História It Wasn't Me - Capítulo 1


Escrita por: e minnie0

Postado
Categorias IKON
Personagens Chanwoo, Yunhyeong
Tags Broken!yunchan, Chanwoo, Ikon, Twoshot, Yunchan, Yunhyeong
Visualizações 81
Palavras 1.164
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hii, aqui é a 'Na' do eri_na. Bem, esta a primeira parte da twoshot, a próxima virá no fim de semana que vem, quem sabe.

De Chanwoo
Para Yunhyeong

~Boa leitura

OBS: Leia ouvindo Just Go - iKON ^^

Capítulo 1 - Just Go


Fanfic / Fanfiction It Wasn't Me - Capítulo 1 - Just Go

Eu desejo a você felicidade que nunca foi minha... Eu sei que seu coração não está comigo, o tempo também é inútil. Há meses estamos juntos, mas você não está comigo. Entende isso?

Naquele dia o céu não estava bonito, chovia sem parar, era como se tudo em nossa volta soubesse o quão melancólicos eram seus sentimentos. Seus olhos banhavam seu rosto igual à chuva o meu corpo, eu o via de longe, era o único veículo naquela rua afastada. O quão tolo seria dizer que estava me esperando? Como se eu o conhecesse há anos ou como se eu fosse algum tipo de ser que aparece quando você chora, pois antes de ter, só o vi assim. Em prantos.

Ah, como queria voltar no tempo, não passar por aquele lugar, não te ver naquele estado, não o conhecer.

“Tudo bem por aí?” foi o que consegui dizer, eu me preocupava, era só mais um estranho – um estranho que estava banhando em lágrimas e chuva. “Vai pegar um resfriado assim.” Eu fui um tolo, não fui?

“Quem se importa?” Eu realmente amei a sua voz, hoje eu tento não amar. “Quem deveria não está mais aqui.”

“Meus pêsames” Perdão por isso, Yun. Eu era só um garoto bobo de dezoito anos. Mas naquela mesma tarde você me disse que quem morreu foi você para quem “deveria se importar”.

Naquela mesma tarde, quando estava cansando de te aconselhar a ir pra casa e se aquecer, você me ofereceu uma carona, você sorriu sem jeito, você prendeu o choro, mas logo depois chorou no meu colo. Ah, Yunhyeong, como pode ser tão descuidado e se derreter nos braços de um estranho?

Você nem me levou pra casa, acabamos em um monte alto, assistindo algumas estrelas caindo, eu dormi feliz aquela noite, em partes apenas. Eu ouvi sua voz, seu nome, suas vontades e seu amor.

Seu amor incontrolável e arrebatador por Donghyuk, eu invejo esse rapaz. Seus olhos brilhavam a cada palavra.

Agradeci internamente por ter conhecido alguém como você, te dei o meu número, mas, tinha certeza que nunca ligaria. Eu estava certo.

 Semanas depois, te encontrei, e apesar da situação, me desculpe, Yun. Eu ri.

“Acaso sou o responsável por enxugar suas lágrimas?” Você se assustou, eu me lembro do seu sorriso forçado e as gotas contornando as curvinhas em suas bochechas, me larguei ao seu lado e você sabia o que fazer. Deitou no meu colo, minhas mãos foram para os seus fios. Tão macios.

Adormeceu, nunca parei de te comparar com um anjo, era assim que te via, os fios escuros com algumas mechas, os lábios bem desenhados, os olhinhos fechados, tranquilos, eu não ia te acordar, se não estivéssemos em baixo de uma árvore, é claro.

Foi a minha vez de te levar pra casa, mas diferente de você, eu realmente te levei pra casa, no caminho você cantou baixinho junto com o rádio e eu admirei a voz tão linda que guardava só pra mim seu timbre. A partir daquele dia nos tornamos tão próximos.

Viramos amigos. Eu ainda via a tristeza em seus olhos, Donghyuk ainda mexia com você. Nunca esquecerei o dia em que saímos para uma festa e lá o encontramos. Naquela noite, ao som de uma música eletrônica qualquer, seus lábios tomaram conta dos meus, suas mãos apertavam meu corpo de forma possessiva, seus olhos iam fundo nos meus, eu sabia o porquê de tudo aquilo, mas me enganava. É por minha causa. Iludia-me, o quão grave isso é? Não importa.

