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História I've Got You - Fillie - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa noite meu chuchus!! Toma att.

Capítulo 15 - Tem que isolar o x


Fanfic / Fanfiction I've Got You - Fillie - Capítulo 15 - Tem que isolar o x

Leslieville, Toronto, Canadá - Sexta-feira - 23h - Casa dos Wolfhard. 


Tem que isolar o x


Finn


-Como foi? - meu pai pula do sofá assim que Nick abre a porta da sala. 

- Ele mandou muito bem, pai! Tinha que ver. -  Nick sorri orgulho, batendo em minhas costas com violência. 

- Vou chorar! Cadê os vídeos. - mamãe corre até mim para um abraço sufocante. 

- Vocês já me viram tocar. - respondo, pegando meu celular no bolso da calça e soltando minha mãe.

- Mas isso foi diferente, filho. - meu pai coloca uma das mãos em meu ombro. - estou orgulhoso de você. Parabéns. - sinto meus olhos lacrimejaram, assim como os dele. 

- Não foi nada, pai. - sorrio, tentando afastar as lágrimas. 

- Me contem os detalhes, andem. - Mary me puxa para o seu lado no sofá. 

- Não teve nada de mais, eu acho. - vejo meu irmão erguer as sombrancelhas em desafio, sentado na poltrona do meu pai, enquanto o mesmo se apoiava em uma das prateleiras da sala. 

- Sério maninho? - ele debocha, segurando uma risada. 

- Eu não sei do que ele está falando. - me defendo, balançando a cabeça negativamente. 

- Vai dizer que ele se enroscou no fio da guitarra e caiu, igual quando tinha 10 anos, no culto especial de páscoa? - Eric sugere, com os olhos arregalados. 

- Não! O "Finnie" se saiu super bem, nem cometeu nenhuma gafe, o que, pensando bem, é bem estranho! - Nick muda sua posição, agora me olhando clinicamente, procurando alguma coisa. 

- Finnie? - mamãe pergunta, jogando uma almofada em Nick. 

- VOCÊ ESTAVA ME ESPIONANDO! - berro, levantando rapidamente. 

- Eu não espionei! Ouvi ela dizendo para o bonitão de jaqueta preta. - o moreno se defende, rindo. - mas eu estava quase do lado dela nas primeiras músicas, vi você a olhando. 

- Cala a boca! - respondo, voltando a me sentar. 

- Mãe, a senhora tinha que ver! O maior love! Ela gravou o show todinho no celular. - Nick havia acabado de se mostrar um grande fofoqueiro, o que não me surpreendia. - Mas quem era o bonitão com ela? - pergunta.

- De quem vocês estão falando? - papai questiona, perdido no assunto. 

- É da tal Millie, não? - mamãe arrisca, recebendo um sinal de positivo do filho mais velho. 

- Louis. Ele nem é tão bonito assim. - respondo revirando os olhos. 

- Está aí o motivo do mau humor dos últimos dias. - Eric senta ao meu lado, colocando os pés na mesa de centro. 

- Não é bonito? Pai, o cara é tipo o Tom Holland da Bruce. - Nick conta, exasperado.

- O Homem-Aranha? Fica difícil competir mesmo, filho. - meu pai comenta, levando um tapa de Mary em seguida.

- Ele tem namorada pelo que eu entendi. - digo, imitando o gesto do meu pai, e me esticando no sofá. 

- Como Ayla se saiu? - Mary pergunta. 

- Não dava nem para saber que era ela, faltou de esconder atrás do cabelo. - conta Nick. 

- Tadinha. Ela é muito boa! - Eric comenta. 

- Todos fomos bem. Achei que ia dar tudo errado, mas acabou que estávamos prontos. - falo com um suspiro, relaxando os músculos. 

- É claro que estavam, eu tinha certeza que vocês iam ir bem. - meu irmão levanta, se alongando. 

- Muito confiante. Parabéns. - debocho, olhando-o irritado. 

