História It's not Fine - Imagine Taeyong - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olha só quem voltou!!!
Trouxe mais um capítulo pra vcs.
Espero que gostem ☺️☺️
Nos vemos nas notas finais??

Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction It's not Fine - Imagine Taeyong - Capítulo 2 - Capítulo I

8 anos depois...

- ________ mesa sete. – Mina gritou e eu fui correndo atender a mesa já que tinha acabado de lavar a louça.

- Já querem fazer o pedido? – Anunciei chegando a mesa onde haviam três rapazes.

- Nós vamos querer três hambúrgueres e três porções de batata frita.

- Desejam algo para beber?

- Um litro de Coca cola, por favor.

- Mais alguma coisa?- Perguntei terminando de anotar os pedidos.

- Seu número de telefone se não for pedir muito. – Encarei o garoto loiro que havia acabado de falar e logo em seguida os outros dois que também me olhavam.

- Seu pedido sai em vinte minutos no máximo. – Sorri ignorando sua última fala e voltei para o balcão pendurando o pedido para Mark o fazer.

Sentei no caixa esperando alguém chegar ou algum dos pedidos feitos ficarem prontos. A lanchonete não estava movimentada por ser no começo da semana, haviam poucas pessoas.

Peguei meu celular apenas checando se não tinha recebido nenhuma mensagem do meu pai e por último as horas. Faltava exatamente meia hora para fecharmos, mas pelo visto teriamos que fechar mais tarde pois acabara de chegar um grupo de pessoas que me parecia formandos.

Mina foi atendê-los e permaneçi no caixa atendendo pessoas que já tinham comido.

[...]

Todos já haviam sido atendidos e estávamos os três sentados no balcão olhando o movimento.

- Eu vi aquele bonitinho ali te pedindo o número em ________. – Olhei pra garota e revirei os olhos bufando.

- Pelo amor de Deus Mina, você sabe que eu tenho namorado. – Ela me mostrou a língua – Eu sei muito bem que é você que quer, vai lá neles. – Pisquei e Mark começou rir.

- Henry vem te buscar aqui hoje? – O garoto perguntou.

- Acho que ele tá muito atolado no trabalho e eu também tô morta, não ia ter disposição. - Os dois me olharam assanhados.

- Hummmmm – eles disseram.

- Mas não pode falar nada com vocês também, credo. – Olhei em volta e percebi que os garotos chamavam – Olha lá Mina, eles estão chamando. Some daqui.

Ela beijou minha bochecha e saiu para atendê-los. Eu e Mark ficamos conversando até ela voltar nos iluminando com seu sorriso.

- Peguei o número deles. – Olhamos pra ela sorrindo e negando com a cabeça.

- Você não perde uma mesmo né Mina. – Mark bagunçou os cabelos da mais baixa de nós e os dois começaram a se bater. E eu a única adulta ali olhando aquilo.

Começamos a fechar o estabelecimento e limpar tudo. Os dois já tinha ido embora e me deixaram para trancar tudo pois minha casa era mais perto.

[...]

Cumprimentei o porteiro e subi pelas escadas já que o elevador não funciona a um bom tempo. Abri a porta e coloquei minha bolsa em cima do sofá estranhando o silêncio.

- Pai? Milena?

Andei mais pela casa mas não encontrei ninguém, eles podiam ter saído, mas já estava bem tarde pra eles não terem chegado. Entrei no meu quarto encontrando um bilhete em cima da cama.

" ________ , fomos durmir fora. Se você quiser pode chamar o Henry pra dormir com você. Chegaremos depois das dezoito amanhã.

Milena"

Amacei o papel e o joguei na lixeira. Tirei toda minha roupa ali no meu quarto mesmo e fui para o banheiro tomar um banho de pé a cabeça. Depois de um tempo sai enrolada em uma toalha secando o cabelo em outra. Escolhi um lingerie simples e uma blusa grande que eu sempre vestia dentro de casa.

Não estava afim de chamar Henry, então procurei algo na geladeira pra comer. Achei duas fatias de pizza do dia passado e coloquei no microondas. Arrumei a mesa com tudo que iria precisar e uma lata de refrigerante. Quando o microondas apitou peguei um prato e coloquei as fatias prontas para comer. No instante que ia da a primeira mordida a campainha tocou. Revirei os olhos e fui atender a pessoa que como sempre tinha subido sem o porteiro avisar.

Abri a porta e meu namorado estava ali com uma caixa de bombons e vários filmes.

