História It Was Always You - Capítulo 8


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Karin, Kushina Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shisui Uchiha, Suigetsu Hozuki
Tags Filosofia, Hentai, Itaizu, Naruto, Romance, Sasusaku, Suika
Visualizações 34
Palavras 3.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente eles consumaram!

Amém! KKKKKK

Estou morrendo de vergonha e rindo ao postar esse capítulo, mas até que eu gostei. Não fiz uma super picante pq gente é a primeira vez dela e tals… Achei fofinho colocar o Itachi todo inseguro e tomando todo cuidado com Izumi <3

Em fim, sem mais delongas, boa leitura (:

Capítulo 8 - VII - We Are One


Fanfic / Fanfiction It Was Always You - Capítulo 8 - VII - We Are One

C H A P T E R VII

 

W E   A R E   O N E

 

Nunca na vida ela se deparara com um homem assim e sentia em seu íntimo uma perturbação nova,

que não conseguia identificar e muito menos compreender.

 

 

A Megera Domada - William Shakespeare

 


Izumi ficou atônita com aquela revelação. Esperou, completamente sem saber como reagir, sem saber o que falar ou sentir. Em sua mente passava-se muitas coisas naquele momento, ao mesmo tempo em que não havia nada. Era como se um enorme buraco negro estivesse sugando sua razão.


Itachi observou a garota com mais afinco; o tom chocolate do cabelo dava um perfeito contraste com a pele clara assim como as bochechas que naquele momento estavam avermelhadas. Os lábios rosados, os olhos… Suas belas cornalinas pareciam reluzir. E não pode evitar de notar em como ela estava vestida, o que tornou impossível para ele não ter pensamentos pecaminosos. A camisola lilás deixava aparente o bico dos seios.


— Ita… — ela sussurrou o nome dele, como que com medo de ter escutado errado e estar prestando o papel de boba. 


Itachi piscou, voltando a realidade.


— Izu, tente me deter — o moreno começou tentando manter o auto controle, quando estava mais perdido do que cego em um tiroteio. — Faça alguma coisa, porque não consigo controlar o que eu sinto por você — ele colou sua mão no peito do lado esquerdo indicando seu coração. 


Izumi não soube decodificar qual emoção que a consumiu. Era uma mistura de felicidade, nervosismo, alegria e amor. 


— Por que eu faria isso? — ela colocou suas mãos nos ombros do rapaz que se arrepiou com o contato. — Eu esperei dezoito anos por essa declaração.


O coração de ambos estavam acelerados.


— Você sabe que o pecado do nosso amor irá resultar em um caminho sem volta. Cruzaremos a fronteira do mundo, eles não vão nos perdoar — o irmão a encarou nos olhos e tocou-lhe os fios chocolates caídos sobre a testa. 


— Eu sei, mas não posso continuar indiferente aos meus sentimentos… Ainda mais quando sou correspondida — ela sussurrou num timbre sensual, e Itachi deslizou sua mão nas costas dela indo parar na cintura.


— Está preparada para isso? — inquiriu, buscando um motivo para que a mesma desistisse, mas as orbes de sua irmã estavam com um brilho intenso e pareciam decididas.


— Você é a única pessoa nesse mundo que é capaz de me fazer feliz — falou, sem contar o contato visual e sorriu bobamente. 


Antes que Izumi pudesse processar, as mãos quentes e ásperas de Itachi seguraram seu rosto e trouxeram sua boca para ele. Um gemido fundo da garganta do rapaz vibrou na dela; o peito dele estava pressionado contra os seios dela enquanto a respiração era acelerada e intensa. 


A mente da garota parecia inebriada. A única coisa que fazia sentido era os lábios de seu irmão nos seus. 


A boca era quente e úmida, a língua hábil circulava o interior de forma lenta e muito sensual. Ela percebeu que finalmente ele não estava se segurando.


Cada toque, eles sentiam que iriam queimar.


