História It's Not Like I Like You!! - Capítulo 10


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Categorias Ryan Reynolds, Tom Holland
Personagens Ryan Reynolds, Tom Holland
Tags Ryan, Spideypool, Tom
Visualizações 112
Palavras 1.903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Outro dia de gravação


Duas semanas se passaram desde que Ryan e Tom se conheceram e desde então os dois não tiveram mais tempo de se encontrar, felizmente ambos mantinham conversas diárias por celular.

Infelizmente aquela manhã em especial Ryan não teve nenhuma notícia do garoto, sabia que ele estava gravando uma cena mais complicada no dia e talvez seu sumiço devesse ao nervosismo ou por que estava cansado demais. A última vez que o garoto o respondeu tinha sido às oito da manhã, era suas conversas se iniciarem cedo já que ambos precisavam acordar cedo todos os dias. Tom sempre parecia cansado no início das conversas, mas conforme o dia ia passando ia ficando mais falante. Ryan já havia lido todo o roteiro de guerra infinita por conta de Tom, todos os dias ele dava um spoiler diferente e o ator só conseguia rir da forma empolgada do garoto e a forma que ele entrava em desespero ao perceber que tinha falado demais. Ryan torcia para que ele fizesse aquilo apenas com ele, se deixasse essas informações vazarem para outra pessoa a coisa ficaria bem complicada para o jovem.

Outra coisa desregular daquela manhã era o fato de Josh Brolin não ter aparecido, mas isso se devia ao filme dos Vingadores. O ator já tinha finalizados suas cenas como Thanos, mas tinha recebido uma mensagem de que seria necessário regravar uma de suas cenas.  

Pelo menos a falta do ator não fazia muita diferença já que Ryan estava atrasado com algumas cenas ao lado de Morena.

E assim o dia seguiu normal, até o momento que David recebeu uma ligação. O diretor pediu um minuto e assim deixou Ryan e Morena apenas ensaiando a cena antes de ser gravada.

Não demorou muito para o diretor regressar para o set, sua expressão não era uma das melhores e tomou a liberdade para soltar um suspiro.

-Deixe-me adivinhar, a Marvel proibiu o Josh de ser o Cable. Eu ainda tenho o telefone do Brad. -Brincava Ryan que observava a expressão de Daved e se apoiava no ombro de Morena.

-Não. Mas ele não vai conseguir voltar hoje. -respondia Daved, normalmente o diretor entrava nas brincadeiras de Ryan, mas não daquela vez. -Parece que o garoto novo dos vingadores sofreu um acidente.

-O Tom? -Na mesma hora Ryan deu um passo para frente um pouco assustado.

-Isso. Josh não explicou muita coisa, mas ele não vai voltar para o se…-Daved não teve a oportunidade de terminar sua frase pelo simples fato de que Ryan o interrompeu.

-Eu preciso ir vê-lo.

-Você conhece o garoto? -Questionou Morena.

Sim. Meu filho conheceu ele, e viraram meio que melhores amigos. -Ele não podia dizer abertamente que estava tendo um tipo de Bromance com alguém vinte anos mais novo. Claro que não seria estranho serem amigos, mas assim teria de revelar que trocava mensagens direto com o garoto, o que não era algo muito bom já que para todos Ryan e Tom só haviam se visto uma vez naquela festa.

Os dois já tiveram bastante problema com aquela maldita fotografia, felizmente a fotografia havia sido tirada por Chris e ele só tinha mostrado para Robert. Felizmente Robert não se importou muito com aquilo. E por muita sorte ninguém nunca teria acesso aquela coisa.

-Ryan por favor. Eu não posso continuar as gravações sem o protagonista e sem o segundo personagem com maior tempo em tela. - O diretor suspirou um pouco alto conforme tocava o ombro do ator.

-Daved… -Ele ia falar algo um tanto quanto idiota, mas se conteve

 

Você é um ator, precisa se focar, Ryan. -Pensava o canadense. Ele estava preocupado demais com Tom, mas não podia abandonar seu filme para cuidar de alguém. Nem tinha certeza se conseguiria vê-lo.