- Boa noite. – Me deu um selinho rápido e entrou no meu apartamento. – Sua madrasta disse pra eu vim. – Colocou os doces e os filmes em cima da mesa de centro e se esparramou no sofá. - E como eu sei que você tá de folga amanhã pedi uma lá no trabalho pra passar o dia com você.

- Awnnn, que pessoa mais fofa meu Deus. – Corri e apertei suas bochechas.

- O que você tá fazendo? - Sentou no sofá me chamando para o seu colo. Me sentei de lado apoiando minha cabeça em seu ombro.

- Eu ia comer pizza dormida. – O encarei. – Aceita?

- Não. – Fez uma careta fofa e roubei um selinho seu.

Henry me puxou e me beijou lentamente enquanto minha mão foi para sua nuca. Nossas línguas brigavam por espaço uma na boca do outro e o calor já me subiu. Ele me deitou suavemente no sofá e deitou seu corpo em cima do meu, sem deixar o peso todo, e começou a alisar meu corpo por dentro da blusa, que a esse momento já estava mais que levantada. Henry deixou minha boca e foi traçando uma trilha de selares por todo o meu rosto até meu pescoço. Subiu para minha orelha e sussurrou;

- Vamos para o seu quarto.

Voltou a beijar meu pescoço e foi então que minha barriga roncou alto. Ele me olhou assustado e nós dois caímos na gargalhada.

- Eu não acredito que a sua barriga vai me trocar por comida. – Ele sentou com um bico e de braços cruzados.

- A gente tem a noite toda pra fazer isso amor, eu passei o dia inteiro sem comer nada.

Ele continuou emburrado e não aguentei e lhe roubei mais um selinho. E assim o fazendo sorrir.

Fui pra cozinha e voltei com minha pizza, morna agora, e a latinha de refrigerante. Ele não resistiu e acabou pegando a outra fatia e me roubando a maioria do refrigerante.

Coloquei o prato na pia e voltei para a sala pronta para atacar os bombons. Meu namorado colocou um filme de comédia dos que ele tinha trago e ficamos assistindo e comendo os doces.

Eu já estava quase dormindo quando sentir seus braços em torno do meu corpo e ele me levando para a cama.

[...]

Não sabia onde eu estava, tudo era escuro e não chegava em lugar nenhum mesmo andando para direções diferentes. Comecei a gritar e escutei alguém me chamando bem de longe. Corri em direção aquela voz que eu não lembrava de onde conhecia, mas conhecia. Corri muito e não cheguei em lugar nenhum, coloquei as mãos do joelho recuperando o fôlego e olhei novamente pra onde eu achava que a voz vinha e percebi algo brilhado. Era pequeno, mas já fazia uma diferença gigantesca naquele lugar completamente sombrio. Andei em direção a ele e aos poucos foi tomando forma, até que cheguei ao lado daquele objeto e percebi que era a minha correntinha ali. Não fazia a mínima ideia de como aquilo tinha caído já que eu nunca o tirava. Peguei o objeto e escutei algo como se fosse uma porta abrindo. Olhei pra trás e lá estava ela, aberta apenas uma fresta onde saia luz. Fui até ela e a atravessei.

Agora eu estava em um parque de diversões, várias pessoas passavam por mim mas pareciam não me ver. Rodei mais um pouco e vi um casal de adolescentes descendo da roda gigante. Segui eles até a montanha russa e a garota virou para trás e pude perceber que era eu.

Como eu estava em dois lugares ao mesmo tempo?

Como assim era eu? Eu não me lembrava disso, não me lembrava de ter ido em um parque quando mais jovem. Então por que eu estava ali?

"- Tae tira uma foto nossa?"

Não é possível. Não tinha como eu me lembrar disso. Eu era muito nova, como isso está acontecendo?

Continuei os encarando e quando o garoto tirou a foto uma luz forte apareceu em minha frente me fazendo fechar os olhos. Aos abrir, o garoto me encarava sorrindo e veio me mostrar a foto.

Eu sorria e respondia sem querer como se eu fosse eu, mas não controlasse o meu corpo.

Aquela garota não tinha ideia de como iria se magoar, de como iria chorar lembrando daqueles momentos e daquele maldito sorriso.

Eu não queria mais ficar ali eu não queria lembra disso de novo e assim sofrer mais. Eu não queria que tudo aquilo voltasse, que eu entrasse em contato com todo aquele sofrimento. Comecei a chorar e gritar que não queria mais estar no local.