As mãos inquietas de Izumi deslizavam pelo peito largo, as unhas pintadas de lilás arranhavam suas costas. Itachi em resposta emitiu um gemido profundo, gutural, quando a ponta de uma unha raspou-lhe o mamilo rígido. Sua reação fez a morena sentir uma necessidade de investigar toda a extensão do peito. 


Com uma urgência vinda do desejo, suas mãos moviam-se por todo aquele corpo escultural, deixando uma trilha de beijos ardentes. Mas a boca faminta de Itachi buscava-lhe os lábios, tomando-os em mais um beijo abrasador, desorientando seus sentidos. 


Foi preciso passar os braços pelo pescoço dele para evitar que caísse de joelhos na cama, tamanha a fraqueza que sentia nas pernas. 
Acariciando-lhe a cabeça, a Uchiha estremeceu pela sensação criada pelas mechas dos cabelos negros e sedosos do jovem deslizando contra a pele sensível entre seus dedos. 


O gemido que vibrou na garganta do rapaz a sua frente era uma linda canção aos ouvidos dela que, puxando-o para mais perto, emitia um silencioso pedido de uma intimidade ainda mais profunda entre eles. Audaciosamente, tocou-lhe a língua com a sua, deliciando-se com o tremor que percorreu o corpo do moreno. 


Aquele beijo era ávido e apaixonado, ao mesmo tempo, reverente e arrebatador. Izumi queria saborear cada segundo daquele momento como uma flor que murchando, se abre para receber os raios mornos do sol e se renovar. 


Subitamente o beijo cessou, resmungando alguma coisa inaudível, Itachi deixou uma trilha de fogo no corpo da jovem.


— Eu amo o seu pescoço — murmurou contra a pele dela, fazendo com que Izumi sentisse um leve tremor e molhasse a calcinha. — É longo, delicado e tem um cheiro tão gostoso.


A morena fechou os olhos rindo baixinho e inclinou a cabeça para trás.


Finalmente ele moveu as mãos para baixo e lentamente retirou a camisola. Suas íris estavam vidradas enquanto sucumbiam pelo corpo curvilíneo da irmã. Os seios medianos com mamilos rosados, a cintura fina e a calcinha fio dental preta.


Nem em seus sonhos mais eróticos e loucos Izumi fora tão maravilhosa como agora.


— Você é tão maravilhosa, Izu — o timbre da sua voz saiu provocante e rouco, enlouquecendo ainda mais a pobre que estava abaixo de si. 


Ela lhe devolveu um sorriso sacana e pegou o dedo indicador dele e o sugou. Sentiu o volume da bermuda contra suas coxas.


— Você já está duro? — a jovem o provocou. — Olha que nem começamos… 


— Eu não tenho culpa se você é gostosa demais — piscou divertido e teve que se controlar quando viu a garota morder o lábio inferior. 


Desviou atenção da mesma para os seios. Apalpou com vontade o seio direito e no esquerdo chupava, lambia e tudo que fosse possível para que arrancasse gemidos de sua doce amante.


A Uchiha tampou a boca tentando controlar sua voz, pois os pais estavam dormindo no quarto alguns metros do seu. 
Então sentou-se, tirou o elástico vermelho que prendia o cabelo do irmão num rabo de cavalo baixo, fazendo a cabeleira negra lisa se revelar. 
Como ela amava cada particularidade que compunha Itachi. Levantou a camisa sobre a cabeça dele, bagunçado os cabelos. 


Izumi ficou maravilhada com contornos do corpo dele, o peitoral tinha pego um belo bronzeado. Moveu as mãos sobre os braços e o moreno apenas deixou ser consumido pelos toques sutis. Quando as pontas dos dedos dela chegaram em seu abdômen, revelando as belíssimas penas do corvo pintados de preto tatuados em seu torso malhado, e depois para a tribal que cobria completamente seu braço esquerdo, um sorriso fatal surgiu nos lábios de Izumi. 