Foi minha primeira noite contigo, nossos corpos unidos, suados, seus lábios ao pé de meu ouvido, me chamando, minhas unhas marcando tua pele, meus lábios nos teus. E quando suas mãos se uniram as minhas, a cima de minha cabeça, seu olhar fixo no meu. Chegamos ao clímax.

Achei que acordaria sem você, que como naqueles filmes aonde um sempre vai embora, você não fez isso. Tinha seus braços em volta de minha cintura e sua respiração batendo em minha nuca. Naquela manhã eu já sabia o quão apaixonado estava, um tolo, você não me pertencia, eu sabia.

Nós não falamos sobre o acontecido, eu até acharia um alivio se você não começasse a me tratar como um amante, selando meus lábios quando bem entendia, envolvendo meu corpo, sentindo meu cheiro, eu diria que estava apaixonado também, mas não. Paixão é mais forte que isso, talvez estivesse encantado, carente. Ainda não sei.

Um mês se passou, e incrivelmente você contou junto comigo, e para minha surpresa: um pedido. Tornei-me seu namorado, dono das suas palavras bonitas, dos seus sorrisos, seus gemidos, seu corpo...

O apresentei aos meus amigos, era maravilhoso ouvir “onde está Yunhyeong, seu namorado?” e mesmo com semanas se passando, ainda me tornava um bobo ao pensar em tê-lo somente para mim.

Mas eu sei o quão enganado eu estava, não, talvez não. Eu mentia para mim mesmo.

Mesmo que eu tente esconder e fingir que não é nada, ele sempre foi a pessoa que brilhava aos seus olhos. Eu ainda o invejo.

Ontem à noite, após mais meses juntos, eu cheguei e você estava lá, tinha uma cópia de minha chave já que eu confiava e confio em ti. Nós transamos, foi surreal.

Pela primeira vez, senti-me entregue por inteiro. Suas mãos me tocaram como nunca antes, era preciso e carinhoso, seus lábios tomaram cada pedacinho do meu corpo, me marcou, me fez mais seu. Seus olhos liam minha alma, é inverno, mas nossos corpos suavam como em um dia de verão, dos nossos lábios gemidos e frases desconexas saíam a cada instante, cada movimento. Com minhas pernas enlaçadas em seu tronco, o apertava como se quisesse saber que era real, minhas mãos bagunçando seus cabelos, deslizando por suas costas, e as suas na minha cintura, dedilhando até meu quadril, seu sorriso era safado – gosto muito desse lado. Mas algo aconteceu, eu não esperava por isso, em nosso último momento, seu gemido mais alto da noite ecoou pelo quarto, este não foi em meu nome. Desculpe por isso, dessa vez eu quem tive que aderir as táticas dos filmes, a casa é minha, mas agora, só preciso de mim.

Querido, não diga nada, seja honesto consigo mesmo, ele ainda está em seu coração, você pode ir para ele. Estou largando a mão de quem tanto segurei.

Parece que forcei entrar em seu coração, me sinto mal vendo você cujo sentimento baguncei. Não sinta pena de mim, quanto mais você faz, mais meu coração lamenta. Nós não estávamos destinados, aceite isso. Eu vou guardar comigo nossos sorrisos, mas você não deve fazer isso.

Nós estávamos errados desde o começo, no final eu me tornei um tolo. Nesse momento, eu choro, e não queria que visse isso também, desde o inicio, quem viu as lágrimas fui eu, injusto, mas não quero que veja. Não venha até mim, procure por ele, sabe onde encontrá-lo.

Antes que eu mude de ideia, sem nenhum arrependimento, apenas vá.

 


Notas Finais


Então, é isso! Nosso YunChan acabou :')
Na próxima teremos uma resposta do Yun......
o que acharam? deixe seu "oi", mas por favor, não de forma literal.

xo~


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