- Devia aprender comigo. - provoca. 

- Vou dormir depois dessa. - aviso rindo. 

- Vai lá, filho. - minha mãe concorda. 

- Boa noite, Finnie. - Nick zomba, indo para a cozinha. 

- CALA A BOCA! - berro, do alto da escada, ouvindo meu pais rirem. 


Sento na beira da cama, tirando os sapatos e me livrando do agasalho rapidamente. Antes de entrar no banheiro, conecto meu celular ao carregador, prevendo que teriam muitas mensagens no grupo. Assim que a água morna bate em minha pele, sinto-me ainda mais exausto do que imaginava, minha mente não parava de relembrar cada momento desta noite, me fazendo rir e voltar a tremer descontroladamente. Desligo o registro, me enrolando na toalha em seguida. Escuto meu irmão entrar em seu quarto, que ficava ao lado do meu, era minha deixa. Coloco a primeira peça de roupa que encontro em meu armário velho e torto, tomando coragem para ir até meu vizinho.


-O que foi? - Nick fala alto, do outro lado da porta. Eu estava ansioso, apertando minhas mãos umas nas outras.

- Posso entrar? - pergunto.

- Que pergunta. - responde de forma óbvia. Entro e sento no chão, olhando para os posters de bandas, filmes e carros que o mais velho tinha pendurado pelas paredes de seu espaço. 

- Desembucha. - ele estava ligando seu console, deitado na cama. 

- Está gostando de dar aulas? - questiono, ainda observando seu quarto. 

- Estou. A folga de hoje foi boa, me fazer pensar em algumas estratégias para ensinar aqueles medrosos. - explica, apontando para um caderno em cima de sua TV. 

- Não achei que gostasse de ser professor. - digo. 

- Sou bom em explicar. - diz simplesmente. - Mas você não veio até aqui para isso né? 

- Quero falar da Millie. - sem conseguir controlar, um sorriso invade minhas feições ao dizer seu nome. 

- Ela te ajudou hoje né? - ele me olha rindo, enquanto escolhe um jogo em sua biblioteca online.

- Ela quem pensou em um nome. Eu estava quase desmaiando quando fui no banheiro, esbarrei com ela na porta, ela segurou a minha mão e falou que sabia que eu ia ir bem. - coloco meus braços sob o meu rosto, relembrando aqueles momentos.

- E o que mais? - Nick insiste. 

- Eu comecei a choramingar igual um bebê, e ela me abraçou, disse que nós tínhamos repertório e nos conhecíamos, que ia dar certo. Quando falei do nome, ela automaticamente quis ajudar. Usou meu celular e pesquisou umas coisas, com dois minutos ela tinha um nome. - conto, desejando estar expressando toda a admiração que sentia em meu tom de voz.  

- Ela é boa, parece bem confiante. - ele escolhe um jogo, se esticando na cama. - Está rendido, né? - pergunta. 

- Acho que sim, mas não sei se a gente dá certo. - me deito no chão, olhando para o teto manchado com infiltrações.

- Ela é bem rica, dá para ver de longe. Só que assim, eu vejo como ela te olha, não parece que ela se importa com isso, só com como você se sente. Olha, quando você subiu no palco, antes mesmo de eu começar a berrar, ela começou a aplaudir, dando pulinhos ridículos e cruzando os dedos magrelos e cheios de anéis, ela não descruzou eles até você, VOCÊ, descer. Eu acho que ela está na sua faz um tempão, só você que estava de drama. - fala, olhando para mim.

- Mas e o Jacob, ela saiu com ele. - um pequeno bico passa a contornar meus lábios, o que faz meu irmão gargalhar. 

- Ela vai ver o Jacob treinar? - pergunta.

- Acho que não. 

- Ela abraça ele quando ele está nervoso? 

- Acho que ele não fica nervoso. 

- Não é esse o ponto. 

- Entendi! 

- Para de se fazer e fica logo com ela. - aconselha, me oferecendo um dos controles. 

