História Ive Told You Now - Capítulo 11


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Categorias Amber Heard, One Direction
Tags Amber Heard, Ceo, Harry Styles, One Direction, Romance
Visualizações 98
Palavras 6.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus anjinhos!
Eu disse que voltaria e voltei... Especialmente hoje por ser um dia muito importante. Hoje é o aniversário de minha inspiração, pensando nisso resolvi a presentear com um capítulo e o dedicar à ela. Parabéns Jaque! Te amo de muitão <3
Bem vindas, leitoras novas :D

Sem mais delongas, vamos explicar algumas coisinhas:
- Sugiro que escutem a música Heal do Tom Odell e Heart like Yours do Willamette Stone, quando acabar as duas, recomecem as músicas de novo e curtam o capítulo. (DEIXAREI O LINK DAS MÚSICAS NAS NOTAS FINAIS);
- Minha escrita mudou, muito e talvez reparem isso. Gostaria muito que comentassem dizendo o que acharam, para eu ter noção o que devo mudar e melhorar;
- Comentem! Por favor, preciso saber o que pensam e saber se estou alcançando meu objetivo com a Fanfic;
- Recomendo que releiam a história, porque é provável vocês ficarem um pouco perdidos. (Se eu fiquei para escrever, imagine vocês que leem);
- Nas notas finais deixarei os personagens com seus respectivos representantes, por exemplo, a Jaqueline é representada pela Amber Heard e nos próximos a cada aparição de um novo personagem haverá essa informação;
- Postarei com a frequência que minha escola me der uma pausa, ou seja, indeterminado, mas não preocupem não sumirei mais do que dois meses.

Boa leitura!!
Muito obrigada pela compreensão! Amo muito todos vocês <3
Nos vemos nas notas finais :)

Capítulo 11 - I'll see you soon


Fanfic / Fanfiction Ive Told You Now - Capítulo 11 - I'll see you soon

  - Desculpa, mas não consigo acreditar em você. Vamos tentar fazer isso parecer verdadeiro para mim - ele ria, porém não era um riso descontraído, era um nervoso - Quem é o pai de Louis? - a pergunta teria me pegado de surpresa, se eu já não tivesse pensado na possibilidade desta pergunta. 

- Eu não sei...

- Sou eu.

Take my mind and take my pain

Like an empty bottle takes the rain

And heal, heal

Heal me

Ri nervosa com sua confiança em afirmar algo tão absurdo como aquele, olhei para sua reação e o mesmo continuava impassível. Procurava incessantemente alguma desculpa em minha cabeça, mas o álcool e calmantes que vinha tomando em excesso, ultimamente, não estavam me ajudando. Queria berrar na cara dele, que sim era filho dele, mas amava Louis demais para isso e não ia jamais, fazer algo que me faça o perder. Vamos Jaque! Pense em algo rápido. 

Take my past and take my sins

Like an empty sail takes the wind

And heal, heal

Heal me

- Acho que você é surdo, não é possível… Vou te falar a última vez, para ver se grava na sua cabeça! - o olhava nos fundos dos seus olhos, tentando passar o máximo de verdade e confiança que conseguia - Louis não é, nem nunca será seu filho e ponto final. - naquele ponto eu já estava exausta de tudo o que vinha acontecendo. Desde que ele retornou para minha vida, nada tem sido igual antes e isso me deixava insegura. Em apenas três dias, ele conseguiu transformar minha vida em um verdadeiro inferno e eu queria me bater por querer queimar em seu fogo. Eu não dormia mais, não tinha meus pensamentos claros, bebia tudo o que devia e não devia, e por fim, vivia me dopando com remédios. Isso não é vida para ninguém, simplesmente estava cansada e queria acabar com tudo isso logo. - O mais engraçado é que hoje cedo, você aceitou numa boa que, Louis não era seu filho e depois no almoço percebi que havia simplesmente mentido para mim. Você tem e tinha ainda dúvidas se ele não é mesmo seu. Por que a constante mudança de opinião? 

And tell me some things last

And tell me some things last

Eu não estava nem um pouco preparada para ouvir o que viria a seguir, queria ter como fugir dali e nunca mais ver seu rosto novamente. Uma pontinha de esperança se ascendeu em meu peito, quando percebi que minha pergunta tinha pego o mesmo de surpresa e que Harry não sabia o que responder. Isso podia ser um sinal bom, certo? Afinal, ele pode abrir o jogo de uma vez por todas e me contar o que tanto esconde, em vez de me enrolar. 

- Eu na verdade nunca tive dúvidas e sim certezas - ele tinha fogo em seus olhos, e não era o fogo que eu gostaria e sim um de ódio. O álcool em minha cabeça começou a embaralhar meus pensamentos, bem pelo menos eu acho que era o álcool e tudo começou a rodar. Calma, Jaque! Não é nada. Respirei fundo, me preparando para responder e percebi que teria que sentar. 

