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História Ainda Sou Eu (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 3


Escrita por: JeonNeko

Notas do Autor


Olá, babys! ✨
Desculpem pela demora na atualização, semanas corridas! Creio que agora teremos novos capítulos com um menor tempo de postagem entre eles!

Uma boa leitura!✨

Capítulo 3 - Comando Vermelho


Fanfic / Fanfiction Ainda Sou Eu (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 3 - Comando Vermelho

A água parecia agitada agora, uma descida para a morte, deveria ter ouvido aos meus pais quando queriam me colocar em aulas de natação. A sombra de Jeon passou rapidamente ali, estava sobre o homem como um leão.

Apoio minha outra mão, seguro firmemente e ergo minha perna esquerda apoiando no concreto, logo em seguida faço o mesmo movimento com a direita. Tenho agora os meus pés firmes no solo e pulo aquela grade de proteção, observando o rádio que estava na minha cintura se juntar ao meu brinco.

— Você se machucou? — ele me olhou preocupado, largando sua presa.

— Saia do meu caminho! — o empurro puxando a pistola da minha cintura — Levante-se, miserável! 

O homem me olhava e parecia sorrir, a polícia estava tão próxima, mas eu não perderia essa oportunidade, aquele vagabundo me pagaria caro.

— Me dá o rádio! — grito para Jeon, que estava apenas observando a cena toda.

— O quê?

— Me dá a porra do rádio! — puxo rapidamente da cintura dele — Jin, estou levando um presente, abra a porra do porta-malas!

Agarrei a gola do corpulento, puxando-o, era tão pesado que eu estava ofegante e não havia feito muito esforço. Jungkook assumiu a liderança arrastando o homem que começou gritar, isso consumia o meu ser. Em seguida, desferir um golpe tão forte em sua têmpora que o fez dar um apagão, o que daria tempo até o carro.

As sirenes ecoaram nos ventos, a polícia se aproximava, seu destino não era nós, mas à frente, encontrar duas pessoas carregando um homem em desmaio é com certeza um atrativo.

Apressei Jeon e Park Jimin ajudou a carregar o homem. Jin o amordaçou e finalmente trancou o porta-malas.

— O que está pensando em fazer? — Jeon indagou posicionando a mão no meu ombro, caminhamos em direção à moto.

— Se esqueceu, querido? — Sorri para ele — Não estragamos nenhuma surpresa por aqui!

***

Demos entrada na mansão, dei sinal para subirem com o homem para o sótão. Jungkook permanece agindo calma-mente e friamente, isso não é bom, esse homem vivia pela morte e não pelo silêncio.

— Você perdeu a noção? — Jae segurou o meu braço — Onde está com a cabeça em trazer um dos homens do seu inimigo?

— Muitas mudanças serão feitas a partir de hoje, Jae. Estávamos frios nesse jogo, agora colocaremos fogo em todos eles — Arqueei a sobrancelha para ele — Se está com medo, assuma. E, não venha dizer o que devo ou não fazer, apenas me obedeça!

— Depois que ele chegou você mudou, não está fazendo isso por conta dele, não é? — Sorriu. Ouvisse gritos, barulhos e por fim um tiro, todos vindo de cima.

— Depois que ele chegou você ficou um tanto possessivo, não está fazendo isso por ciúmes, não é? — Apertei as suas bochechas com os meus dedos — Eu não sou sua, Becker.

Dei as costas para ele me deparando com Jeon descendo as escadas, vinha recarregando sua arma, sua calça tinha uma pequena mancha de sangue.

— Não me diga que matou o cara. — Digo pondo a mão na cintura.

— O maluco nos atacou, acertei o tiro na coxa, agora temos que controlar o sangue ou não conseguiremos nada com aquele merda!

— Jae, consiga um pano e nos ajude.

Becker assentiu com a cabeça indo em direção a dispensa. Subi às pressas com jeon, e ao adentrar o sótão, Seokjin enforcava o homem com uma corda.

— Hey! Caralho, pare já com isso! — Gritei e ele soltou na hora, o homem respirava desesperadamente e deu início a gritos. Posicionei a corda em sua barriga, puxando-a para trás, ele arfou, após o nó minhas palmas permaneceram vermelhas. Repito o mesmo com os seus braços.

