História It's not fear... It's love. - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Cho Chang, Dino Thomas, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Nymphadora Tonks, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black
Tags Harry Potter, Remadora, Romance
Visualizações 17
Palavras 2.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorou, mas voltei! Saudades? Eu sei que sim. EI, MAS NÉ DA FIC NÃO VIU É DE MIM! Kkkkk brincs. Povo munitu, tá aí a fic, se gostaram já sabem o que é para fazer.
Beijocas, e bora ler. IRUUUU!!!

Capítulo 5 - Quase...


Era tão estranho... Muito estranho andar pela cidade de Londres. Pessoas com roupas que pareciam pinguins de preto e branco, e o pior... Aquelas coisas de metal com quatro rodas que andavam na pista e que quase passava por cima de alguém. 

- Eu não consigo andar... Com isso... - Tonks dizia, desconfortável quase tombando com um salto azul puxado para preto.

- Ah, não estraga! - Ralhou Allan, seu colega de trabalho, que por sinal, estava adorando sua nova roupa.

 Tonks usava um casaco jeans fechado,  apenas mostrando um pouco de seu decote, com uma saia preta que cobria mais acima dos joelhos, a mesma favorecia sua parte traseira. 

O engraçado era que ela andava com as pernas quase abertas, e obtinha vários olhares com risos.

 - Eu vou matar o Olho-tonto! - Bufou. Seus cabelos forçaram mudar de cor.

- Tonks! - Ele apontou para o cabelo dela. - Vê se controla isso! - Exclamou.

 - Droga! - Respirou fundo, tentando puxar alguma coisa que estava quase entrando dentro de seu traseiro.

Depois que enrolaram a esquerda, eles chegaram ao seu destino. O banco.

- É sério isso? Por que um banco? - Indagou ela.

Allan não respondeu. Entraram e foram até a secretária.

 - Olá, é verdade que vocês estão a procura de funcionários? - Allan perguntou. A mulher atrás do balcão usava óculos e era um tanto cheia. Estava mais interessada na papelada do quê nos dois.

- Sim, sim... - Respondeu a mulher, grampeando papéis agora. Allan e Tonks olharam fascinados para o grampeandor, e depois se olharam desentendidos. - Nomes?

 Eles entregaram suas identidades falsas para a mulher. Tonks não aguentava mais aquelas roupas, eram muito coladas, porém valorizavam o seu corpo. E o salto ajudava a acabar com o seu pé.

- Jonathan Peterson e Matilda Nurse.- A mulher falou, olhando- os com um pouco de desdém. - Já trabalharam em um banco antes? - Perguntou.

 - Não, mas... fazemos um bom trabalho. - Allan sorriu, tenso.

- É o que todos dizem. - Disse a mulher.

A mulher o olhou desconfiada, seus óculos quase na ponta do nariz. - Hum... - Começou a escrever em um papel.

 - Vocês não usam penas?! - Tonks perguntou. Depois disso Allan deu um pisão forte em seu pé, que ela prendeu o grito de dor e o olhou raivosa.

- O que disse?

- Não foi nada. Estávamos conversando aqui. - Ele riu, e a mulher mais uma vez fechou a cara para ele.

 - Não fala nada! E controle esses cabelos! - Ele sussurrou perto do ouvido dela, e viu uma mecha querendo virar outra cor.

 Tonks tentou guardar a raiva que sentia do amigo. Ela se perguntava o por quê de tudo aquilo, de ter que vestir uma roupa desconfortável, um sapato horroroso... A certeza era que ela iria infernizar o Moody por isso.

 - Certo, aqui estão alguns papéis que vocês devem assinar. - A moça entregou dois papéis para cada um. - Meu nome é Joyce, e na próxima semana vocês terão a resposta.

 - Muito obrigado. - Disse Allan terminando de escrever seu nome junto a Tonks. Eles entregaram os papéis para Joyce e se despediram.

Allan abriu a porta como um cavalheiro para que Tonks passasse. A mesma tentava andar normalmente, mas os saltos não ajudavam.

 Joyce de repente viu aquela cena de Tonks andando desajeitada com o salto, e disse: - Gente sem classe... - Murmurou.

