História Italian Shot - BUGHEAD - Capítulo 12


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Clifford "Cliff" Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Ethel Muggs, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Ginger Lopez, Hal Cooper, Hermione Lodge, Hiram Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Mary Andrews, Penelope Blossom, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Trev Brown, Valerie Brown, Veronica "Ronnie" Lodge, Xerife Keller
Tags Bughead
Visualizações 97
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii diamonds da life minha, turu bom?
Desculpem meu sumiço, estou com cinco testes nas costas, e está sendo complicado, pois dois são de livros distintos, então, imaginem a bagunça em minha mente. Espero que me perdoem.
Enfim, este capítulo não foi Bughead — calma, como disse, se preparem para a onda calorosa nossa — mas sim mais uma explicação do que nosso Juggy é, então, tenham paciência nesta parte, okay?

boa leitura sz

Capítulo 12 - Chapter 12


Fanfic / Fanfiction Italian Shot - BUGHEAD - Capítulo 12 - Chapter 12

Fazem dois dias que eu e Jughead não nos falamos desde nosso momento. Minha mãe parou de me ligar, o que me assusta um pouco, e os sites pararam com suas manias absurdas de tentarem controlar minha imagem, devo isto a Jughead, como sempre. Pedi comida chinesa, pois era a única que eu consegui me comunicar realmente, e fiquei almoçando vendo televisão, enquanto Vero tomava conta de toda a geladeira. Passara os últimos dias comigo, mas não contei para ela sobre Jughead, a única coisa de que preciso é de tempo para analisar a situação.

Na verdade, ela me disse que Archie e Jughead estavam de um lado para o outro na empresa, e que sabia agora após uma conversa estranha entre os dois, mas não gosto de ficar longe dele, me lembra o fato de Reggie estar atrás dele. Isso preocupa-me. Fecho a caixa com a comida, e guardo os restos na geladeira, subindo para meu quarto. Liguei o notebook, e então, meu celular vibra pela primeira vez no dia.

Jughead Jones
É muito feio não dar um bom dia para as pessoas, senhorita Cooper. Como vai seu dia?
Enviada. Recebida.

Reviro os olhos sorridente, me jogando na cama sentada, e encostando as costas nos travesseiros fofinhos. Pego o celular novamente e o respondo, sem saber muito o que dizer. Como sempre.

Eu
Oh, desculpe, senhor Jones. Estive ocupada com minha comida chinesa. Venho muito bem, como vão os trabalhos na Jones Inc. ?
Enviada. Recebida.

Coloco o celular de lado, e continuo mexendo no computador, procurando por novidades literárias ou qualquer coisa do gênero. Apoio meu queixo no punho cerrado, enquanto a outra mão se ocupa em digitar algumas novidades que vejo por aí. Bocejo, e então, encontro algumas. Novamente, o bip do celular.

Jughead Jones

Vão bem. Estou resolvendo uns problemas nos setores, mas saio às 19:00 hoje, mais cedo do que o normal.

Enviada. Recebida.

Oh, que horas este homem chega em casa? Resolvo ousar na conversa, e me viro na cama, colocando o notebook de lado.

Eu
Poderia passar aqui depois, não? Faz tempo que não nos vemos.
OBS: antes que venha com conversinhas, não é um encontro casual. Conheço você, Jughead. Bom trabalho
Enviada. Recebida.

Rindo de mim mesma, com vontade de me dar um tapa, desligo o celular, crente que entenderia a brincadeira. Olho umas duas vezes a internet, até achar um livro que me interesse. Falando nisto, preciso ler meu novo em italiano. Preciso de aulas de italiano, isso sim. É, preciso manter a mente ocupada.

Eram 18 horas quando eu desliguei o computador. Arrumei alguns materiais para estudo, e coloquei ele para carregar. Tomei um banho demorado, sequei o cabelo e coloquei uma roupa qualquer. Volto para a mesa, abrindo algumas folhas de anotações, começando a escrever o que as aulas e artigos me diziam. Depois do que acho ser meia hora, vou até o quarto da Vero, que está fechado. Ouço suas risadas, logo uma voz grossa. Ligação com Archie, como sempre... Acho que daí sairá alguma coisa. Bato levemente na porta, ouço-a pedir licença, e logo me atende:

— Oi Bee. Vai sair?