Take my heart and take my hand

Like an ocean takes the dirty sands

And heal, heal

Heal me

- Certezas… - senti uma pontada na minha cabeça, cambaleando fui até o balcão da cozinha, me apoiando nele e não adiantou já que tudo continuou a girar.- Eu tenho a minha de que não é, pare de insistir nisso e aceite. 

Take my mind and take my pain

Like an empty bottle takes the rain

And heal, heal

Heal me

- Jaque? - Harry me puxou pela cintura, me segurando e virou meu rosto para ele, sua expressão de ódio foi para completamente preocupada e assustada - Você está suando Jaqueline, está pálida e que… - não consegui assimilar nada do que Harry falava, sentia cada vez mais meu corpo se desfazendo e algo em minha barriga começou a doer, mas não tinha forças para tampar minha boca e quando vi já estava vomitando em cima de Harry - Carmen! - ele gritou bem alto, fazendo com que eu virasse a cabeça procurando minha mãe e nada dela. Eu não tinha mais controle do meu corpo, comecei dentro de mim mesma a desesperar e tudo foi ficando escuro - Jaqueline! Não feche os olhos! JAQUELINE! - ele me segurava firme e me sacudia - Por favor… Lembre de Louis, ele precisa de você.

And tell me some things last

And tell me some things last

Essa foi a última coisa que escutei, lembrei do rostinho de Louis, antes de perder por completo todas minhas forças e tudo virar uma escuridão completa.

And tell me some things last

And tell me some things last

 

 

*CARMEN WOLF - POV*

 

Achei super estranho Jaqueline trazer aquele menino para dentro, não era do feitio dela fazer isso e a mesma sabe o risco que isso trazia. Depois que conversei um pouco com o Harry, desci direto para o quarto de Louis e me sentei na pontinha de sua cama, o observando dormir. Algo dentro de mim dizia que tinha alguma coisa errada, mas ignorei o sentimento estranho. Olhei no relógio e já ia dar 18:30, mais um dia em que dormiria aqui e que deixaria John usufruir de toda nossa casa com suas acompanhantes. 

O pensamento me deixou extremamente decepcionada comigo mesmo, de ainda mesmo depois de tudo que o pai de Jaque me fez passar, eu o amava com todas minhas forças e isso era aterrorizante. Ouvi um barulho estranho no andar de cima, onde Harry e Jaque estavam, logo depois alguns gritos e meu coração começou a apertar. Escutei meu nome ser gritado, meu corpo de imediato se levantou e começou a correr em direção as escadas. 

- Jaqueline! Não feche os olhos! JAQUELINE! - meu coração disparou, subi as escadas desesperada e com a angústia tirando todo ar de meus pulmões. Quando eu cheguei no andar de cima, dei de cara com Harry coberto de vomito, sentado no chão com Jaqueline em seu colo e a mesma desacordada. Meus olhos se encheram de água, meu chão foi arrancado naquele momento e o desespero tomava conta de mim. Styles não percebeu minha presença, o mesmo sacudia ela, tentando acorda-la e quando percebeu que eu estava em choque me gritou novamente. - Chame uma ambulância! Agora e rápido! - corri até o telefone em cima da bancada da cozinha, minhas mãos tremiam e eu chorava sem compreender nada. Carmen, se componha e resolva isso! 

- Emergência. Em que posso ajudar? - alguém disse rapidamente na linha, estava tentando processar aquilo ainda e me forcei a pensar rápido. 

- Minha filha… Ela, er… Ela está desacordada, aparentemente vomitou e eu não sei o que fazer! - falei com pressa e o mais clara possível, mas estava muito difícil de assimilar o que estava acontecendo. 

- Certo! A senhora pode me informar o endereço onde vocês estão? - a atendente respondeu com calma, coloquei a mão livre na cabeça tentando lembrar de cor o endereço e para meu alívio eu lembrei.

- North Moore, número 25 no Tribeca. Por favor, venham rápido! - deixei meu desespero transparecer.

- Vamos mandar a ambulância mais próxima para aí, peço que a senhora se acalme e junte todos documentos de sua filha. Eles serão utilizados. A ambulância chegará no máximo em 3 minutos. 

- Certo, aguardo! - desliguei o telefone e corri até Jaque e Harry. Meu choro era somente resultado do meu desespero e medo de ver minha filha naquela situação, olhei para Styles tentando achar uma resposta, mas ele parecia mais apavorado que eu - O que aconteceu? Pelo amor de Deus, nunca vi Jaque assim! - meu tom de voz não era nada amigável, porque minha consciência me dizia que a culpa era desse menino e estava me segurando para não dar uns bons tabefes em seu rosto. 

- Eu estava conversando com ela, normalmente e do nada ela começou a cambalear. Percebi que tinha algo errado com ela, então corri para segurá-la e quando olhei em seu rosto ela parecia não processar nada do eu dizia e estava mais pálida do que uma parede branca. Ela começou a revirar os olhos, nisso eu percebi que a mesma ia desmaiar, mas antes ela vomitou em cima de mim e por fim desmaiou - suas lágrimas desciam rápido, sua voz estava embargada e ele se segurava para não soluçar. Por que raios, esse menino está assim? Harry segurava Jaqueline em seu colo com o maior cuidado, me aproximei dela e acariciei seu rosto, rezando para que a mesma acordasse e nada aconteceu. 