*

Enquanto procuravam um lugar seguro para aparatarem, Tonks viu uma criança com um copo grande e dentro dele um tipo de líquido duro e marrom que formava uma montanha ondulada. A criança saia de uma loja bem viva com cores rosas e roxas no fim da rua.

Ela achou aquilo intrigante e ao mesmo tempo maravilhoso. 

Enquanto Tonks observava intrigada para a loja mais a frente, havia aparecido uma carta para Allan que dizia para eles irem até a Ordem. Ciente da situação, Allan resolveu chamar Tonks, mas quando ele se virou para vê-la, ela não estava lá. Ele a viu entrando na loja de milk shake, então correu para tirá-la de lá antes que ela fizesse algo a mais.

Tonks estava hipnotizada com tudo o que via dentro da loja. As mesas eram roxas e as cadeiras vermelhas, e o chão parecia ser um tabuleiro de xadrez, pois  um quadrado era branco e outro era preto até terminar. Ela estava boquiaberta quando se aproximou do balcão. 

Perto do balcão haviam inúmeras caixas de sorvetes de todos os tipos dentro de um refrigerador, que Tonks estranhou. " Esses trouxas inventam cada coisa!" Pediu observado o refrigerador. 

- Bom dia, o que deseja moça? - Um homem usando uma toca branca na cabeça apareceu. 

- É... Eu... - Ela olhava ao seu redor indecisa, quando viu a imagem do milk shake que aquela criança tomava. - Eu quero aquilo lá. - Ela apontou para a imagem do milk shake.

- Certo, só um minuto. - Disse o homem, abrindo uma porta vermelha atrás dele e desaparecendo.

Enquanto esperava o homem aparecer com o milk shake, Allan apareceu a olhando com cara de fúria. 

- O que você tem?! Era para a gente ir embora agora! -  Ralhou ele. - Vamos.- Puxou ela pelo braço, porém a mesma se soltou. 

- Ei, espera, eu estou esperando a minha comida! - Ela disse. 

- Não devemos ficar expostos aos trouxas, Ninfadora! - Ele sussurrou, para que ninguém escutasse. 

- Eu já falei que é Tonks seu...

- Aqui está, moça. - O homem apareceu, trazendo seu milk shake. - Milk shake de chocolate com amendoim. 

Tonks estava deslumbrada olhando para o milk shake. Ela o pegou e o homem lhe entregou uma colher de plástico. Ela estava tão hipnotizada que nem pensava em comer.

- Custou cinco. - Disse o vendedor. 

- Cinco o quê? - Tonks o fitou. 

- O preço. - Respondeu. 

Allan pós as mãos no rosto e depois as baixou com cara de revoltado. 

- Desculpa, senhor, mas agora temos que ir. - Allan disse sorrindo, guiando Tonks até a saída.

- Ei, não, vocês terão que pagar! - O homem vociferou, saindo de trás do balcão.

- Corra. - Disse Tonks. Ela correu segurando a colher e o milk shake com Allan logo atrás dela.

- LADRÕES!! VOLTEM AQUI! POLÍCIA! - O vendedor corria atrás deles, e mau se sabia se ele estava vermelho de raiva, ou vermelho de tanto gritar e correr. 

Eles haviam chegado a um beco tendo um portão barrando a passagem. Os gritos do vendedor estavam se aproximando a cada segundo.

- Vamos aparatar. - Disse Allan. Tonks logo tirou a varinha.

- Onde? - Tonks indagou ofegante. 

- Na Ordem. - Disse ele.

- LADRÕES, VOCÊS NÃO PODEM FUGIR! - O vendedor estava perto do beco, foi quando ele entrou com toda a sua fúria. 

Sua surpresa foi grande, pois ele tinha certeza que os "ladrões" haviam entrado alí. Mas quando chegou, não havia mais ninguém. Só papéis e lixos no chão.

*********


Allan bateu na porta, depois que eles chegaram. Tonks agora se deliciava com o milk shake de chocolate. Ela nunca vira coisa mais deliciosa na vida. 

Eles entraram depois que falaram a senha.  

- Olá, Allan. - Disse Molly abrindo a porta. - Tonks, querida! - Ela a abraçou com a metamorfomaga retribuindo o abraço. - Como vai? 

- Bem, e você? - Perguntou entrando. Fazia quase uma semana que ela não ia na mansão dos Black. 

