História It's a Match - Malec - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Alec Lightwood, Magnus Bane, Malec, Romance
Visualizações 507
Palavras 2.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nova história Malec com apenas 3 capítulos. Bem curtinha porque ultimamente só estou sabendo lidar com histórias curtas.
Essa ideia surgiu hoje mesmo num surto de criatividade. Estou até agradecendo aos céus por isso.

Dedico as minhas grandes amigas: Thais, Manuca e Line. Se não fosse vocês já teria desistido de escrever pelos bloqueios da vida. obrigado.

Espero que vocês gostem ❤️

Capítulo 1 - Capítulo um. perfect match.


Fanfic / Fanfiction It's a Match - Malec - Capítulo 1 - Capítulo um. perfect match.

Capítulo um. perfect match,

Alec ignorou pela milésima vez apenas naquele dia o apelo de sua irmã relatando as palavras que deveria sair mais para as festas com ela afim de arranjar algum relacionamento amoroso.

Até entendia a obsessão de sua querida irmã em estar preocupado com sua vida amorosa estagnada já que o próprio vivia reclamando que não achava ninguém. Alec já havia conhecido uma porção de namoros infundados que sempre acabava da mesma maneira: com um pote de sorvete nas mãos assistindo as séries românticas na Netflix completamente sozinho.

Não que isso era algo ruim, mas ao perceber interesse da outra parte tudo acabava após a introdução do sexo e no fim Alec queria era mais. E não ousava a dizer em voz alta que era um romântico incorrigível sempre querendo encontrar algo mais substancial nos seus relacionamentos que não eram nem por um segundo namoro firme.

Estava cansado de procurar algo que poderia nem existir e estava ocupado demais na sua vida universitária e empenhado em sua carreira para se preocupar demais, mas no fundo sentia falta de um cafuné e de ser amado de volta.

Mas quem disse que era fácil encontrar alguém para dividir seus sonhos.

Estava perambulando em seu apartamento alugado por auxilio de seus pais assim que entrou na faculdade e recentemente repartido com Isabelle que parecia uma pequena tempestade por onde passava. Sua irmã era a bagunça em pessoa em todo seu lado literalmente e Alec queria acalmar aquele ímpeto voraz de Izzy querer controlar a situação e querer leva-lo para todas as festas que era convidada.

Era a milésima vez – realmente- ou Alec perdeu a contagem do quanto sua irmã era insistente.

— Essa festa vai ser incrível Alec... – ela disse arrumando seus cabelos com um ar de saber o que estava insinuando – Todos estarão lá... Seus amigos da faculdade e mais alguns... Talvez dessa vez você encontre alguém para dar uns amassos e quem sabe...

— Eu já fui em milhares de festas com você Izzy... – destacou com as mãos com se não fosse grande coisa – E no fim acabamos sem saber onde realmente estamos...

Izzy gargalhou e fez com que Alec olhasse para sua direção sabendo que era exatamente isso que jovens como eles precisavam. Até certo momento era contagiante essa agitação de sair em baladas como se não houvesse o amanhã e se divertir como nunca, mas Alec estava começando a ficar envelhecido e não era somente na idade.

Seus pensamentos mudavam constantemente principalmente no quesito de se magoar. E estava naquela fase de querer encontrar alguém para namorar sem o frenesi de encontros e beijos perdidos. 

— Mas é divertido... – tentou Izzy mais uma vez sabendo que não adiantaria.

Ela suspirou alto o suficiente para fazer com que seu irmão entendesse que não estava satisfeita com a recusa de deixa-la ir sozinha. Izzy queria muito ajudar o irmão teimoso a se divertir e parar de ficar sempre amuado em seus estudos e principalmente porque Alec não admitia, mas sempre quando possível reclamava de estar solteiro.

No entanto Izzy não entendia que festanças e ficadas não era a fase que Alec estava. Ele já tinha passado disso enquanto ela estava no meio desse caminho fazendo com que eles estivessem em pensamentos totalmente opostos.

Mesmo assim na mente de Izzy sempre ficava a opção de como você vai procurar um relacionamento preso dentro de casa. Era impossível que Alec encontrasse alguém enfiado nos meios de seus livros então Izzy sempre seria aquela que daria seu pequeno empurrãozinho na vida do irmão, ou talvez ela desse mesmo era um grande esbarrão. 