O interfone tocou, quando atendi era Fernandes dizendo que a equipe de paramédicos havia chegado e que estavam subindo. Peguei a bolsa de Jaque, que a mesma havia deixado no balcão da cozinha. Harry se levantou do chão com Jaqueline ainda em seus braços e andou as pressas até a porta. Abri a porta, dando de cara com os paramédicos que de imediato pegaram-na do menino e colocaram na maca que haviam trago. 

Por um minuto, na confusão do momento esqueci que Louis dormia no andar de baixo e meu desespero aumentou. Não posso deixar Lou sozinho, mas não posso levá-lo para um hospital. Meu Deus! Jaque só peço que não me deixe. Teria que apelar para minha única opção.

- Harry, preciso que fique aqui com Louis e não tenho como deixá-lo em lugar nenhum agora. Assim que conseguir resolver isso, volto e o busco, ou mando alguém vir buscá-lo. - ele apenas assentiu, sem me olhar, seus olhos estavam cravados em minha filha que entrava no elevador em um maca e agora ia para o hospital. Corri entrando junto a equipe e segurei a mão, agora fria, de minha pequenina até dentro da ambulância e rezava para todo Deus que conseguia me lembrar.

A sensação de impotência aumentava cada vez mais, meu coração batia forte em consequência do medo que se apoderou de mim e minhas mãos tremiam. Jaque já estava com uma máscara de oxigênio, os paramédicos davam os primeiros socorros e seu vestido bege alaranjado foi rasgado até seu umbigo para que os mesmos pudessem colocar os aparelhos para avaliar os batimentos cardíacos. Me entregaram o colar e os brincos que estavam nela, os guardei na bolsa e respirei fundo tentando me controlar. 

Minhas lágrimas desciam quentes pelas minhas bochechas, um paramédico falava algo comigo, mas eu simplesmente não escutava e continuava a encarar Jaque. Um filme dela começou a passar em minha cabeça, meu choro se intensificou com cada memória e apertei mais forte sua mão. A primeira memória a aparecer foi de quando a peguei em meu colo pela primeira vez, eu tinha meus 21 anos e foi questão de segundos para eu me apaixonar completamente por aquele pacotinho de gente. E a última foi uma triste, porém ao mesmo tempo alegre, foi quando Jaqueline retornou de Londres e me contou ao choro, que estava grávida e que não tinha como contar ao pai de sua criança. Lembro das exatas palavras que ela usou para me contar “Não é só mais eu mãe, carrego dentro de mim uma vida”, eu de começo fiquei brava e a xinguei, mas logo depois aceitei a ideia e apoiei sua vontade de manter a paternidade em segredo.

Eu fui a primeira a saber que Harry Styles era o pai de Louis, porém eu não imaginava o quão famoso ele ficaria e me surpreendi em ver sua evolução com o passar dos anos, o que contribuiu para sua insegurança e superproteção dela em relação ao Lou. Isso era algo que tirava Jaqueline do sério, ela se sentiu muito humilhada por tudo que aconteceu com ela, sem contar que ela fez questão de esconder o máximo que podia dos outros sobre a paternidade de Louis e quando ela era questionada, simplesmente dizia que o pai dele viajava muito e que os dois não estavam mais juntos, o que de certa forma não era mentira. Se não for ela, quem vai proteger Lou e a mim? 

- Não me deixe, eu preciso de você e Louis também - sussurrei limpando algumas lágrimas, olhando para o paramédico que conversava comigo e somente assenti. 

- Desculpe, mas acho que a senhora não escutou. Sei que agora é um momento muito delicado, mas precisamos que você nós ajude - ele colocou a mão em meu ombro com um pouco de dificuldade, já que a ambulância balançava devido a alta velocidade em que andava - Eu preciso que me informe se ela fazia o uso de algum medicamento.

- Ela costuma tomar calmantes fortes, por conta de estresse e ansiedade - a pergunta era um tanto quanto normal, porém não entendi que relação isso poderia ter com o que aconteceu com ela. 

- Poderia me dizer o nome dos calmantes? - Jaque sempre carregava-os dentro da bolsa, então abri a bolsa de imediato procurando os calmantes e quando achei, entreguei ao paramédico - Você tem noção de quantos desses ela tomava por dia? 

- Cerca de quatro comprimidos ao dia, dependendo de como estava, talvez mais.

