História Jae... Um novo começo... - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Adaptando-se pt final


Duas semanas... Duas semanas e eu continuo contando... E parece que vou enlouquecer! Não tenho nada para fazer! Nada! Eu vou surtar! Eu preciso fazer algo... Conversar com a senhora Chaô é bom, mas ela não fala muito. Yumi (A ômega solteira, vizinha do lado) não conversa também porque trabalha o dia todo e estuda a noite... Os vizinhos do outro lado só me cumprimentam... E depois daquele dia... Não vejo mais Takashi... A casa dele parece sempre vazia e eu não me atrevi a ir mais lá. ChaMei vem me visitar quando pode... Então sempre me restava só chorar. Juntava a saudade latente da minha família com o medo desse futuro que me aguardava e eu não conseguia controlar...

E céus... Eu engordei! Eu consigo ver pelas minhas bochechas! Acho que come muito sorvete... Ou foram os desejos de pastel de carne com queijo? Aaah... Eu preciso de ajuda! Eu tinha que contratar um parteiro e nem como as coisas funcionam por aqui... Saudades do tio Jimin.

Alguém tocou a companhia e eu saí do quarto apressado. Visitas? Quem seria? Abrir animado vendo ChaMei com um sorriso doce.

-Olá Jae-san!- ela sorriu. E sim... custou muito para ela me chamar assim.

-ChaMei! Entra!- sorri dando espaço.

A beta entrou sorrindo depois de retirar os sapatos. Ela parecia ter chegado do Colégio agora. Pois usava uniforme. Espero que não esteja filando aula. A moreno se jogou no meu sofá suspirando e eu achei estranho.

-Ok! Qual o problema?- pergunto me sentando ao seu lado. -Tudo bem na escola?

-Tudo péssimo!- ela suspirou. – Eu tenho uma prova em uma semana e eu preciso de uma boa nota! Se não vou reprovar, se eu reprovar adeus mesada!- eu ri do drama adolescente. -É sério! Não ria de mim Jae-san!

- Vamos não deve ser tão difícil! Você precisa presta atenção!

-É difícil sim!- ela bufou e abriu a mochila buscando o livro. Depois de achar me mostrou a lição. Aaah era só um pouco complexo... Matemática sempre foi... Vi os rascunhos dela e logo achei o erro.

-Aqui! Você inverteu o sinal!- falei apontando o erro. -Era para ser menos e não mais, por isso o restante tá errado, consertando isso você acerta o resultado!- falei sorrindo...

-Jae-san!- ela quase pulou em cima de mim. -Me ensina!

-O que?- fiquei confuso.

-Me ensina! Eu preciso aprender isso!

Eu tentei negar, mas não consegui depois do olhar de cachorrinho que caiu de mudança. Eu promete que ajudaria... E na tarde seguinte ChaMei apareceu... Com mais quatro amigas! E eu quis enfiar a cabeça dela no tanque de lavar roupas! Eu pensei que era só ela! Mas no fim eu me diverti também! Tirei dúvidas da matéria e de outras também... Mas o surpreendente é que uma semana depois elas voltaram... E com os Appas!

Lógico que fiquei sem graça ao ouvir elogios dos mais velhos por eu ter ensinado as filhas deles e por elas terem um melhor rendimento. E eu fiquei surpreso com a proposta deles... Eu ensinaria elas e eles iam me pagar o um valor simbólico... E oh céus! Eu aceitei! Lógico que eu aceitei! Eu precisava daquilo! E naquele dia eu rezei para o vovô Yoongi agradecendo o que eu consegui... Por uma bênção daquela! Sei que ele ouviu... Pois me sentir mais calmo depois.

Dias depois eu me sentia um pouco mais seguro naquela casa... Agora eu meio que trabalho e tudo ia ficar bem... As meninas vinham sempre por quatro dias, pois no outro elas participavam de clubes e eu ficava livre. E é por isso que tô de bobeira na porta... E sim... Eu tô comendo de novo.