— Porque o corvo? — inquiriu, se referindo a simbologia da tatuagem. — É por causa do Luke?


— Sim — maneou com a cabeça e explicou. — As civilizações antigas como a celta acreditavam que o corvo é a encarnação da sabedoria. Ele representava a criação, o portador da luz. E para mim… Ele é o lado mais escuro da nossa psique. Podemos nos comunicar com duas partes de nós mesmos. Oferecendo equilíbrio e libertação, facilitando a sabedoria.


— Incrível! — disse admirada e completou: — É complexo e profundo como você.


Então abaixou-se e beijou o peitoral do mesmo, esse gesto íntimo pareceu ter tido efeito sobre o Uchiha. Quando se afastou, ele a pegou de surpresa a empurrando para baixo dele. Ela sentiu o coração dele palpitar descontroladamente.


— O que foi? — perguntou com o semblante de preocupação. Sua respiração estava acelerada e rapaz a deixou mais nervosa ao não dizer nada. — Fiz algo errado, Ita?


Itachi abriu um belo sorriso enquanto admirava a beleza facial de sua amante, que cada vez mas se mostrava confusa mantendo aquelas orbes negras brilhantes vidradas.


— Você faz com que o nosso amor pareça ser tão certo — ele soprou as palavras afastando uma mexa do rosto dela, e com polegar passou a fazer carícias na maça direita. — Eu estou com medo.


— Por que? — Izumi o questionou, e a ponta de seus dedos vasculhavam pelos cabelos negros para então parar no lábio inferior.


— Eu nunca fui o primeiro de ninguém Izu, e o fato de te-la por completo… Eu… — confessou sentindo as bochechas ruborizarem. — Você tem certeza que quer isso? 


— Absolutamente! — confirmou ela. — Eu te amo.


Aquela resposta foi a certeza que ambos precisavam para dar prosseguimento. 


Os ônix estavam semicerrados enquanto a observava atentamente mordiscou o lábio inferior. Rapidamente estendeu sua mão e abriu as pernas de sua doce Izumi, para logo arrancar a única peça de seu corpo.


— Perfeita... — sussurrou, enquanto colocava o dedo dentro da intimidade dela. — Minha nossa, você está tão molhada — acrescentou dois dedos, empurrando-os para dentro da cavidade úmida e funda de forma lenta.


A Uchiha engoliu em seco e seus dedos dos pés se contorceram.


— Está bom? — perguntou movendo seus dedos com rapidez. No processo apertou um dos seios.


Ela arqueou as costas de imediato, abriu a boca e deixou escapar um gemido ao sentir as investidas de Itachi. Nunca provou sensação igual, por mais estranho que fosse, não negava que o que o irmão estava fazendo, sem sombra de dúvidas, muito prazeroso.


— Oh Ita, isso é muito bom! —numa resposta sôfrega, Izumi abriu os braços repousando-os sobre a cama e cravou as mãos na colcha. 


— Não goze, ainda — alertou, então tirou os dedos da vulva de repete, fazendo com que a garota solte um grunhido.


Respirando fundo, Itachi a ergueu para que Izumi ficasse sentada em suas pernas e ela começou a mover-se para frente e para trás sentindo a fricção entre o pênis e sua intimidade que encharcava à medida que se mexia.


Segurando um dos pulsos da mesma, o moreno a interrompeu.


— Izu, eu não quero te machucar — murmurou entre os lábios dela, fitando por alguns segundos que para ambos parecia séculos. — Se eu perder o controle? 


— Confio em você — sua voz sutil saiu com maior toque apaixonado, encorajando o rapaz a prosseguir. — Apenas me beije, querido. 


Então ele fez o que lhe foi solicitado, seus lábios a tocaram de leve. Logo, Izumi invadiu sua boca com a língua num beijo delicado que ia ganhando força crescente. Os dedos dele faziam leves carícias na nuca da irmã enquanto era beijado, forçava-se a esquecer seu medo e aproveitar o momento que sempre ansiou em toda sua vida: amá-la por inteiro.


