquei sem reação, eu não esperava ser correspondida. Não tive nenhuma reação por fora, mas além de meu coração bater forte ( o que obviamente ele sentiu) eu estava em festa por dentro, uma comemoração sem fim.

Ele foi se levantando aos poucos de forma que fiquei sentada em seu colo. Criei coragem e afastei meu rosto de seu pescoço. O olhei com um sorriso de felicidade o qual eu não consegui esconder. Eu parecia uma criancinha boba.

Taichi olhou para o lado quando notou que a Mary não estava ali já fazia um certo tempo. Ele suspirou em alívio se levantando e me ajudando a levantar. Limpei alguns restos de terra que havia em minha roupa. Quando olhei para Taichi e percebi que havia um graveto em seu cabelo.

– Deixa eu tirar...– Me aproximei dele ficando nas pontas dos pés para conseguir alcançar o topo de sua cabeça e retirar o tal graveto.

Ele riu e baixou sua cabeça para que facilitasse para mim. Retirei o graveto e aproveitei para organizar sua franja. Seus fios sedosos deslizavam entre meus dedos e suavemente consegui organizar seu cabelo.

– Pronto! – Sorri colocando as mãos para trás.

– Obrigado S/n – Ele sorriu de volta e ficamos parados encarando um ao outro sem assunto.

Aquilo estava começando a ficar constrangedor, eu sorria e ele sorria de volta. Até eu me lembrar que ainda estávamos quase em frente a casa da Mary. Sem hesitar puxei ele pela mão para sairmos o mais rápido o possível dali. Eu acreditava que ele não iria entender, mas ele apenas sorriu e apressou seus passos até ficar ao meu lado.

[•••]

Apressamos nossos passos até notar que estávamos bem longe da rua dela. Então começamos a caminhar sem direção. Na realidade eu nem estava ligando para onde estávamos indo. As palavras dele ainda ecoavam em minha cabeça, e seu sorriso em minha mente.

Ele começou a me guiar, foi quando notei que ele estava me levando para algum lugar.

– Pra onde estamos indo? – O olhei perguntando.

Ele me olhou de volta. – Você já vai ver...– Ele deu um leve sorriso desviando seu olhar novamente para a rua.

Quanto mais caminhavámos menos casas haviam e um campo se abria com poucas árvores e um céu azul meio alaranjado dos raios do sol. O pôr do sol ali era bem mais apreciável.

– Bom, Chegamos... – disse ele logo se sentando na grama que havia no local.

– O que viemos fazer aqui? – O perguntei, me sentando ao seu lado.

– Tenha calma, você já vai ver.– Ele abraçou as próprias pernas apoiando seu queixo em seus joelhos, enquanto olhava para frente. Onde havia apenas um enorme céu.

Conforme o sol foi se pondo, pequenas estrelas começaram a brilhar no céu. Era uma cena mágica, no céu havia um degradê entre laranja, azul claro e violeta.

Conforme ficava escuro a ventania ficava mais forte. Não resisti de frio e precisei abraça-lo. Vi quando ele me olhou um pouco assustado, mas mesmo assim retribuiu o abraço. Um abraço o qual me esquentou bastante.

Ficamos horas em silêncio, apenas observando o céu estrelado. Quando me dei conta já era em média nove horas da noite.

– Tá ficando tarde. – Levantei minha cabeça que estava em seu ombro, para olha-lo.

– Você acha já que devemos ir? – Ele me olhou enquanto acariciava minhas costas.

– S-sim. – Fui me afastando dele aos poucos para me levantar.

Ele logo se levantou também. Ficamos de mãos dadas novamente e saímos dali caminhando. Embora não tivéssemos um relacionamento eu já me considerava sua namorada. O que é um erro eu sei...

Cruzei meu braço por dentro do dele, fazendo ele ficar perto de mim.

[•••]

Caminhamos em direção à minha casa.

– Chegamos! – Exclamei ao chegar em frente ao portão de minha casa.

A casa já estava escura com todas as luzes apagadas, todos estavam dormindo.

– Quer entrar? – O perguntei sem esperanças.

Ele ficou envergonhado com a pergunta. E não respondeu nada.

– N-não é pra nada disso que você tá pensando!! – Fiquei vermelha ao entender a malícia.

– Só fiquei preocupada, sua casa é longe e já está tarde...– Falei em um tom baixo.

– Tudo bem. – Ele sorriu entrelaçando seus dedos nos meus.

Um largo sorriso surgiu em meu rosto e logo puxei ele para dentro de casa. Mas isso porque realmente eu estava preocupada com sua segurança.

– Eu posso dormir no sofá. – Disse enquanto eu abria a porta de meu quarto para ele entrar.

– Não é preciso, vamos apenas dormir. E não somos tão grandes assim que não caiba na cama. – Ele riu ao concluir a frase, mas em um tom baixo para não fazer barulho e não acordar meus familiares.

Me sentei na ponta da cama retirando meus calçados e retirando meu colete, ficando apenas com uma regata que havia por baixo.

Me deitei na cama e puxei meu lençol, morta de vergonha.

Ele fez o mesmo. Percebi quando ele se deitou ao meu lado puxando o lençol e me abraçando...

– Boa noite. – Falamos no mesmo instante.



Notas Finais


(*˘︶˘*).。.:*♡


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