Ela foi até  a sala olhando cada canto, cada pessoa, atrás de encontrar uma em especial. Ninguém sentado no sofá, ninguém na cozinha, só Moody e outras pessoas. Ela suspirou tentando manter a paciência quando o viu. 

- Então? Algum êxito? - Olho-tonto perguntou a Allan, mas ainda olhava para Tonks como se suspeitasse dela. A mesma reforçou seu olhar sério nele. 

- Sim, ela falou que na próxima semana nós saberiamos o resultado. - Allan respondeu. 

- Mais alguma coisa? - Moody indagou, olhando para o milk shake que Tonks tomava. 

- Não, senhor. - Disse ele, depois olhou para Tonks.

- Certo. - Moody tirou seu olhar sério de cima de Tonks e voltou a conversar com os outros. O mesmo chamou Allan para se juntar a conversa, deixando Tonks de lado.

-  Se seu interesse era só no Allan, então por quê me mandou vir junto? - Ela indagou, cruzando os braços. Moody se virou a encarando com aquele olho que tudo vê.

- Eu que pedi para ele te chamar. - Uma voz soou atrás dela. 

A metamorfomaga conhecia muito bem aquela voz. Era uma das pessoas que ela também estava com saudades. 

Ao se virar, ela viu o dono daquela maravilhosa voz, sorrindo  de braços abertos. 

- Sirius! - Ela foi até ele, sorridente. Lhe deu um abraço apertado.

- Quanto tempo fora não é, prima? - Ele sorriu, retribuindo o abraço.

- Ah, Sirius, só foi poucos dias. - Disse ela. 

- Novidades? - Sirius perguntou, levando ela até a sala, após fechar a porta da cozinha para que  os outros conversassem melhor.

- Não... - Ela respondeu, pensativa. - Só que o Moody me afastou do ministério...

- Para nos dar informações do que está acontecendo no mundo dos trouxas, sem que o ministério saiba. - Ele terminou. Tonks Sorriu, depois tomando um pouco de seu milk shake. 

- Por que você me chamou? - Ela perguntou. Sirius a olhou um pouco sério.

- Bem, Tonks... É que desde o dia da transformação... Isso sempre acontece, mas... O Remo está bem mais depressivo. - Ele alizou sua nuca.  

Ao receber a informação, ela se sentiu um pouco culpa. Culpada de não ter aparecido antes para ajudá-lo a melhorar, culpada por escutar Snape, culpada por pensar em não aparecer. E agora ela estava tristonha, com medo da reação do seu amigo quando a visse. 

- Eu achei melhor te chamar, já que o Aluado se sente muito bem com sua companhia.- Retornou a falar. 

- Onde ele está? - Perguntou. Essa era a pergunta que ela mais queria fazer. 

- No quarto. - Ele respondeu.  

Uma sensação boa a invadiu quando Sirius respondeu sua pergunta, mas a preocupação era tão grande que ela perdeu a vontade de tomar o milk shake.

- Pega. - Ela entregou o milk shake a Sirius. Ele estranhou, mas pelo visto aquilo estava com uma cara ótima.

Tonks já subia as escadas, quando Sirius perguntou: 

- Como você conseguiu comprar o milk shake ? Você tem dinheiro de trouxa? 

- Eu meio que roubei. - Ela respondeu, subindo as escadas e logo em seguida desaparecendo. 

*******

~Lupin on

Eu estava sentado em minha cama, observando como o quarto estava silêncioso e escuro, tão escuro que eu mau conseguia enxergar as minhas mãos. Mas eu não queria ver minhas mãos, mãos que outrora era peluda e continha garras que produziam rangidos infernais nas paredes. 

Eu não queria ver o meu reflexo no espelho. Eu não queria ver mais nada, só fechar os olhos e fitar um breu solitária. Mas não adiantava. 

Todas as vezes que eu fechava meus olhos, ele aparecia. A minha fera vinha e me devorava novamente e novamente... A todo momento uivos me atormentam, e eu não faço nada, só permaneço alí sentado.

Eu estou cansado de lutar. De sobreviver... Eu só queria viver, eu só queria respirar em um lugar puro sem ter olhos indiferentes me fitando.