Breath deep, breath clear

Know that I'm here

Know that I'm here

Waiting

A ambulância diminui de velocidade poucos minutos depois, avisando a chegada ao hospital e as portas se abriram. Primeiro desceram, tirando Jaque de dentro e desci logo depois os seguindo. Entramos no pronto socorro do Presbyterian Lower Manhattan, o mundo parecia ter parado e somente nós corríamos, tudo parecia estar em câmera lenta. Em um certo ponto, não pude mais seguir junto de minha menina e me desabei em lágrimas sentindo seus dedos se afastando dos meus. Minhas mãos foram a cabeça, me sentei em uma cadeira de frente aonde Jaque havia entrado e logo após apoiei meus cotovelos em minhas coxas, dando suporte para minha cabeça para ajudar a cessar os soluços. 

Stay strong, stay gold

You don't have to fear

You don't have to fear

Waiting

I see you soon

I'll see you soon

Eu te verei logo! Esperarei aqui minha menina…

Eu simplesmente não conseguia entender o que tinha acontecido, tudo foi extremamente rápido e meus pensamentos estavam completamente embaralhados. Me lembrei de o quão bem ela estava quando chegou em casa acompanhada de Harry, jamais imaginaria isso acontecendo com ela e naquele momento. Provavelmente eles discutiram, mas por quê? Se ele fosse a causa disso, eu faria de sua vida um inferno e nunca mais deixaria chegar a um metro de Jaqueline. 

How could a heart like yours

Ever love a heart like mine?

How could I live before?

How could I have been so blind?

You opened up my eyes

You opened up my eyes

(pausem a música)

A confusão mental não me permitiu ver que alguém tinha se sentado ao meu lado, até quando senti uma mão em meu braço e acabei levando um pequeno susto, me virei para o lado e uma enfermeira me observava calmamente. Ela estendeu uma prancheta para mim com uma ficha que devia preencher sobre Jaqueline e me perguntou se eu gostaria que ela ligasse para alguém, passei de imediato o número de John e pedi que falasse com o mesmo que fosse até o hospital. Preenchi toda a ficha com a ajuda dos documentos que estavam em sua bolsa, demorei um pouco, por conta da tremedeira e quando terminei levei até a recepção aonde a enfermeira estava. Perguntei se havia alguma notícia de minha filha e tudo que ela me disse era que assim que tivesse algo, me contaria. 

Nunca em minha vida me imaginei passando por uma situação assim, xinguei Jaqueline mentalmente por ser tão descuidada com a saúde e preocupada ao extremo com o trabalho. Nesse ponto ela era idêntica ao John, quase uma viciada em trabalhar, a sorte era que ela tinha Louis e isso a fazia sair dessa bolha de trabalho. Louis… Meu corpo esfriou por um momento, me lembrando que o deixara com Harry. No desespero não vi outra alternativa, Jaqueline vai me matar. Meu Deus! 

Peguei meu celular discando o telefone do apartamento da Jaque, no terceiro toque uma voz rouca atendeu e de imediato soube que era Harry.

- Liguei para saber se está tudo bem por aí… - minha voz saiu bem falha, por conta do choro. 

- Está tudo certo, Louis acordou mas já voltou a dormir. E aí? O que a Jaqueline tem? Ela já acordou? - ele disse com um certo desespero. Mais lágrimas caíram, segurei o soluço e respirei fundo.

- Não está nada bem. Não faço a mínima ideia do que está acontecendo, eles não me dizem nada! - dava para perceber a irritação em minha voz.

- Hospitais são sempre assim, mas tente se acalmar. Vai dar tudo certo! - ele parecia falar mais para ele do que para mim, mas ignorei e continuei a falar. 

- Assim que conseguir, peço alguém para ir aí cuidar de Louis e assim você pode ir para sua casa. Me desculpe o incômodo.

- Louis não é um incômodo, pode ter certeza e eu não vejo problema em ficar aqui cuidando dele. Você que sabe. - ele não via, mas eu enxergava em neon o problema dele cuidar de Louis. Teria que arrumar alguém para ir dormir lá, mas quem? - Está muito tarde também, por isso falo que não seria um problema. 

- Vou olhar isso daqui a pouco, por enquanto você fica aí. Obrigada. Tenho que desligar. 

- Nada mais que minha obrigação. Me dê notícias assim que puder. 

Desliguei, me pondo a andar de volta para recepção. Não aguentava mais ficar sem notícias, aquilo estava me matando aos poucos e não demoraria muito para eu surtar. Achei estranho o menino Styles falar “Nada mais que minha obrigação”, ele não tinha obrigação nenhuma com ninguém de nossa família, até aonde ele sabia, apenas com a empresa.  

A enfermeira falava ao telefone, assim que me viu aproximar o colocou no gancho e aguardou eu falar. 

- Olha… Não quero parecer louca, mas eu preciso saber qualquer informação sobre minha filha e sinto que vocês estão escondendo alguma coisa - frisei o máximo que pude o “preciso”. Seu olhar de pena era evidente, com motivo, eu estava com o rosto inchado de tanto chorar e parecia uma morta vida - Estou pedindo como mãe que ama sua filha e não quer nem imaginar em perdê-la. - ela assentiu, pegou o telefone de novo e digitou alguns números. Depois de conversar com algum outro enfermeiro, ela olhou para mim com um pequeno sorriso e desligou.

