História It's not late to love - Jimin - Capítulo 3


Escrita por: e chewrry

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Comedia, Drama, Hetero, Jimin, Romance
Visualizações 62
Palavras 2.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Festa.


Fanfic / Fanfiction It's not late to love - Jimin - Capítulo 3 - Festa.

Eu estava anotando as ultimas informações de um paciente que acabou de chegar. Era madrugada quase dia, não havia muita movimentação no hospital, não por ser particular e sim por ser madrugada. Assim que terminei fechei tudo para sair, mas sou abordada pelo André, ele era médico daqui do hospital e meu colega de trabalho.

— Bom dia, Castelin.— Me cumprimentou. Temos mania de nós chamarmos por sobrenome.

— Bom quase dia, Martinez. — Dei ênfase no "quase", pois para mim ainda era noite/madrugada.— Já terminou seu plantão?

— Sim, vim te convidar para um café.

— Ah... Não sei se vai dar tempo... Queria tomar um café indo para casa, pois eu estou de mudança e queria fazer algumas coisas no meu novo apartamento. — André era um fofo, mas eu meio que desconfio que ele gosta de mim de uma maneira romântica.

— Podemos comprar o café e tomar enquanto eu te levo para casa. — Sorriu simpático. O quê eu tenho que fazer para ele perceber que eu não estou afim? Aff.

— Então tudo bem. — Dei um meio sorriso. Fomos até o café no andar de baixo, é claro que ele fazia algumas perguntas, até demais. André Martinez, era um cara legal, simpático e bonito. Ele veio do México, é alto, moreno de olhos claros. Seu sorriso era extremamente charmoso, muitas colegas minha de trabalho morrem por ele, mas eu não, ele não faz meu tipo e nunca consegui ter interesse nele.

— Eu pago! — Ele diz assim que me viu retirar o dinheiro da bolsa. Odeio quando homens fazem isso, é eu quem vou beber o café, então era eu quem devia pagar. Ele acha que eu passo necessidade ou quê?

— Eu vou tomar o café, eu pago... — Sorri tentando ser o menos rude possível. Entreguei o dinheiro certinho para a moça do caixa.

— Tudo bem. — Ele pagou seu café e me levou até seu carro. Eu tinha esquecido como médicos de clínicas particulares eram bem de vida, mas o carro de André me lembrou. Eu era apaixonada naquele estilo de carro, uma BMW. Eu nunca vou conseguir ter um carro desses. — Gostou? Comprei a alguns dias... — Tentou se exibir. Homens...

— Bonito, mas eu prefiro carros mais simples. — Menti para ele não perceber que eu estava apaixonada por aquele carro. Ele fez uma cara de frustrado e entrou no carro, comecei a rir internamente pela cara que ele fez. O mesmo deu a partida e conversou algumas coisas comigo enquanto dirigia.

— Chegamos! — Diz parando em frente à casa da tia de Mary. — Achei que você morava em um apartamento.

— Na verdade eu vou. Estou de mudança e por enquanto fico aqui. Bom, obrigada André. — Agradeci e saí do carro. Carrinho lindo! Sim eu tenho uma paixão meio nada a ver por modelos de certos carros.

Entrei na casa e fui para meu quarto, tirei aquela roupa e fui tomar um banho. Ainda eram seis da manhã, eu iria dormir um pouco e a tarde iria para o apê, começar com a pintura.

[•••]

As meninas estavam trabalhando então era só eu aqui no apê, peguei os baldes de tinta que compramos, mesmo não sabendo muito bem o que fazer, comecei a pintar da minha cor favorita, azul! Antes coloquei musica animada porque não quero me sentir solitária. Acabei pensando em como seria se eu tivesse um namorado e ele estivesse aqui me ajudando a pintar. Ele me sujava de tinta e eu à ele, ficaríamos nessa até eu tropeçar e ele me segurar e nos beijaríamos... Tenho que parar de assistir filmes clichês! Me condenei por imaginar como meu namorado dos meus pensamentos clichês, o fantasma de ontem, será que eu realmente não esqueci aquele idiota? E por que estou pensando nele? Foco Ally! Foco...