 

-Eu ligo para ele depois. -Finalizou Ryan em um tom calmo conforme voltava para sua marcação.

 

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-Meu deus, seu rosto está tão inchado que até parece que entrou em uma briga. -Zombava Chris Hemsworth que estava sentado ao lado do garoto rindo.

Felizmente o acidente do garoto não tinha sido grave, podia se dizer que seus cortes tinham sido nos lugares corretos. Um corte na pálpebra do garoto era o que mais deixará a equipe em pânico, mas felizmente o corte tinha sido um dedo acima de uma região que o causaria uma cegueira. Esse corte ainda sangrava um pouco, assim fazendo seu olho esquerdo ficar um pouco avermelhado, assim como a área ao redor. Seu nariz também sangrava, essa parte ele havia quebrado, além de estar com sua bochecha bem inchada como se de fato tivesse levado um soco.

-Pode ri a vontade, mas não é todo dia que o filho de Odin ajuda alguém. -Brincava o garoto que deixava o pano úmido sobre seu olho. -Eu acho que vou comprar um tapa olho, isso deve me deixar parecido com você.

Chris gargalhava antes de bagunçar os cabelos do garoto e se levantar.

-Apenas não se esforce muito. Você teve sorte de não acabar sem um olho, moleque.  

-Eu sei. -Tom suspirou baixo e assim o mais velho deixar seu camarim. A dor que sentia não era muito forte, apenas estava bastante tonto. Seu olho doía, embora não tivesse muita certeza se fosse o olho ou a pálpebra. Nunca havia perdido sangue naquela região e talvez fosse coisa de sua cabeça, mas tinha dificuldade de manter o olho esquerdo aberto.

Um pequeno corte em seus lábios também o incomodava bastante, aquele gosto metálico tomava conta de sua boca por completo.

Tom havia executado errado uma de sua acrobacias, havia perdido o equilíbrio em uma parte mais alta do cenário e assim acabou caído. Seu rosto bateu com certa violência contra um objeto metálico, mas a pior parte não tinha sido essa. O objeto tinha pontas afiadas e uma dessas pontas que quase atravessou seu olho.

-Só quero ir para casa… -Resmungou o garoto que mantinha seus olhos fechados e pressionava mais o corte em sua palpebra. O pano não ficava muito manchado, mas o sangramento não parava. Até seu nariz, que tinha se quebrado, já tinha diminuído o sangramento.

-Eu vou te levar para casa. -Tom Hiddleston entrou no camarim sem bater, o ator estava no set para resolver algumas coisas da turner e jogou seu casaco sobre o corpo do menor. -Vamos logo antes que mude de ideia e te mande para o hospital.  

Tom Holland havia deixado bem claro de que não precisava ir para hospital. Mesmo com o nariz quebrado ele acreditava que estava tudo bem.  

-Sabe que terá de fazer uma cirurgia, certo? -Resmungava o mais velho que tinha um copo de café em sua mão esquerda e um sorriso de canto. -Não podemos ir para turner da Inglaterra com um homem-aranha de nariz torto.  

Tom revirou seus olhos e manteve o pano contra seu olho.

-Eu sei. -Falou o garoto em um tom calmo conforme se colocava de pé. Hiddleston o ajudou a se colocar de pé e percebeu que o moletom que o garoto utilizava estava coberto de sangue.

-Por favor não manche meu casaco com seu sangue. -Zombou o mesmo.

-Farei meu melhor, mas não prometo nada.

O caminho para casa foi bem calmo e Hiddleston se ofereceu para ficar um pouco ao lado de Holland, todos sabiam que o garoto morava sozinha e o fato dele se encontrava machucado e tonto tornavam as coisas um pouco perigosas.

-Não quero atrapalhar. De verdade, eu peço para ficar na casa de minha vizinha hoje. Ela é uma senhora super simpática que cuida de mim como se fosse o filho dela.