— Vou buscar umas porcarias pra comer. Só fiquei para avisar. — Ela pisca me entendendo e logo fecha a porta. Suspiro sorridente e desço as escadas.

Pego as chaves, e fico me desafiando a tentar ao menos conseguir pagar. Assim que estou na praça, começa a vir em minha mente as cenas do beijo de dois dias atrás. Jughead não falou sobre isso, e parece ter esquecido, o que é triste mas bom ao mesmo tempo. Imersa nestes pensamentos, acabo esbarrando em ombros tensos.

— Oh, sinto muito... Betty?

Cristo. Meu deus.

— Reggie? Que surpresa.

Merda. Merda. Merda.

— O que faz por aqui?

— Oh, apenas dando um passeio — Definitivamente, minha fome acabara de se esvair, junto com minha paciência. — Bem, estou ficando atrasada. Vou indo.

— Nos vemos por aí loira. — Ele pisca, e se vai. Reviro os olhos quando tenho certeza de que ninguém estava ali presente.

Começo a andar em direção a uma mercearia que me parece ser histórica, apenas para fugir de seu rastro nojento. Ah, se ousasse fazer-me de idiota. Oh, se ousasse.

Olho para trás, na esperança de não vê-lo, e por sorte, isto não acontece. Pelo contrário, um carro preto de faróis acesos no dia quase apagado ilumina as ruas. Por um momento, penso que o carro está atrás de mim, mas ignoro, devo estar paranóica demais. Entro no mercado, cato uma cesta e vou atrás de coisas fáceis de acesso. Salgadinhos, chocolates, já disse salgadinhos? Assim que passo no caixa eletrônico, que no caso, demorei alguns minutos demorados, ao sair, recebo a ligação do senhor ocupado demais. É um bom apelido, confesso.

Elizabeth Cooper — Seu tom brincalhão me dava nos nervos, mas me relaxava sobre Reggie.

Jughead Jones. — Retruco, e ouço seu riso discreto do outro lado da linha — O que te faz me ligar?

Estou vendo você daqui, resolvi ligar e ver o quão graciosa é tentando me achar fingindo ter uma faca na mão. — Me viro, e vejo sua espécie de Range Rover parada. Estreio os olhos para ele, que ri — Não pode ser tão mal educada assim, querida.

— Querida seu... — Respiro fundo — O que quer? — Cruzo os braços com a sacola de salgadinhos.

Entre. Posso lhe levar para casa. — Ele abre a porta do outro lado, e eu rio, desligando o celular.

Ando até ele, com um sorriso no rosto, e no peito também. Sabe, depois desse encontro com Reggie, e do momento que tivemos, acho bom ter uma companhia ao meu lado; e que companhia, não? Assim que entramos no carro, ele dá partida, e começa com seu jeito engraçado de me irritar:

— Sabe, você tem cara de quem quer fazer letras. — Arregalo os olhos, realmente tinha sido uma opção mas... — Sei lá, só foi um comentário.

— Já passou pela minha cabeça. O que você faz?

— Letras. Pretendo fazer administração de empresas também, mas letras sempre me chamou a atenção. Era mais acessível do que medicina. — Fala em tom de humor, e nós dois rimos.

— Isso foi uma surpresa. Nunca pensei que faria letras.

— Gosto muito da literatura, Betty. Se estou onde estou, devo metade disso para todos os livros que li. Eles me ajudaram a ser melhor, tanto em bens materiais, como em bens psicológicos — Obviamente, vejo a paciência de Jughead ser bem maior do que a minha. Ponto para ele.

— Depois fala de mim, sobre os livros... Qual está lendo ultimamente?

— Bem, livros da faculdade, como sempre. O monge e o executivo, é muito importante, segundo o sr. James, professor de filosofia. — Sorrio, imaginando Jughead numa faculdade, depois com as becas. — O que?

— Como controla sua vida? Ela deve ser bem agitada dentro da faculdade.

— Bom, eu me acostumei com a fama, Elizabeth. É algo que nunca conseguirei me livrar, sempre quis brincar com todos, mas não podia, uns loucos poderiam tirar fotos minhas e falar que eu estava sendo jogado, sabe?

— Eles falam? Sobre você?