[•••]

Após terminar de pintar a sala, cozinha e quarto, sentei no chão dando graças a Deus que acabou. Ainda bem que o apê não era tão grande, mas que cansou, cansou. Ainda não havia acabado, pois tinha vários jornais no chão que usei para não sujar, latas de tinta abertas e vazias... Tenho que arrumar tudo antes de ir trabalhar. Ouço batidas na porta, estranho, pois não esperava ninguém. Quando abri dei de cara com Mary e Kath. Quando eu termino é que elas chegam!

— Chegamos! — Mary diz entrando e em seguida Kath.— Uau! Ficou bom, para quem nunca fez isso... — Olhou em volta.

— Que roupa de fazendeira é essa? — Kath fala encarado meu look de afazeres. Era um macacão rasgado e agora sujo de tinta também, uma blusa que era para ser branca, mas estava toda manchada, um lenço na cabeça e botas manchadas de tinta.

— Ah é uma roupa velha que achei! É horrível eu sei! — Sorri. — Gente vocês não trouxeram comida? Eu to morrendo de fome... — Reclamei com a mão na barriga.

— Quando não tá?— Kath diz me provocando. — Vou pedi fast food, hambúrguer, alguém mais?

— Me inclui ai! Mesmo fazendo dieta eu não resisto a um dogão! — Mary fala animada, comecei a rir dela, sempre falha nas dietas.

— Dogão é a minha salvação nesse momento! Pede! — Ordenei. Kath revirou os olhos rindo e foi ligar para a lanchonete. Comecei a catar os jornais e por em uma sacola de lixo. Depois que deixei tudo limpo coloco o lixo no corredor do apartamento para depois jogar no lixeiro que ficava no fim do corredor.

As meninas ficaram conversando enquanto eu fazia o trabalho duro. Eu sei o apê é meu, mas uma ajudinha cairia bem. Peguei primeiro os sacos de lixo e levei até a lixeira, voltei e peguei as latas vazias de tinta e joguei também. Quando iria voltar vejo uma garotinha asiática me olhando com um caixa nas mão, ela parecia ter uns sete anos ou por ai. A primeira coisa que pensei que era uma assombração iguais naqueles filmes de terror. Mas elas era fofa e sorriu para mim.

— Poderia jogar isso pra mim? — Se referiu a caixa que segurava.

— Claro fofinha! — Peguei a caixa e joguei no lixeiro.— Você mora aqui?

— Sim! Meu pai está me esperando... Eu já vou! — Ela sorriu e saiu correndo entrando numa porta que ficava duas portas da minha, se não me engano era uma das coberturas. Nem sabia que tinhas vizinhos novos. Meu apê era o único simples daquele andar, já que era o ultimo, onde fica as coberturas, é por isso que pago um pouco mais caro. Quando vim aqui pela primeira vez o síndico me disse que ainda não morava ninguém naquele andar. Acho que ela e a família são novos aqui, será que eu deveria cumprimentar meus novos vizinhos? Eu não sou boa nisso.

Voltei para meu apê suspirando de cansada para que as meninas perceberem que eu precisava de ajuda, essas mal agradecidas.

— Quer ajuda Ally? — Mary pergunta, só agora.

— Não mais! A comida ta demorando né? — Reclamei da demora e assim que me sentei ouvi o barulho de alguém batendo na porta. — Ah alguém atende que eu to cansada!

— Eu vou!— Kath se levanta atendendo a porta. Logo voltou com sacolas de comida na mão.

— Finalmente comida! — Berrei atacando ela, eu estava com muita fome.

— Calma a comida não vai correr! — Ela reclama. Começamos a comer enquanto conversamos.

— Ally, sábado temos uma festa para ir! — Mary afirmou mesmo sem ao menos eu confirmar alguma coisa.

— Não temos, eu não lembro de falar que ia em algum lugar...

— Para de ser chata! Vamos... — Fala manhosa.

— Faz tempo que a gente não sai pra beber juntas... Se divertir — Kath lamentou. Era verdade ultimamente é tudo trabalho e trabalho.

— Não sei galera... Sábado é minha folga...

— Por isso mesmo! Vamos nos divertir, sério! — Mary insiste. Eu encaro as duas que me olhavam como o gato de botas do Shrek. Elas sempre conseguem o que querem...

[•••]

Mary e Kath fizeram tudo para mim, já que as mesmas afirmaram que eu não sei me vestir. Me maquiaram, escolheram minhas roupas, parece até que sou uma bonequinha delas. Para mim a maquiagem estava exagera, mas elas dizem que era normal para a noite, a roupa nem sei como descrever aquele pedaço de pano. Era um vestido com um decote GIGANTE e era MUITO curto. Estava com a maior vergonha de sair assim.