Enquanto isso, Jae amarrou um pano no local do tiro, estancando o sangue.

               ***POV'S JEON JUNGKOOK***

Mayla arrastou uma cadeira para de frente do seu refém. Prendeu seus longos cabelos escuros em um coque nada arrumado, o suor escorria em sua testa, seus comportamentos me mostravam estar bastante estressada e sem rumo, acredito que sua cabeça esteja um tanto bagunçada, mas breve, este quebra-cabeça começará a se encaixar.

— Vão para o canto, não quero que intimidem nossa visita… — Ela disse abrindo um sorriso, junto aos meninos que prosseguiam até o canto atrás do homem caminhei, mas de repente Marie pronunciou: — Você não, você fica. — Encarou-me e assim fiquei atrás dela.

Ela ergueu a cabeça para mim e me sentir desconfortável com o seu olhar, apenas assenti com a cabeça e seu olhar foi desviado para o homem.

— Imagino que tenhamos começado da pior forma possível, mas espero que esteja aberto a colaborar conosco, já que escolhas não se enquadram a sua situação — Estralou o seu pescoço — Como posso chama-lo e por que raios tentou me matar?

— Me chame de Jun Ho, que caralho de dor! — gemeu estremecendo na cadeira.

— Se colaborar terá atendimento médico excelente — Pronunciei.

— Não é obvio? Você é mulher do homem mais temido de todo o mundo do crime, do homem na qual o único ponto fraco está a minha frente indagando perguntas bobas — Gargalhou — Faça mil favores, senhorita. Uma cartinha? Nos acha mesmo engraçados?

— Jun Ho, cale-se agora mesmo — Disse-lhe com calma.

— Eu não vou calar a porra da minha boca! De qualquer forma morrerei, então me aguente.

Mayla em momento algum desviava o olhar de Jun Ho, aquilo o irritava mais ainda. Park me encarou confuso, dei sinal para que esperasse.

— Todos sabem que essa liderança caiu aos pedaços com você no comando, todos sabem que o chefe “playboy” voltou — Riu e revirei os olhos. — Jun Seo o espera Jeon, não se trata mais de uma briguinha, se trata de uma batalha e todos vocês irão queimar no fogo do inferno!

Minhas mãos tremiam, eu não suportaria que aquele puto a trata-se daquela forma mais um segundo, mas Marie pôs sua mão em meu abdômen quando caminhei em direção a ele.

— Concordo em algumas coisas. — Pronunciou e todos arregalaram os olhos — Posso não saber comandar esta máfia, mas pode ter certeza, eu tenho uma ótima mira, baby!

Em um movimento rápido, Mayla ergueu a sua velha Desert Eagle e um tiro certeiro atravessou bem no meio da testa de Jun Ho.

Agachei-me ao seu lado, mas não cheguei a tocar em sua mão como pensei, ela permaneceu de cabeça baixa.

— Foi um belo tiro. — disse convicto. Ela sorriu sem muita emoção. Mayla pode até não dizer, mas sei que palavras a machucaram.

Bem-vindo de volta, Jeon Jungkook! — a voz ecoou entre nós.

— O que diabos é isto? — Indaguei arqueando uma sobrancelha.

— Sem dúvidas é um rádio! — Taehyung confirmou. 

— Cadê o caralho desse rádio? — Mayla revirava o cadáver, enquanto a voz ria maleficamente. Aquela voz só poderia pertencer a uma única pessoa.

 E assim, na cintura do morto, o objeto foi encontrado. Mayla estava pronta para descontar toda sua raiva verbalmente através do rádio, mas estendi a mão pedindo o objeto. Ela hesitou, mas acabou cedendo mais rápido do que pensava.

Jeon Jungkook? Desconheço esse nome, amigo! — sorri com Mayla me encarando, confusa. — Comando vermelho acaba de retornar a suas atividades. E reforçaria a ideia de dormir com os olhos abertos, um dos seus já foi conhecer Jesus


Notas Finais


Oh yeah, Comando Vermelho!
As peças desse quebra-cabeça começarão a se juntar, e surpresas estão por vir!

Até o próximo!✨


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