- Sra…? - ela perguntou.

- Carmen Wolf. 

- Sra. Wolf, o enfermeiro que está aonde sua filha foi enviada, me disse que os médicos ainda estão a estabilizando e fazendo os exames necessários para descobrir o que ela tem. Inclusive, o senhor Wolf disse que está a caminho. 

- Obrigada. Muito obrigada mesmo! - sorri um pouco sem jeito, deve ter saído uma careta, afinal, não estava no meu melhor. Voltei a me sentar na cadeira, reparei no relógio que tinha ali ao lado da porta a qual Jaqueline tinha entrado e o mesmo marcava 19:24. Juntei minhas mãos devagar, fechei meus olhos e me pus a rezar novamente. Deus, proteja minha garota. Não deixe que nada de mal à aconteça. 

 

 

Meia hora depois de conversar com a enfermeira, John chegou bastante preocupado e tenso. Ele podia ser o maior carrasco do mundo, contudo não desejaria jamais que algo de ruim acontecesse à sua menina. John era um homem complicado, movido à dinheiro, poder e ambição, nada era suficiente. No fundo ele tinha um coração que amava sua filha, seu neto e talvez eu, difícil de acreditar já que estávamos nós divorciando e ele fazia juras de amor à uma menina de 24 anos. 

(play na música)

Sleep sound, sleep tight

Here in my mind

Here in my mind

Waiting

Assim que me viu, me deu um abraço apertado, me levantando da cadeira, e coloquei meu rosto em seu pescoço sentindo seu perfume amadeirado. Foi ali que me permiti desmontar por inteiro, não precisava me controlar mais, ele era o controlado e sabia que eu não aguentaria muito tempo. Ele acariciou meus cabelos, depositando um beijo em minha cabeça e me segurou firme. 

Come close, my dear

You don't have to fear

You don't have to fear

Waiting

I see you soon

I'll see you soon

- Calma, está tudo bem agora… - ele sussurrou em meu ouvido.

- Não, não está. Eles não me falaram nada sobre nossa menina, John! - minha voz saia abafada por conta de estar com o rosto coberto pelo seu pescoço. 

- Carmen, você conhece Jaqueline e sabe que ela não é de desistir fácil. Aquilo é teimosa igual a uma porta e só dela pensar na possibilidade de deixar Louis ela já vira uma leoa. 

How could a heart like yours

Ever love a heart like mine?

How could I live before?

How could I have been so blind?

You opened up my eyes

You opened up my eyes

- Eu não quero pensar nessa possibilidade! - virei meu rosto o olhando no fundo de seus olhos - Não sei viver sem ela, sem sua loucura, sua alegria, seus dramas, seu amor e… Coragem - meu queixo se contorceu com o choro que voltou - Você me entende? 

Hold fast hope

All your love is all I've ever known

Hold fast hope

All your love is all I've ever known

Seus oscilaram, ele buscava as palavras certas para me dizer algo que estava escrito em sua testa e o mesmo tinha medo de falar. Ele a amava, mesmo sempre a provocando, sendo um completo babaca e muitas vezes a prejudicando somente para ver como ela se sairia da situação, o típico pai que vive fazendo testes e mais teste em cima de seus filhos. Nossa história juntos dizia muito sobre o relacionamento pai e filha dele, porque sempre Jaque ficou ao meu lado e me defendia até quando eu estava errada. Ele tinha um pouco de ciúmes disso, entretanto seu maior orgulho era vê-la seguindo sua carreira. 

How could a heart like yours

Ever love a heart like mine?

How could I live before?

How could I have been so blind?

- Claro que entendo. Como não entenderia? Ela é nossa filha - ele me soltou, olhando em volta procurando por algo e se voltou para mim - O que aconteceu afinal? Quando recebi a ligação quase que achei que era algum tipo de trote ou brincadeira sem graça. - ele cruzou os braços sobre o peito e me encarou sério. John o frio voltou. 

You opened up my eyes

You opened up my eyes

You opened up my eyes

You opened up my eyes

- Jaque saiu para trabalhar como o normal, mas parece que aconteceu inúmeros imprevistos na empresa e até aonde sei foram resolvidos. Depois ela saiu para almoçar com seu amigo Harry Styles, chegando em casa um pouco depois das 18h, junto a ele e disse que os dois precisavam discutir sobre alguns assuntos da empresa. Achei estranho já que eles tinham ido almoçar junto, até ai tudo bem. Desci para deixar os dois à vontade, pouco tempo depois escutei gritos e quando subi encontrei Jaqueline desmaiada em seus braços… - respirei fundo, tomando um pouco de ar para continuar  a falar e maneirar o choro - Ele estava coberto de vômito, muito assustado e surpreso, quando vi aquilo entrei em choque e somente sai com ele gritando para que eu ligasse para uma ambulância. 

