História It's not late to love - Jimin - Capítulo 6


Escrita por: e chewrry

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Comedia, Drama, Hetero, Jimin, Romance
Visualizações 69
Palavras 1.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Amigos.


Fanfic / Fanfiction It's not late to love - Jimin - Capítulo 6 - Amigos.

Após passar horas me arrumando para o almoço que teria com Jimin, cheguei ao restaurante que combinamos de nos encontrar. Confesso que estou um pouco nervosa, o quê iriamos conversar exatamente? Era nisso que passei a manhã toda pensando. Assim que entrei no restaurante e vi ele lá distraidamente lindo olhando seu celular, pensei em desistir dessa loucura e ir embora, mas ele acabou me vendo e acenando para mim. Não tive outra escolha...

— Olá... — Sorri nervosa enquanto sentava na cadeira vazia na sua frente.

— Eu achei que você tinha desistido... — Sorriu.

— Eu até pensei nisso... — Suspirei olhando para todos os cantos, evitando qualquer contato visual — Então...— Falei incentivando ele a começar a nossa "conversa."

— Então. — Falou me encarando igual a um bobo.

— Sobre o quê você quer falar? — Fui direta.

— Vamos começar nos apresentando. Eu sou Park Jimin. — Estendeu a mão para eu apertar. Não acredito que ele está fazendo isso...

— Eu sei. Eu sou Ally... Castelin. — me inclinei para apertar a mão dele

— E como sabe quem eu sou? — Droga, acho que me entreguei logo nas preliminares... Pensa numa desculpa Ally...

— Eu disse que te conhecia do colegial... — Gaguejei um pouco.

— Ah... Isso — Riu parecendo lembrar de algo.— Sabe quando eu disse que te conhecia de algum lugar fora de Atlanta?— Balancei a cabeça confirmando. — Eu inventei aquilo — Riu. — Eu só queria ter um assunto com você, mas me surpreendi quando falou que já estudamos na mesma escola. — Pera ai ele mentiu? E eu me entreguei... Eu odeio minha língua grande!

— Você tava me cantando? — Falei surpresa, ele riu e confirmou. — Deve fazer isso com todas...— Murmurei, mas ele ouviu.

— As vezes, mas dessa vez não é que deu certo?— Riu novamente. Ah meu Deus eu fui muito fácil, será que ele acha isso? — Sabe eu fiquei pensando... Porquê uma estranha que nunca vi na vida me trata de uma maneira tão fria? — Ele me encarou como se estivesse escanceando minha alma. — Ai eu descubro que ela já estudou comigo no colegial e me conhece muito bem. — Fez uma pausa ainda me encarando e eu engoli em seco. — Sabe o que acabei deduzindo? — Se inclinou ficando um pouco mais perto de mim, já que a mesa era pequena.

— O quê?— Encarei de volta e pressionei meus lábios.

— Que você era apaixonada por mim, e agora me odeia porque não te correspondi. — Ele sorriu descaradamente e eu arregalei os olhos.

— Oi? — Falei, quase gritei de nervoso.

— Olha, eu não sabia ta? Não precisa me odiar por isso.— Continuou.

— Eu não te odeio por isso! Na verdade eu nem te odeio... — Ele riu do meu desespero.— Para de rir! É a verdade. — Eu estava com raiva, não dele, mas de mim mesma por ser tão estupida. Me levantei para sair, mas ele segurou meu braço.

— Ei espera ai! Não fica com raiva... Eu estava brincando. — Percebi que eu estava muito afetada pelo que ele disse, deve ser porque tem um pouco de verdade. Mas eu não tinha raiva dele nem coisa do tipo, só tinha medo de me iludir e me magoar novamente. — Vamos começar de novo? — Fiquei alguns minutos pensando e resolvi dar só mais uma chance.

— Tudo bem. — Suspirei. — Mas sem brincadeiras!— Me sentei no meu lugar.

— Prometo! Vamos pedir algo para comer? Estou morrendo de fome! — Assenti e peguei o cardápio para escolher algo.

[•••]

Jimin me contou varias coisas sobre ele, eu descobri que ele é um cara legal, coisa que eu idealizava no colegial. Ele cuida da sobrinha, pois os pais dela estão se separando e estão discutindo a guarda dela, e nesse tempo Jimin vai cuidar dela até decidirem. Ele me contou muita coisa pessoa também, descobri que ele esteve poucas vezes em um relacionamento. Eu não contei muita coisa sobre mim, até porquê tenho uma vida desinteressante e nunca namorei... Só saí com uns caras de vez enquanto, mas claro que não disse nada disso para ele.

Eu estava terminado de comer minha sobremesa e Jimin não parava de me olhar, coisa que me constrangeu um pouco.

— Ta sujo meu rosto? — Perguntei e foi como se ele tivesse acordado de algum transe.

— Não... É só que... — Dei um pequeno sorriso quando percebi que ele tinha ficado nervoso. — Por que nunca prestei atenção em você na escola? — Ele me fitou de uma maneira indecifrável por mim.

