História IT'S NOT so simple - Capítulo 16


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


desculpem a demora, espero que gostem, Boa leitura

Capítulo 16 - Chasing Cars


Fanfic / Fanfiction IT'S NOT so simple - Capítulo 16 - Chasing Cars

~ JOHAN ON ~

 

Eu estava completamente estático, pois eu tinha visto uma das piores cenas da minha vida. A pessoa que eu estava me apaixonando estava se agarrando com meu irmão. Eu não o culpo tanto, pois sou idêntico a ele.

Eu estava culpando meu irmão, mas o fato de Maurilio ter falado que ele beijava melhor que eu, isso me machucou de um jeito que eu preferia ter levado um tiro ao invés disso. Eu só pensava em me vingar de uma certa forma, mas eu estava triste demais para isso, então eu corri para fora da escola e me sentei em um banco e fiquei pensando em tudo o que estava acontecendo.

 Estava prestes a chorar quando uma menina de cabelos castanhos ondulados parou na minha frente. Ela tinha um corpo bonito, seus olhos eram pretos num tom incrível. Estava fitando os seus olhos quando ela falou:

 — Você que acabou de sair da Arts High School ? Quando eu ia responder, vi Maurílio saindo do colégio e gritou meu nome. E em um instante eu pensei, por que não?

 — Me desculpe – falei à menina que eu não sei nem o nome e a puxando pelo pescoço, a beijei. Achei que ela iria parar e me empurrar, mas ao invés disso pediu passagem para a língua e eu cedi, pois tudo o que eu queria naquele momento era me vingar de Mau, mas eu estava começando a gostar daquele beijo. Era lento e com muita luxúria. Nos separamos e ao abrir os olhos vi Maurílio se virar e voltar parar a escola.

A menina me olhou e logo me falou:

— Olha não precisa pedi desculpa por fazer o que eu queria assim que vi você aqui, porém eu não iria fazer pois nem te conheço – terminando de falar isso eu percebi que eu acabei de beijar uma completa estranha por vingança, a que ponto eu cheguei

— Bom, mas me desculpe assim mesmo, qual seu nome? – eu falei em um tom um tanto preocupado com Maurilio assim que ele saio eu sentir um aperto no meu peito

— Meu nome é Lana Stark e o teu?  – Ela me falou logo respondi:

— O meu é Johan Castillo, e respondendo sua pergunta que eu interrompi com um beijo, sim eu sair Da Arts High School, pq? – Eu não sei ao certo, mas algo estava me falando que ia acontecer alguma coisa ruim, meu peito estava sufocando, Lana logo me tira dos meus pensamentos respondendo a minha pergunta.

— Bom eu irei começar a estudar lá, eu danço, soube que ai é uma escola de ensino médio mas também a melhor escola de artes em alguns horários – Ela falou e então eu lhe disse:

— Sim a escola tem aulas de dança musica e tudo mais, e o ensino é um dos melhores, se você quiser eu vou lá com você e lhe mostro toda a escola, e apresento os professores e falo quem presta e quem não presta, com quem andar com quem não, mas dai vai caber a você a escolher com quem vai andar – eu falei com um chamado convidativo.

— Será um prazer, conhecer a escola com você Johan, o garoto que eu nem conheço e acabou me beijando – rimos do que ela falou. E nós fomos para a escola conversando e mostrei a ela a escola, enquanto mostrava a escola a ela, eu procurava Maurilio, mas eu não o encontrei.

 

 ~MAURILIO ON~

 

— JOHAN – gritei seu nome, mas ele não voltava. Porra, porra, porra. Eu queria correr até ele, mas minhas pernas não pareciam querer sair do lugar.

— Bom, que tal continuar de onde estávamos? – ele perguntou se aproximando de mim por trás e tudo em que eu conseguia focar era em Johan saindo pela porta. Olhei para o clone de Johan e saí correndo atrás daquele que realmente importava pra mim.

— JOHAN. – gritei pelos corredores da escola sem conseguir o ver. Parecia que metade da escola estava fora da sala e eu não fazia ideia de onde ele tinha ido.

— JOHAN. Quando finalmente saí da escola, o vi no parque da frente andando apressado. Ele parou e se sentou num banco e logo uma garota foi falar com ele. Eles estavam próximos demais e eu podia ver a dor nos olhos dele. Nem pude me aproximar demais, pois assim que Johan me avistou ele a beijou bem na minha frente. Tá okay, eu beijei o irmão dele, mas eu achava que era ele, ele não tinha o direito de fazer isso comigo. Mas está tudo bem afinal fui eu quem quis assim, eu beijei Jefferson e falei que queria que acabasse tudo isso. Porém ver Johan beijando outro alguém que não tenha sido eu. Machucou-me muito, eu não estava conseguindo me concentrar em mais nada, só em sair dali e parar de ver aquela cena horrível. Entrei na escola novamente para pega minha mochila e ir para casa, eu não me importava mais com aula nenhuma, na verdade eu não estava me importando com literalmente com mais nada. Quando eu estava indo até a sala pegar a mochila, o gêmeo de Johan parou na minha frente e ia falando algo, mas eu disse a ele:

 — Não fala nada, eu não quero saber. Cala a porra da sua boca. – eu falei e comecei a andar rápido. Não podia olhar pra ele, o fato dele ser a cópia cuspida e cagada de Johan me machucava muito, pois me fazia lembrar dele, do momento inoportuno que ele beijava outro alguém. Depois de pegar minha mochila entrei no meu carro e encostei a cabeça no volante. Eu precisava respirar, eu estava com um mal estar horrível. Havia um bolo na minha garganta que não queria sumir. Eu sabia que tinha fodido com tudo e eu sinceramente não conseguia entender qual era o pior. Ver o olhar de decepção de Johan ou vê-lo beijar outro alguém. Respirei fundo e ligando a chave, comecei a dirigir meu carro por toda a cidade. Eu estava sem rumo e como se fosse num filme, começou a chover. Ri da minha própria situação e decidi ligar o rádio. Sorri ao reconhecer o toque da música. Somebody Else — The 1975. Apesar de adorar essa música, tudo o que ela me fazia lembrar agora era daquela cena. Eu sentia que estava vivenciando aquilo novamente nesse exato momento.

Fiquei desligado da estrada por mais alguns minutos e quando voltei a prestar atenção, percebi que estava na contra mão e vinha um caminhão na minha direção. Então eu parei e comecei a pensar, mas as únicas coisas que vinha. Na minha cabeça eram todos os momentos tristes da minha vida: O fato de meu pai não esta mais presente, a máfia me ameaçando e ameaçando quem é próximo a mim. Então falei a mim mesmo: "Assim vai ser melhor, assim não tem ameaças, assim não tem decepções não tem mais um sentimento de fácil, não tem um sufocamento não tem uma vontade de chorar sem conseguir não tem mais a necessidade de me cortar, assim todos ficam seguros". Pisei no acelerador e sussurrei me desculpe para o motorista do caminhão que arregalou os olhos. E então eu senti a batida, mas depois, tudo escureceu...

 

Continua...



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