Assim que Alec saiu para tomar banho porque iria passar mais uma vez sua noite estudando e “maratonando” suas séries preferidas fez Izzy ficar ali sem conseguir convence-lo, mas já usando sua mente maquiavélica a todo vapor.

No fim também havia desistido de fazê-lo sair com ela sabendo que Alec não mudaria de opinião. Assim que iria começar a se aprontar porque para ela a noite ainda era uma criança seus passos automaticamente pararam quando seus olhos observaram cautelosamente o celular de seu irmão sob a bancada da mesinha.

Um estalo em sua mente fez tudo se clarear numa ideia.

— Hm... – seus pensamentos foram rápidos enquanto pegou o objeto em suas mãos – Posso ajuda-lo de outra maneira...

No começo Izzy achou que seria mais rápida, mas no fim a emoção de ser flagrada fuçando no celular do irmão fazia suas mãos tremerem. Não que estivesse fazendo algo ilícito porque nem ousou a olhar as mensagens e muito menos os álbuns de fotos era apenas a direção de ir até seu App Store e baixar o famoso aplicativo de namoros.

E no fim iria dizer a ele o que tinha feito.

Assim que seus dedos frenéticos digitaram a palavra “Tinder” apareceu o aplicativo que foi baixado em segundos. Uma rapidez que fez Izzy sorridente.

Basicamente tinha que fazer uma conta para Alec rapidamente e agradeceu aos céus pelo irmão demorar tanto no banho para conseguir essa façanha. Escolheu por fim uma das fotos mais bonitas no Instagram do Lightwood mais velho e deixou que o celular estivesse no mesmo lugar.

Diabolicamente Izzy sorriu percebendo que tinha sido mais fácil do que pensava. Uma que Alec usava uma senha de bloqueio da tela tão fácil que não precisou muito esforço para Izzy descobrir e era fácil saber tudo porque o irmão mais velho confiava muito nela.

Mais alguns minutos no meio da sala com a sua maquiagem distribuída pelo seu arredor enquanto fazia apenas o mínimo de ser extremamente linda ela o viu voltando com os cabelos molhados e a expressão satisfeita de ficar mais uma noite em seu cômodo lar.

— Achei que já tinha ido... – Alec apontou indo pegar algo para comer e até se esquecendo do seu celular.

— Quase... – respondeu Izzy com os últimos retoques e percebendo que já estavam a esperando lá embaixo – Alec?

Alec com um copo nas mãos bebericando café voltou assim que Izzy chamou seu nome. Apontou a chave do carro esperando que fosse isso que a irmã queria, mas percebeu que ela já tinha a pegado.

— Vê se não bebe... Tenha cuidado para dirigir.... – comentou como um superpai fazendo a expressão que Robert faria.

Izzy deu de ombros sabendo muito bem o que fazer. Apesar de gostar das farras e estar no limite sempre respeitou as regras e também não queria se acidentar de qualquer maneira.

— Eu sei... Não irei... – respondendo foi até o celular e o entregou a ele vendo a expressão de interrogação no rosto de Alec – Eu coloquei um aplicativo em seu celular, se divirta...

Ela piscou para ele indo em direção da porta, na verdade, Izzy não esperou ver a expressão perdida em Alec elevando seus passos numa pequena corrida. Vai que ele pudesse tacar seu celular em cima dela assim que desbloqueasse a tela.

Alec olhou a irmã saindo correndo como se pudesse ser ateada ao fogo e ficou alguns minutos assim observando seu celular e a porta do seu apartamento sendo batida tempestuosamente. Será que Izzy nunca iria sossegar? De fato, Alec nem queria pensar muito nisso porque as últimas palavras que sua irmã havia explorado seu celular estava sendo mais importante no momento.

Não ficou muito irritado porque não tinha nada a esconder e se Izzy tivesse feito algo totalmente contraditório a sua ação não teriam falado. Desbloqueou a tela do celular rapidamente e assim que procurou a fonte da sua curiosidade encontrou o aplicativo; um ícone vermelho com uma chama branca.

— Mas o que é isso? – perguntou-se em voz alta mesmo que não tivesse mais ninguém no apartamento.

Alec não conhecia o famoso Tinder que estava conquistando o mundo por encontros românticos online e que localizava seu par geograficamente próximo. Era claro que essa explicação foi adquirida quando procurou informações na internet no que Izzy estava o colocando e ficou um pouco chocado ao perceber que tinha uma conta em um aplicativo de namoro.