- Onde está Louis? - sua expressão era fechada, e ele tensionava os músculos do maxilar e parecia estar levemente irritado.

- O deixei com o menino Styles, não tive outra alternativa na hora e agora que chegou vou ver o que faço - me sentei novamente, agora estava bem mais controlada e calma, John tinha esse efeito em mim. Peguei meu telefone pensando para quem eu ligaria, mas ninguém me vinha a cabeça.

- Aquele moleque! Falei para ele ir com calma... - John sussurrou pensando que eu não escutaria, tirei minha atenção de meu celular e o encarei. 

- Como é que é? - ele me olhou surpreso - "Ir com calma" com o que John Wolf? - já sentia meu sangue fervendo, minha cabeça criava um milhão de alternativas e nenhuma delas eram boas. Ele ficou completamente mudo, o que me irritou mais - Hein? 

- Ele queria se aproximar de Jaqueline a conhecer mais, para saber com quem estava se associando e eu disse para ir com calma! - ele mentia descaradamente, tanto que ele não disse nenhuma das palavras olhando para mim e isso somente confirmava a mentira. 

- O engraçado é, eles já se conhecem John! - disse bem firme, levantando uma sobrancelha e bufando.

- Ele não sabia que ela era a Jaqueline de seu passado, veio a descobrir recentemente e o que eu falo ou deixo de falar não é da sua conta! - ele aumentou o tom de voz, como sempre fazia quando queria me reprimir e me fazer calar a boca. Como sempre eu me assustei, calando a boca e deixando de lado aquele assunto.

Um homem todo de branco saiu do local onde Jaque estava, assumi que fosse o médico que estava cuidando dela e meu coração disparou em esperança. Ele se aproximou de mim e John que logo nós levantamos, ele estendeu a mão nós cumprimentando e respondemos de imediato. Ele tinha um sorriso despreocupado no rosto fazendo com que um pouco do meu desespero fosse embora, meus olhos brilharam de felicidade de finalmente ter alguma notícia e John permanecia sério. 

- Sr. e Sra. Wolf? - ele perguntou, somente para confirmar e nós assentimos - Boa noite, prazer sou o Dr. Howard. Queria começar pedindo desculpa pela demora em lhe passar notícias, mas estávamos extremamente ocupados cuidando da Srta. Wolf, inclusive, a mesma passa bem e está descansando agora. - meus olhos encheram d’agua, dessa vez era felicidade e alívio. Parecia que tinha tirado a estátua da liberdade de minhas costas, era um sentimento inexplicável e somente uma mãe entenderia.

- Estamos muito aliviados doutor, mas gostaríamos de saber o que se passa com ela - John disse agora com um meio sorriso no rosto, deixando claro que ele também ficou feliz de saber que ela estava bem. 

- Pois bem, era ai que eu queria chegar. Quando ela deu entrada aqui pensamos que era algum tipo de colapso nervoso, mas vimos que não era somente isso por conta da ponta de seus dedos azuladas, o que indicava algum tipo de intoxicação que estava afetando sua respiração. O uso abusivo de calmantes misturados as bebidas alcoólicas que ela consumia, promoveram o início intoxicação por remédios ou melhor falando, uma quase overdose não intencional. Ela provavelmente passou por algum estresse que foi o gatilho para tudo ficar desordenado. - ele deu uma breve pausa e olhou no relógio - Para sorte dela ela chegou ao hospital à tempo, se demorassem um pouco mais talvez fosse tarde. 

- O que foi feito para estabiliza-la? - novamente John, ele gostava de deixar tudo bem claro e não eu discordaria nesse momento, também queria saber. 

- Fizemos uma lavagem gástrica, para limpar todo resíduo intoxicante e estamos agora monitorando sua respiração e seus batimentos cardíacos após a aplicação dos remédios necessários - ele sorriu por fim, estendendo uma folha para John que o olhou confuso e o mesmo insistiu - É um pedido para internação dela para recuperação completa. 

- Como assim? Ela não vai embora amanhã? - falei pela primeira vez, ele negou e John tirou uma caneta para assinar.

- O que ela teve é sério, tem que ser cuidado de perto e não podemos deixar que ela volte para sua rotina normal com o risco de ela voltar a abusar de calmantes fortes. Assim que os exames dela estiverem sem nenhuma alteração, ela estará liberada para ir para casa e trabalhar, com restrições é claro. 

  - Isso de alguma forma pode ter influenciado para seus surtos e mudanças de humor repentinas? - disse me lembrando de o quão estranha ela andava.

- Posso te falar que isso contribuiu bastante, pessoas que chegam aqui assim, normalmente estão passando por situações delicadas na vida pessoal e isso querendo ou não afeta a rotina da pessoa, o pensamento racional, por muitas vezes deixando-os  bastante nervosos por não conseguirem controlar seus sentimentos. Sugiro que ela, em especial comece terapia. 

- Por quanto tempo ela terá que ficar internada? - minha preocupação agora era outra... Louis.