Então tudo ficou em completo silêncio e eu estava em outro lugar. Olhei em volta e eu estava na frente de meu antigo apartamento. Duas pessoas conversavam e o garoto puxou a garota a beijando. E eu senti tudo, todos os toques, todas as sensações e eu estava gostando.

Até que finalmente caí em mim, e novamente meu corpo não me obedecia. Meu corpo se arrepiava com aqueles toques e se sentia confortável ali. Mas eu não. Eu não queria isso. Eu só queria acordar. E eu gritei, gritei tanto que minha garganta queimava e minha cabeça parecia que iria estourar.

Eu me debatia, gritava e chorava. Sabia que aquilo era uma lembrança que invadiu meu sono e por isso queria tanto acordar.

Mas eu não conseguia...

Por que eu não conseguia?

Alguém me chamou, e eu gritei pra aquela pessoa me tirar dali.

E enfim eu acordei. Graças a Henry que me balançava e estava preocupadíssimo comigo. Meu corpo ainda tremia e ainda chorava pelo sonho e por tudo que infelizmente ele me fez lembrar.

- Hey, hey. Tá tudo bem. – Disse me abraçando, e eu me senti segura mas não conseguia parar de chorar. – Foi só um pesadelo, já passou. – Apertei ele mais ao meu corpo chorando ainda. – Quer me contar com o que você sonhou? – Neguei e afundei mais meu rosto na curvatura do seu pescoço.

- Desculpa. – Voltei a encara-lo e ele sorriu meigo. – Eu atrapalhei o seu sono.

- ________, não faz nem uma hora que você dormiu. Eu estava terminando de assistir outro filme e te ouvi gritando. – Ele selou nossos lábios suavemente. – Você tá toda soada, vamos eu te dou um banho.

- Hum, – Cruzei meus braços. – eu sei tomar banho sozinha sabia?

- Shiiiiu. Eu vou te dar banho e fim do assunto.

Limpei o rosto e coloquei um sorriso no rosto enquanto ele me conduzia até o banheiro.

E lá estava eu, mais uma vez fingindo estar bem quando na verdade queria continuar na cama chorando até me desidratar.

-_____, foi com ele que você sonhou, não foi? – disse enquanto ensaboava minhas costas.

- E-eu não queria. – Abaixei o olhar, mesmo ele não conseguindo ver meu rosto. – Desculpa... Mas é que eu não consigo entender... O por quê?

- Ele foi um idiota com você. Não pensa mais nele, ok. – Me virou de frente e uniu nossos lábios.

- Eu não devia tá falando sobre isso com você. Você não merece ouvir sobre meu nunca quase ex-namorado.

- _______ a gente namora a quanto tempo pra você não compartilhar as coisas comigo?

- Eu sei, mas é que você quase nunca fala sobre suas ex-namoradas e eu vivo tendo pesadelo com ele.

Ele desligou o chuveiro e me cobriu com a toalha. Voltamos para o quarto e Henry procurou uma roupa enquanto eu esperava sentada na cama. Me entregou um short soltinho e uma blusa de manga longa, junto a roupas intimas. Me vesti ali mesmo e ele sentou na cama me olhando pensativo.

- Sabe porque eu não falo das minhas ex? – Neguei terminando de vestir sentando ao seu lado. – Nenhuma delas vale a pena, nenhuma me completou tanto, nenhuma me faz sentir tão bem como você faz.

Alisou meu rosto e eu fechei os olhos aproveitando aquele toque. Senti seus lábios aos meus em um beijo calmo e apaixonado. Me puxou para seu colo aprofundando o selar. Nos separamos e eu continuei abraçada sentido o calor de seu corpo.

Muitas vezes já pensei em terminar com Henry. Sempre achei que não era o suficiente para ele, em todos os sentidos. Ele é doce e calmo para falar sobre qualquer assunto e me entende quando não quero ver ninguém por mais um de meus "pitis", quando fico revoltada com o resto do mundo. Nunca reclama quando estou sendo chata e "brigo" sozinha, achando que estou brigando com ele.

É simplesmente perfeito.

É como se eu estivesse em um lugar mágico e tinha tudo ao meu alcance. Era preciso apenas eu estalar os dedos para conseguir. E exatamente por isso não me achava suficiente.

Será que eu nunca vou superar o que aconteceu no passado?

Será ele está se enchendo de mim?

Ninguém aguenta quase três anos dando carinho, amor e de tudo um pouco para uma pessoa e ela não te corresponde da mesma forma. Eu não o correspondia. E eu sabia disso, eu sentia isso. E eu também sentia o quanto ele ficava triste quando não ficava animada como ele achava que eu ficaria.

