História It Girl - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Seventeen
Visualizações 84
Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, atendendo a pedidos, aqui estou eu postando uma fic minha depois de muito tempo...
Estou realmente nervosa com isso, mas fé no pai que essa coisa sai!

Capítulo 1 - Épilogue


Fanfic / Fanfiction It Girl - Capítulo 1 - Épilogue

Bateu com a colher de pau na mão do garoto que tentava furtar uma coxinha de asa de galinha da bacia de frango frito que ela estava preparando.


- Yah! Ajuhmma! - Boo Seungkwan exclamou, massageando a mão.


A colher de pau o acertou novamente, agora na sua cabeça.


- Ajuhmma seu cu, garoto - retrucou, irritada. Seungkwan se afastou uns passos, por que sabia o quanto a manager podia ser desbocada. - Sai da cozinha se não quiser dormir sem janta!


Jeonghan apareceu ali e empurrou o mais novo para fora, e então se aproximou da manager e a abraçou por trás, pousando o queixo no ombro dela.


- Noona, não precisava tratar ele assim - ele murmura, roçando os lábios no pescoço dela. - Seu trabalho não é dar sermão na gente.


Virou-se para olhar para ele. Desviou o rosto quando ele foi beijá-la.


- Meu trabalho não é cozinhar para treze marmanjos - retrucou, arqueando a sobrancelha direita perfeitamente delineada.


O cantor ergueu os braços em sinal de rendição e também saiu da cozinha, desculpando-se. Por que a função de Sohee não era mesmo cozinhar para eles.

A manager na verdade não era manager. Aquele era apenas um status que a produtora lhe deu no contrato para não levantar suspeitas ou levar a polêmicas. A função dela era permanecer à disposição das necessidades sexuais dos treze membros do SEVENTEEN, vinte e quatro horas por dia, à exceção de um dia de folga por mês.

Ou seja, Sohee não era nada além de uma puta exclusiva de luxo.

Ela não precisava estar cozinhando, mas não conseguia dizer não aos meninos quando eles se juntavam para implorar alguma coisa para ela. Então ali estava, fritando frango por que eles sentiam falta de comida caseira.

Dava graças todos os dias por eles não insistirem em um gangbang com ela.

Após alguns instantes de solidão em que remoía a raiva por si mesma, Seokmin apareceu na cozinha, se oferecendo para ajudá-la.

Pelo menos alguém se presta.

Com o par extra de mãos, a comida logo está pronta. Jeonghan e Mingyu ajudam Sohee e Seokmin a organizarem a mesa e disporem os treze lugares.

Se manteve perto da porta da cozinha, observando os meninos se aproximarem da comida com olhos famintos. Seungcheol os serviu, em ordem, seguindo do segundo mais velho do grupo, Jeonghan, até o mais novo, Chan, deixando ele mesmo por último.


- Noona, onde está sua tigela? - ele perguntou, voltando seus olhinhos inchados para o lugar em que ela estava, depois de notar que só haviam treze sets na mesa.


- Ah, não vou comer agora - sorriu, feliz por alguém ter se preocupado com ela. - Vou aproveitar que o chuveiro está livre pra tomar um banho.


Foi para o seu quarto - o único quarto "individual" daquele apartamento. Era um espaço apertado, onde antes funcionava a dispensa, mas estava reformado, e equipado com uma cama de casal simples, um armário suspenso para as suas roupas (vestidos de festa que necessitavam ficar em cabides estavam acomodados no cabide do armário de Soonyoung), e uma escrivaninha.

Pegou a bolsinha onde guardava seus produtos de higiene, sua toalha e seu robe de seda preto, e foi para o banheiro.


- Se virem pra limpar tudo depois - falou para os meninos quando passou pela mesa de jantar.


Riu quando eles protestavam, e se trancou no banheiro. Nem a pau ela lavaria a louça também.

Conectou seu smartphone ao speaker portátil via Bluetooth e colocou sua playlist favorita para tocar no máximo, abafando as vozes que vinham de fora. As músicas variavam de gayo a pansoori, mas nenhuma era do grupo com que trabalhava. Aquela era uma política que adotara depois de perceber que os integrantes costumavam ficar vaidosos demais se a ouvissem cantar alguma parte específica de suas músicas.

Ou ficavam magoados se ela não cantasse.

Permitiu seu corpo relaxar enquanto a água absurdamente quente lavava todo o estresse da cozinha. Aquele emprego dava mais trabalho do que imaginara ao assinar o contrato.

Não ficou surpresa quando foi procurada pela Pledis Entertainment com a proposta. Embora a vida sexual de idols fosse um taboo na Coreia, no meio em que ela trabalhava era bem comum empresas procurarem prostitutas discretas para acalmarem os nervos de suas estrelas.

Mas tinha que admitir que a ideia de morar junto com os idols era bem inovadora, e necessária, já que eram treze jovens viris a quem ela deveria atender. Aceitara aquela proposta por que o pagamento era muito bom, e seria bem menos arriscado do que atender clientes aleatórios.

E, certamente, não era sacrifício nenhum transar com qualquer um daqueles garotos bonitos.

Logo que ela se mudara para o apartamento, nenhum deles tinha coragem sequer de falar com ela. Embora aquilo a incomodasse, ela teve uma primeira semana tão tranquila e tediosa que pensou que aquela era a grana mais fácil que ganharia na vida.

Mas, então, numa noite em que Woozi foi o último a voltar do estúdio - o que ocorria com bastante frequência -, ele a procurou em seu quartinho, surpreendendo-a por ser o primeiro.

Noona, eu... Eu posso beijar você?, ele perguntara, constrangido, fazendo-a sorrir. Achou-o fofo naquele momento, mas poucos minutos depois descobriria que de fofo, Jihoon só tinha o rosto.

Depois do primeiro corajoso ser visto saindo pela manhã do quarto de Sohee, os outros começaram a procura-la, e agora era quase impossível ela ficar sozinha quando eles estavam em casa.

Em pouco menos de três meses ali, já havia transado com quase todos os meninos, e aprendido suas manias. Chan, o maknae, havia sido desaconselhado pela produtora de usar os serviços dela, afinal, ele ainda era menor de idade. Mas isso não o impediu de procura-la e usar seus serviços com louvor.

Até aquele momento, os únicos que não foram atrás de alívio com ela foram Jisoo e Seungcheol, e isso sempre a preocupava. Jisoo, talvez, fosse mais fácil de compreender. Ele era um menino religioso e provavelmente tinha medo de "pecar". Seungcheol, porém, era um mistério.

Sohee não sabia se o líder era mais tímido do que aparentava, ou se ele não queria transar com ela especificamente, ou se ele simplesmente abria mão do tempo que poderia passar com ela em favor dos outros meninos - o que ela via muito ele fazer com outras coisas, como comida, produtos de beleza, linhas nas músicas.

Às vezes ela tinha vontade de confronta-lo, ou simplesmente provoca-lo, só para ter certeza do porquê de um jovem saudável e viril não tentar, pelo menos, tocar nela.

Talvez ele seja gay.

O pior de tudo era que tudo nele a atraía. Seus olhos, sempre com olheiras, seus lábios avermelhados e convidativos, o formato do seu rosto, a linha do seu nariz. Também seu corpo proporcional e detalhadamente musculado, e a forma com que ele tratava a todos, sempre com carinho e total dedicação. E, sem dúvidas, aquela distância que ele mantinha dela era tentadora.



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