História Jack - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


EEE... voltei :)

Capítulo 5 - Capítulo 1 - Parte 3


Fanfic / Fanfiction Jack - Capítulo 5 - Capítulo 1 - Parte 3

Raphael deixou a casa serelepe e sorridente. Não sabia se ela iria até o poço no dia seguinte, contudo estaria ali aguardando para ver seu sorriso novamente. Ele compreendia que era arriscado e insano, afinal era uma mulher casada, mas, valia a dor de cabeça apenas vê-la mais alguns dias. Aliás, iria embora dali quatro meses e provavelmente não a veria mais.

Margareth ficou ofegante. Nunca imaginou que estaria entremeio a uma sinuca. Ficar e ser leal ao marido, ou sair e possivelmente traí-lo com outro homem? Ela ficou encucada. E enquanto cozinhava, falava sozinha para entender melhor a situação de uma forma calma.

Quando a noite chegou, com ela veio seu marido, Jones. Ele entrou em casa com algumas flores colhidas antes de chegar. Sorrindo, sentiu o cheiro de torta e se pôs ainda mais feliz. Margareth o recebeu com um beijo e um abraço apertado. Pegou as flores e as colocou num vaso com água, sobre a mesa. O jantar cheirava longe. Margareth era cozinheira de mão cheia. Jones foi lavar o rosto e as mãos para comer. Se sentou, sendo servido pela amável e dedicada esposa, que deu um beijo em sua testa. Ela se sentou também e comeram juntos.

— Como foi o seu dia? — perguntou enquanto mexia a sopa no prato.

— Pesado, querida, mas não via a hora de ver seu sorriso como todos os dias. Essa sua alegria me dá forças todos os dias. Meus joelhos ainda tremem e as borboletas ainda vivem em meu estômago todos os dias quando vejo você. — ele pegou a mão dela, eles se olharam, com o mesmo ar apaixonado de anos atrás — Ainda sinto a mesma chama de quando a vi pela primeira vez, colhendo flores em meu jardim quando ainda éramos jovens. Você com tranças... coberta de flores no cabelo, ramos de pétalas entrelaçadas nos cabelos, uma coroa de flores tão linda quanto a que a rainha usa todos os dias.

— Ah querido... você se lembra disso? — ficara surpresa e feliz ao mesmo tempo — Já se faz tantos anos.

— Como poderia?! — exclamou — A mulher perfeita surgiu-me como raios de sol. Iluminou meu mundo escuro. Que me ensinou a sorrir sem precisar de nada, apenas de você. Eu amo você, Margareth. Você é e sempre foi, sempre será a mulher da minha vida.

— Eu também te amo tanto, querido. Tanto... — ela declarou-se — um amor que nem cabe em mim. O mundo é pouco para nós.

Jones levantou, e puxou Margareth, dando um beijo apaixonado e caloroso. Passou os braços pela cintura dela e a apertou contra si. Margareth pôs as mãos no rosto do homem com quem se casou e retribuiu, também com fervor e paixão, o beijo.

No desenrolar do beijo, Jones tirou o pano da cabeça de Margareth e soltou seus cabelos longos, ele adorava vê-los. Tirou também seu avental e deixou que este fosse ao chão. Tirou a própria camisa com o auxílio de Margareth. As roupas do casal foram tiradas peça por peça e jogadas no chão. Naquele dia, Margareth havia tomado um bom banho, e o marido fez o mesmo, ela havia passado alguns perfumes que ela mesma produziu, ficando ainda mais atraente para o marido.

Num ato rápido, com ambos já nus, Jones a ergueu pelas coxas e a colocou sobre a mesa, a beijando, deitou-a e desceu os lábios, beijando seu pescoço e descendo a língua sobre seus seios, que já estavam com os mamilos duros. Jones era carinhoso na cama e ao mesmo tempo feroz. Abrindo as pernas para ele, Margareth foi-se indo para trás, até deitar na mesa, com as pernas abertas, sentiu os dedos do homem a penetrarem enquanto os mamilos eram sugados com força. O casal apaixonado tinha relações sexuais além do seu tempo de ensinamento.