- Tempo indeterminado, isso depende de quanto tempo o corpo dela levará para desintoxicar e seu sistema voltar a trabalhar normalmente. Mas ela é forte, creio que daqui uma semana já está de volta em casa. - assenti sem questionar mais nada, John me entregou a folha para que eu assinasse e o fiz de prontidão. No papel dizia que aceitávamos cobrir os custos da internação e remédios. Entreguei a folha para o Dr. Howard, que fez um movimento para que o seguíssemos e entramos na mesma ala em que ele havia saído. Era um corredor longo, com vários leitos que estavam separados apenas por cortinas e muitos deles estavam ocupados. 

Reconheci aqueles cabelos dourados de longe, a cortina de seu leito estava aberta e podia ver os inúmeros aparelhos ligados a ela, corri até a beirada de sua cama e me ajoelhei ao seu lado chorando. Ela dormia tranquilamente, como se dormisse em casa e seu rosto tinha uma expressão pacífica, aquilo aqueceu meu coração e minha alma de uma forma inexplicável. Agradeci mentalmente a tudo quanto é santo, funcionário e qualquer pessoa que a tenha ajudado. Minha menininha estava bem, viva e logo estaria longe dali. 

- Ela será transferida para um quarto privativo em alguns minutos, somente estão preparando a papelada necessária - Dr. Howard disse apontando para uma enfermeira em uma mesa no canto do corredor que escrevia sem parar e depois apontou para nós - Precisando de mais alguma coisa ou em caso de dúvida, somente me chamar, já sabem meu nome e em caso de imprevistos as enfermeiras estão a disposição para ajudar no que for necessário. Ela acordará provavelmente somente amanhã de manhã, mas se por acaso acontecer de acordar antes, me avisem.

  Eu e John agradecemos ao médico por ser tão atencioso, após terminar de explicar outras coisas, ele foi embora e ficamos ali conversando sobre o que poderíamos fazer em relação à Louis e a empresa. 

- Eu cuido da empresa e você de Louis, muito mais fácil assim e ele é muito mais acostumado com você - ele foi mais rápido que um tiro, isso era seu vício em trabalhar gritando e por mim não tinha nada de errado, afinal, depois de alguns meses a empresa seria parte minha, não dele. Apenas concordei, sem levantar o olhar para ele. Queria ficar olhando o rostinho de minha garota o máximo que podia, eu não ia perder mais nenhum segundo longe dela e aí de quem tentasse nós afastar. 

- Eu te amo… - sussurrei beijando sua mão, agora mais quente e macia. O perfume gostoso dela foi preenchendo o vazio que havia se formado em mim naquelas duas horas de total horror.

- Eu também - fiz uma careta estranha enquanto direcionava meu olhar para John, soltei uma risada contida e ele percebeu o erro dele. Ele havia que tinha falado para ele, aquilo de alguma forma era muito engraçado e não por conta da sua confusão, mas sim ele ter respondido sem pensar. 

- Você costumava mentir menos - falei ainda divertida.

- Carmen, eu já te pedi des…

- Agora não John! Não estrague meu momento com suas calúnias, guarde-as para sua criança que lhe espera em casa ou em qualquer hotel. - falei ríspida, não queria ele abusando de minha boa vontade e não era o lugar certo para aquela conversa. Ele sabia que eu falava de sua amante, sua única reação foi abaixar a cabeça envergonhado e puxar uma cadeira a levando até mim, colocando-a perto da cama para que eu sentasse. Sorri sem graça em agradecimento. 

Enquanto não transferiam Jaque para um quarto particular, ficamos conversando decidindo os detalhes necessários e decidimos que ligaríamos para Paola, nossa sobrinha e afilhada para que ela buscasse Louis. Mandamos mensagens aos sócios adiando a festa de comemoração do contrato com o Styles, que seria na sexta em um yatch, e explicando não muito a fundo, o ocorrido. John saiu para buscar um café, aproveitando para ligar para Paola e lhe contar tudo. 

Paola era um amor de pessoa, sempre muito animada, inteligente e carinhosa, ela e Jaque eram muito próximas antes de Jaque ir para Londres, do nível que saiam todos os finais de semanas juntas e aprontavam loucura atrás de loucura. A culpa do afastamento não foi nem de perto de Paola, e sim de Jaqueline que se escondeu do mundo, ela simplesmente achava que seria mais difícil lidar com a gravidez se todos soubessem. Eu sabia que ambas sentiam muita falta uma da outra, porém as duas mantinham um contato mensal e sempre procuravam saber as novidades de suas vidas. Ela é uma das únicas pessoas que sabem sobre o menino Styles, na época achou um absurdo Jaqueline esconder isso e achava ridículo ela tentar preservar o mesmo do escândalo. Depois de um tempo, quando ela viu a fama da banda, ela compreendeu o pensamento de Jaqueline e prometeu que defenderia ela e Lou no que fosse preciso. Por isso, sabia que Louis estaria em boas mãos. 