- Não, vou deitar, amanhã vou cuidar da Brook. - aviso, me levantando. 

- Você mandou bem, cara de sapo, parabéns. - meu irmão me encara, falando verdadeiramente. 

- Obrigada. - respondo sorrindo antes de sair do quarto.


Alcanço meu celular antes de arrumar a cama, me deitando em seguida e abrindo as conversas no Whatsapp.  Eu ainda podia sentir a adrenalina em meu corpo. Lembrar da platéia cantando com a gente, da guitarra em minhas mãos, da ansiedade, seguida do alívio ao perceber que deu tudo certo era aterrorizante e, ao mesmo tempo, eletrizante. Ser músico, estar nos palcos cantando e tocando havia se tornado o meu sonho há tanto tempo que eu nem ao menos me lembrava de a quantos anos isso havia se tornado tão palpável, apenas sabia, do fundo da minha alma, que eu tinha nascido, e iria morrer, para fazendo e amar isso. 

Logo que desligo a luminária, abandonando o celular ao lado do travesseiro, Millie Bobby Brown surge em minha mente, não que a dona dos olhos mais lindos já vistos na terra, tivesse saído em algum momento. Desde que cruzou as portas da cantina, há algumas semanas, a garota roubou toda a minha atenção, como nenhuma outra havia conseguido até hoje. Apesar de ter tentado fugir, não só pelos garotos ricos que estavam em seu pé, mas por medo do que ela é. 


Apesar de amar música mais do que a mim, sabia que eu não era lá um diamante bruto. O fato de saber que a morena entendia e se interessava pelo mundo em que sua família estava inserida mexia com minha cabeça, e eu sentia medo. Como saber se meu interesse não era apenas… Interesse? A vergonha me faz remexer incomodado nos lençóis. Ao buscar uma posição para dormir, decidi manter Millie afastada, pelo menos até eu saber o que eu estava sentindo. Não podia usá-la, de jeito nenhum. Eu queria ajuda? Ou só queria poder segurar suas mãos pequenas e quentes nas minhas, ficar com seu perfume em meu suéter e a defender dos ataques das Apatows? Era errado aproveitar as habilidades e contatos delas para promover a Calpurnia? Me cubro irritado com minha falta de coerência. 


Toronto, Ontário, Canadá, Bruce Public School - Segunda-feira - 10h


-Que merda! - murmuro olhando para meus exercícios de cálculo. 

- Tem que isolar o x. - escuto meu colega, no banco de trás, sussurrar. 

- Como? - sussurro de volta. 

- Me dá aqui! - me viro, com meu caderno nas mãos. 

- Assim! Faz primeiro a parte da fórmula, é muito mais rápido se você começar por ela. - Partridge explica, tomando meu caderno e o colocando em cima do seu. 

- Mas quando chegar no X eu vou fazer o que? - me curvo, observando ele fazer algumas anotações ao lado do exercício. 

- Ele é o que você está procurando, entende? Tenta resolver com esse esquema que eu fiz aí, se não conseguir, me chama que eu te explico. - o calouro me devolve o caderno, com o olhar confiante. 

- Tá. - volto a minha posição inicial, ouvindo Ayla rir baixinho. 

- Se você conseguir fazer qualquer fórmula entrar na cabeça desse doente, eu juro que te dou minha guitarra. - a loira caçoa. 

- Fica na sua aí! - respondo sem olhá-la. 

Me concentro nos números à minha frente, lendo as dicas de Louis e observando os exemplos no quadro. Para a minha surpresa, acabo entendendo, conseguindo pela primeira vez em anos, resolver todos os exercícios. Claro, errando e apagando algumas vezes, pois esquecia alguns números por falta de atenção, mas do terceiro em diante pego o ritmo, sorrindo comigo mesmo. 


-Não acredito! - Ayla exclama em voz alta, quando levanto minha mão indicando que havia terminado. A empurro em resposta, o que arranca um riso baixo de Louis. 