— Eles sabem. Eu peço mesmo, lá, eu sou Jughead Jones, não sr. Jones, como costumam me chamar na empresa. Eles sabem quem eu sou, mas eu não tenho minimamente a vontade de ser conhecido pela fama. Eu até me surpreendi de que nunca tenha ouvido falar de mim, mas fico feliz que a sua primeira impressão de mim fora qualquer coisa, menos "Oh, o filho do empresário Jones", como a maioria das garotas dizem. Odeio quando me chamam assim na faculdade.

— Então, está apenas passando as férias por aqui?

— Sim, como disse, eu moro em Londres. São apenas algumas semanas para respirar dali, sabe? Mas continuo estudando aqui, nada me impede. Estou no penúltimo ano.

— Eu ainda tenho quatro pela frente... — Suspiro fundo e ele ri, colocando a mão em minha perna depois de mudar a marcha, a descansando ali.

— Eu acho que é bem a sua cara. Quer dizer, não que julguemos o livro pela capa mas... Céus, isso está a ficar no sentido literal. — Rio com suas tentativas — Enfim, leia sobre. Deve ser o melhor.

— Estou curiosa sobre seu livro também, hum. Talvez eu o pegue para ler. — Sorrio sugestiva e ele ri, jogando a cabeça suavemente para trás, se ajeitando no banco do motorista.

— Fala sobre a liderança. É um cara, que, é super ocupado sendo gerente geral de uma empresa de vidros planos. Ele se importava só no emprego, e não na família nem na própria vida. Ele abandona toda a trajetória para ir até um mosteiro em Michingan, se eu não me engano. Ainda estou no início e... — Ele me olha, e volta a olhar paras as ruas ladrilhadas — Oh, eu sei o que você está pensando.

— O que eu estou pensando?

— Que eu sou o cara do livro, tirando obviamente, a família e o mosteiro. Não consigo viver com a paz inteiror, sou o caos completo.

— Você literalmente se auto-descreveu. — Ele dá uma risada gostosa — Eu irei pesquisar este livro. Gostei do enredo.

— Puta merda, você gosta de todos os livros de que lhe apresentam, Bee? — Oh, Bee...

— Eu amo literatura — Pisco e ele ri, tirando a mão de minha perna. O frio percorre-me, apesar de estar vestindo uma calça jeans.

— Você iria gostar de Londres. É uma ótima inspiração, digo, uma boa mesmo, sabe? Dá vontade de sair lendo livros pelas ruas.

— Está me fazendo quase comprar uma passagem para lá. — Sorrio timidamente — Devia fazer marketing também.

— Oh,eu sou ótimo em campanhas.— Ele dá uma piscadela — Planos para amanhã?

— Nenhum. Por?

— Sei lá, amanhã tenho horário de almoço dobrado por conta da conferência em Toronto, poderíamos fazer algo.

— Por mim, tudo bem. — Ele para o carro em frente da casa de Veronica.

— Lhe pego aqui às 13:00. — Ele dá uma piscadela — Alguma condição?

— Poderia me mostrar mais seu ambiente de trabalho. Vai que eu me interesse pelo seu curso. — Desta vez, sou eu quem pisco, e ele sorri, recostando-se no banco, esticando seu abdômen que não consigo ver agora.

— Pode deixar, Elizabeth. Cuide-se. — Assinto, e coloco a mão para abrir o carro, quando sinto sua mão em meu queixo, depositando um beijo em minha mandíbula — Não se esqueça de amanhã. — Paralisada, saio do carro assentindo, sem saber muito o que fazer.

Ouço sua risada fofa ainda dentro do carro, e rio revirando os olhos, me dirigindo novamente para dentro de casa. Vero, como sempre, me puxa para dentro, mas sua cara não era boa.

— Vee, o que foi? — Pergunto, e ela engole seco, se colocando atrás de mim. Vejo Archie com os dedos nos cabelos, apoiado nos cotovelos.

E atrás do sofá...

Não só uma pessoa. Duas.

Os pais de Veronica.

Essa não...


Notas Finais


nada pra falar sobre esses dois aí rs
comentem, o que acham que aconteceu antes de Betty estar aí, hein?
e esse beijinhos Bughead? Será que é o início de algo? rs


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