Eu não tenho mais ninguém para conversar... Ninguém para jogar comigo. De repente eu olho para o xadrez. Eu gostaria que a dona dele estivesse aqui... Como eu gostaria! Mas ela não veio me ver esses dias. Por que? É porque eu sou um monstro e ela admitiu isso. Ela não vem mais... Ela tem medo de mim.

Eu escuto uma batida na porta do quarto e logo digo:- Eu não quero falar com você, Sirius. - Digo desanimado.

- Não é o Sirius. - Eu escuto uma voz diferente. Eu conheço muito bem essa voz. 

Me levanto logo e vou até a porta. Hesito em girar a chave e abri a porta, pois acho que deve ser uma alucinação ou eu posso está sonhando. Abro a porta mesmo assim, e a vejo.

De repente ela me abraça. Eu não esperava isso, mas retribui. 

- Tonks, eu não sabia que você vinha. - Falei, deixando-a entrar. 

- Surpresa! - Disse ela, levantando as mãos animada. -  Nem eu sabia. Sirius me chamou. Nossa! Aqui precisa de luz. - Ela abriu a janela do quarto. Minha visão doía ao ver a luz.

~Lupin off

- Sempre Sirius. - Sua risada saiu fraca.

Tonks o fitou. Para ela, ele estava péssimo, não de forma física, mas  psicologicamente. Ela não queria perguntar como ele estava, pois ela sabia muito bem.

- Senta aqui. - Ela o guiou até a cama. - Olha... Eu quero que você saiba que eu fui na casa. - Ela falou firme, encarando as orbes castanhas do mesmo.

- Tonks... - Lupin sentiu uma pequena pontada de raiva em seu peito, porém foi substituída por  culpa.

- Desculpa, eu disse que não iria, mas eu só queria ajudar... - Ela falou logo. - Me desculpe... - Ela segurou suas mãos.

Lupin estava pensativo. E se ela tivesse o visto naquela forma? Ele não sabia o que dizer. Ele estava com medo. Medo de que um dos amigos mais próximos dele fosse embora.

- Até quando você ficou lá? - Perguntou, cabisbaixo. 

- Pouco tempo. - Respondeu. - Snape  me mandou embora. 

Snape. Lupin o agradeceu mentalmente.

- Mas você me viu? Daquele jeito? - Indagou temeroso.

- Não. - Ela respondeu. Seu peito ficou mais leve, e ele pôde respirar tranquilamente e encara-la melhor.

Ele viu que a mesma estava preocupada, então ele sorriu para ela. Foi um sorriso sincero, o sorriso que a tempos ele não esboçava.

- Por que você se importa comigo? - Lupin perguntou fitando seus olhos. 

- Porque eu gosto de você. - Ela respondeu. 

Cada par de olhos se encaravam, até que os dele encarou a boca carnuda da outra. Ele a olhava como um predador olha para uma presa, desejando fortemente um pedaço. 

Tonks passou seus dedos nas cicatrizes de seu rosto. Pareciam que aonde ela tocava, todas as curavam dentro de sua alma. E eles estavam perto um do outro, sentindo o calor, sem consciência do que eles faziam. 

Igual a uma imã, as suas cabeças iam se juntando e a vontade aumentava conforme a aproximação. 

Porém, quando Tonks percebeu o que estavam fazendo, ela se afastou, demasiadamente corada. 

- É... Bem, você vai descer? Achou que Sirius queria falar com você. - Disse tentando não olhar para ele. 

- Acho que sim... Eu vou depois. - Respondeu. Tonks havia se levantando e estava quase abrindo a porta. - Ninfa... Tonks. - Ele a chamou. 

- Sim? - Perguntou o olhando assustada, pois estava pensando em outras coisas.

- Obrigado. Por está... Ao meu lado. - Gaguejou um pouco. Sorriu para ela com vontade.

- Não há de quê. - A mesma sorriu. Ah, como ela sentiu uma pontada de arrependimento! Arrependimento de não ter feito coisas... Arrependida de perder as chances. 

............















 


Notas Finais


Vocês ficaram com um gostinho de quero mais, não foi? Pois é, vão ficar querendo porque eu sou mal. Mentira gente rs rs rs. E aí? Gostaram? EMMM? Povo munitu!


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