— Para de reclamar! Você ta muito é gostosa, isso sim! — Kath me da bronca enquanto torturava meu cabelo com aquele babyliss. — Pronto! — fala jogando meu cabelo para cima, me olho no espelho e até que eu tava gata mesmo. Mas ainda com vergonha.

— Ainda bem que essas coisas são removíveis. — Digo me encarando no espelho.

— Vamos gente! O uber chegou. — Mary nos avisa e então saímos. Tínhamos ido para casa de Kath nos arrumar.

Quando chegamos naquela balada só consegui ouvir o som alto onde tocava musica eletrônica, gente do lado de fora bêbados e pessoas na fila, e a fila era enorme! — Vem meninas, a gente não precisa enfrentar essa fila. — Ela nos puxou até a parte da frente da fila.

— O que você vai fazer maluca? — Perguntei com medo, se conheço Mary, é uma verdadeira louca!

— Oi moço segurança, somos VIPs! — Não, não éramos Mary estava mentindo. Isso não vai dar certo. Me escondi atrás dela.

— Certo, então mostra o cartão! — O segurança falou, mas nós não tínhamos cartão nenhum.

— Cartão? — Ela ficou nervosa. — Sabe é que esquecemos na nossa cobertura...

— Se não são VIPs, é melhor sair. Estão atrapalhado! — Mary suspirou frustrada e saiu. Eu ia fazer o mesmo, mas o segurança me chamou. — Você pode entrar. — Sorriu esquisito para mim.

— Ah não, eu não sou VIP... — lamentei.

— Mas uma garota bonita como você não merece esperar! — Ele tava dando em cima de mim? Que cara mais nojento!

— Olha eu...— Eu iria discutir, mas Kath bate em meu ombro.

— Aproveita! — Sussurrou. Não acredito que vou fazer isso.

— Obrigada moço, estou te devendo! — Forcei um sorriso.— Mas minhas amigas também vão, né? — Ele me encarou sério.

— Está certo, vão logo! — Entramos de uma vez. Quem diria que isso um dia aconteceria comigo, estou acostumada é com as pessoas me rejeitando.

— Amiga você abre postas viu. — Mary brinca. — Agora vamos encher a cara e dançar! — Ela gritou e fomos ao bar que tinha dentro da balada. Pedi a bebida mais fraca, não tava afim de ficar bêbada, já Kath e Mary não paravam de encher a cara. Elas foram dançar e eu fui junto, claro. Tocava in the name of love. Começamos a dançar feito loucas até que sem querer esbarrei em um moço que estava na pista dançando também. Pedi desculpas, mas ele começou a querer dançar comigo. A verdade é que eu vim aqui para ficar com minhas amigas, mas as mesma me incentivaram a dançar com ele. Segui o conselho delas.

— Qual é seu nome gatinha? — Ele perguntou um pouco alto por conta da música.

— Ally, Ally Castelin! — Digo um pouco próxima dele, para não ter que gritar. — E o seu?

— Pode me chamar de Matt! — Sorriu. Olhei para alguns lugares, mas não vi minhas amigas. Que ótimo me deixaram sozinha!

— Eu já vou! Procurar minhas amigas... — Parei de dançar. Quando ia seguir meu caminho ele me segurou.

— Pera ai gatinha! Ainda nem começamos... — Se aproximou de mim e me agarrou pela cintura.

— Não, sai! Não quero mais dançar. — Falei começando a ficar irritada, sabia que dançar com desconhecido é furada. Tentei empurra-lo, mas ele me agarrou mais forte. — Me solta! — Falei já desesperada. É por isso que não saio com qualquer um! Ele me apertou contra seu corpo e começou a beijar meu pescoço. Tentei empurra-lo de todas as formas, será que não tem uma alma boa para me ajudar? — Me sol... — Antes de terminar minha frase outro cara puxou o Matt que caiu no chão e esse cara ficou em minha frente.

— Você não ouviu que ela não queria? Respeita a garota! — Ele gritou com Matt que saiu dali correndo como um cachorrinho assustado.

— Moço muito obrigada! — Falei com a voz tremula. Se não fosse esse cara eu nem sei o quê o Matt faria.