O moreno sorriu com satisfação e a parou.


— Por favor, chega de joguinhos… Eu o quero dentro de mim. — choramingou.


— Você irá — o mais velho devolveu a resposta com mesmo desejo avassalador. — Há mais uma coisa que preciso fazer primeiro… Só pra ter certeza de que você está pronta.


— O que?


Ao invés de responde-la, deslizou seu corpo para baixo e a deitou na cama. Posicionando seu rosto na virilha, a língua quente lambeu seu clitóris em movimentos circulares. Ora colocando muita pressão e velocidade, ora diminuindo. Aquilo estava mexendo com a sanidade da garota que agarrou novamente o cobertor. 


Ela só queria sentir… Mais… E mais… 


— Izu, se contenha!


— Ah… você precisa parar se não eu vou enlouquecer — ela gemeu baixinho, tentando se controlar.


— Sinto muito, mas seu gosto é viciante demais — então voltou ao árduo trabalho com a língua. — Eu poderia fazer isso todos os dias.


Cada lambida e chupão era incrivelmente maravilhoso para Izumi que pulsava e desfalecia a cada investida.


— Caralho Itachi, se continuar eu vou gozar! — resmungou, não conseguindo respirar e as lágrimas a formar em suas bela íris.


Ele enfiou a mão no bolso da bermuda e retirou um preservativo. Rasgou o pacote com os dentes e posicionou a borracha sobre sua masculinidade, apertando cuidadosamente a ponta.


A morena o beijou profundamente enquanto esfregava o pênis contra seu sexo. Não aguentando a tortura, resolveu leva-lo para sua entrada.


— Devagar — o moreno alertou. — Isso vai doer.


— Não me importo.


— Ah… Mas você vai se importar  — Itachi separou os joelhos dela à medida que avançava. — Escute, faça o que quiser comigo para aliviar sua dor. Bata, aperte, arranhe, morda. Só não grite.


Izumi maneou com a cabeça.


Então deu sinal com os olhos, o Uchiha forçou a entrada e conseguiu por a glande dentro dela. A jovem fechou as orbes, algumas lágrimas escorreram de sua face, mas estava tudo bem. Cravou as unhas medianas nas costas do mesmo para tentar reduzir o desconforto. Mal respirava enquanto o mais velho a alargava. Por estar excitada, a penetração foi facilitada tornando assim a dor suportável. No final, Itachi já havia se encaixado por completo.


As cornalinas se abriram, estavam molhadas e o moreno respirava profundamente, e um sentimento de perterncimento se apossou; finalmente estava dentro dela. Depois de tanto tempo desejando por aquilo, finalmente seu sonho passou a se tornar realidade.


Ela tomou seus lábios num beijo casto, para logo sorrir e não conseguir conter sua felicidade.


Itachi tinha ganhado seu coração desde criança. Ele havia a conquistado com sua generosidade, a leveza e intensidade em que enxergava a vida de modo analítico, sarcástico, mas sem perder a crença na esperança. Ela sabia que eles se complementam em suas diferenças; enquanto ele procura entender melhor sobre a sociedade e sua superficialidade com teorias filosóficas e tudo que é ligado a alma, ela em contra partida busca compreender os pensamentos mais profundos daqueles que a cercam.


— Finalmente, juntos! — falou ao notar o modo em como ele estava se controlando… A bela expressão de satisfação estava estampada naquela face divina, e seu coração acelerou por completo. 


O irmão nada disse, apenas apoiou as mãos no colchão para sustentar seu peso e fechou os olhos ao sentir o quão prazeroso estar sendo absorvido por doce irmãzinha. Jamais pensou que pudesse amá-la ainda mais do que já a amava. Mesmo com todos seus defeitos, manias, gestos, gostos e qualidades; sempre esteve disposto a aceitá-la por inteiro. Era estranho saber que a mulher da sua vida é sua irmã, mas naquele instante deixou suas dúvidas em relação à sua relação consanguínea de lado e apenas focou no que realmente importava: no amor que ela lhe oferecia.


