História I've lost my mind - Capítulo 1


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Categorias Steven Universe
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Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia/Tarde/Noite.
Sei que tá horripilante maassss queria muito escrever e preciso da opinião de você meu querido leitor para melhorar minha patética escrita.
Então meu amorzinho deixe sua crítica mas de preferência aponte meus erros

Capítulo 1 - Good Morning


Peridot P.O.V

Acordei gritando de novo no meio da madrugada por causa daquele pesadelo. Desde que eu soube que consegui minha bolsa em Beach City não venho dormido bem e ando acordando cada vez mais no meio da madrugada sempre acompanhada de gritos de desespero.

-Meus vizinhos devem me odiar-falou pra mim mesma enquanto eu pego meus óculos no criado mudo- Alexa, ligue as luzes do quarto e da sala.

Um pequeno dispositivo preto brilha com um led iluminando meu rosto ainda deitado no travesseiro, me levanto e pego as muletas que ficam escoradas perto da minha cama e me dirigo até o banheiro do meu quarto, escovo meus dentes e jogo uma água no rosto, me olho no espelho e fico me encarando.

-Alexa-chamo novamente pela inteligência artificial que comanda meu apartamento e vou até cozinha- ligue para a Amestista.

-Ligando para Amestista-Escuto o telefone chamar e uma voz sonolenta e rouca atende- Alô? Quem fala?

-Sou eu, Peridot. Você não se esqueceu que eu irei voltar hoje né?

-PUTA MERDA!!!... é óbvio que eu nunca esqueceria da minha melhor amiga voltando de Berlim, que tipo de pessoa eu seria fazendo esse tipo de coisa?

-Uhum sei-digo dando uma risada baixa- Devo chegar aí por volta das 5 da tarde, só tenho que terminar de arrumar umas coisas do meu quarto e esperar minha colega de quarto volt-

-COMO ASSIM 5 HORAS DE HOJE?-Ametista me interrompe gritando.

-Por favor Amy, PARA DE GRITAR PELO TELEFONE -Grito de volta enquanto faço meu café- e sim 5 horas, como eu estava falando pra você eu só vou organizar meu quarto e entregar a chave do apartamento pro porteiro, Jajá tô embarcando no avião pra Beach City.

-Tira essa bunda daqui pérola-Escuto ela falando de fundo no celular e voltando a atenção pro aparelho-Ok ok eu vou ir te buscar no horário certo dessa vez, provavelmente todo o pessoal vai... A gente tá com muita saúde Peri...

-Eu também to morrendo de saudades de todos-Dou um gole no café - Não se esqueça que vou te esperar no portão dezoito. Pelo amor de tudo que é mais sagrado amestista, NÃO CONFUDA COM PORTÃO 8

-AAAAAAAHHHHHHHHH Por que você acha que eu iria fazer isso? Pode deixar na mão da titia aqui que eu não vou te perder no aeroporto, pelo menos denovo não- Escuto uns gemidos de fundos seguidos de "desliga o telefone e vem deitar ame".

-Parece que alguém teve a noite agitada né?-Falo dando um último gole na xícara e a colocando na pia.

-Muito engraçado anão de jardim HaHa, te vejo as 5.

-Nossa, mal educada-escuto mais reclamações de fundo- te vejo as 5.

A chamada então acaba e eu começo a encarar a xícara vazia e a pensar como eu cheguei até aqui... Foram 4 anos longe de todos as pessoas que eu amo apenas pra achar uma prótese e um tratamento psicológico adequado aqui na Alemanha e eu realmente achei uma prótese mas cada psiquiatra e terapeuta que eu encontrei falou que eu tinha ptoblemas para serem resolvidos, porém eles nunca me falavam a solução deles. Meus recorrentes pesadelos são apenas memórias do dia do acidente, porém são sempre a mesma coisa:flashs e lapsos de memória incompletas que eu provavelmente bloqueei por causa do trauma... Lembro de ouvir o grito do meu pai, uma buzina de caminhão e então uma dor gigantesca do meu joelho pra baixo, 3 dias depois acordei no hospital com parte do meu abdômen e minha coxa com queimaduras de terceiro grau. Se tivesse sobrado algo de mim dali pra baixo eu tenho certeza que também estaria queimado.

Mergulho em pensamentos que em outras circunstâncias não me permitiria sequer mencionar e caio de volta na realidade. Tomo um banho rápido e organizo rapidamente minhas malas e deixo a chave nas mãos do porteiro e peço para o mesmo entregá-la a minha colega da quarto porém ele não parece se importar muito com minha presença ali. Não vou sentir nenhuma saudade dessa calorosa educação alemã...

Peço um Uber para o aeroporto e da janela do avião encaro Berlim pela última vez.

-Isso foi uma perda de tempo...






Notas Finais


V


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