Até ele chegar eu queria ficar sozinha. Mas foi preciso ele fazer as mesmas coisas fofas de sempre que logo me senti bem. Eu me sentia bem com ele, me sentia aliviada quando ele estava perto de mim.

Porém, nesses três anos que nos namorávamos eu nunca disse que o amava. Eu não conseguia dizer, não saia mesmo que ele já tivesse dito várias e várias vezes.

Por isso eu não achava que o merecia...

Eu sabia que não o merecia.

- Amor? – O encarei. – Por que você está tão pensativa?

- Não é nada não. – Sorri sem mostrar os dentes.

Eu tinha medo de dizer que eu não o merecia e ele concordar, ou dizer que não mas seus olhos me contarem o contrário.

Eu tinha medo de perder mais uma pessoa...

- Nada mesmo? – Estreitou os olhos.

- Sim. Eu só estava pensando em como é bom ter você perto de mim. – Henry sorriu fofo e me deu um selinho rápido. – Desculpa por isso. – Abaixei o olhar.

- Hey, eu já disse... – Levantou meu rosto. – Você não tem do que se desculpar, eu não estava dormindo você não me atrapalhou em nada e mesmo que estivesse... Namorados servem pra escutar um ao outro não é?

- Eu... – Abracei seu pescoço com força e ele rodeou minha cintura. – Muito obrigada por ficar comigo nesses meus ataques. – Rimos e ele nos levantou me deitando novamente na cama.

- Vamos fazer um acordo? – Deitou ou meu lado e me puxou para repousar em seu busto.

– Que acordo?

- Eu conto alguma coisa sobre o meu passado que eu guardo as sete chaves e você me conta sobre o seu passado também. Em todos esses anos você não me contou muita coisa sobre, só o que eu perguntava, e eu sou curioso então...

- Você tem certeza disso?

- Tenho. – Nos olhamos. – Vai ser bom pra nós dois. – Beijou o topo da minha cabeça.

- Ok, quem começa?

- Eu já fiquei com uma garota que na verdade não era uma garota.

- Como ass... – Arregalei os olhos. – VOCÊ JÁ FICOU COM UM HOMEM?

- Já. – Deu de ombros. – Eu achei que fosse uma mulher. – Ele riu e eu também.

- E como foi?

- É estranho eu falar isso pra minha namorada, mas eu gostei. Foi uma sensação diferente.– Olhei pra ele e o mesmo corou. Eu nunca tinha visto ele corar. – Você deve tá me achando estranho agora não é?

- NÃO. Eu só tô achando engraçado você com vergonha de dizer isso. Você NUNCA ficou com vergonha, em nada. Desde que eu te conheci.

- Verdade. – Riu. – Sua vez. Eu quero saber de tudo, desde o começo.

– Por onde eu começo. – pensei um pouco. – Bem... Eu conheci ele antes de nascer. Entende?

- Não.

- Nossas mães eram amigas de escola, elas se conheram no primário se não me engano. Por isso amigos antes de nascer.

– Entendi. Continue.

- Elas sempre foram amigas e quando ficaram adolescentes minha mãe conheceu meu pai em uma balada, e a mãe do Taeyeong conheceu o pai dele em uma sorveteria. Enquanto meus pais estavam na farra a mãe dele ajudava o seu pai a se adaptar aos Estados unidos já que o Sr Lee havia acabado de chegar da Coreia pra construir filias da empresa herdada pelo avô do Taeyeong.

- Espera, então você está me dizendo que o seu pai, aquele homem fechado, durão, que quase me metralhou quando eu vim pedir pra namorar com você ficava em baladas até de madrugada? – Assenti e ele continuou em choque. O que me fez dar várias gargalhadas olhando pra ele.

- Posso continuar? – Disse parado de rir.

- Pode.

- Depois que eles se conheceram, os pais do garoto se casaram rápido e logo tiveram ele. Minha mãe viu que a melhor amiga tinha tomado um rumo na vida e resolveu fazer o mesmo se casando com meu pai. E três anos depois do garoto nascer eu nasci, você sabe o que aconteceu quando eu nasci e o resto da história você já conhece. Nós dois viviamos juntos, ele me ajudava com o bullying na escola.

- Você sofria bullying, Por quê?

- Eu não tinha o corpo padrão, entende? Eu era a nerd da sala, era mais alta que a maioria das outras meninas e com isso era motivo de deboche, e ele me protegia. Ele era o único amigo que eu tinha. – Suspirei antes de continuar. – Eu acho que por sermos tão próximos e por ele sempre me proteger, começou a surgir alguma coisa entre a gente.