— Ita… está tudo bem, pode se mover — ambas as mãos foram parar na lateral do rosto do rapaz e assim ele abriu as íris.


— Eu te amo tanto! — confessou beijando o topo da cabeça dela.


— Então me mostre o quanto me ama — ela sussurrou provocante em seu ouvido direito.


— Com todo o prazer — sorriu sacana.


Cada movimento subsequente, a penetração passou de desconfortável para deliciosamente incrível.


— Me controlar é mais difícil do que eu pensava — o tirou para penetrar com mais vontade. —  Caralho! Quero muito gozar, mas tem que ser com você.


Como se fosse um comando, os músculos de suas cavidade começaram a contrair.


Mesmo envolvido naquela névoa de paixão, o remorso viria, mas o ignorou. Agora, aquele momento é seu, e todo seu ser estava fora de controle, não somente pela satisfação física, mas também pelo triunfo masculino e pelo amor que explodia em seu coração.


Ele, Itachi Uchiha, a tornara mulher. Sua mulher.


— Está vindo… como isso é gostoso. Não para, Itachi! — gritou o nome dele alto demais.


Rapidamente, tampou a boca dela com sua mão.


— Shh… Porra Izu… — sussurrou quando estava gozando, seu pênis pulsava dentro dela. 

 
Izumi sentia o calor da liberação irradiar através do preservativo enquanto seu coração batia contra o dele.


— Mais — pediu a morena se sentindo-letárgica. — Não pegue leve comigo dessa vez, Ita.


Os ônix olharam para ela por um bom tempo, parecia refletir.


— Fique de quatro.


Com o comando por si só, sentiu a umidade se restaurar entre suas pernas. As mãos grandes e ásperas deslizarem pelas suas costas até seu traseiro arredondado, mordendo-o.


Ela gritou e o moreno agarrou seu cabelo para trazer para perto de seu rosto e calá-la com seus lábios famintos.


— Foda-se. Eu não aguento mais. Precisamos ir pro chão porque essa cama vai fazer muito barulho.


Izumi jogou algumas almofadas e sem demora apoiou as mãos e os joelhos nelas.


Itachi ficou em silêncio. Então ela virou a cabeça, os olhos negros estavam vidrados nela enquanto acariciava sua masculinidade.


— Izu, você assim de quatro… Em toda a minha vida, nada me excitou como agora — falou rouco, com tom sensual.


Ela mordeu o lábio inferior. Não sabia se estava excitada pelo fato dele estar lhe comendo pelos olhos ou por estar se tocando.


Novamente, ele rasgou a embalagem do preservativo e o embalou.


— Diga-me se em algum momento quiser parar — falou enquanto deslizava a mão no pescoço dela.


Em resposta, a Uchiha bufou.


— Você gosta desse jeito, não é? — empurra mais duro.


Cada impulso foi mais intenso do que anterior. Itachi respirava profundamente e ritmado conduzindo cada estocada. Uma mão foi parar no clitóris o massagendo e a outra apalpava o seio esquerdo de Izumi com vontade.


— Eu lhe fiz uma pergunta Izu — ele exigiu uma resposta grunhindo.


— Sim — a morena suspira, fechando os olhos. Moveu o quadril para acompanha-lo, mordendo o próprio dedo para conter os gemidos agudos.


Itachi gentilmente empurrou o tronco dela para baixo para que o traseiro ficasse suspenso no ar, tornando assim a penetração nesse ângulo mais intensa, tão profunda que estava prestes a gozar novamente.


— Você sente isso? — sussurrou ao pé da orelha dela.


Ela virou a cabeça encontrando o pescoço avermelhado do irmão, resultado dos longos chupões que deixara registrado nele.