- Vamos ver, Wolfhard. - ouço o tom de deboche na voz de Ryder. 

- Eu tentei. - abaixo um pouco os olhos, mirando o relógio atrás da professora. 

- Estão… Certos. Finalmente. - a mais velha ri, assinando pela primeira vez em dois anos, que fique claro, meu caderno. 

- Os maias estavam errados. 2019 é que será o fim do mundo. - escuto Alex debochar, levando a sala toda a risada. 

- HÁ! - finjo uma risada alta. 


Minha conquista na aula de cálculo me manteve animado pelo resto do dia. Era estranho como tudo parecia bem, não normal, como sempre. Desde antes do início deste ano acontecimentos bons começaram a me cercar, e apesar de parecer bem agourento, estava começando a me perguntar quando essa onda de sorte iria acabar.


-Tenho um anúncio importante! - Ayla chama a atenção no almoço, quando todos, menos Millie, já estavam sentados em seus lugares em nossa mesa do refeitório.

- O que? - Jack responde, com a boca cheia dele legumes.

- Finn tem seu primeiro visto em um exercício de cálculo. - ela diz, batendo levemente na minha cabeça.

- NÃO! - Caleb grita, com os olhos esbugalhados. 

- SIM! - Ayla rebate.

- Finalmente né? - Sadie debocha, voltando a comer.

- 2019 está sendo uma caixinha de surpresas! - Noah diz, também voltando a atenção para seu prato. 

- Como você conseguiu? - Malcolm questiona. 

- Louis me ensinou um macete. - respondo, dando um longo gole em minha garrafa de água.

- Santo Louis! - Maddie o empurra de leve. 

- Millay também não sabia fazer, aí tivemos que desenvolver um método onde ela pudesse fazer a prova sem colar de mim. - ele responde simplesmente, enquanto mexe em seu celular. 

- Falando nela… Cadê? - Gaten brinca, batendo em um dos bancos livres. 

- Tive aula de química com ela, mas o Jacob a chamou na saída, ai não sei onde ela foi. - Lizzy conta, brincando com seu copo. Vejo a expressão de Noah franzir ligeiramente, assim como a minha. 

- Hum, tá. Eu vou procurar ela. - o loiro junta suas coisas atrapalhadamente, levando a bandeja quase intocada até o balcão. 

- Ok. - Sadie responde mecanicamente.


A conversa acaba em silêncio, onde cada um busca seu aparelho celular nos bolsos para ignorar o desconforto, somente Louis não o faz, focando em seu prato e em um pequeno livro que vinha carregando desde a primeira aula. 


-Biologia é fácil e bem lógico. - começo, assim que Partridge senta ao meu lado em nossa mesa, para a última aula do dia. 

- Para você parece lógico, eu já acho que é magia. - ele bufa, apoiando o rosto bonito nas mãos. 

- Não exagera. Vou te passar umas anotações minhas e você vai se sair bem nas provas. - sorrio em resposta.

- Valeu mesmo, não posso ir mal em nada. - desabafa o moreno, abrindo seu caderno e observando o professor Gibbs entrar. 

- É meio difícil, digo, não sei como era o seu colégio antigo, mas aqui é um pouco massante. - explico calmamente, também organizando meu material sob a mesa. 

- Lá era tranquilo, pelo menos para mim. - responde simplesmente. 

- Ah, você era um dos populares. - afirmo, rindo baixo. 

- É, isso aí. - concorda, apontando seu lápis para mim.


Com uma lista enorme de exercícios e, com uma dívida à cumprir com Louis, atravessamos os portões da Bruce. Vejo Millie, pela primeira vez durante todo o período de aulas. A garota parecia um pouco elétrica, quase fora de contexto, correndo em direção ao meu mais novo amigo, se é que podia chamá-lo assim. 


-Me dá uma carona? - ela pede, recuperando o fôlego em razão de sua corrida. 

- Você disse que não precisava. - Partridge responde, franzindo o cenho. 

