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História Italian Boy - Capítulo 12


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Notas do Autor


Olá amores tudo bem ? Estão se cuidando nessa quarentena? Espero que sim.

Mais um capítulo para vocês e espero que gostem ♡

Capítulo 12 - Elevator


Fanfic / Fanfiction Italian Boy - Capítulo 12 - Elevator

E ficamos ali naquele beijo intenso e devorador, aquele beijo que eu sentia pelo corpo todo. Um arrepio na espinha subia enquanto sentia as mãos dele subindo pelas minhas costas, sua mão se posiciona em meu pescoço enquanto o beijo se aprofundava.

Sinto meu corpo queimar, minhas pernas tremem e sinto o corpo de Timothee mais perto do meu.

- Isso está ficando cada vez melhor... - ele diz e um sorriso ladino é presente em seus lábios.

Mordo o lábio inferior e deixo nossos narizes se tocarem enquanto apoio meu braço ao redor do seu pescoço.

- Desculpa te preocupar. - digo.

- Está tudo bem. Podemos ir pra casa se quiser! - ele diz enquanto seus olhos não se desgrudam dos meus.

- Não quero que seu amigo fique magoado. Vamos curtir mais um pouco. - digo e ele concorda.

Timothee segura em minha mão e me guia para a parte da piscina onde tem várias pessoas e onde a maioria está dançando e se divertindo. Continuo bebendo minha cerveja e me sento novamente em uma espreguiçadeira dessa vez ao lado de Timothee.

A garota a qual tinha falado comigo minutos atrás já não estava mais a vista.
Tento ignorar e continuo aproveitando o clima da festa que estava bem agradável.

Em certos momentos lembro de beber muito e de Timothee me puxar para dançar com ele. Eu recuso como sempre, mas me dou por vencida e ele me puxa deixando seu corpo junto ao meu.

Seu sorriso está tão próximo oque me faz sorrir também. Seu cheiro continua o mesmo de quando saímos de casa, maravilhoso.

- Vamos embora? - ele pergunta perto de mim. - Já ficamos o bastante. - ele diz um tanto inebriado. Não está bêbado, mas sinto as batidas do seu coração cada vez mais rápidas.

Não respondo, apenas concordo. Sinto meu coração bater mais forte também.
Oque é isso? Oque é esse sentimento agora?

Timothee se despede de seu amigo e de mais algumas pessoas que o cumprimentam no caminho. Ele caminha ao meu lado o tempo todo e me despeço de seus amigos também.
Caminhamos até a parte da entrada da casa e entramos no carro.

- Você está bem para dirigir? - pergunto a ele e vejo o mesmo sorrir de lado.

- Sim. Fica tranquila. - ele me responde e da partida no veículo.

A volta para casa é bem tranquila, sinto a brisa da noite batendo em meu rosto.
Percebo que estou um tanto embriagada e fazia tanto tempo que não me sentia assim. Mas quer saber? Eu não ligo.

- Quer passar a noite comigo? - viro me para o rapaz atento na direção do carro.

- O que? - ele pergunta um tanto surpreso.

- Não se faça de surdo. - digo um tanto ríspida e ele ri.

- Quando você bebe fica grossa assim mesmo? - ele pergunta divertido.

Dou de ombros e deixo meu corpo se encostar no banco do carona. Sinto a mão de Timmy pousar sobre a minha em minha coxa.

- Eu vou. Eu não negaria nada pra você. - ele diz e sorri de lado. Me fazendo sorrir também.

O caminho para o Hotel não durou muito e logo chegamos a entrada do mesmo, Timotthe deixou o carro em uma rua ao lado do Hotel que parecia bem tranquila. Pego minha bolsa e saímos do carro em direção ao Hall do Hotel. Aquela hora da madrugada já estava vazio, o rapaz da recepção estava focado em algo no seu celular então passamos despercebidos por ele.

Entramos no elevador e Timmy me puxa pelos ombros fazendo minhas costas encostar em seu peito. Ele está quente, suas mãos passam pelos meus braços os deixando arrepiados.

- Stai bene (você está bem) ? - sua voz lenta em uma frase dita em italiano faz meu coração arrepiar.

- Só preciso me acostumar com você sempre me tocando assim. - dessa vez ele desliza os braços para a minha cintura.

Suas mãos vão até meu abdômen e puxam para mais perto. Minhas mãos seguram as suas e meus olhos fecham sentindo seus lábios passando lentamente em meu pescoço.

- Voglio farti stare bene! (Eu quero fazer você se sentir bem) - ele diz perto do meu ouvido e nesse momento sinto um tremor subindo no meu ventre.

- Por favor. - digo e me viro para ele.

Seus olhos estão fixos nos meus, passo as mãos pela abertura na camisa social, ele respira fundo.

Ele envolve sua mão em meu pescoço e me puxa para beijar meus lábios lentamente. Sinto o elevador parar e olho rapidamente para trás vendo a porta se abrir.

Por sorte não havia ninguém no corredor naquela hora. Ele me segura pela cintura e me empurra para fora do mesmo me fazendo rir baixo.



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