- E por que ele foi embora?

- O pai dele precisava de afiliais como eu já disse, e ele passou muito tempo aqui tentando construir, mas como não conseguiu teve que voltar pra sede da empresa, e levar a família junto. E depois...

- Ele parou de falar com você depois de um tempo. – Terminou – Isso você me falou.

- Obrigada por me escutar, Hen.

- Eu que agradeço por você compartilhar isso comigo. – Me apertou. – Eu te amo.

Sorri e o beijei lentamente, voltando ao meu lugar.

- Acho que é bom a gente durmir agora. Já tá quase amanhecendo.

Puxei um edredom para nos cobrir e logo depois concegui adormecer.

[...]

- Eu acho que isso já tá bom.

- Deixa eu provar? – Coloquei uma pouco do molho na colher e levei até a boca dele.

- Tá ótimo. – Disse pegando a panela com arroz colocando na mesa para comermos.

Coloquei o macarrão no molho e depois de mexer um pouco servir e comemos fazendo gracinhas.

Passamos a tarde comendo besteiras, assistindo filmes e desenhos. Estava anoitecendo quando Henry recebeu uma ligação do trabalho e precisou ir.

- Esse povo tambem não sabe viver sem mim. – Pegou as chaves do carro e veio até mim. – Desculpa amor, a gente faz o que ainda ia fazer depois mais tarde.

Me abraçou apertado e ficamos ali por um tempo.

- Henry eu acho que você precisa ir.

- Você está me mandando embora mocinha? – Se soltou de mim e me encarou desafiador.

- Sim, some daqui. – Comecei a empurra-lo, mas ele fez birra e não saiu do lugar. – Ok, fique aí então é você que vai ser demitido. – Coloquei as mãos pra cima em sinal de rendição e ele cruzou os braços ainda me encarando.

– Olha aqui, eu sou mais velho que você tá bom, pirralha.

Ele correu por trás e me jogou no chão atacando-me com cócegas. Nossas risadas ecoavam por todo o apartamento e depois de eu estar descabelada e dolorida pelas cócegas, inverti as posições e sentei em cima da barriga dele.

- Pronto, já chega. – Prendi as mãos dele em cima da cabeça. – Você me deixou toda dolorida. – Henry inventeu as posições novamente e agora ele prendeu meus braços em cima da cabeça.

- Eu podia te deixar dolorida de outra forma. – Ele sorriu e foi em direção ao meu pescoço beijando e dando leves mordidas ali.

- H-Henry, – Queria tem dito em tom alto mas aquilo estava tão bom que saiu mais como um gemido arrastado. – Você vai se atrasar.

- Meu chefe disse que eu tinha duas horas pra chegar lá. – Sussurrou rente ao meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha. – É mais que suficiente.

Depois disso ele me beijou calorosamente. Soltou mihas mãos e uma delas foi de encontro ao meu seio coberto pela blusa. Eu gemia baixo enquanto ele apertava mais, desceu os selarares pelo meus busto até a barra de minha blusa onde levantou só o suficiente para mostrar minha barriga. Henry depositava chupões fortes alí, uma de suas mãos entrou por debaixo da blusa e apertava meu seio com mais contato e força. Voltou a me beijar e nesse exato momento escutamos chaves na fechadura da porta e ele logo sai de cima de mim sentando no sofá e eu corri pra cozinha para fingir que fazia alguma coisa.

Votei a olhar para quem chegava e só vi meu pai batendo com força a porta e pisando duro no chão. Ele nem nos comprimentos e foi direto para o quarto também batendo a porta deste. Eu e o homem sentado ao sofá nos encaramos assustados e Henry logo levantou vindo até mim.

- Eles devem ter brigado. – Presumi já que Milena não tinha vindo junto.

- Eh. – Ele disse pegando minha cintura. – Eu preciso ir. – Afirmei e ele foi em direção a porta. – Te vejo depois. – Uniu nossos lábios e foi andando.

    Fechei a porta e respirei fundo indo em direção ao quarto do meu pai se ele quisesse conversar.


Notas Finais


E então? Gostaram?
Só para não deixar dúvidas, esses oito anos passam de onde o prólogo para,15 anos dela. Ou seja, agora ______ tem 23 anos ok?
Só para não deixar confusão mesmo, tudo bem? 😀😀

Nós vemos no próximo??

Até 💋💋


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