- Mudei de ideia. - Millie estava usando uma mini blusa, não era esse o nome, mas não me recordava do correto, vermelha, uma calça jeans preta, rasgada e larga, junto de uma bota com salto e sua bolsa holográfica. Estava linda. 

- Agora deu para ser indecisa? - o moreno questiona ironicamente. 

- Vai ser ou está difícil? - ela se irrita, colocando as mãos na cintura, o que eu achei a coisa mais fofa desse mundo. 

- E se a Paige me ver? - Louis diz, parecendo inseguro. 

- Não vai, você me deixa na esquina. - propõe a mais baixa. 

- Tá, mas se alguma coisa der errado, a culpa é sua. - ele tira a chave da bolsa, que parecia ser de um carro conversível. 

- Não acredito que você trouxe esse carro. - Millie estava rindo, mas aparentava um pouco de desespero.

- O que tem de errado com meu carro? - Louis rebate. 

- Parece ser um conversível. - digo. 

- Finnie, não é só um conversível. Você é tapado, Louis. - a garota engata seu braço no meu, me puxando para onde o garoto tinha estacionado o carro. 

- Não acredita nela, Finn! Está exagerando. - Partridge tenta me convencer, mas apenas solto uma risada baixa, procurando o veículo com os olhos.

- Agora todas as garotas da Bruce vão querer sair com você…. Satisfeito? - ela se inclina, tentando olhar para o amigo, que revira os olhos dramaticamente. 

- PUTA MERDA. - exclamo assim que vejo o carro. - Eu quero sair com você! Me busca na sexta, na Future Star, ás 20h. - brinco, levando Millie a exclamar um "EU TE AVISEI". 

- Tá! Amanhã vou vir de ônibus. - ele fecha a cara, me dando um tapinha nas costas como despedida.

- Tchau Finnie. - ela se afasta, acenando. 

- Tchau Brownie. - também aceno, me virando para encontrar Malcolm e sua mãe, que estavam logo a frente, observando a cena de seus lugares. 


Mesmo de longe, podia notar os lábios de Malcolm movimentarem-se rapidamente. Provavelmente, e eu nem podia condená-lo, estava falando o quanto o carro de Louis era absurdamente bonito. 


-Sim, o carro é dele. - digo antes mesmo de meu amigo ter a chance de perguntar. 

- É um Opel… 

- Cascada, sim, eu sei. - completo. 

- Eu deixava ele me comer, só para poder dar uma voltinha com a capota baixada. - Malcolm diz. 

- Filho! Tenha modos. - mesmo tentando repreender o filho, senhora Craig ri.

- Acho que não precisa de tanto, se você pedir ele deve deixar. - afirmo, pois, apesar de ainda não gostar muito dele, o melhor amigo da garota por quem eu achava estar a fim, parecia ser bem legal. 

- Eu vou pedir, estou nem aí. - anuncia, dando de ombros. 


O trajeto até em casa foi calmo, estava despreocupado, ao contrário de Millie. Mesmo sabendo que não a conhecia nem a um mês, algo que não sabia explicar, dizia que a garota estava preocupada. Tento abandonar o pensamento, porém, o nome de Jacob continuava rondando minha mente, me fazendo fechar os punhos levemente. A reação de Noah, no almoço, não ajudava em nada minhas paranóias. Eu não podia simplesmente perguntar a ela se eles haviam ficado ou algo mais, uma vez que a gente não tinha nada, nem intimidade, ela era solteira e ele o cara mais gato, perdendo o posto para Louis, e mais popular da Bruce. Mas, apesar desses pré-requisitos, não via Millie como uma menina deslumbrada, tal como a Chloe, ou burra, nada disso. Sendo assim, não fazia nenhum sentido ela estar com o Sartorius, não é? 




Notas Finais


Se eu pudesse dizer algo, diria. "Momentos antes da desgraça acontecer". Vai ter algumas coisas de whats e TT, ok? Ok. Ouçam a playlist, nunca pedi nada.


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