— Oh! É incrível!


— Eu nunca estive tão fundo em ninguém — arquejou. — Nunca foi assim… Intenso. 


— É porque você estava apenas transando e não fazendo amor… — respondeu sôfrega e um sorriso doce tomou seus lábios.


— Tem razão — o mais velho concordou e sua boca capturou os lábios de sua amante. E quanto mais investia, mais profundo o beijo se tornava, assim como o desejo ardente que os queimava da cabeça aos pés.


Tinha sido apenas algumas horas, mas para ambos, aquele momento parecia representar uma vida inteira. Os olhos se encontram, as testas se uniram uma na outra, as respirações estavam sincronizadas e os corações explodiam com os orgasmos.


— Essa é a melhor coisa que senti na vida! — confessou Izumi ofegante.


Itachi riu baixinho roçando o polegar pela bochecha.


— Doí muito? — beijou a ponta do nariz arrebitado dela.


A morena balança a cabeça negativamente.


— Espera… Acho que posso tentar aliviar — ele levantou e se vestiu rapidamente indo em direção ao banheiro.


Ao voltar, entregou uma toalha molhada a irmã e deitou ao lado da mesma.


— Tente colocar entre as pernas, talvez suavize — sugeriu afagando os cabelos dela.


Izumi fez o que lhe foi sugestionado. 


Não estava com tanta dor, mas o calor do pano era acolhedor. O modo como seu irmão a olhava com todo aquele tato e gentileza fez seu coração bater de forma descompassada em seu peito. E naquele instante passou a ama-lo mais do que poderia supor.


— Isso melhora? — perguntou ele com lábios sobre os dela.


— Sim, obrigada — então deu um rápido selinho e passou a se entreter com peitoral dele, desenhando círculos invisíveis.


Com um sorriso provocador, Itachi empurrou uma quantidade razoável de cabelos para trás, apenas para visualizar melhor o rosto daquela tentação de garota. Izumi para ele era uma verdadeira Deusa. Ludibriado pelo feitiço daquele belo corpo colado ao seu, sentia o quanto ela o deseja tanto quanto ele a desejava.  


— Já disse o quanto você é incrivelmente linda? 


— Eu não sou tão bonita assim… Não igual a sua amiguinha aguada — sua voz tinha o toque enciumado.


— Ino é apenas minha amiga.— soprou as palavras para logo mordiscar o pescoço da mesma. — Mas não nego que transei com ela apenas para aliviar a tensão que você me deixava… 


— Não brinca? — ela perguntou divertida.


— Quer detalhes? — Izumi sorriu e se aproximou ainda mais do irmão, como se ele fosse lhe contar um segredo. — Você tem um cheiro muito agradável. Suas coxas são torneadas e flexíveis. Seus olhos são os mais incríveis que eu já vi. Seus cabelos são lisos e tem uma cor linda. E seus seios... São macios, naturais e do tamanho perfeito para minhas mãos — Itachi apalpou-os com firmeza e dirigiu suas íris negras cheia de sedução para ela. — Adoro a textura da sua pele e dos seus mamilos.


Incrivelmente excitada pelas palavras que ele dizia, suspirou.  


— Tão saborosos, Izu  — sussurrou contra os bicos duros e voltou a sua degustação, fazendo-a estremecer.


Izumi colocou as mãos em volta do pescoço dele e relaxou como se o moreno a sua frente estivesse contando uma história erótica. 


— O que mais? — quis saber, mordendo o lábio inferior. Não contendo e se entregando completamente ao prazer.


— Você tem uma bundinha deliciosa também — continuou com a narração sedutora.— Aquela noite na festa da fraternidade, a mãe falou para chamá-la para jantar e como sua porta estava entreaberta, eu meio que dei uma espiada. Aquele seu vestidinho preto me deixou em apuros... Desde então, não consigo dormir sem antes você sabe… 


Ela não pode evitar o sorriso. 