— Cá ente nós... Ainda bem! — Eu ri e ele ficou confuso.— Eu era horrível no colegial! Não melhorei muito... Mas dá para as pessoas me olharem agora. — Ele sorriu e balançou a cabeça negativamente.

— Por que as mulheres mais lindas tem mania de se acharem feias? — Fiquei sem graça no mesmo momento que ele terminou a frase. Ele me chamou de linda?

— Está ficando tarde... — Mudei de assunto. — Eu já vou. Aqui esta o dinheiro do que eu comi...— Entreguei a ele.

— Não precisa eu pago...

— Nada disso! Eu prefiro dividir a conta.

— Ah... Você é sesse tipo...

— Que tipo?

— Independente, eu gosto. — Sorriu e levantou indo pagar a conta. Saímos juntos do restaurante.

— Foi legal ter essa conversa com você... — Eu me virei para sair.

— Você vai a pé? — Assenti. — Quê isso, moramos no mesmo prédio, eu te levo.

— Eu não vou para o prédio...— Estava pensando em ir a casa de Kath e conversar com ela.

— Tudo bem eu te levo onde você for... — Insistiu. Pensei em não aceitar, mas como decidi que poderíamos ser amigos, eu resolvi aceitar.

— Esta bem...— Sorri e me aproximei do carro que estava na nossa frente para abri-lo.

— Não faz isso! — Ele segurou meu pulso. Estranhei, mas logo entendi.

— Quer da uma de gentleman de novo? — Ele riu.

— Não, é só que esse não é meu carro. — Sorri sem graça e me afastei daquele carro. Eu sou a pessoa mais distraída do universo. — Vem, ele esta estacionado ali. — Apontou para o outro lado da rua. Segui ele para não confundir outra vez. Ele apertou o alarme para destravar e meu queixo quase caiu quando eu vi o carro dele, justamente o carro dos meus sonhos, o carro que eu ambicionava na minha adolescência.

Quando entramos tentei esconder minha cara de apaixonada, minha vontade era de sentir cada textura daquele carro.

[•••]

Ele me deixou em frente a casa de Kath e voltou sei lá para onde. Bati na porta e ela não demorou muito para atender.

— Aconteceu um loucura hoje! — Falei assim que ela abriu, a mesma fez sinal com a cabeça para eu entrar. Comecei a contar tudo que rolou, decidi não contar para Mary por causa da ideia estupida dela de querer “pegar” o Jimin.

— Uau, é muito coisa em pouco tempo. — Falou assim que terminei de contar.

— Eu não sei o que eu faço... Pensei em virar amiga dele, já que vamos nos encontrar sempre mesmo... — Ela começou a me julgar com aquele olhar.

— Já pensou em sei lá... Tentar algo com o Park? — Falou de uma forma obvia e eu ri como sempre faço quando não sei o que fazer ou estou nervosa.

— Já! É claro... Mas eu tenho medo de me magoar sabe?

— Olha eu entendo, mas não tínhamos combinado que você iria dar uma chance aos relacionamentos?

— Eu sei... Mas você sabe que eu nunca namorei de verdade! E a única vez que tentei foi um desastre. Eu não sei bem como começar ou ter um. Não sei nem flertar com alguém! — Ela começou a rir.— É sério...

— Mas você pelo menos não é mais virgem né?— Ela mudou de assunto drasticamente e para logo esse assunto... Hesitei em responder porque sabia que ela iria me zoar. — Ta hesitando... Meu Deus Ally! — Riu. Eu sabia! — Sério?

— O quê você queria? Eu nunca namorei de verdade em toda minha vida — Fiquei desesperada.

— Isso eu sei, mas e os caras que te convidavam para sair? Nunca tentaram nada?

— Sim, mas eu não quis! Não sou de fazer isso com qualquer um...

— Você nunca sentiu vontade de fazer? Sabe os hormônios... Nunca sentiu tesão?— Não acredito que estava tenso essa conversa com ela, mas pelo menos não era a minha mãe. — Meu Deus, você já tem vinte e três anos... — Falou como se eu fosse uma pobre coitada.

— Sim eu já senti essas coisas, mas o quê eu poderia fazer? — Era melhor eu encerrar esse papo. — Olha vamos voltar ao assunto do início? O Park! O que eu devo fazer?

— Sério que ainda não entendeu? — Revirou os olhos. — O garoto por quem você foi loucamente apaixonada e ainda é parece está interresado em você depois de anos... O que você faz? — Me encarou como se a resposta fosse óbvia.

— Eu vou seguir seu conselho... Mas promete que não vai contar nada para a Mary? — Pedi.

— A Mary estava só te provocando, ela queria que ficasse com ciúmes...

— Não sei não... Ontem ela me acompanhou na entrega dos moveis para ver o Jimin...

— Sério? Eu achei que ela tava zoando. — Falou confusa.

— Eu também. Mas enfim, eu tenho que trabalhar já. Obrigada pelos conselhos! — Me levantei e me despedi dela com um beijo na bochecha.



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