Hiddleston soltou um suspiro um tanto quanto alto ao escutar aquilo, mas não hesitou. Holland era um garoto cabeça dura, talvez devido ao fato de ser britânico, ambos tinham um comportamento muito semelhante sabia que nada o faria mudar de ideia.

-Certo, pode me ligar a qualquer hora. Virei correndo para levá-lo ao hospital se precisar.  

Holland agradeceu a preocupação do mais velho e assim seguiu para seu apartamento, claro que ele não pediu ajuda para sua vizinha a única coisa que ele desejava naquele momento era ficar deitado sozinho. E foi isso que fez. Abriu a porta de seu apartamento e foi direto para seu quarto, ficou jogado na cama por horas e pretendia continuar assim até a manhã seguinte, mas foi acordado pelo interfone.

Antes de se levantar olhou o celular, era quase sete da noite.  Ainda estava bastante tonto e com o rosto dolorido, mas seguiu para cozinha e falou em um tom baixo.

-Alô… Hm… tá… -Só depois de desligar o interfone que se deu conta que havia permitido a entrada de um completo estranho, ele não havia escutado o nome da pessoa, só tinha dado acesso a sua casa. Uma sensação de pânico tomou conta de seu corpo na mesma hora. O garoto foi correndo até a porta da frente de seu apartamento para assim trancá-la.

Escutou o som do elevador parando em seu andar junto com os passos de alguém, ele se arrependia demais por ter agido de uma forma tão automática naquele momento. Felizmente seu corpo relaxou ao escutar uma voz familiar seguido pela campainha do apartamento.

-Tom!

O garoto destrancou a porta para o maior.

-Oi Ryan…Não imaginei vê…-ele não teve tempo de terminar pois Ryan o interrompeu.

-Meu deus, Tom. Olha o seu rosto! Por que está em casa e não num hospital?  -O garoto ficou um pouco surpreso com aquela reação. -Scarlet me disse que quebrou o nariz, porque está em casa?

-O que?

-Porque você provavelmente terá que opera… Meu deus, sua casa é um lixão? -Ryan não esperava ver a casa do garoto tão bagunçada, sabia que ele era um adolescente e aquela deveria ser a primeira vez que se encontrava morando sozinho. Podia não parecer, mas Ryan era uma pessoa responsável, afinal tinha dois filhos pequenos. -Eu vim ver se estava tudo certo com você.

-Veio ofender minha casa?

Ryan riu um pouco enquanto adentrava o apartamento, tomou a liberdade para tocar a face do menor e puxar seu rosto em sua direção.

-Seu olho está sujo de sangue, assim como seu moletom. Meu deus, Thomas!

-Eu cortei minha pálpebra no acidente e meu nariz sangrou bastante.  -O garoto se sentia um pouco incomodado por ter Ryan verificando cada centímetro de seu rosto e gemeu baixo de dor assim que sentiu o toque da mão fria de Ryan próximo ao corte de seu olho.

-Tsc…Teve sorte que não foi fundo. Agora tire esse moletom. -Ryan agia de fato com um adulto naquele momento e isso era estranho para Tom que estava acostumado a vê-lo sempre brincando. Ambos se afastaram e Ryan tirou o moletom que estava que encontrava-se preso em sua cintura e jogou no menino. -Vista isso e depois trouxe um Mclanche feliz para nós.

-Eer.. eu estou na minha casa, não preciso do seu moletom. -Tom devolveu o agasalho pro maior e assim foi coçar seu olho. -Ah merda! Que dor do caralho.

Ryan não pode deixar de ri da cena, mas era uma risada de nervoso.

-Ai meu deus seu olho tá coberto de sangue!

-Ai meu deus tá doendo demais!

Os dois estavam desesperados, mas rindo. Ryan se aproximou e começou a limpar o sangue com seu próprio moletom

-Merda! agora meu moletom está sujo também.

-Vai se foder, Ryan! Eu acho que você abriu mais meu machucado!

-É muito difícil cuidar de você!

 



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