- Acabei de conversar com Paola, ela está indo buscar o Louis e disse para você ficar despreocupada que ela cuidará dele direitinho - levei um pequeno susto, estava tão distraída em meus pensamentos que nem percebi que ele já tinha voltado e segurava um café para mim. 

- Agora estou por fim, totalmente aliviada! - suspirei com um sorriso, senti o cheirinho do café e dei um gole.

- Por que? Harry não é nenhuma ameaça à Louis. - ele falou despreocupado, mexendo em seu celular e de vez em quando parava para olhar nossa filha.

- Claro que não! Afinal, ele não é o pai de Louis e outra, Louis sabe como o pai é. 

- Como assim? 

- Louis tem uma foto do pai, na verdade duas. Jaque todo ano agora, imprime uma foto do Styles e dá para Lou, assim ela se sente menos “culpada” por privar Lou da verdade. - levantei meu dedos fazendo as aspas, John não disse nada apenas continuou a mexer em seu celular e eu me voltei para Jaque. Decidi que ligaria para Harry eu mesma, não sei porque mas algo me dizia que ele e John andavam escondendo alguma coisa. Me levantei saindo da ala dos leitos indo para o corredor, peguei o número na discagem rápida e ele começou a chamar. Na quarta chamada ele atendeu. 

- Alô? - me arrepiei todinha, pois quem atendeu não era Harry e sim Louis.

- Ei Lou! É a vovó! - disse tentando soar o mais animada possível, não queria transparecer nenhum tipo de preocupação, pois sabia o quão esperto Louis era.

- Vovó! Te procurei pela casa toda junto com o papai e não te achei… - ele como sempre disse fofamente, mas isso não me impediu de quase desmaiar ao ouvir “papai” em sua frase.

- Lou, onde está o Harry? - fingi não escutar o que ele disse, era melhor assim, porque mais tarde teria que lidar com aquilo sozinha e sem Jaque saber, de preferência.

- Não se preocupa vovó, eu sei que ele não pode saber que é meu pai. - minha boca foi ao chão, aquele menino só podia ser um Alien - Ele está no banheiro, mas já está subindo as escadas. - escutei os dois falando entre si e logo depois a voz de Harry entoou pelo telefone. - Me desculpe, não sabia que ele alcançava o telefone e muito menos sabia atender, mas me surpreendo a cada minuto com ele.

- Imaginei, ele é muito esperto e se deixar passa você para trás. Muito cuidado com o que fala com ele… Porém, não liguei para falar sobre isso.

- Como ela está? 

- Bem, já sabemos o que aconteceu com ela e a mesma vai receber alta assim que possível. Muito obrigada pela preocupação e pela ajuda com Louis. Não sei o que faria se você não estivesse aí! - eu falei sinceramente, nada além da verdade e pura compreensão da ajuda que ele me deu - Na verdade, liguei para falar que minha sobrinha Paola está indo aí buscar Louis, sendo assim você pode ir para casa descansar e tomar um banho. - falei lembrando que Jaque havia vomitado em toda sua roupa.

- Okay! Sem problemas. De qualquer forma, no que precisar Jaqueline tem meu número salvo no celular dela, é só ligar e me dizer.

  Me despedi do menino Styles agradecendo mais uma vez pela ajuda, depois voltei para a ala dos leitos, me sentando ao lado de Jaque e acariciando seus cabelos. John havia parado de mexer no celular e agora olhava Jaque. Ele estava pensativo, eu sei que o medo também tocou a alma dele e o fez perceber, por alguns segundos que fosse, que o dinheiro não comprava família. Somente depois fui perceber que ele segurava a mão dela, fazendo pequenos carinhos e a outra mão deixava em seu queixo, sustentando a cabeça. Ele a amava! 

  Quando bateu exatamente 23h chegaram alguns enfermeiros para levar Jaque ao quarto particular, o mesmo ficava no penúltimo andar dos apartamentos hospitalares e era bem perto do elevador. No quarto era permitido que apenas dormisse um acompanhante, então pouco tempo depois John foi embora dizendo que viria voltar amanhã e traria algumas roupas para mim. O cansaço já tomava conta de mim, lavei o rosto e arrumei minha mini cama para me deitar. Dei uma última olhada em Jaque, depositando um beijo em sua testa e  conversando baixinho com ela, mesmo que ela não respondesse. Me deitei suspirando de alívio e assim, logo já dormia.


Notas Finais


Link das músicas:
1 - https://www.youtube.com/watch?v=2oFeJqnjF3o
2 - https://www.youtube.com/watch?v=Lp6MUboaOqw

Desculpa pelos erros ortográficos :(
O que acharam?? Estava super ansiosa para postar, não vou mentir e espero que tenham gostado.
COMENTEM! Please.
Beijão :D
Laurinha

Personagens:
Jaqueline Wolf - Amber Heard
Louis Wolf - Michael Rangamiz
Carmen Wolf - Nicole Kidman
John Wolf - Liam Neeson
Paola Wolf - Anne Hatway


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