— Você pensa em mim quando está se tocando?


O Uchiha assente.


Izumi gemeu baixinho em satisfação. A boca de Itachi estava tão perto da sua, ela quase podia sentir-lhe o gosto. Naquele momento soube exatamente o que estava sentindo; seus próprios lábios ardiam pelo desejo de explorar cada centímetro daquele corpo másculo.


— Desde criança você sempre foi linda… À medida que foi crescendo, você foi se tornando estonteante. De verdade Izu, nunca conheci uma mulher tão bela… É tão natural ao mesmo tempo, sedutora. 


Morrendo de vontade de beijá-lo, correu seus dedos pelos lábios dele. 


— Achei que eu fosse muito simples — disse, e o rapaz sacudiu a cabeça lentamente acariciando a bochecha dela e inclinou-se.  


— Você é a mais linda! — Itachi declarou, e Izumi fechou os olhos encostando sua testa na dele. — Tem mais. O fato de você ser a única mulher no mundo todo que é proibida para mim, faz te querer mais do que tudo.


— Me beije! — ela ronronou. 


Delicadamente, colocou as mãos no rosto dela e gemeu quando os lábios se uniram num beijo ardente e apaixonado. 


— Obrigada pelo presente — a jovem o agradeceu interrompendo o beijo ao sentir suas bochechas queimarem e inevitavelmente se pegou sorrindo largamente. — Foi o melhor que você me deu!


O moreno retribuiu o sorriso.


— Para qual faculdade você vai? — o irmão lhe perguntou passando a ponta do dedo indicado na ponta do nariz dela.


Universidade Complutense de Madri.


— É mesmo? — Itachi falou em tom conspiratório enrugando a testa, pois aquela faculdade obtinha apenas curso na área de humanas. — O que aconteceu com sonho de ser astrônoma?


— Esse castigo de um todo não foi ruim assim. Ajudar o padre Pedro me fez ver que tenho dom em ensinar — explicou. — Reconheço que sou muito boa em gramática e uma ótima oradora. Acho que ser professora de literatura sempre foi minha sina.


— Hm… — murmurou contra os lábios dela e piscou em um sorriso sacana. — Vamos ter muito o que fazer nos intervalos.


— Não tenha dúvidas… — devolveu a provocação com muita sedução, selando seus lábios nos do moreno.


— Tem algo... — murmurou entre os lábios dela e Izumi o cortou voltando a beija-lo com mais vontade. Então Itachi se afasta um pouco e completa: — que prometi a você.


Ele lhe entregou um fichário preto.


— Quero te dar isso.


— É sério, Ita? — a morena o questionou em um sussurro, os olhos arregalaram-se sabendo que se tratava de Luke, a história que o irmão criara na adolescência.


O rapaz maneia com a cabeça.


— Obrigada por confiar em mim — Izumi disse com um sorriso gentil.


— Seja honesta — advertiu e a jovem voltou a se aconchegar em seus braços.


— Você sabe que sempre sou — piscou divertida.


Extasiados pelo o amor que os consumiram há algumas horas, os jovens passaram o resto da madrugada conversando sobre seus planos para o mês seguinte, já que a férias estavam no fim. 

 

 

 

Eu quero te tocar, amor

E quero sentir isso também

Quero ver o sol nascer

Nos seus pecados, só eu e você

 

Incendeie, estamos na fuga

Vamos fazer amor essa noite

Inventar, se apaixonar, tentar


Notas Finais


Músicas do capítulo:

Dangerous Woman - Ariana Grande

Dusk Till Dawn - ZAYN ft Sia

Playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PLGMUktRvi9iUmIuWVxTrho8jQN8jkBYgf

Aviso que a fic está quase no fim, mais dois capítulos e o epílogo encerra nossa trajetória :p

Ah, mereço comentário depois desse capítulo kkkkk.

Bom é isso, até mais!

Xoxo.


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