— Não tem porquê agradecer... — Ele se virou para me encarar e eu congelei. De novo não meu Deus. — Espera... Eu acho que te conheço... — Ele diz com o cenho franzido, como se quisesse lembrar de algo.

— Não, não conhece! Eu tenho que ir, obrigada! — Eu iria sair, mas ele segurou meu braço.

— Você é aquela garota maluca do parque! — Ele riu incrédulo e colocou a mão na boca como se tivesse protegendo ela.

— Olha sobre aquele dia... O quê tá fazendo? — Estranhei o seu ato.

— Não quero que você machuque minha boca de novo...— Acabei lembrando do momento em que apertei os lábios dele, ai que droga!

— Foi mal... Eu já vou! — Sai de uma vez de lá. Olhei para trás e ele me encarava sorrindo, maldito! Ainda tem aquele sorriso maravilhoso... Eu vou morrer... Acabei lembrando do que Mary disse, se eu encontrasse ele de novo, provavelmente era o destino... Ah não eu não vou me iludir! Andei mais um pouco e encontrei a meninas bebendo no bar.

— Ally! Que rápido... Pegou aquele gatinho?— Mary sorri maliciosa.

— Não Mary! O "gatinho" tentou me assediar! — Digo brava, mas nem era por isso. — Eu quero ir embora!

— Ta amiga, desculpa! Eu achei que ele fosse legal. — Mary lamenta.

— Mas não é só por isso que eu quero ir.

— Por que então? — Kath pergunta.

— Eu encontrei ele de novo! O Park tá aqui! — Digo no maior desespero e elas riram surpresas.

— Eu falei! —Mary gargalhou. — É o destino! — Ela estava muito bêbada.

— É melhor a gente ir, depois conversamos sobre isso. — Kath pega Mary e eu a ajudo a leva-la para fora.

[•••]

Assim que chegamos em casa colocamos Mary para dormir, graças a Deus senhora Charlotte estava viajando.

— Então o quê aconteceu? — Kath pergunta sentando na beira da cama.

— O cara lá começou a passar a mão em mim, tentei empurra ele, mas não consegui, ai apareceu um outro me ajudando, só que esse outro era o Park.— expliquei resumindo tudo.

— E o quê você sentiu quando viu ele? — perguntou séria.

— Eu congelei! — Sorri nervosa. — É como se eu ainda sentisse algo por ele... — Apertei meus olhos, eu sou muito idiota.

— Isso é inacreditável! Como ainda pode sentir algo? Depois de anos? — Era o quê eu queria entender.

— Eu sei lá, só sei que quando vejo ele, aquela musica romântica que eu escutava quando gostava dele começa a tocar...— Desabafei. — Mas ele me fez muito mal né?

— Pra falar a verdade, ele nunca soube da sua existência até o dia do parque e a fonte... Você que escolheu sofrer por ele sozinha ele não tinha culpa. — Falou sincera, eu sabia que aquilo era verdade, mas eu queria culpar alguém.

— Mas eu ia falar, só que ele ficou com piranhuda da Megan... — Aquilo foi a anos, mas eu ainda ficava irritada só de lembrar.

— Mas ele não tem culpa! Você não quis falar com ele antes... — Suspirei porquê ela tinha razão.

— Não sei, talvez ele já tenha alguém.

— Ele tava numa balada... E sozinho né? — Assenti, até porquê não vi ninguém com ele.— Quem vai para uma balada se está com alguém?

— Um cara sem vergonha!

— Ele é desse tipo?

— Sei lá... — Eu realmente não sabia.

— Faz assim, se encontrar ele de novo, fala com ele com mais calma, conhece mais ele... Se ele for casado, comprometido se afasta, mas se não... Por que não investir nele? — não acredito que ela estava me falando uma coisa dessa.

— E se eu me machucar de novo?

— Mas se não? E se o Jimin for um cara legal? — Falou, fiquei um pouco pensativa, não sei ainda se é uma boa ideia.

— Eu vou seguir seu concelho, Kath. — Suspirei. — Mas se eu me machucar você vai um mês inteiro comprando sorvete!

— E pra que você quer sorvete? — Perguntou confusa.

— Pra eu comer enquanto assisto filmes sobre romances que eu nunca vou viver... — Ela riu.

— Tá, eu compro o sorvete.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...