— Eu vou matar a Izzy... – começou a divagar sentando no sofá olhando para a aparelho na sua mão sem saber o que fazer – Mas como apaga isso?

Alec não estava disposto a encarar sites de namoro muito menos ficar neles. Não tinha muita confiança em conhecer pessoas pessoalmente já que muitas não aparentam ser quem eram muito menos na internet. Ficou observando sua conta por alguns instantes antes de começar a procurar uma maneira de deletar tudo.

Uma mensagem de Izzy chegou no celular dizendo para que pelo menos fizesse um teste e olhasse direito antes de exclui-lo. Um timing perfeito, pensou Alec que Isabelle tinha ao perceber qualquer de suas intenções.

Ok. Alec queria apagar o aplicativo antes de qualquer coisa, mas foi apenas olhar seu perfil que ficou espantado com as coisas que sua irmã marcou. Porque parecia que ele tinha o feito sozinho. Alec, 21 anos, Universitário. E uma frase sobre relacionamentos sérios e firmes.

Alec coçou os cabelos molhados e ficou meio apreensivo de estar sendo um completo idiota online.

Ele encostou-se no sofá ainda olhando para o Tinder e não conseguiu evitar a curiosidade debatendo-se dentro dele e no fim começou a realmente a se interessar pelo aplicativo.

— Tá Izzy... – dedilhou algumas vezes encontrando pessoas bonitas para tudo quanto é lado – Talvez uma olhadinha não faça mal...

Alec começou a rir sozinho quando encontrou pessoas conhecidas o utilizando e que frequentavam a mesma faculdade que ele. Então no decorrer do tempo que estava perdendo ali não era exatamente algo que ninguém faria.

E ficou totalmente abismado com ele mesmo por um certo tempo ter bastante curtidas. Já que nas configurações de sua conta estava à procura do sexo masculino foi mais fácil ter bastante curtidas de variados homens, mas surpreendeu-se pelas mulheres também. Ficou de queixo caído com essa descoberta e começou a analisar os perfis que estavam o curtindo.

Esticou-se no sofá compreendendo que o Tinder era um ótimo passatempo e ficou ali por algumas horas, mas dificilmente curtiu os caras que o curtiam. Tentando entender um pouco mais como funcionava fez com que Alec encontrasse os perfis que estavam perto de sua localidade e passando o dedo no celular seus olhos encontraram os dele.

Foi tão inesperado que Alec se ajeitou no sofá sentando direito assim que seus olhos azuis analisou a foto mais de perto. Se pudesse dar um elogio para aquele homem não acharia adjetivos suficientes.

Os olhos puxados com uma cor excêntrica, a pele morena e os lábios em um sorriso enigmático davam a Magnus Bane um aspecto de um homem interessante aos seus olhos.

Alec ficou muito mais que o esperado olhando para a foto do homem pronto para dizer que poderia estar tendo pensamentos bem impuros como deixar a mente o levar fazendo os seus lábios percorrer todo aquele maxilar feito para ser beijado e escorregar as mãos pelo abdômen trincado aparecendo na camisa aberta. Com aquela foto, pensou Alec, Magnus Bane seria um homem que teria uma comunidade inteira de pessoas o querendo e percebeu que estava era entrando na fila.

— Oh... – ele suspirou ainda sem desviar os olhos da beldade – Que homem...

Talvez sem conseguir entender o ímpeto de seus dedos, ou seja, lá o que Magnus tenha feito para enfeitiça-lo o curtir já foi dado antes mesmo que Alec pudesse pensar.

Alec por alguns segundos não percebeu o que tinha feito e ficou mais um tempo observando aquele monumento e leu a frase do que ele procurava. Um homem daquele perfeito procurando um relacionamento sério era até preciosidade.

Alec desviou o olhar da tela do celular voltando a realidade porque no fundo não acreditava que isso poderia dar em alguma coisa. E quando seu celular apitou novamente fez com que percebesse que alguma coisa estava acontecendo o fazendo saltar do lugar.

O homem dos olhos de gato fascinantes também havia o curtido.

Sem querer Alec tinha combinado com Magnus fazendo com que eles encontrassem o ponto do match.

— O que eu fiz... – começou Alec em desespero – Desfazer, desfazer... Como desfaz isso...

Tardiamente Alec não tinha sequer noção do que fazer, mas a mensagem apareceu como um piscar de olhos.

Parecia que Magnus também tinha se interessado.

— E agora? – perguntava-se Alec sem conseguir piscar os olhos.

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...