Dá um desconto... Lá em casa poderia ajudar Omma... Com o Lu... Eu arrumava as coisas... Minha vida era agitada e aqui antes do almoço eu consigo arrumar tudo, já que as coisas eram poucas. Então não sei mais o que fazer.

-Por que eu só te encontro comendo grávido?- uma voz forte falou e eu nem me assustei. Acho que acostumei com ele aparecendo do nada.

- Eu tô grávido! Eu posso!- falei de boca cheia e ele riu.

Takashi me olhou negando e sendo um metido sentou do meu lado na boca. Ele tava com as mesmas roupas de ir á festa daquele dia... Pelo menos os machucados já estavam melhor.

-O seu alfa chegou? Eu não estava aqui esse dias...- ele questionou simples.

-Alfa? Que alfa?- fiquei confuso.

- Eu pensei... Oh... Me desculpe!- Ele sorriu sem graça.

Será que ele pensava que eu tinha alguém... Que eu bom primeiro para ajeitar a casa e depois o alfa chegaria? Que pensamento antiquado! Esse alfa é um idiota mesmo!

- Eu não tenho alfa!- comento enfiando outra colherada de doce na boca. -Não mais...- suspirei triste.

-Me desculpe! Não queria te deixar desconfortável!- ele falou ainda sem graça.

- Tudo bem!- murmurei.

Um silêncio desconfortável surgiu entre nós e eu só queria entrar para chorar na minha cama. Não quero lembrar daquele idiota! Ele me traiu...

-Quanto meses?- Takashi perguntou de repente. -O bebê! Quantos meses?

-Aaah!- eu sorri feliz. -Seis meses e meio... Caminhando lentamente para os setes né neném?- falei para minha barriga e recebi um chute.

-Seus Appas viram ficar com você?- ele perguntou me surpreendendo por falar em coreano. – Que? Eu tenho meus truques!- Ele riu. E sim... Eu quis socar o idiota... -Seus Appas vem?

- Não...- murmuro encarando a rua. – Eu tô sozinho...

-Entendo!- Ele falou com a voz de compaixão. -Mas... É seu primeiro bebê?

-É! E eu tô desesperado!- brinquei, Mas era a mais pura verdade. -Sabe onde eu encontro um parteiro?

-Min... Você tem que fazer um cadastro no hospital...- ele disse sério e até... preocupado?

-O que é hospital?- sim... Parece muito uma criança agora e o infeliz riu.

-Aqui não temos um curandeiro ou parteiro que fica indo de casa em casa. O presidente com os líderes escolheram espaços amplos e de acesso para todos em alguns bairros. Nisso construíram um hospital. Esse estabelecimento reuni todos os curandeiros, parteiro e auxiliares. As pessoas vão e são atendidas... Tem que fazer cadastro...

Devo dizer que entrei em pânico? Não né? Pois é... Eu entrei em pânico... O que eu ia fazer? Meus deuses! O que eu vou fazer? Eu pensei que ainda era o antigo sistema! Céus e agora? Eu vou morrer! O meu bebê também!

- Ei! Ei! Respira!- Takashi falou apressado ao me ver ficar provavelmente pálido. – Não precisa ficar assim! Vamos fazer o seu cadastro tá? Respira!

Eu só consegui me acalmar depois de uns três copo de água. E sim... O alfa me prometeu que me levaria no tal do hospital amanhã... Mesmo assim eu não consegui ficar tão calmo assim. E se não me aceitassem? O que eu faria? Voltar agora para casa... Estava fora de cogitação! Eu me sentiria um nada voltando assim porque não consegui me adaptar ao ambiente.

Takashi foi gentil me acalmando e garantindo que se tudo desse errado ele mesmo ia procurar um parteiro particular, pois ainda existiam. Só assim eu consegui um minutos de sossego. Ele também teve que ir, pois tava atrasado para algo e eu só fiquei ali torcendo que amanhã fosse um bom dia e eu consegui esse tal cadastro.

Continua...



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