Pondo o membro já rígido para fora, Jones segurou as coxas da mulher e adentrou-a lentamente. Indo devagar para não machucar. Tinha um pênis grosso, e apesar de não ser tão grande, sua grossura podia machucar como fez da primeira vez em que deitaram-se, na noite de núpcias.

Margareth, entregue ao homem, não conseguia pensar em qualquer outra coisa do que naquele exato momento, soltando gemidos e baforadas de ar quente pela boca, se contorcia com leveza, seu corpo era ainda mais bonito quando ela estava excitada.

Não deu tempo de subirem para o quarto, a ação durou cerca de uma hora. Em algumas posições alternadas que o marido gostava e que ela própria também escolhia. Após a gozada, dentro dela, claramente, se beijaram mais uma vez. Apaixonados. Sorridentes e cansados. Subiram para o segundo andar e se deitaram, abraçados. Dormiram nus, coberto por um lençol de pano escuro, meio velho, porém confortável. Naquela noite Margareth havia percebido que seu marido a amava tanto quanto ela o amava. Mas... será que...? Bom... talvez...

 

**********

 

Na noite que se passou, Jones teve um sonho que na realidade mais se parecia um horrendo pesadelo. E tremendo na cama, suava frio e não conseguia acordar.

No sonho, ele estava num lugar escuro. Um breu que parecia poder tocar de tão massivo. Ele olhava e nada via. Corria na esperança de encontrar algo onde se segurar, mas não encontrou. Logo, o chão se abriu e ele foi sugado para um abismo de lembranças. Caiu num cenário. Um salão de uma mansão.

Pilares enormes seguravam o teto em estilo gótico, o chão de mármore e as paredes com enfeites de madeira, esculpidos à mão. Frio. Suor. Nervosismo. Uma lareira grande estava a sua frente e ao lado uma poltrona, um tapete de pele cobria toda aquela área. Um homem velho sentado. Seu pai. O coração parecia querer sair do peito.

— Pai, é você...? — perguntou confuso, sussurrando.

— Ora seu bastardo ingrato! — falava o pai, duramente — Dei-te tudo que o dinheiro pode comprar e tu trocas tudo isso por uma mulher! Eu te amaldiçoo! — o velho apontava o dedo para Jones — Tu nunca terás nenhum filho! Não aceitarei que a família seja quebrada por um elo fraco e vulnerável como você!

Jones se lembrava daquelas pesadas palavras. O pai havia se zangado quando o menino foi até ele pedir permissão para se casar com uma camponesa.

O velho se levantou. Virando para o filho, continuava repetindo as mesmas coisas, foi-se envelhecendo na frente de seus olhos. Jones caiu de joelhos. Apavorado, gritou. Via o pai apodrecendo lentamente enquanto o condenava por sua decisão que acabaria com a família, até que se desfez em cinzas e Jones tocou no pó, que também desapareceu.

O chão abriu-se novamente num abismo e ele caiu, indo parar num lugar novamente de breu. Tão massivo que podia sentir em seus braços e pernas. Frio. Tocou seu próprio corpo e sentiu que estava sem roupas. Estava nu! Aquilo parecia muito real. Jones caminhou, com as mãos estendidas e de repente a luz se acendeu. Estava se sentindo novo e revigorado. Olhou seus braços, não tinha queimaduras de sol. Era jovem de novo.

Jones estava parado no meio de um campo de centeios. O dia nublado, escuro e havia uma massa preta próxima de onde ele estava. Corvos. Tantos deles. Não se moviam, mas fazia muito barulho, grunhidos estridentes e altos. Agonizantes.

Ele olhou para trás, vendo que estava ficando mais escuro a cada instante. Olhou novamente para frente. Margareth estava ali, parada, meio de lado, porém olhando sempre para frente. Estava grávida. Jones sorriu, estava com a mulher que amava, logo percebeu que havia um outro homem ao lado dela. Eles estavam de mãos dadas. Jones se desesperou.


Notas Finais


AAAhh... o que será que está aguardando esse casal?
O que será que vai acontecer com Jones?
MAAAANO...


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